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CULTURA DE PAZ

Reunião decide por criar comitê pró-desarmamento.

Reunião decide por criar comitê pró-desarmamento.

O governo estadual assegurou apoio a uma campanha de desarmamento estimulada pela Caravana da Comunidade Segura, que percorre todo o país e busca promover culura de paz. Os membros da caravana foram recepcionados na Governadoria. Jaques Wagner disse que “todo viés do governo é na direção da prevenção, apesar do papel necessário da repressão”.

Citando estudos, o governador enfatiza que nem sempre possuir uma arma dentro de casa, por uma pessoa sem treinamento, é sinônimo de segurança para a família. O mandatário baiano observou que é competência da Polícia Federal acolher armas entregues voluntariamente, mas o estado tem total interesse de encontrar “uma maneira institucional de intensificar a promoção de uma cultura de paz no estado”. A Bahia também terá o Comitê do Desarmamento.

3 respostas para “CULTURA DE PAZ”

  • Sarrafo says:

    O governo joga o pano e nós temos que entregar as armas?

  • Sarrafo says:

    O estado já demonstrou sua incapacidade de proporcionar segurança para a população e nós ficamos ao “deus-dará”. Os bandidos estão extremamente ousados e na certeza de que não podemos nos defender, entrarão pela porta da frente de nossas casas em plena luz do dia. Roubarão, cometerão estupros, assassinatos e se forem presos, os organismos de direitos humanos estarão prontos para defendê-los. E nós, até agora cidadãos de bem, a quem recorreremos?

  • Sandro Regis says:

    É muita bobagem que parte de um único indíviduo. É dado estatístico meu nobre, o governador não tá falando asneira não, ele sabe bem o que fala. No passado, a gente não falava sobre essas coisas, porque, o governo só pensava na polícia, na polícia. Tem que ter ações na área de saúdem, educação e menos armas sim. Já fui roubado uma vez, roubaram uma arma minha e nunca tive tantos problemas na vida. Até que um dia a polícia federal bateu na minha porta e disse que eu era suspeito de um crime. Na verdade não fui eu. Graças a Deus eu tinha a queixa guardada há cinco anos na gaveta do escritório, que provou que eu estava limpo na história. Depois daquele dia nunca mais pensei em ter uma arma novamente, que só servia para mostrar aos meus amigos. Nunca precisei usar e se tivesse que usar, não sei se teria a frieza necessária para tal.
    A gente tem que entregar mesmo “compade”.

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