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“SÓ SAÍMOS DA ASSEMBLEIA COM O PROJETO APROVADO”

Em Itabuna, manifestantes fizeram o "enterro" de Ronaldo Carletto

Desde maio do ano passado os portadores de deficiência intensificaram a luta na Bahia pelo direito ao passe livre no transporte intermunicipal. Essa mobilização teve a primeira vitória em novembro, quando o governador Jaques Wagner enviou à Assembleia Legislativa o projeto de lei sobre a matéria, mas a proposta enfrenta resistências na casa e já foi retirada de pauta em três ocasiões.

A última frustração dos portadores de deficiência ocorreu na sessão itinerante da AL em Itabuna, no dia 22 de março. “Tínhamos o compromisso do presidente Marcelo Nilo de que o projeto estava na pauta e de fato estava até a véspera”, afirma Jamisson Barbosa dos Santos, que preside a Associação de Cegos do Sul da Bahia.

Jamisson aponta os mais fortes opositores do passe livre na Assembleia: os deputados Ronaldo Carletto, Luiz Augusto de Moraes e Mário Negromonte Júnior, todos do PP.

O projeto da gratuidade para os deficientes no transporte intermunicipal entrou novamente na pauta da Assembleia. Caso não enfrente novas manobras regimentais, como o pedido de vista recentemente feito por Carletto para evitar a apreciação, será votado nesta terça-feira, dia 10. E os maiores interessados estarão presentes.

“Nossa associação estará em Salvador, assim como as associações de cegos de Feira de Santana, Vitória da Conquista, Santo Antônio de Jesus, do Semi-Árido, entre outras instituições de portadores de deficiência”, afirma Barbosa. Segundo ele, caso o projeto seja novamente retirado de pauta, seu grupo irá acampar na Assembleia e realizar diversas manifestações dentro e fora da casa.

“Só sairemos da Assembleia com o projeto aprovado” – promete Barbosa.

3 respostas para ““SÓ SAÍMOS DA ASSEMBLEIA COM O PROJETO APROVADO””

  • To de olho says:

    A contratação de deficiente é obrigação legal dependendo do porte da empresa, a lei determina cota de 2% ( com mais de 100 a 200 funcionários) a 5% (acima de 1001 empregados).
    Estamos falando de trabalho que gera renda para que todo trabalhador use para o seu deslocamento.
    Não faz o menos sentido a lei de gratuidade sem levar em consideração a condição social do invalido, se ele trabalha tem que pagar como faz todos os demais assalariados, se precisa de apoio do estado ai é um caso particular que tem que ser tratado como tal.
    Esta pressão sobre deputados é desonesta, o custo da isenção vai para a tarifa e quem vai pagar são os demais usuários.
    Temos que acabar com esta ideia que o estado é um saco sem fundo, alguém tem que frear as benesses que os dos deputados dão sempre com o dinheiro alheio.

  • OLHO VIVO says:

    VC DEVE ENTRAR COM INCONSTITUCIONALIDADE DO TRATADO KKKKK Q INCORPOROU AO ORDENAMENTO JURIDICO Q O BRASIL É SIGNITARIO. COM TANTA CONVICÇÃO SUA, GARANTO QUE VC GANHA NA CORTE SUPREMA. HÁAAAAAA ME POUPE TO DE OLHO…

  • branca says:

    A lei de cotas não é uma realidade efetiva, posto que as empresas ao divulgarem que estam contratando pela lei de cotas, exigem a chamada deficiencia leve, o que leva a empresa a não proporcionar a acessibilidade necessaria a uma pessoa com deficiencia. Se houvesse efetividade na aplicaçao da lei, certamente os deficientes não estariam lutando por migalhas, para terem dignidade.
    Faz-se necessario muito mais do que lei, para garantir a pessoa com deficiencia dignidade e oportunidades, é preciso haver efetividade!

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