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:: 7/ago/2011 . 21:56

INTERMUNICIPAL: ITABUNA PERDE EM CASA

Depois de vencer a primeira partida no Intermunicipal, a Seleção de Itabuna perdeu para Itororó por 0 a 2, no estádio Luiz Viana Filho, hoje à tarde. O resultado deixou a equipe em terceiro lugar no Grupo 9.

A liderança do grupo é do selecionado de Ibicaraí, que, ao contrário de Itabuna, venceu em casa: 2 a 1 diante de Firmino Alves. Ibicaraí tem seis pontos, seguido de Itororó (3 pontos), Itabuna (3) e Firmino Alves (0).

A Seleção de Ilhéus manteve-se invicta na competição. Após empatar na estreia, a equipe aproveitou o mando de campo e enfiou 3 a 2 na Seleção de São José da Vitória, no estádio Mário Pessoa, e acumula quatro pontos, liderando o Grupo 14. São José da Vitória (3 pontos) é vice-líder, seguida por Camacan (3) e Mascote (1).

Resultados da 2ª rodada

Itabuna 0X2 Itororó
Ibicaraí 2X1 Firmino Alves
Coaraci 3X0 Gongogi
Ilhéus 3X2 São José da Vitória
Ubaitaba 2X1 Itapitanga
Camacan 3X0 Mascote
Canavieiras 1X0 Eunápolis
Belmonte 1X1 Porto Seguro
Itamaraju 2X0 Medeiros Neto
Ipiaú 1X1 Itagibá
Ituberá 0X0 Ibirataia
Itabela 0X1 Prado
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BAHIA BROCA ATLÉTICO-GO. FABINHO PASSA MAL

O Bahia conseguiu a quarta vitória no Brasileirão 2011 e pulou para o 13º lugar ao bater o Atlético-GO, por 2 a 1. O jogo foi disputado no estádio de Pituaçu, em Salvador. O tricolor obteve a segunda vitória dentro de casa.

O Bahia abriu o placar num belo lance de Reinaldo e Jobson, que recebeu a bola pela direita, dentro da grande área, cortou o zagueiro e fuzilou para fazer 1 a 0, aos 26min do primeiro tempo.

Fabinho passa mal no final do jogo (Reprodução SporTV/Pimenta).

O tricolor sofreu no retorno para o segundo tempo com a pressão do Atlético-GO após a entrada do atacante Juninho. Ele saiu do banco e logo aos dois minutos da etapa final recebeu passe de Tiaguinho e chutou cruzado para empatar.

O gol da vitória tricolor começou num cruzamento de Ricardinho. Jones cabeceou e Fahel completou para desempatar, também de cabeça: Bahia 2 a 1, aos 29 minutos da etapa final.

A nota triste ao final do jogo foi o meia Fabinho. Até agora (20h31min) ele está estirado no gramado do estádio de Pituaçu. Passa mal. A equipe médica do Bahia atende o atleta. Fabinho já não se sentia bem antes do árbitro encerrar o jogo. Ele reclama de tonturas.

CHUPA-CABRA NA CAIXA

Do Blog do Thame

Vários clientes da Caixa Econômica Federal em Itabuna foram prejudicados com a clonagem de cartões de crédito e débito, semana passada.

A clonagem foi feita na agência da Caixa da praça Adami, com o uso do popular Chupa-Cabras, que copia todos os dados do cartão. Comprovado o golpe, o dinheiro é devolvido, mas depois de muita dor de cabeça para o cliente.

A clonagem de cartões é um problema recorrente na Caixa, que mantém os caixas eletrônicos mais obsoletos de toda a rede bancária. Seria de bom alvitre que o banco gastasse menos em propaganda e mais na modernização de seus equipamentos.

BANCÁRIO ESTÁ DESAPARECIDO

O bancário Manoel da Lapa Santiago Farias está desaparecido desde as 11h da última sexta-feira (5). De acordo com familiares, ele saiu em um GM Vectra, placas JRD-8440, e não foi mais visto nem deu notícias.

Manoel é funcionário do Banco Bradesco, sofre de depressão e está em tratamento. Quem tiver informações sobre o paradeiro de Manoel Lapa pode entrar em contato pelos telefones (73) 8802-0917 (Arnaldo Queiroz) ou 3531-7470.

Às 20h13min – Manoel estava numa pousada em Itabuna e foi identificado pelo dono do estabelecimento ao ler a nota acima, de acordo com familiares do bancário.

O ENIGMA DA ESFINGE

Gerson Menezes | publixcriativo1987@hotmail.com

Os primeiros passos do governo Dilma estão fazendo nascer o enigma: – O que quer e o que pensa essa mulher?

Se fosse proposto pela presidenta Dilma Rousseff, o enigma da esfinge, caberia muito bem. A “criatura”, a cada passo dado nesse início do seu governo, parece querer se distanciar do seu “criador” ou de, propositadamente, querer consertar os erros por ele praticados.

Apontada que foi como sendo um “poste”, Dilma, a mulher sobre a qual pouco se conhecia (até mesmo do seu passado na clandestinidade até hoje oculto), se mostra capaz de dar passos no exercício do poder. Passos, para muitos, incompreensíveis e até politicamente suicidas. Surpreendente para muitos, talvez seja apenas para poucos uma revelação.

Do pouco que se conhecia da personalidade da presidenta Dilma, era sua pouca flexibilidade em transigir com tudo aquilo que julgava administrativamente incorreto. Intransigência essa que fez nascer a admiração por parte do ex-presidente Lula, acostumado a negociações, e que da ministra Dilma usou e abusou para pôr freio na incompetência que gravitava em torno do seu governo.

Os primeiros passos do governo Dilma estão fazendo nascer o enigma: – O que quer e o que pensa essa mulher? Para os aliados do governo, Dilma está prestes a cometer um suicídio político ao “dizimar” as pretensões – mesmo que espúrias – dos políticos da sua base aliada. Para a oposição, Dilma apenas se utiliza dos recursos “midiáticos”, para aparecer diante da população como a “mãe” da moral e da ética da política brasileira.

Seja qual for a verdadeira Dilma Rousseff, eu, que não votei nela para presidenta, estou entre perplexo e admirado. E se mantiver na prática o discurso moralizador e conseguir manter a economia brasileira ao largo dos percalços da economia mundial, até 2014 o enigma Dilma estará decifrado e então se poderá clamar: – “O rei morreu! Viva o novo rei!”. Ou… rainha.

Gerson Menezes é publicitário.

MIL PESSOAS VÃO ÀS RUAS CONTRA VIOLÊNCIA. E COBRAM DE WAGNER

Perrone em foto de arquivo pessoal.

Cerca de mil pessoas participaram de protesto contra a violência em Salvador neste domingo. A manifestação acabou na entrada do Palácio de Ondina, residência oficial do governador Jaques Wagner (PT).

Os participantes cobraram a presença do petista, aos gritos de “Governador, cadê você?”. De acordo com o site Bahia Notícias, como o governador não deu as caras, os manifestantes mudaram o grito para “Governador, cadê você? Eu vim aqui para não morrer”.

A maioria dos manifestantes é ligada ao músico Paulo César Perrone, da banda Estakazero, baleado em Salvador no dia 19 de julho (relembre). O músico continua internado em coma induzido em um hospital da capital baiana. Os tiros foram disparados por dois homens numa moto, no Caminho das Árvores.

Imagens colhidas pela polícia mostram que o músico estava sendo perseguido por dois homens momentos antes de entrar numa agência do Bradesco. A perseguição culminou com a tragédia.

PLANTAÇÃO DE “CABIDE” NO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

Da Folha de S. Paulo:

O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, transformou uma empresa pública, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), num cabide de empregos para acomodar parentes de líderes políticos de seu partido, o PMDB.

O loteamento começou quando Rossi dirigiu a estatal, de junho de 2007 a março de 2010. Ele deu ordem para mais do que quadruplicar o número de assessores especiais do gabinete do presidente -de 6 para 26 postos.

Muitos cargos somente foram preenchidos, porém, depois que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva escolheu Rossi para o comando da Agricultura -o ministério ao qual a Conab responde.
Neste ano, já no governo de Dilma Rousseff, foram definidas 21 nomeações.

Algumas contratações foram assinadas de próprio punho pelo ministro, homem de confiança do vice-presidente Michel Temer, presidente licenciado do PMDB.

Receberam cargos, entre outros, um filho de Renan Calheiros (AL), líder do PMDB no Senado; a ex-mulher do deputado Henrique Eduardo Alves (RN), líder do partido na Câmara; um neto do deputado federal Mauro Benevides (CE); e um sobrinho de Orestes Quércia, ex-governador e ex-presidente do PMDB de São Paulo, que morreu no ano passado.

Se for assinante, clique AQUI para ler mais.

SEMINÁRIO

Os integrantes do programa “O MP e os Objetivos do Milênio” promovem nesta quinta-feira, 11, das 14 às 17 horas, no auditório da Ceplac em Ilhéus, o I Seminário de Mobilização Social pela Educação. No evento, serão abordados os temas “Acesso, Permanência e Sucesso Escolar”, pela presidente do Conselho Municipal de Educação, professora Gilvânia Nascimento, e “Violência na Escola”, assunto que será tratado pelo Capitão Jácomo, da Polícia Militar.

A atividade integra o programa “O MP e os Objetivos do Milênio”, que, entre outras propostas, busca mobilizar o poder público, colegiados de controle social e sociedade para concretizar o direito à educação básica.

VESTIBULAR DA UESC: CANDIDATO PODE SOLICITAR ISENÇÃO DE TAXA

A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) abre na próxima segunda (8) o prazo para que candidatos ao vestibular 2012 solicitem isenção da taxa de inscrição. O prazo para apresentar pedido vai até o dia 15.

De acordo com os editais da instituição 101 e 102/2011, a isenção pode ser requerida por servidores da universidade, alunos oriundos de escolas públicoas, portadores de deficiência, indígenas e quilombolas.

As inscrições para o vestibular 2012 começam em setembro. Será o último processo seletivo da Uesc na disputa por vagas nos cursos de graduação. Metade das 1.600 vagas será destinada aos aprovados no vestibular. As 800 restantes, aos aprovados pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

UNIVERSO PARALELO

TODOS NÓS CONHECEMOS HOMENS NO ESTOJO

Ousarme Citoaian

O leitor Mohammad Padilha referiu-se aqui aos contos de humor de Tchekhov (foto), o que me motivou a uma releitura, mesmo dinâmica, de O homem no estojo (que tenho) e Um negócio fracassado (da coletânea de humor), captado no PC. O primeiro fala de um professor de grego que se agasalha, a qualquer tempo, com sobretudo de lã, galochas e guarda-chuva. Quando sobe numa carruagem, levanta a capota imediatamente e, ao dormir, mesmo em noites quentes, fica sob os cobertores, os ouvidos tapados com algodão. O presente o apavora, enquanto ao passado faz louvações exageradas, sempre a combater qualquer ideia nova. É o homem no estojo, tipo que todos nós conhecemos. Por essas e outras, Tchekhov é universal.

“DON JUAN” TUDO PERDE POR FALAR DEMAIS

Um negócio fracassado nos dá um Tchekhov picaresco (lado que, penso, é pouco analisado em sua obra), num texto que nos prende logo de saída: “Estou com uma terrível vontade de chorar! – começa o narrador, passando a contar como lhe escapou das mãos, num casamento, uma pequena fortuna.“Ela é jovem, linda, vai receber de dote 30 mil rublos, tem alguma cultura, e a mim, autor, ama como uma gata”, festeja o Don Juan, por antecipação. Veste-se, perfuma-se, penteia-se, impressiona  a incauta. Mas quando já tinha como seus os  30 mil rubros (mais a linda moça que os acompanharia), mete-se a falar e tudo põe a perder. É de fazer chorar. Tem bom gosto, esse Mohammad com sobrenome de grande poeta.

O CONTO LIBERTO LEVITA FEITO ASA-DELTA

Diz o crítico Hélio Pólvora, em Itinerários do conto (Editus-Uesc/2002), que Tchekhov “libertou o conto de um pesado arcabouço clássico, enchendo-o de oxigênio puro e fazendo-o levitar como asa-delta”. Itinerários… deve ser adotado como livro de cabeceira pelos que se propõem a apreender os mecanismos do conto e/ou ter uma visão dos nomes capitais da literatura mundial: lá estão (fora Tchekhov) de Maupassant a Poe, de Machado de Assis a Mark Twain, de Sartre a Adonias Filho, Marquês de Sade, Eduardo Portela, Proust, Ricardo Ramos, Ariano Suassuna, Joyce, Álvaro Lins, Jorge Amado – mais de 250 autores. Curiosamente, Tchekhov é o campeão de citações de todo o livro, com 22 referências.

SAUDADES DAS COORDENADAS ASSINDÉTICAS

Na escola, em tempos idos, todos nos sentíamos mais ou menos molestados (olha a aliteração aí, gente!) com a insistência dos professores em nos enfiar análise sintática cabeça adentro. Ah, as orações… coordenadas e subordinadas, sindéticas e assindéticas, partidas e sem sujeito, adjetivas, adverbiais, reduzidas, substantivas e outras – parece mesmo um exagero. Programa para quem almeja a especialização, privilégio de poucos.  Mas tenho como indispensável apreender o sentido de sujeito, predicado e objeto (mais uma pitada de regência e concordância). Com isso, já se pode fazer muito jornalismo e até um pouco de literatura, sim senhor.

MONSTRENGO QUE AGRIDE OLHOS E OUVIDOS

A reflexão me surge quando leio, em importante jornal de Salvador, este título, totalmente (ou deveria dizer “sintaticamente”) equivocado: Julgamento de padres pedófilos finaliza dia 22. Gramáticos encontrariam nesta construção material suficiente para uma conferência magna. Mesmo quem não tem engenho e arte para dissecar o monstrengo, nota que sua desnecessária complexidade agride nossos olhos e ouvidos: “Julgamento de padres pedófilos”, ao mesmo tempo, finaliza e é finalizado, pois é resposta às perguntas “quem finaliza?” (sujeito) e “o que finaliza?” (objeto). Dessa mistura incomum saiu um resultado, no mínimo, insalubre.

JULGAMENTO NÃO FINALIZA, É FINALIZADO

Melhor para todos é escancarar o sujeito, tirá-lo da sombra. Com “Tribunal finaliza julgamento de padres…” estaria tudo resolvido. Colho na grande mídia (para não fatigar os leitores) apenas cinco abonos da construção que defendo neste caso: 1) Supremo finaliza julgamento sobre Raposa Serra do Sol; 2) Elenco do Flamengo finaliza atividade física; 3) Petrobras finaliza plano de investimento; 4) MEC finaliza plano de educação com meta de 7% do PIB; 5) Supremo finaliza julgamento de Battisti. “Julgamento” não finaliza, é finalizado; sofre a ação, não a pratica; não é elemento principal, mas acessório; logo, não é sujeito, é complemento.

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MPB NUM NOME SÓ: ANTÔNIO CARLOS JOBIM

Ari Vasconcelos, no Panorama da Música Popular Brasileira, diz que se tivesse espaço para apenas um nome que representasse a MPB escreveria “Pixinguinha”. Pode ser, pode ser. Músicos fazem música, letristas fazem letras, políticos fazem discurso. É a lei natural das coisas. Da mesma forma, bananeira não dá laranja e coqueiro não dá caju – segundo Braguinha, na marcha Bananeira não dá laranja/1953. Como as demais regras, esta comporta exceções, e uma das mais notáveis é Tom Jobim. O maestro, à primeira vista exclusivamente músico, era também um letrista excepcional. Enfim, resta dizer que Panorama… foi publicado em 1964 – e Tom ainda faria, pelo menos, dez clássicos.

BAIANA COM CESTO DE FRUTAS NA CABEÇA

Tom é um dos pais da Bossa Nova. E esta abriu as portas do mundo para a MPB, livrando-nos daquele estereótipo ridículo criado para Carmem Miranda (a baiana que usava na cabeça algo parecido com um cesto de frutas tropicais). E influenciou o jazz, para sempre. É lembrar que Tom Jobim foi gravado por Ella Fitzgerald, Stan Getz, Anita O´Day, Sarah Vaughan, Joe Henderson, Miles Davis, Chet Baker – para citar apenas algumas feras desse gênero. E gravou com Frank Sinatra, o que não é pouco. Lobão disse, dentre outras do seu latifúndio de polêmicas, que a Bossa Nova é uma linguagem morta. Ofensa das pequenas, para quem já condenara as vozes que “crucificam os torturadores que arrancaram umas unhazinhas”.

ROCK BRASILEIRO É APENAS CONTRAFAÇÃO

Não tenho simpatia pelo rock, filho bastardo do jazz. E falo do rock norte-americano, pois rock brasileiro não passa de contrafação – no sentido anotado no Michaelis: “Imitação fraudulenta de um produto industrial ou de uma obra de arte”. Ainda assim, gosto de uma coisa ou outra de Raul Seixas, do pioneirismo do Camisa de Vênus, de Tia Rita Lee e do Skank (penso que Chico Amaral é muito bom letrista). E porque falávamos de Tom Jobim, vamos a uma de suas melodias mais importantes, O amor em paz. Para ela, Vinícius escreveu “O amor é a coisa mais triste, quando se desfaz”. E não é mesmo? Aqui, com o pungente sax tenor de Joe Henderson, com músicos brasileiros.

(O.C.)

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