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MORTALIDADE INFANTIL TEM QUEDA RECORDE NO PAÍS EM DEZ ANOS

Dados divulgados pelo Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam queda recorde na taxa de mortalidade infantil para bebês de até um ano, entre 2000 e 2010.

A queda foi de 47,5%, saindo de 29,7 mortes por mil bebês nascidos vivos em 2000 para 15,6 mortes a cada grupo de mil nascidos vivos em 2010.

Na década de 60, o país registrada a vergonhosa taxa de 131 óbitos de bebês de até um ano por mil nascidos vivos.

2 respostas para “MORTALIDADE INFANTIL TEM QUEDA RECORDE NO PAÍS EM DEZ ANOS”

  • Sérgio Oliveira says:

    Como a taxa de fecundidade tem diminuido no nosso país, isto significa que estão nascendo menos crianças, .., logo, a mortalidade também diminui, …!!!

    Por isso, a notícia, que é boa, não é tão boa assim. Não se pode fazer uma análise tão simplista da situação, …, nós temos que estudar, fazer uma análise crítica e, também, refletir antes de “soltar fogos”, …!!!

    Da Redação: Professor Sérgio Oliveira, acreditamos que o senhor incorre em erro, comete equívoco ao misturar os dois dados (taxa de fecundidade e taxa de mortalidade). Aqui, importa se os bebês que nasceram vivos conseguiram chegar ao primeiro ano de vida. Assim explica o IBGE sobre as causas da queda da mortalidade infantil no período:

    “a diminuição das desigualdades sociais e regionais contribuiu para a formação do quadro atual de baixa na mortalidade infantil e de maior convergência entre as regiões. Todavia, ainda há um longo caminho a percorrer para que o Brasil se aproxime dos níveis das regiões mais desenvolvidas do mundo, em torno de cinco óbitos de crianças menores de um ano para cada mil nascidas vidas”.

    Abraço,

  • leidikeiti says:

    Feliz notícia!

    Impede-se a mortalidade de bebês, mas não impede-se que os salvos da morte nos primeiros tempos, se precipitem em mãos do crime em tenra idade. Outra coisa preocupante é a demografia oriunda da adolescência. Esses fatos são preocupantes, porque meninas estão chegando aos dezoito anos com três filhos sem o pai, ou filhos órfãos de pai. São fatos que urgem ação de políticas públicas “agressivas”. Filhos “bem nascidos” tem que conviver com os filhos das dificuldades.

    A sociedade brasileira está em alto risco. O que fazer para reverter esse quadro? O primeiro passo é repelir a política suja. O governo sozinho não muda a sociedade, se as verbas designadas ao social chegam apenas um terço ao destino.

    Hoje os resíduos (lixo) estão ameaçando a vida humana, junto com os párias sociais que a cegueira da empáfia só critica. Logo mais, eles adentrarão qualquer lar e agredirão sem dó. Melhor reverter enquanto é tempo. Nos remetamos à poesia de Maiakowsky.

    Político cujo comportamento aponta para a indecência, não serve para gerir uma sociedade complexa como a nossa, que precisa de exemplos positivos. Os párias são nossos irmãos. O campo de trabalho precisa de mentes e mãos limpas.

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