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REGRA 3

Geddel mira a Propeg, de Fernando Barros.

Geddel mira a Propeg, de Fernando Barros.

Mesmo com os desmentidos de Geddel Vieira Lima, a informação publicada na coluna Informe JB, do Jornal do Brasil, de que o publicitário Fernando Barros será o marqueteiro da campanha do ministro ao governo da Bahia criou um enorme mal-estar na ala do DEM mais próxima ao ex-governador Paulo Souto.

Barros é ligado a Souto e a notícia soou como uma espécie de traição (“a única novidade na Bahia é você”, disse Barros a Geddel). O marqueteiro é amigo de Souto, com quem costuma se encontrar na pacata cidade de Canavieiras, onde ambos mantêm casas de veraneio.

O desmentido do ministro piorou a situação. No Informe de hoje, ele diz que “não firmou contrato com a agência Propeg”, cujo dono é Barros. Ou seja, o ministro não negou que esteja conversando com o publicitário.

Com certa revolta, fontes do DEM comentam que as conversas acontecem, sim. E constantemente. As mesmas fontes dizem que Geddel não daria um passo sem consultar Barros, o mentor da política de comunicação da era Paulo Souto.

A informação também provocou ciumeira nos marqueteiros da Ideia 3, agência que assessora Geddel, por motivos óbvios. Para piorar a situação, sabe-se que o encontro caloroso entre Barros e o ministro foi ‘vazado’ pela assessoria do próprio ministro.

5 respostas para “REGRA 3”

  • Zelão says:

    Zelão diz: – Cobranças Indevidas

    É preciso que se saiba diferenciar um trabalho profissional remunerado de uma simpatia política.

    Uma agência de propaganda, deve ter nos políticos um cliente como outro qualquer e assim devem ser consideradas, extritamente pelo seu trabalho profissional.

    Foi assim que a DM9 do publicitário Duda Mendonça, que havia sido a empresa de propaganda e marketing do governo de São Paulo e do político Paulo Maluf, se tornou a agência do PT, que trabalhou na vitória do primeiro mandato do presidente Lula.

    Essa questão provinciana de cobrar fidelidade eterna ou de taxar a agência pelo trabalho que foi executado a serviço de um político em determinada época, é pura falta de preparo do próprio político e dos seus acessores, por não saberem diferenciar o que deve ser profissionalismo e o que deve ser puxa-saquismo explícito.

  • eu says:

    Concordo com o Zelao. Em tempo – assessores (no caso citado), apenas como -construcao-.

  • Itabunense fala, says:

    Faz parte, é o velho costume do Carlismo, tudo sob pressão e conveniencias…e o famoso “troca troca”…

  • Antonio fernandes says:

    Geddel aprendeu rápido com o ex-chefão,eis mais uma prova.Feliz foi o nosso Governador Wagner que se livrou cedo desta figura caótica e inexpressiva.

  • Zelão says:

    Zelão Agradece: – Juntando “alhos com bugalhos”, dá nisso!

    Sêo, Eu disse;

    Agardeço penhoradamente pela “reconstrução da palavra”.
    É, que de tanto ver “proliferar as nulidades…” chego a me confundir, trocando a grafia do que deve ser o verdadeiro “assessor”, por um bajulador qualquer que saiu grifado como “acessor”.
    Assim, fica o dito pelo não dito!

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