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Prefeituras baianas na lista de pior grupo de gestão fiscal do País

Itabuna não apresentou relatório de gestão fiscal (Foto José Nazal)

Um quinto das 417 prefeituras baianas ficou no grupo de pior gestão fiscal do País de acordo o Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF).  A ferramenta sobre a gestão fiscal municipal foi elaborada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

Em sua primeira edição e com periodicidade anual, o IFGF traz dados de 2010 e informações comparativas com os anos de 2006 até 2009. O estudo é elaborado exclusivamente com dados oficiais, declarados pelos próprios municípios à Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

OS MELHORES – Jaborandi, a 1.031 quilômetros de Salvador, na região Oeste, é o município melhor avaliado, com índice de 0,8123. No ranking estadual, dez municípios se destacaram apresentaram elevado nível de investimento, nove dos quais se aproximam do conceito A, sendo exemplo de sucesso mesmo com baixas receitas próprias: Alcobaça, Araçás, São Desidério, Lajedinho, Cairu, S. F. do Conde, Medeiros Neto, Barrocas e Lajedão.

OS PIORES – Na outra ponta, entre os dez piores estão nove que terminaram o exercício de 2010 com mais restos a pagar do que recursos em caixa e sete ultrapassaram o limite prudencial de 60% da receita corrente liquida, além de baixos investimentos. Ibicaraí encabeça a lista, com índice de 0,1784, seguido de Caém, Ubatã, Itapé, Floresta Azul, Jitaúna, Canavieiras, Iuiú, Buerarema e Ibirataia.

ITABUNA FORA – Itabuna não foi avaliada por não ter dados de gestão fiscal obrigatória na STN disponível até 20 de setembro de 2011. Salvador ficou na 23ª posição entre as capitais brasileiras, na 136ª no ranking estadual e 3.373ª lugar nacional.

O indicador considera cinco quesitos: IFGF Receita Própria, referente à capacidade de arrecadação de cada município; IFGF Gasto com Pessoal, que representa quanto os municípios gastam com pagamento de pessoal, medindo o grau de rigidez do orçamento; IFGF Liquidez, responsável por verificar a relação entre o total de restos a pagar acumulados no ano e os ativos financeiros disponíveis para cobri-los no exercício seguinte; IFGF Investimentos, que acompanha o total de investimentos em relação à receita líquida, e, por último, o IFGF Custo da Dívida, que avalia o comprometimento do orçamento com o pagamento de juros e amortizações de empréstimos contraídos em exercícios anteriores.

2 respostas para “Prefeituras baianas na lista de pior grupo de gestão fiscal do País”

  • Miriam Farias says:

    Esta gestão de Azevedo é tão incompetente que eles não fazem sequer relatórios prestando contas à Secretaria do Tesouro Nacional. Isso é um absurdo. Ou não tem alguém que saiba fazer este relatório ou eles estão escondendo algo de podre nesta prestação de contas. O problema é que o dinheiro é público.

  • Marcos Paulo says:

    Eita Azevedo, foi salvo pelo gongo..heheh.. por pouco vc não entrava na lista negra visto que varios os municipios da região estão nela

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