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:: 8/maio/2010 . 22:47

A DIANTEIRA PETISTA

A situação eleitoral para a presidência da República em Ilhéus e Itabuna, no sul da Bahia, é parecida. Segundo levantamentos “de consumo interno”, a petista Dilma Rousseff consegue, na média, impor dianteira de 20 pontos percentuais em cima do tucano José Serra.

Não à toa, e conforme antecipamos aqui (reveja), o vice-prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre (PSDB), trabalha para trazer Serra à Terra de Gabriela na segunda quinzena de maio. Espera aplacar o crescimento da petista.

Marão, aliás, é dado como apoio quase certa a uma candidatura petista, mas na corrida pelo Palácio de Ondina. As negociações da mãe, a deputada Ângela Sousa, também incluíram o apoio do “menino” a Jaques Wagner (PT).

QUANDO O DESVIO É POR IGNORÂNCIA

A Controladoria-Geral da União (CGU) já detectou que, em muitos casos, os desvios identificados nas administrações municipais não têm a ver com má-fé, mas simplesmente com o despreparo. Por conta disso, além de fiscalizar os malfeitos com dinheiro público, o órgão federal também tem investido na capacitação de servidores das Prefeituras.  Equipes de 618 municípios, num total de 6.835 servidores, já participaram desses treinamentos dede 2006.

Nesta segunda-feira (10), a CGU irá sortear 60 municípios que passarão por fiscalização e outros 13 que receberão treinamento do Programa de Fortalecimento da Gestão Pública. Este último sorteio será feito entre 1.095 prefeituras que se inscreveram voluntariamente para receber os técnicos da Controladoria.

“FAIXA DE GAZA” ITABUNENSE

Não passa um dia sequer sem que a polícia registre alguma ocorrência na Avenida do Cinquentenário e os problemas começaram – conforme este blog já apontou – após as obras de revitalização daquela via. A intervenção gera conflitos entre a Prefeitura e comerciantes (formais e informais), vendedores de CD e DVD piratas e até simples pedestres.

Existem abusos históricos na ocupação da avenida pelo comércio ambulante, que o governo municipal – desarticulado até onde não pode mais – não teve habilidade para resolver. A falta de traquejo, por sua vez, repercute em contumaz desobediência por parte de alguns camelôs, que enfrentam os prepostos da Prefeitura.

Um fiscal já saiu ferido na batalha campal que se trava diariamente na principal artéria do comércio itabunense. Nesta sexta-feira, nova briga, envolvendo o ambulante Danilo dos Santos Oliveira e o guarda municipal Edvaldo de Santana. Felizmente nada grave, mas ambos tiveram que esfriar os ânimos na delegacia. 

 A coisa tá feia.

LOJAS ABERTAS ATÉ AS 18H

Neste sábado (8), véspera do Dia das Mães, o comércio de Itabuna fica aberto até as 18 horas. A expectativa de lojistas é de vendas até 15% superiores às registradas no mesmo período do ano passado.

Para quem procura o presente em lojas da avenida do Cinquentenário, é melhor ir de ‘buzu’ ou a pé. O trânsito, na definição de motoristas, está “um inferno” com as obras de revitalização da artéria comercial.

As vendas são ‘puxadas’ por sorteios. A Câmara de Dirigentes Lojistas de Itabuna (CDL) oferece prêmios que vão de motos a carro, vales-compras e televisores, na campanha que envolve Dia das Mães e dos Namorados e o período junino.

UNIVERSO PARALELO

A “MASCULINIZAÇÃO” DE DEUS

Ousarme Citoaian
Uma questão raramente tocada, por ser muito “sensível”, é o fato de Deus ser tratado por Ele. Colho a referência no polêmico Deus, um delírio (Companhia das Letras) do ateu Richard Dawkins, professor da Universidade da Califórnia. Masculinizar a divindade – e agora sou eu a conjeturar – indica que o homem a “carimbou” à sua imagem e semelhança, mantendo a mulher fora do processo divinizador. Deus não tem sexo, não é macho nem fêmea, Ele nem Ela. Mas a tal superioridade do homem se fez pesar – além de que nossa língua não possui o gênero neutro. Se o tivesse, por legítima herança do latim, este problema estaria resolvido.

A GRAMÁTICA PEGA O MACHISMO

As igrejas em geral, ao que tudo indica, pregam abertamente o machismo: a mulher tem que seguir o homem. O Código Civil adotou algo semelhante: o homem é o cabeça do casal. A gramática portuguesa seguiu o modelo  e impôs à mulher uma arbitrária superioridade masculina. É o caso de presidenta, já referido aqui. Temos vereadoras, deputadas, senadoras, escritoras, reitoras, mas o alto cargo de presidente é vedado às mulheres. Elas são “a presidente”,  nem que isso fira nossos ouvidos. E o movimento feminista aceita o preconceito, enquanto, alienadamente, gasta energia ao pregar bobagens.

SARNEY, QUEM DIRIA, FOI PRECURSOR

Alguns guetos esboçam tímida reação a esse machismo ao explicitar coisinhas como “todos e todas”. Não creio que invenções deste tipo sejam eficazes para reverter a odiosa tradição gramatical – sem contar que elas não encontram apoio na língua culta. Por esse caminho, o conjunto em que há os dois gêneros exigiria que o falante ou escrevente fosse bem específico: todos e todas, homens e mulheres, eles e elas. É conveniente lembrar quem primeiro utilizou esse caminho: o então presidente José Sarney, com o “brasileiros e brasileiras” que abria seus discursos. Gênese suspeita, portanto.

TODOS E TODAS JUNTOS E JUNTAS

É preciso reformar a linguagem, e não me perguntem como. Só sei que usar expressões do tipo “todos e todas”, me parece, como bandeira de luta da mulher, tão tolo quanto a queima de sutiãs, nos anos 60. Seria divertido “traduzir” para essa estranha língua certas formulações clássicas:  O homem é lobo do homem ficaria O homem e a mulher são lobos do homem e da mulher; o euclidiano O sertanejo é, antes de tudo, um forte seria O sertanejo e a sertaneja são, antes de tudo, uns e umas fortes; e o “hino” da seleção brasileira vai ser entoado como Todos e todas juntos e juntas vamos/pra frente, Brasil, Brasil! Falar bobagens assim ridiculariza o tema, invés de levá-lo à meditação.

FUGINDO DA BRIGA, EM VÃO

“Constantes apagões geram insatisfações…”, diz um dos principais jornais diários de Itabuna, logo na primeira página, como se quisesse me agredir. Passei ao largo. Quando um não quer, dois não brigam. Páginas adiante, numa matéria sobre vacinação contra gripe, outra pedrada do mesmo gênero: “A prevenção com a intensificação da higienização das mãos…” .  Aí, compreendamos, é abusar da paciência do leitor. Trata-se da clássica doença do estilo chamada eco. Qualquer um percebe a incômoda presença dele, com a simples leitura do texto. Em voz alta, se necessário se fizer.

DA PREGUIÇA À DESATENÇÃO

Autoridade em português e latim Napoleão Mendes de Almeida (foto) coloca este caso na categoria dos vícios de linguagem – “construções que deturpam, desvirtuam ou dificultam a manifestação do pensamento, seja pelo desconhecimento das normas cultas, seja pelo descuido do emissor”. Nas redações, erra-se mais por descuido e preguiça do que por desconhecimento de regras elementares. Todo mundo que viveu ao menos um semestre do curso médio sabe identificar as qualidades e os vícios do estilo. Se não segue as regras é, em geral, por falta de cuidado ou amor à transgressão.

UM HOMEOPEDEUTO DE VIEIRA

Na poesia, essa repetição chama-se rima, todos sabemos. Na prosa (só agora sei) tem o estranho nome de homeopedeuto. E fico sabendo que o tal homeopedeuto, em mãos hábeis, dá ao discurso uma sonoridade agradável. No Sermão de Santo Estêvão, Vieira diz que o santo “antes obrava como mestre, agora como mártir”, e em seguida arremata sua oração com este homeopedeuto de rara elegância: “A sapiência invencível falando, e a paciência calando, também invencível.” O velho Antônio, com todo respeito, sabia das coisas! Quem quiser mais Vieira compulse Jorge de Souza Araujo (foto) em Profecias morenas – discurso do eu e da pátria em Antônio Vieira.

DA ARTE DE ESCREVER BEM

A imprensa brasileira já foi muito boa de conteúdo literário. A conclusão me vem não por saudosismo, mas de forma objetiva, ao ver a série de  livros As obras-primas que poucos leram (Editora Record), organizada pela jornalista e escritora Heloísa Seixas (foto). São quatro volumes, dos quais eu tenho os dois primeiros. É coisa publicada na revista Manchete, no começo dos anos setenta, quando a revista tinha colaboradores como Otto Maria Carpeaux, Carlos Heitor Cony, Paulo Mendes Campos, Lêdo Ivo, R. Magalhães Jr., Josué Montello, Ruy Castro (casado com a organizadora), Joel Silveira e José Lino Grünewald.  Diante  da aridez  dos veículos de hoje, parece mentira que o setor já tenha publicado tantos textos de altíssimo nível.

DE GRACILIANO RAMOS A MARK TWAIN

As obras-primas é formada de artigos sobre livros muito citadas e, supõe-se, pouco lidos – sendo o título da coletânea o mesmo da seção da Manchete. Além de romances e contos/novelas (nos dois volumes iniciais), a lista contempla poesia, teatro e ensaio. Lá estão, com suas obras dissecadas e ao alcance do público não especializado (no qual me incluo), Guimarães Rosa, Mark Twain, Tchecov, Eça de Queiroz, José Lins do Rego, Faulkner, Conan Doyle, Stendhal, Heminguay, Monteiro Lobato, Scott Fitzgerald, Flaubert, Victor Hugo, Érico Veríssimo (foto), André Gide, Edgar Allan Poe, Graciliano Ramos – e mais não digo para não encher de água a boca do leitor. Um curso compacto de literatura.

ANOMIA E AGRAMATIZAÇÃO

A professora Olgária Matos (foto), da Universidade Federal de São Paulo, não gostou do Acordo Ortográfico. Por isso, escreveu no site Carta Maior: “A mais recente reforma ortográfica do português no Brasil subordina a língua às contingências do mercado e à agramaticalidade de sua fala oral, rompendo o equilíbrio entre a anomia e agramatização que caracterizam uma língua viva. Expressionista antes da reforma, ‘idéia’ ou ‘ idêia’, a pronúncia diferenciava o português do Brasil e de Portugal, suscitando o metron de seu estranhamento e de seu parentesco, revelador do ethos de um povo. Assim, diferentemente de unificar a palavra escrita, a reforma neutraliza a língua falada, despersonalizando-a”. Bom exemplo de pedantismo acadêmico. Sem ofensas.

ESPERANÇAS ENCONTRADAS

Olgária Matos é professora de Filosofia, com vários livros publicados. O último, Discretas esperanças, é um ensaio sobre Ética, dignidade humana e o papel da imprensa. Trata-se de uma estudiosa com grande respeito no meio acadêmico, devido à profundidade com que aborda os temas que escolhe. Nesse livro, por exemplo, ela mobiliza estudos que mostram ao leitor o valor da Ética, a partir do primeiro registro da palavra, em Homero, com o surpreendente sentido de “morada do homem”, chegando à reflexão e à crítica sobre o sentido atual do termo. Para ela, no escuro da globalização, haveria, como um farol, esperanças. Discretas, é claro.

A GARGANTA COMO INSTRUMENTO

A voz dela é um instrumento musical. É difícil quem leu mais de duas resenhas sobre Billie Holiday, Sarah Vaughan ou Ella Fitzgerald não conhecer esta expressão ou equivalente. Um lugar-comum indispensável. Sarah Vaughan era considerada uma das três jóias do vocal jazzístico moderno. Billie e Ella eram as outras duas, claro. Dizem que há alguns anos ela não era mais uma típica cantora de jazz, pois as gravadoras fazem seus contratados gravar o que (supostamente) vende, sem outras preocupações. E no Brasil não é diferente : Ângela Maria, Cauby Peixoto e Alcione (foto) muitas vezes gravaram irritantes bobagens sonoras.

JAZZ DA CABEÇA AOS SAPATOS

Neste Round midnight, de 1987, Sarah realimenta o lugar-comum.  Numa leitura exclusiva de scats sings (ela usou a mesma técnica com a brasileira Garota de Ipanema), minha vocalista preferida entra num “duelo” arrepiante com Dizzy Gillespie (foto),  e mostra que, afinal de contas, estava certo quem inventou a lenda do gogó que toca. Ela, de verdade, toca a garganta, como se fosse um sax tenor.  Por essa época, dizia-se que a cantora já dera o melhor de si. O vídeo (feito três anos antes da morte, em 1990) desmente os críticos: a divina Sarah Vaughan é uma cantora de jazz, dos cabelos à capa fixa do salto do sapato. E em absoluta forma.
</span><strong><span style=”color: #ffffff;”> </span></strong></div> <h3 style=”padding: 6px; background-color: #0099ff;”><span style=”color: #ffffff;”>E FRED JORGE CRIOU CELLY CAMPELLO!</span></h3> <div style=”padding: 6px; background-color: #0099ff;”><span style=”color: #ffffff;”>No auge do sucesso, em 1965, a música teve uma versão no Brasil, gravada por Agnaldo Timóteo. Como costuma ocorrer com as

PRA VER/OUVIR DE JOELHOS

Round midnight (também título de um filme rapidamente referido aqui), tema de Thelonious Monk, foi gravado (além de Monk e Sarah Vaughan) por Miles Davis, Carmen McRae, Ella Fitzgerald, Anita O´Day, Cootie Williams, Wes Montgomery (foto), Cassandra Wilson, Charlie Parker e mais “n” intérpretes. É possível que alguém não conheça este vídeo. Então, é aproveitar para ter o direito de, mais tarde, dizer aos netos que viu Sarah Vaughan e Dizzy Guillespie tocando juntos. Ele tocava trompete; ela, gogó. Se quiser, pode se ajoelhar. E no fim, bater palmas.

(O.C.)

REITOR DIZ QUE UESC ESTÁ MAIS PRÓXIMA DA COMUNIDADE

Dirigentes da ACI e FTC com Eduardo e Bastos ao centro.

Ontem, o reitor da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Joaquim Bastos, disse que a instituição está construindo uma relação cada vez mais próxima da população sul-baiana.

“Além de promovermos a integração, estamos formando uma massa crítica regional de alto nível, com um trabalho que envolve diversos aspectos em áreas estratégicas”. É justamente a falta de inserção na comunidade regional o calcanhar-de-aquiles da universidade.

O reitor participou da 13ª edição do Fórum de Líderes Empresariais de Itabuna, no Hotel Tarik, evento organizado pela Associação Comercial e Empresarial de Itabuna (Acei). Apesar de falar da inserção, Bastos lamentou que o mercado regional “ainda não tenha condições reais de absorver grande parcela dos profissionais formados pela Uesc”.

A universidade, lembra, saiu de um orçamento de R$ 40 milhões no início dos anos 2000 e terá neste ano R$ 125 milhões, mas a maior parte vai para pagamento de pessoal e custeio, “sobrando muito pouco para investimento”.

Organizador do fórum, Eduardo Fontes, da Associação Comercial e Empresarial de Itabuna, ressalta a importância estratégica da Uesc para o desenvolvimento regional. “Foi isto que motivou o convite ao reitor da universidade e Joaquim Bastos preencheu plenamente a expectativa”, afirmou Eduardo. Ouça entrevista do blog com o reitor da universidade (clique aqui).

A INSTABILIDADE DE JC

JOÃO CAVALCANTI: Ser ou não ser, eis a questão!

O bilionário João Cavalcanti já foi classificado como excêntrico por conta de hábitos como o de manter uma sala de TV, com aparelho de plasma de 50 polegadas, exclusivamente os seus muitos “bichanos”. Ele nega a piração, mas suas atitudes cada vez mais confirmam que o homem, se não é de excentricidades, é pelo menos de rompantes.

Cavalcanti havia decidido ingressar na política e, com a “bala na agulha” que possui, poderia ser candidato a qualquer coisa na chapa de quem quisesse. Escolheu ser vice de Geddel Vieira Lima (PMDB) e nessa condição apareceu na mídia por algumas semanas. Depois, afirmou que preferiria uma cadeira no Senado e assim foi seguindo até avisar que tinha mudado de ideia e não sairia na chapa majoritária do PMDB: seria candidato a deputado federal…

Pois nesta sexta-feira (07), o empresário voltou à estaca zero e – segundo o site Bahia Noticias – desistiu de ser candidato. Diz ter sofrido pressões de sócios, investidores e familiares (talvez até dos gatos!), além de afirmar-se decepcionado com o meio político. É a posição de momento, mas não duvidem que na semana que vem o homem queira experimentar a única pré-candidatura que lhe resta: a de governador, no lugar de Geddel.

Ele pode.

O “PAI” É OUTRO

Alguns têm se enganado redondamente no exame de paternidade pela indicação do diretor de Planejamento da Secretaria de Saúde de Itabuna. Informações colhidas por este blog indicam que Antônio Carrero chegou à administração municipal pelas mãos do presidente da Câmara de Vereadores de Itabuna, Clóvis Loiola. Portanto, é falsa a informação de que o pai da criança seja o empresário e ex-secretário Josias Miguel, como chegou a ser divulgado em um veículo de comunicação.

Em tempo: Carrero hoje “bate de testa” com o secretário da Saúde, Antônio Vieira, que sonha vê-lo exonerado, mas parece não ter autonomia para tanto.






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