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O BOOM NO SETOR DA MINERAÇÃO

Com a entrada de siderúrgicas na mineração e a chegada de novatas, como a Ferrous – controlada por fundos estrangeiros – e a ENRC, do Cazaquistão, cidades mineiras e baianas estão vivendo um novo ciclo de expansão econômica. Na região de Serra Azul, província mineral do Quadrilátero Ferrífero (MG) onde a Vale ainda não pôs os pés, duas cidades despontam na nova corrida pelo minério de ferro: Brumadinho e Itatiaiuçu. Na Bahia, Ilhéus e Caetité são as apostas.

Elas fazem parte de um novo ciclo da mineração, que deve atrair US$68 bilhões em investimentos entre 2011 e 2015, um recorde para o setor, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). Dois terços desse total vão para projetos de minério de ferro, carro-chefe do segmento no Brasil.

4 respostas para “O BOOM NO SETOR DA MINERAÇÃO”

  • wallace says:

    Outro ciclo de exploração de recursos que no fim das contas não deixam nada para a população, ou alguém acha que esses minérios são inesgotáveis?? O grande problema do país é não agregar valor á esses produtos, depois compraremos tecnologia da China e da Índia que serão fabricada com nossas matérias primas. O brasil ainda continua a ser Colônia, só mudamos a Metrópole.

  • Sérgio Oliveira says:

    Atualizem as suas informações, …!!!

    Em Jaguaquara, no sudoeste baiano, uma empresa chamada Rio Tinto, está dominando tudo em termos de mineração, …!!!

    Tudo começou após a exploração em Ipiaú e Itagibá, …!!!

    Com isso, os preços de imóveis – na cidade e na zona rural – dispararam, já há restaurantes apenas para fornecer alimentação para o pessoal, assim como o crescimento no setor hoteleiro e do comércio, …!!!

    Ninguém sabe dizer, ao certo, quais são os minérios que estão retirando de lá.

    Isso sim, é o que preocupa, …!!!

    O potencial de exploração na região é de, no mínimo, 20 anos, …!!!

  • Elson says:

    Senhores (as),

    Boa tarde.!

    Qual o conhecimento, que o Senhor Wallace tem…no seguimento da produção de MINÉRIOS.?
    Que pensamento pobre… em relação ao assunto abordado, pelo mesmo.
    O Senhor, deve ser do mesmo grupo, que torce pra coisas, nunca darem certo… acorda…estamos no seculo 21.

    Um grande abraço.

  • Elson says:

    Senhor, Sérgio Oliveira,

    Boa tarde.!

    O minerio , extraido na cidade de JAGUÁQUARA,chama-se BAUXITA.
    A Bauxita é o minerio utilizado, para processamento do ALUMINIO.

    A Bauxita ou bauxite é um mineral que ocorre naturalmente. Apesar de muitos pensarem que a bauxita é composta principalmente por hidroxido de aluminio, na verdade o principal composto da bauxita é o óxido de alumínio (Al2O3).A bauxita é um material heterogêneo, composto principalmente de um ou mais hidróxidos de alumínio, e várias misturas de sílica, óxido de ferro, dióxido de titânio, silicato de alumínio e outras impurezas em quantidades menores. Os principais hidróxidos de alumínio achados em proporções variadas na bauxita são gibsita e os isômeros boemita e diásporo. A bauxita é classificada tipicamente de acordo com a aplicação comercial: abrasivos, cimento, produtos químicos, metalúrgicos e material refratário, entre outros. A maior parte da extração mundial de bauxita (aproximadamente 85%) é usada como matéria-prima para a fabricação de alumina, por lixiviação química, método conhecido como processo Bayer. Subseqüentemente, a maioria da alumina produzida deste processo de refinamento é, por sua vez, empregada como o matéria-prima para a produção de alumínio metálico pela redução eletrolítica da alumina em um banho de criolita natural ou sintética fundida (Na3AlF6), método conhecido como processo Hall-Héroult. Bauxita é a matéria-prima mais usada na produção de alumina em escala comercial. Outras matérias-primas, como anortosito, alunita, rejeitos de carvão, e óleo de xisto, oferecem fontes potenciais adicionais de alumina. Embora pudessem requerer tecnologia nova, a alumina destes materiais não-bauxiticos poderia satisfazer a demanda para metal primário, refractários, substâncias químicas de alumínio, e abrasivos. Mulita sintética é produzida de cianita e silimanita, substitutos para refratários bauxiticos. Embora mais caros, carbeto de silício e alumina-zirconia substituem abrasivos bauxiticos.

    Um grande abraço.

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