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POXA, LUCIANO HUCK!

Manuela Berbert | manuelaberbert@yahoo.com.br

O tal do Luciano Huck salva as tardes preguiçosas e extensas dos sábados. Ele sabe prender a nossa atenção. Eu, que tantas vezes sou contra a política do assistencialismo em troca de voto e/ou audiência, verto lágrimas com a fórmula batida e cansada dos quadros Lar Doce Lar, Lata Velha etc. Luciano transforma homens e mulheres comuns em grandes personagens. E o Brasil todo se comove facilmente, até mesmo quando não há mérito para tal.

Porém, neste sábado, 18 de junho, o contador de histórias se superou: apresentou ao Brasil uma mãe que cria duas filhas em São Paulo com R$ 300,00 por mês. A grande surpresa foi a dignidade com que aquelas meninas foram criadas. Huck, embasbacado com a delicadeza dos gestos, com a grandiosidade dos hábitos e o vocabulário delas, perguntou o que não deveria: “E o que é miséria para você?” Com um sorriso sincero no rosto, a mãe respondeu que miséria era falta de saúde para trabalhar. “Sou pobre, não miserável!”. E, sutilmente, provou o que disse.

A verdade é que, enquanto acompanhamos a luta de pais de classe média e classe média alta, com filhos cada vez menos interessados nos estudos, as duas filhas daquela senhora dão um show na escola e ainda fazem cursos almejando aumentar a renda familiar, como o de confeitaria. Enquanto presenciamos casos de adolescentes abastados envolvidos com álcool e drogas, elas fazem curso de música clássica com um violino emprestado, cantam e sabem inglês. E, ainda falando do lado material da coisa, enquanto queremos sempre ter os melhores aparelhos celulares, notebooks, ipads, etc, aquelas duas meninas nunca tiveram o prazer de comprar uma blusa sequer, vivendo de doações. Mas, elas têm uma pequena biblioteca em casa.

Devo ainda lembrar que, enquanto vemos famílias sendo destruídas por falta de respeito e amor ao próximo, o Brasil conheceu a intimidade de três pessoas que residiam em dois cômodos, sem privacidade alguma, e que dividiam um único colchão. Porém, elas tinham metas espalhadas pela casa que diziam assim: “ser mais calma e tranquila”, “ser pontual”, “ser ação e fazer doação”, dentre outras. Em pleno sábado à tarde, um tapa na minha cara e na cara de metade da população brasileira. Miseráveis, elas, Luciano?! Não mesmo!

Manuela Berbert é jornalista e colunista da Revista Contudo.

37 respostas para “POXA, LUCIANO HUCK!”

  • junior says:

    Por Deus, estou realmente convencido ainda mais (se é que isso é possível!) que nada é por acaso! Esta família, de quem ouço falar somente através desta nota, é um confirmação de tudo que acredito!!! “Porém, elas tinham metas espalhadas pela casa que diziam assim: “ser mais calma e tranquila”, “ser pontual”, “ser ação e fazer doação”, dentre outras”. Este trecho é um verdadeiro poema dos ensinamentos do Mestre de Nazaré! Obrigado, Jesus, por nunca esquecer de suas ovelhas, e nos lembrar que mesmo no pior lamaçal, pode nascer uma flor!!! Que magnanimidade!!!!

  • Joshua says:

    Costume de brasileiro, assemelhar miséria às péssimas condições sociais.

  • Creed says:

    Parabéns perfeita sua colocação.

  • Antonio says:

    Senhora Manuela Berbet,talvez voce não tenha assistido todo o programa do Luciano Hulk,antes dele perguntar a mesma falou que já havia conhecido a miseria, foi quando ele fez a pergunta e para e senhora o que é a miséria?,leio sempre a sua coluna, tudo que voce falou a mais pura realidade, posso lhe falar com todo o conhecimento, pois conhecir de perto a miséria, fui criado em um barraco de tabuas sem energia e sem agua encanada,porem nem por isso mim faltou a dignidade, quando tive uma geladeira em casa eu já estava com 20 anos,hoje estou com 44, anos e tenho uma vida dgna, Graças a misericordia de Deus e ao esforço e carater dos meus pais, chorei muito quando assistir a materia, lembrei da minha infancia e adolecencia totalmente na pobresa e as vezes na miseria,hoje sou bem conhecido na cidade de Itabuna,pois faço parte de um movimento que ajuda a restaurar familias ,chamado de encontro de casais com Cristo ,se quizer saber se estou falando a verdade entre contado atravez do meu email, tenha uma boa semana, fique com Deus.

  • Leck says:

    Tb ví o quadro e fiquei arrepiado, nunca poderia imaginar que pessoas com tão pouco poderia viver tão bem. Aquilo é prova de que a pobreza não é o principal obstáculo para a cultura, a organização,o amor, a perspectiva e a felicidade.Essa família merece muitos aplausos pq deram um drible nas dificuldades e marcaram um golaço!

  • Ricardo Kruschewsky says:

    Sinceramente, não achei a pergunta do Luciano Huck indecente, desapropriada!

    Nós estamos acostumados classificarmos famílias sem renda como miseráveis, sim, numa descriminação social devastadora, isolando essas pessoas de uma sociedade injusta e preconceituosa… na maioria dos casos transferindo toda a responsabilidade para governos falidos de esperanças e perspectivas…

    A resposta dessa mãe, surpeendente, conseguiu comover os críticos que jamais passaram fome e sempre tiveram oportunidades, foi surpreedente porque muitos NÃO conhecem os verdadeiros brasileiros, os que lutam e não esperam de braços cruzados sentimentos de pena e falsas promessas da decadente elite brasileira, ignorantes ambiciosos desse capitalismo destruidor de famílias pobres, “miseráveis”, mas batalhadoras, em busca de um “socialismo pessoal”, digno, que honra todos as ideologias de uma cultura estupradora!!!!!

    Essa resposta mostrou que nosso país tem FUTURO, porque são pessoas dessas famílias que sairão GRANDES representantes da nossa educação, moral, cultura e ética!!!!!

    PARABÉNS, mãe, pela sua resposta direta e surpreendente, para os “hipócritas elitizados”, que ignoravam totalmente sua dignidade!!!

    PARABÉNS!!!!

  • Ricardo Kruschewsky says:

    Sinceramente, não achei a pergunta do Luciano Huck indecente, desapropriada!

    Nós estamos acostumados classificarmos famílias sem renda como miseráveis, sim, numa descriminação social devastadora, isolando essas pessoas de uma sociedade injusta e preconceituosa… na maioria dos casos transferindo toda a responsabilidade para governos falidos de esperanças e perspectivas…

    A resposta dessa mãe, surpeendente, conseguiu comover os críticos que jamais passaram fome e sempre tiveram oportunidades, foi surpreedente porque muitos NÃO conhecem os verdadeiros brasileiros, os que lutam e não esperam de braços cruzados sentimentos de pena e falsas promessas da decadente elite brasileira, ignorantes ambiciosos desse capitalismo destruidor de famílias pobres, “miseráveis”, mas batalhadoras, em busca de um “socialismo pessoal”, digno, que honra todos as ideologias de uma cultura estupradora!!!!!

    Essa resposta mostrou que nosso país tem FUTURO, porque são pessoas dessas famílias que sairão GRANDES representantes da nossa educação, moral, cultura e ética!!!!!

    PARABÉNS, mãe, pela sua resposta direta e surpreendente, para os “hipócritas elitizados”, que ignoravam totalmente sua dignidade!!!

    PARABÉNS!!!!!

  • Odeilton says:

    Oi amiga… adorei a matéria, continuei assim, sendo uma grande observadora das coisa que esta acontecendo.
    Odeilton.

  • tricolor de aço says:

    É gratificante sabermos que existem pessoas como estas em evidência.Pessoas simples, sem condição financeira alguma, porém honestas, de bem com a vida e com uma grande esperança de uma vida melhor no futuro. Ainda bem que nem tudo está perdido,pois existem pessoas otimistas e que como estas, acreditam neste país onde as pessoas de baixa renda sofrem com o descaso e o abandono daqueles que foram eleitos para liderarem esta nação, mas que infelizmente, são nada mais nada menos de que ladrões do dinheiro público e da consciência daqueles que os elegeram.

  • Tati says:

    Sabe o que diferencia aquela familia de muitas outras???
    É que elas são SUD, ou seja, são membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Ultimos Dias, conhecida como igreja dos Mormons, e têm acesso aos ensinamentos do Senhor atraves dos lideres, e vivem de acordo com eles, e se esforçam para manter os mais elevados padrões, e viver valores como Fé, conhecimento, boas obras, integridade, virtude, honestidade, entre outros. E como membros da igreja, elas sabem também que FAMILIA vem sempre em primeiro lugar, e que é a maior e mais importante instituição.

  • eduardo carvalho says:

    Sra.Manuela
    Sra.Manuela;

    Nao assisti o programa do Huck mas li seu texto no Pimenta e fiquei muito sensiblizado pelo seu escrito. voce é uma jovem talentosa e criativa. Ja li alguns texto seu, sua coluna Babado da Manu tambem e tenho gostado.

    Parabens.

    Eduardo Carvalho

  • Denelisio Nobre says:

    Cara Manuela,certa vez fiz um comentário sobre algo que vc escreveu, não muito bom, pois falou sobre politica e acho que não é sua praia, apenas um comebtário.
    Mas, concordo plenamente com vc neste sobre o Luciano, assistir também e gostei muito, sou fá do cara, e vc conseguiu traduzir o que eu sentir também. Muito bom parabéns.

    Profº Denelisio Nobre

  • Fabio says:

    Adorei sua observação, vi o programa e fiquei muito emocionado.
    leio sempre o que você escreve e tiro o chapel para o comentário de hoje.

    PARABÉNS.

    Fábio Luiz

  • Paulo says:

    O segredo da felicidade é a simplicidade. Costumamos complicar as coisas. A serenidade é um privilégio dos simples e puros de alma.

  • Zoião Ilheense says:

    PARA PROFESSOR DENELÍSIO NOBRE!

    Caro professor, quanto ao seu comentário não há nada a dizer. Porém, quanto à sua escrita, aí sim é de FICAR PREOCUPADO!
    Como pode uma pessoa escrever tão errado e ainda assim se identificar como professor?!
    Definitivamente, não estou duvidando de que realmente é esta a sua profissão, apenas estou tecendo um comentário e fazendo uma crítica construtiva ao Sr. , para que antes que escreva algo, verifique a ortografia, ainda mais por se tratar de um jornal de grande notoriedade como é o pimenta, para que não fique “chato” para o Sr. e muito menos para seus alunos.

  • Valéria Ettinger says:

    Essa é mais uma prova de que precisamos entender que viver com dignidade não está relacionado a ter capacidade de consumo e ter acesso a bens materiais. Essa concepção é que vem destruindo o planeta e as realações entre as pessoas. Miseráveis são aqueles que pensam com o dinheiro, dignos são aqueles que pensam com os valores. Parabéns Manu. Orgulho da amiga.

  • eronilda says:

    Parabéns, Manuela! Com muita perspicácia você abordou um tema que me sensibilizou muito. Só não concordo com a sua crítica ao questionamento de Luciano sobre a miséria ( Não faço parte do fã-clube do Comunicador rsrsrs), pois achei-a pertinente ao momento, suscitando uma resposta para nossa reflexão e mudança de comportamento: “Sou pobre, não miserável!” Cara Manuela, quanta gente rica em bens, e miserável em relação à dignidade, sentimentos de perdão, amor , compaixão, paz e alegria, nesse País! Quantos jovens ricos, frequentadores assíduos dos grandes magazines e que sequer, terminaram o ensino médio! Quanta futilidade!!! Quantos envolvidos com drogas e com o crime organizado porque falta-lhes paz interior, razão para viver, meta, direção! Essa linda família nos proporcionou aulas magníficas sobre o tema “como viver com digninidade em meio às lutas pela sobrevivência” Lindo demais…
    Seria muito interessante que essa sua reflexão chegasse até o Luciano Huck, para que muitas outras pessoas tivesse acesso ao texto.

  • eronilda says:

    Desculpe-me pelo lapso, ao escrever

    Retificando a frase: “muitas outras pessoas tivessem acesso ao texto”

  • Peninha says:

    Jovem Manuela,

    Mais uma vez gostei do seu texto,embora discorde de dois pontos:
    1º,vendo o contexto da entrevista,a pergunta não foi impertinente não.Pelo contrário,ali foi uma forma de transmitir pra quem tava assistindo,que temos poder de mudar as adversidades da vida,independente da condição social.A família mostrou que é difícil sim,mas não impossível reverter esse quadro.

    2º,penso que você foi infeliz na escolha do seu título.Porque 90% do seu texto,foi de argumentos positivos da história dessa família e como o título é síntese do texto,acho que você poderia ter escolhido outra frase para colocar.Quando li o título pela primeira vez,tive a impressão que você fosse “cornetar” a história.Mas não,você apenas não concordou( e tem todo esse direito)com uma pergunta do entrevistador.Acho que a consequência de uma simples pergunta,fica em segundo plano ,se compararmos o exemplo de vida e as oportunidades oferecidas pelo programa a essa família.

    Obrigada!!!

  • wilson says:

    Apesar da bela história, lamento constata que editores cometaristas, escritores estão assistindo Programas de TV como Luciano Huck

  • luciana says:

    acho engraçado como as pessoas se comovem com coisas qdo estão na midía.as vezes se tem um vizinho ,primo,amigo numa situaçao e que a miserabilidade ta tão pertinho de vc e as pessoas são incapazes de um olhar de caridade mais esteve na midia todos se compadecem.

  • Alan says:

    Até que fim alguém teve a coragem de publicar algo sobre o programa. Eu nao costumo assisitir esses programas, porém, sábado a tarde eu fiquei preso a tv por conta da linda história de vida daquela mulher guerreira. Esse programa deveria ser reprisado no congresso brasileiro e com todos os congressitas presos a cadeira com os olhos bem abertos assim como os ouvidos. para eles saberem o que é saber viver. Parabéns aquela nobre senhora.

  • Gilberto says:

    Parabéns Manuela, você foi muito feliz nessa matéria, o chato é que muita gente não entendeu a menságem e ficam se pegando em pontos que não tem nada a ver com o dia a dia das nossas vidas, conforme o próprio Luciano frisou muito bem, o mais importante não é recuperar ou doar imóveis a pessoas carentes e sim mostrar as lições que essas mesmas pessoas estão nos passando, quanto a Tati e a igreja dos Mormons não concordo, acho que a frase ideal seria: “AINDA BEM ESSAS PESSOAS CONGREGAM NA IGREJA DOS MORMONS”, aprenda uma coisa Tati, igreja nenhuma muda o CARÁTER de uma pesasoa, somente Jesus Cristo, assim mesmo se a pessoa quiser (Gênesis 2:9).

  • Roniere Vitor says:

    um tapa na mihna cara também Manuela…pois sempre tive tudo ao meu alcance, graças a meus pais (e a Deus, é claro), e nunca gostei de estudar.
    Me formei em ADM, mas não foi por minha livre e expontânea vontade não.
    Quando eu era adolescente, perdir 3 anos seguidos do ensino medio, repetindo 1º ano. Foi preciso meus pais me darem um castigos dos bravos, pra eu poder tomar vergonha na cara…e depois daquela de sabado no programa do Hulk..aí sim me sentir mais envergonhado ainda.
    Mas nada que o tempo e a maturação não corrija, não é mesmo ?

  • Vitor Muniz says:

    Elas demonstraram a verdadeira essência da felicidade. Elas tem muita fé em Deus! As crenças que elas escolheram seguir fazem parte da fé da igreja mórmon, uma igreja um tanto desconhecida da maioria das pessoas, mas que eu acho ser excelente no que prega.

    Parabéns a essa família!

  • concordo em numero, genero e grau!

  • waldson says:

    O estudo é a chave das oportunidades,se querem vencer na vida estudem. na casa desta senhora tinha tudo,uma pequena biblioteca.

  • Antonio says:

    Esse azedume do Wilson e da Luciana não diz coisa alguma, só para clarear algumas mentes, um parente ou visinho sabendo que você tem condições econômicas melhores que as deles estarão sempre na tocaia, diferentemente dessas que o Huck tem trazido a baila.

  • leidikeiti says:

    Parabéns, Manuela!
    Comentar esse fato é muito interessante. Por várias razões. Andam dizendo que meninos e meninas caem na prostituição, porque não tem o que comer, porque aspiram coisas que todo mundo quer. Não estudam porque vivem com fome; não tem expectativas de vida porque lhes faltam motivos. Essas meninas são duas das poucas que acreditam no futuro, que ajudam a mãe, que pensam em seu próprio bem estar. Sinto um enorme desengano quando vejo pessoas que tem conhecimento dizerem que nossos jovens não tem expectativa para o futuro. Ora, tenham dó! Por causa dessas certezas mal passadas, nossos jovens estão fazendo as piores escolhas, de tanto ouvirem que eles tem direito a andar por aí sem limites, que a escola é antiquada, que o governo não ajuda, que os pais são isso, são aquilo.

    As meninas do programa, ainda em tenra idade, sabem que a felicidade está no bem que fazemos aos outros, na humildade em aceitar o que tem hoje para alçar voos em ceus seguros. Mesmo pobres de bens materiais, tem noção de canto, música erudita, inglês e dos fundamentos de O segredo. A maioria de nossos estudantes só se emocionam com ruidos depreciativos, obscenos; quando levamos um filme significativo para a aula, perguntam logo se vai demorar, fazem algazarra e a aula acaba não alcançando o objetivo. Também há quem diga que eles tem que ser atendidos no que gostam, mas entendo que eles precisam parar para conhecer outras coisas que forneçam critérios de avaliação, os que fazem isso se dão bem. Quanto às meninas do programa, se são religiosas, não são fundamentalistas, não ficam falando em Deus toda hora, porque sabem que Deus só faz por nós, o que não podemos fazer de jeito nenhum, ou melhor, o universo só conspira quando temos intenções em direção à liberdade de SER, não de ter o que ainda não é hora.

    Li os comentários e dentre eles alguém repudia o fato de pessoas assistirem ao programa de Luciano Huck, como se isso fosse algo depreciativo. Penso que muita gente devia assistir ao Luciano Huck e os programas devem ocupar a mente, o pensamento da população com sentimentos positivos, o que evitaria a banalização da violência e a deturpação do caráter.

    Está certo que o Luciano faz parceria com grandes empresas, mas muitos podem e não fazem, que é também mostrar a resiliência, a persistência das pessoas em seus propósitos de consguirem por méritos e ainda de serem humildes. Mostra a importância de pedir ajuda e receber as dádivas com carinho. É de jovens assim que precisamos, elas revolucionam as ideias retrógradas.

  • Colírio says:

    Pega leve Zoião, o Brasil tá em outra faz tempo, tivemos um presidente analfabeto por oito anos, desde 2005 temos um ministro da educação que tenta nos deseducar e você quer proibir alguém de se expressar, e o que faremos com o Lula e o Haddad?

    MANUELA E PENINHA, VOCES ARRASARAM NOTA 1000, UMA ESCORREGOU E A OUTRA SEGUROU FIRME ISSO É O QUE CONTA O RESTO É SOMENTE DOR DE COTOVELO.

  • Ribeiro says:

    Parabéns!!!!!!!!
    Você vc soube passar algo fantástico para nós, que não assistimos o “tal do Luciano Huck” e, como vc bem colocou,com essas aberrações que as ditas “famílias” abastadas e de classe média produzem e jogam no nosso dia a dia: uma família de verdade.
    Mais de 10 pra vc, que escreve bem, muito bem, e Trilhões para essas 3 mulheres pobres e, jamais, miseráveis, que são dignas e grandiosas. Miseráveis são os que tendo o melhor da vida,a estragam com tds os tipos de drogas e outras barbaridas.
    PARABEEEEEEEEEEEEEEEEENNNSSSSSSS!!!!!!!!!!!!

  • Paulo Bahia says:

    Vc deve está de brincadeira né baianinha……… Luciano é um idiota!!! dona ti ti ti ti……..

  • Mendes says:

    Olha parabens pela materia!
    Mas eu assistir o programa, eu não vi nada demais na pergunta do Luciano, pois fez parte do contexto pois antes mesmo da pergunta a propria mulher tinha falado que elas tinham conhecido a miséria!
    Mas isso serve de alerta para que as pessoas percebam o valor do que vocÊ tem e o quanto é bom olhar para o proximo mas não com o olhar de julgar mas sim de ajudar quantos passam pela mesma situação ou pior do que aquela mulher? Temos que pararmos de sermos individualista e sermos mas companheiros uns com os outros união é isso que ta faltando e muita fé em Deus!
    A Educação é a base de Tudo!

  • Trollino says:

    Tem que ver isso aê….

  • Antono Carlosi says:

    Não é rico o que mais tem e sim aquele que menos necessita.

  • Zelão says:

    Zelão diz: – Traída pela emoção!

    Cara Gabriela;

    Você foi traída pela forte emoção causada pelo programa apresentado por Luciano Hulk e, se deixou levar pelo “politicamente correto,” que apregoa que certas expressões – mesmo que verdadeiras – não devem ser ditas e, quando obrigatoriamente precisam ser ditas, que sejam substituídas pelo que se convencionou chamar de “politicamente correto,” mesmo que sejam utilizadas “sofismas.”

    Certo que não se deve “falar em corda em casa de enforcado,” principalmente diante da dor da família do suicida. Porém, no caso específico do programa, quando a “miséria” era o tema principal e dignificante da história daquela família, a expressão não poderia ser outra e o exemplo maior foi dado: – “Dignidade vencendo a miséria.”

  • João Carlos says:

    Assiste no Site da globo o refereido episódio. Sensacional! Pesquisei sobre a família e comprovou-se o que outro leitor já havia postado. O que move estas fantásticas pessoas é a fé e a devoção a uma religião prática e sensata. Conheci outros Mórmons pelas minhas andanças nesta vida e, incrivelmente, todos são pessoas acima da média, aprazíveis, dispostas, radiantes, perspicazes e interessantes! Parabéns ao Huck, à Manuela Berbert, mas principalmente à família e aos SUDs do Brasil pela filosofia de vida e exemplo de força!

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