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O BARATO QUE SAI CARO

A cada novo empreendimento comercial ou residencial que vai surgindo ao longo da rodovia Ilhéus-Itabuna, abrem-se acessos que obrigam o motorista a cruzar a BR-415, em manobras temerosas. Mais correto, do ponto de vista da segurança e da fluidez do tráfego, seria construir viadutos para evitar tais cruzamentos.

Essa seria a melhor solução, por exemplo, para o trecho do Makro / Atacadão e para o local onde estão sendo construídas unidades habitacionais do programa “Minha Casa, Minha Vida”, nas proximidades do Banco da Vitória. Porém, em vez de se optar pelo caminho mais acertado, vão se construindo os armengues.

Só Deus mesmo para olhar pelos que trafegam por esta rodovia…

 

3 respostas para “O BARATO QUE SAI CARO”

  • Sérgio Oliveira says:

    Se a rodovia é (des)administrada pelo (des)governo do estado, então, de quem é a culpa, …?!?!?!

    Mas no proximo ano, assim como em 2014, certamente, ele e seus aspones estarão por aqui para fazer mais promessas eleitoreiras e levar os votos dos bestas, …!!!

    Depois, o povo que vá chorar na cama, que é lugar quente, …!!!

  • CIDADÃO says:

    É Sérgio, melhor é ficar dentro da cratera chamada Itabuna.

  • Iruman Contreiras says:

    O problema é velho.
    Tem mais de 20 anos e foi iniciado pela UESC, estando lá até hoje sem uma rótula e acompanhado pelo viaduto eleitorreiro/errado de ACM em frente ao Los Pampas.
    Acontece que em 1990 o trafégo na Ilos x Itabuna era esporádico, a hora do pico se traduzia nos 15 ônibus da Ceplac que traziam e levavam servidores de Ilos, Uruçuca, Itajuipe e Itabuna para a sede regional e vice versa, pela manhã e a tarde(onde tem um cruzamento correto, obra de engenharia) e por isso não se percebia os erros ou falta de engenharia de trânsito nos cruzamentos e áreas de retorno. Hoje, com um fluxo de veículos superior a 250 na hora do pico (07/08 e 17/18) e cada vez mais pesado (ônibus, carretas, caminhões etc, vai se construindo redutores de velocidade como forma de mascarar a irreponsabilidade de quem autoriza projetos de atração de trafégo sem obras viárias acessórias para garantir o fluxo e a segurança de quem utiliza a rodovia como no caso do Makro e Atacadão ou faz vistas grossas para a implantação de aglomerados urbanos as margens da pista.
    Os acidentes na Ilos x Itabuna, nestes tempos de urgencia, máquinas velozes e com tecnologia cada vez mais sofisticada devem ser debitados as “autoridades” do trânsito e não aos motoristas, pois são elas as (ir)responsáveis pelos projetos de atração de tráfego sem solução para os problemas (caos) viários que sempre causam.
    Como a consolidação da urbanização desses 25 kms que separam as duas cidades é fato, a duplicação não será a solução. É preciso construir passarelas, rótulas, viadutos e o principal, uma cultura de inibir a utilização do transporte individual e priorizar o transporte de masssa, coletivo, com investimmentos num sistema de transporte público pontual, confortável, seguro, rápido e barato.
    O mesmo conselho vale para Itabuna, é preciso re-pensar o sistema público de transporte, tornando-o atrativo e disciplinar/democratizar a utilização dos espaços públicos para estacionamento, criando desistimulo ao uso do transporte individual (automóvel particular) no centro da cidade, onde ocorre engarrafamentos desnecessários.

    Iruman Contreiras – Advogado e ex-secretario da pasta de Transporte e Trânsito de Itabuna.

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