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editorias


:: 7/jun/2011 . 19:22

GREVE MANTIDA TAMBÉM NA UESB

Os professores da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) também votaram pela continuidade da greve. Foram 85 votos pela continuidade da paralisação, dois contra e uma abstenção.

Tanto a Uesb como a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) completam dois meses de greve dos professores nesta quarta (8). Os docentes das duas universidades têm nova assembleia na próxima terça (14). É a mais longa greve dos professores das universidades estaduais nos últimos dez anos.

Leia ainda:
GREVE NA UESC CONTINUA

PALOCCI CAI; SENADORA ASSUME CASA CIVIL

Acusado de multiplicar o patrimônio particular em vinte vezes no intervalo de quatro anos, Antônio “Midas” Palocci acaba de deixar o cargo de ministro-chefe da Casa Civil. A comunicação foi feita em nota pública.

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), especialista em orçamento público e ex-diretora do Consórcio Itaipu, foi escolhida pela presidente Dilma Rousseff como substituta de Palocci.

Ex-ministro da Fazenda no Governo Lula e coordenador da campanha de Dilma Rousseff, Palocci é ejetado do cargo na Casa Civil pouco mais de cinco meses depois da posse.

Confira no “leia mais” a nota de demissão do “Midas” petista.

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UESC: A GREVE CONTINUA, COMPANHEIROS!

Greve mantida na Uesc.

Há pouco, os professores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) decidiram pela manutenção da greve. A paralisação completará, amanhã (8), dois meses.

Os professores concordam com a proposta do governo, mas entendem que houve quebra de confiança, segundo o vice-presidente da Associação dos Docentes da Uesc, Carlos Vitório de Oliveira.

– O movimento docente não confia no governo e a gente só vai sair da greve depois que assinar o acordo, que está marcado para ser assinado na próxima sexta, pela manhã – disse Carlos Vitória de Oliveira em entrevista exclusiva ao PIMENTA.

A greve na Uesc foi mantida por 69 votos a oito, além de três abstenções. A votação foi encerrada há pouco. Os professores da Uesc terão nova assembleia na próxima terça (14), quando esperam já ter o documento do acordo assinado.

Gatos escaldados, os educadores evitaram voltar à sala de aula sem o acordo assinado porque o governo havia negociado reajuste salarial ao final de 2010, mas modificou as cláusulas na hora de assiná-lo.

Dentre as mudanças, estava o “congelamento” de vencimentos até 2015. O governo nega e diz que havia apenas uma política de reajustes com ganhos reais acima de 18% para o período.

Atualizado às 18h25min

DEPUTADO MANDA REPÓRTER PRA “P… QUE PARIU”

O deputado estadual Deraldo Damasceno (PSL) perdeu as estribeiras quando indagado pela reportagem do site Política Hoje sobre as suas possíveis ligações com a traficante soteropolitana Nem Gorda.

– Vá pra p… que pariu seu c….. – teria reagido o deputado, que é delegado de carreira da Polícia Civil e sempre fez questão de aparecer para as câmeras e lentes antes de disputar vaga na Assembleia Legislativa baiana.

De acordo com a editora do site, Bárbara Souza, a reportagem queria ouvir o deputado-xerife-delegado sobre as denúncias. “Tudo que se queria era ouvir um homem público, que está sendo alvo de denúncias cuja gravidade é indiscutível”, escreveu Bárbara.

Por último, segundo a editora, o delegado-xerife-deputado ameaçou processar a todos e ser capaz de “fazer uma besteira”.

UM BATE-PAPO COM O JORNALISTA PAIXÃO BARBOSA

Trinta e três anos depois de iniciar sua vida profissional n’A Tarde, de Salvador, o jornalista Paixão Barbosa, um dos mais respeitados da Bahia, foi desligado do diário da família Simões. A empresa enfrenta uma crise séria, que levou ao fechamento de sucursais e à demissão de muita gente boa. Nesta entrevista concedida ao PIMENTA, Paixão Barbosa comenta sobre as dificuldades de A Tarde, os desafios da mídia impressa e o avanço da internet. A conversa também tratou, entre outros assuntos, sobre a política baiana, destacando a desfaçatez com que muitos oposicionistas têm migrado para o lado do governo.

Leia abaixo os principais trechos:

PIMENTA – Pra começar, queremos um breve relato sobre o cidadão Paixão Barbosa, desde a infância no sul da Bahia até a ida para Salvador, onde estudou, família etc…
Paixão  Barbosa – Nasci em Coaraci e passei minha infância entre os períodos de aula na cidade e as férias entre os cacauais uma vez que meu pai, Laudelino Barbosa, era administrador de fazendas e fazia questão de levar os filhos para fazer companhia a ele. Tive a sorte de ter uma família maravilhosa, somos nove irmãos, e especialmente de ter irmãs professoras, fato que me aproximou dos livros desde muito cedo. Tanto que, apesar de gostar muito das brincadeiras de rua – bolinhas de gude, futebol, empinar arraias, tomar banho no Rio Almada (quando isto era possível e prazeroso) etc – sempre dediquei algum momento do dia para ler. A partir dos meus 10 anos tornei-me um leitor voraz e muito eclético: lia tudo o que me caísse às mãos, desde os autores clássicos aos populares livros de bolso, jornais, revistas de esporte, Manchete, Cruzeiro, passando por enciclopédias (lembro-me bem que li e reli pelo menos duas vezes cada um dos compêndios da Delta Júnior).

PIMENTA – É verdade que você já foi técnico agrícola?
Paixão  Barbosa – Quando concluí o que se chamava então de quarta série ginasial, em 1970, tive que optar pelo curso de técnico em Agropecuária, na cidade de Catu (Recôncavo Baiano) que era gratuito e em regime de internato, uma vez que minha família não tinha condições de me manter em Salvador. A chama da leitura e da literatura continuava acesa, mas novamente tive que optar pela questão financeira e, ao concluir o curso, em 1973, fiz um concurso para a Ceplac e trabalhei durante dois anos como técnico agrícola (na bela cidade de Gandu, onde ainda tenho muitos amigos), ajudando agricultores e trabalhadores rurais a plantar e a cuidar de cacau. Após dois anos, porém, o chamado foi mais forte e larguei tudo para estudar Jornalismo em Salvador, tendo passado no Vestibular da UFBa em 1976. Entrei no jornal A TARDE em 22 de novembro de 1977, ainda estudante do 4º semestre de Jornalismo, e lá fiquei até o dia 2 de maio passado, depois de ter sido, pela ordem, revisor, repórter de Cidade, repórter, subeditor e editor de Política, editor de Cidade, editor da primeira página, secretário de redação de Planejamento e coordenador da Agência de Notícias A TARDE. Durante este período ainda exerci algumas funções na área pública, a exemplo de assessorias na Prefeitura de Salvador e na Secretaria Estadual da Indústria e Comércio e como chefe de gabinete da Presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (com o deputado José Amando, de 1989 a 1990).

PIMENTA – E a família?
Paixão Barbosa – Sou casado há 27 anos com uma itabunense, Rosilane, que também é jornalista, e tenho um filho, Lúcio, que preferiu não seguir os pais e é doutorando na área de biogenética. Ainda compõem a família duas figuras lindas que ajudamos a criar, como filhas, Lila e July (ambas de Jussari), que já nos deram duas netas, Brenda e Alice.

PIMENTA – Por que a opção pelo jornalismo?
Paixão Barbosa – Além do fato de ser uma profissão que lida diariamente com minhas duas grandes paixões de infância, a leitura e a escrita, muito ajudaram a inquietação e a curiosidade intelectual que possuo, duas características que se encaixam muito bem com o fazer jornalismo. Além da grande contribuição que sempre considerei que o trabalho de um jornalista pode dar para o desenvolvimento e a melhoria da sociedade ao exercer seu papel de crítico e de vigilante das ações dos governantes, apontando os erros e as omissões ou divulgando benefícios e acertos.

PIMENTA – Como vê a profissão hoje, inclusive no aspecto do mercado de trabalho?
Paixão Barbosa – Os princípios básicos do fazer jornalismo não mudam, sejam quais forem os veículos usados para isto. E refiro-me às preocupações básicas com a precisão e a veracidade das informações divulgadas. Mesmo quando se faz análise ou comentários. O que pode mudar é a forma, ou a linguagem, mas seja jornalista formado ou não, profissional da imprensa escrita, de rádio ou TV ou de internet. E mesmo aqueles que não são jornalistas devem sempre ter em mente aquelas duas preocupações quando produzem algum texto que possa ser chamado de jornalístico. Esta diversidade de meios ampliou muito, de forma incalculável eu diria, o mercado de trabalho e tirou os jornalistas tradicionais da sua zona de conforto. Refiro-me àquele modelo tradicional de Redação, no qual os jornalistas transformavam-se praticamente em donos da verdade porque o poder de reação dos envolvidos era mínimo e restrito. Hoje, com a amplitude e, especialmente, com a instantaneidade da mídia digital, os jornalistas precisam ter muito mais responsabilidade e necessitam apurar melhor os fatos caso não queiram ter o desgosto de ser desmoralizados imediatamente depois.

 

Não acredito que a crise enfrentada pelo Grupo A Tarde tenha a internet como responsável.

 

PIMENTA – A ansiedade em sair na frente é um estímulo à irresponsabilidade?
Paixão Barbosa – Em alguns casos, a velocidade do veículo e a ansiedade de sair na frente dos concorrentes estimulam a irresponsabilidade de alguns, especialmente no caso dos que operam nos meios digitais, com o argumento de que a informação errada pode ser corrigida logo depois. Acontece que, assim como ocorre nos meios impressos, nem sempre quem lê a notícia equivocada toma conhecimento da correção e pode se causar prejuízos irreparáveis à vida de muita gente.

PIMENTA – A internet vai desbancar os jornais? A crise do jornal A Tarde é emblemática nesse momento?
Paixão Barbosa – Acredito que a mídia impressa ainda tem muita lenha para queimar e acho que ela não irá desaparecer, pelo menos não tão cedo. O que se faz necessário é que os jornais impressos se adaptem aos novos tempos e entendam que os leitores de hoje não são mais os de antigamente e que as pessoas que compram os impressos estão em busca do aprofundamento da notícia, da análise, do contraponto, uma vez que o relato dos acontecimentos é feito em tempo real pelas novas mídias. O que não dá é para o jornal impresso tentar concorrer com a internet (sites, blogs, twitter ou redes sociais) ou com a TV, no papel de dar a informação em primeira mão, porque esta é uma batalha já perdida.

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PSDB FALA EM CANDIDATURAS PRÓPRIAS NA BA

O presidente estadual do PSDB, Sérgio Passos, disse que o partido deverá ter candidatos a prefeito em grandes e médias cidades baianas. Ontem, a executiva do partido se reuniu em Salvador para definir estratégias para a sucessão municipal em 2012. “Time que não joga não tem torcida”, diz ele.

Apesar de sinalizar candidaturas próprias, o tucano fala em alianças nos municípios onde a legenda não tem maior visibilidade. Em Itabuna, por exemplo, a tendência do PSDB é apoiar a candidatura à reeleição do prefeito Capitão Azevedo (DEM). O partido, no entanto, sofre com a fuga de quadros em vários municípios, principalmente com o apelo do PSD.

IBIRAPITANGA: BANDIDOS EXPLODEM CAIXAS DO BB

Menos de uma semana depois que bandidos seqüestraram um funcionário do Banco do Brasil em Buerarema, uma quadrilha explodiu dois caixas eletrônicos da agência do BB em Ibirapitanga, também no sul da Bahia e às margens da BR-101.

A ação, de acordo com a polícia militar, ocorreu por volta das 3h30min desta terça-feira (7). O banco não informou o valor surrupiado pela quadrilha. Os caixas foram levados pelo bando. A estimativa é de que tenham sido roubados mais de R$ 200 mil.

O COMPLICADO CONCURSO DA PREFEITURA DE ILHÉUS

Não bastassem as fraudes, os gabaritos vazados e as listas em que a ordem de classificação dos aprovados muda sob critérios mais que duvidosos, o concurso da Prefeitura de Ilhéus ainda promete novos momentos de tensão. Segundo informações, até ontem a empresa S&R não havia depositado na conta do governo municipal a parcela de 40% do valor obtido com o certame. Seria coisa de uns R$ 400 mil.

Há no governo quem defenda a anulação do tumultuado concurso, mas tudo indica que os cofres públicos (pra variar) irão arcar com o prejuízo.

INSPIRAÇÃO PARA AZEVEDO

Tarcízio Pimenta dá tchau ao DEM

A anunciada saída do prefeito de Feira de Santana, Tarcízio Pimenta, do DEM, resultou em pulos de alegria numa cidade situada a mais de 300 quilômetros da “Princesinha do Sertão”. O gestor de Itabuna, José Nilton Azevedo, vê na atitude de Pimenta um possível precedente favorável e um exemplo a seguir.

Azevedo, tal qual o colega feirense, não se sente confortável no DEM. Ele busca nova legenda para se filiar, mas teme uma possível ação em virtude de infidelidade partidária. Caso o DEM deixe Pimenta seguir livre o seu caminho, provavelmente o político itabunense seja o próximo da fila.

Como o Democratas anda em baixa, ninguém se espante se vier em seguida uma debandada.

PROFESSORES DEFINEM RUMOS DA GREVE NAS UNIVERSIDADES BAIANAS

Professores de três das quatro universidades estaduais baianas terão assembleia nesta tarde de terça-feira (7) para definir se retornam ou não às salas de aula. O fim da greve dependerá da resposta do governo à contraproposta apresentada pelos docentes em encontro ocorrido ao final da tarde desta segunda (6) na Secretaria Estadual de Educação (SEC).

Os docentes querem que o governo defina como 8 de janeiro de 2013 a data de retomada das negociações salariais. Antes, governo, reitores e comando de greve acordaram o “congelamento” de salário até 2012.

A categoria também reivindica do governo o envio imediato de projeto de lei que incorpore a gratificação por Condições Especiais de Trabalho ao salário-base e quer assegurar a discussão do contingenciamento do orçamento estadual.

O governo promete responder às reivindicações até o início da tarde, momentos antes das assembleias da universidades estaduais de Santa Cruz (Uesc), Feira de Santana (Uefs) e Sudoeste da Bahia (Uesb), que estão há quase dois meses sem aulas. Somente os professores da Universidade Estadual da Bahia (Uneb) deixaram para decidir amanhã (quarta, 8).



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