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DATAFOLHA: HADDAD 17 PONTOS À FRENTE DE SERRA

Pesquisa do Instituto Datafolha mostra que o cenário do segundo turno em São Paulo vai se definindo a favor de Fernando Haddad (PT). Finalizado nesta quinta-feira, 18, o levantamento traz o ex-ministro da Educação com 49% das intenções de voto, enquanto José Serra (PSDB) aparece com 32%. Considerados os votos válidos (sem brancos e nulos), Haddad tem 60% e Serra, 40%.

A rejeição ao tucano cresceu bastante com relação à pesquisa feita pelo Datafolha nos dias 5 e 6 de outubro. Em um intervalo de apenas 12 dias, o índice dos que não votariam em Serra de jeito nenhum subiu de 42% para 52%. A rejeição ao petista é de 34%.

Há indicações de que a reprovação ao prefeito Gilberto Kassab (PSD), que apoia Serra, explique em parte o declínio do candidato do PSDB. Outro fator é que Haddad atraiu a maior parcela dos que, no primeiro turno, votaram em Gabriel Chalita (PMDB) ou em Celso Russomano (PRB). Com informações da Folha Online.

9 respostas para “DATAFOLHA: HADDAD 17 PONTOS À FRENTE DE SERRA”

  • ANTONIO FILHO says:

    ONDE O PT GOVERNA DAR CERTO

  • educadora II says:

    Esse tucano precisa voltar pra casa. Vai descansar, estudar os problemas de São Paulo e contribuir melhor para a vida brasileira, afinal, idoso não é vegetal.

  • cem mentalidade: says:

    CONTINUAM ENGANADOS AQUELES QUE PENSAM QUE O LULA ESTAR MORTO, O LULA AINDA É UM GRADE VAQUEIRO, QUE AINDA VAI POR MUITO TEMPO DIRECIONAR SEU GADO,LUA MANDA E O POVO OBEDECE.

  • O Bataclan ao gosto do anfitrião,assim são as pesquisas de intenção de votos,com raríssima exceção encontramos uma moça de
    família,pudica,cândida e virtuosa,o que encontramos aqui em Itabuna chamada de Gasparto.
    Em Salvador,Ba,estas pesquisas de boca de urna,dava vantagem ao
    PT. ACMNeto levou com quase 6 mil votos de frente. Paulo Souto
    venceria Jaques Wagner no primeiro turno,o resultado foi o contrário. Hoje esta erança maldita de comprar os institutos de pesquisas, o PT.condenava veemente, o que este “partido de Trabalhador” está no poder o arco de corrupção é 10 vezes maior.
    Itabuna 7 de outubro de 2012. Panfletos foram jogados nas ruas e avenida desta cidade,inundando literalmente as ruas dizendo que
    Azevedo com 35,82% Juçara 33,44% e Vane 23,8%. Nesta noite Deus enviara uma chuva de benção e este material virou lama e ninguém leu.
    Quero dizer que Jesus na sua infinita bondade também ama as moças do Bataclan,contudo,Jesus perdoou Maria madalena e disse que não peques mais. Creio que ainda há tempo para que todos abandone a casa do Bataclan.

  • Geo says:

    Desiste será você tá morto já, com apaio de Dilma é da um tiro no pé votar em serra.
    13 da certo no brasil e em salvador e São Paulo vai ser assim!

  • ze das flores says:

    Com Haddad, Lula humilha Serra em SP

    Como Heródoto Barbeiro antecipou no Jornal da Record News, quinta-feira à noite (18) , num belo furo de reportagem da sua equipe, o novo Datafolha confirmou o Ibope: com Haddad abrindo uma vantagem de 17 pontos sobre Serra (49% a 32%) , a fatura está praticamente liquidada a dez dias da eleição na maior cidade do País.

    “A pesquisa foi encomendada pela Folha em parceria com a TV Globo”, informa o jornal em sua edição desta sexta-feira, mas muito estranhamente o resultado não foi divulgado pela rede de televisão.

    A se confirmarem nas urnas as previsões dos dois institutos de pesquisa, o que só um inédito tsunami eleitoral poderia evitar, a virada do petista Fernando Haddad sobre o tucano José Serra será acima de tudo uma vitória pessoal do ex-presidente Lula, que lançou e bancou sozinho a candidatura do seu ex-ministro da Educação dentro do PT.

    Em votos válidos, Haddad abriu 20 pontos de vantagem (60% a 40%), mas o que mais chamou a atenção neste Datafolha foi o índice de rejeição alcançado pelo ex-ministro, ex-prefeito, ex-governador e ex-candidato a presidente da República.

    Pela primeira vez, Serra ultrapassou a barreira dos 50% de eleitores que não votariam nele de jeito nenhum: antes da eleição do primeiro turno, o tucano tinha 42% e agora chegou a 52% de rejeição.

    Mesmo apelando para mensalão, kit gay e a desqualificação do adversário, José Serra corre o risco de sair da eleição devendo. Com 32% de intenções de voto e 52% de rejeição, ele tem um saldo negativo de 20% _ ou seja, Serra perde para ele mesmo.

    Contra todas as previsões em contrário de 11 entre 10 analistas, incluindo este blogueiro e muitos dirigentes do PT, Lula tirou o desconhecido Haddad, que começou com 3% nas pesquisas, e o levou ao segundo turno, impondo agora a Serra a mais humilhante das surras em seu próprio reduto, depois de levar Dilma à vitória contra o mesmo adversário de dois anos atrás.

  • ze das flores says:

    Síndrome de Regina Duarte se abate sobre serristas
    :

    Medo de Lula e do PT, manifestado por atriz em xororô de dez anos atrás no programa eleitoral de José Serra, volta na eleição para prefeito de São Paulo; acomete, agora, marmanjos calejados (fotos acima); nenhuma das paúras confessadas pela atriz se mostrou justificada, mas a doença que tem em Reinaldo Azevedo o paciente zero parece não ter cura; também é chamada de preconceito de classe

    19 de Outubro de 2012 às 13:36

    247 – O relógio político dos serristas voltou no tempo para dez anos atrás, a 2002. Naquele quadrante, às vésperas da derrota na eleição presidencial para Luiz Inácio Lula da Silva, a atriz Regina Duarte, com sua melhor expressão de chororô, foi ao programa do então adversário lulista José Serra para pronunciar uma frase que marcou época:
    – Eu tenho medo do PT. Medo de Lula e do PT!
    Seria a barba do ex-líder sindical que provocava a alegada paúra na antiga ‘namoradinha do Brasil’? A voz gutural? As bandeiras vermelhas do partido que ele fundou? O apoio do MST? As promessas de palanque ao feitio da esquerda? Ou o explicitado compromisso de reduzir a pobreza e possibilitar três refeições ao dia ao povo brasileiro?
    Era o conjunto todo, deixou claro Regina, além do receio de que Lula iria fazer a moratória da dívida externa, romper contratos, solapar todas as bases da democracia brasileira. A expectativa do caos completo.
    Lula venceu e nenhum dos medos de Regina Duarte se justificaram. A partir do governo Lula, não apenas a dívida externa foi paga como, hoje, as reservas internacionais do Brasil estão em cerca de US$ 400 bilhões, o que evitou novos ataques especulativos contra o País, como acontecia no tempo do antecessor dele, Fernando Henrique Cardoso. Ao contrário de FHC, Lula não mudou as regras do jogo democrático (como se recorda, o presidente tucano operou o Congresso pelo estabelecimento da reeleição, que até então não existia, e se beneficiou diretamente da manobra). Ainda que tivesse tirado um foto com o bonzezinho do MST, não consta que Lula tenha armado os trabalhadores do campo ou feito na marra qualquer tipo de reforma agrária. O que se tem, nesse setor, é o sucesso do programa Fome Zero, a partir do qual se pode constatar, agora, a retirada de cerca de 40 milhões de brasileiros do estado de pobreza.
    Nenhum dos tantos medos de Regina Duarte se mostraram reais. No entanto, passados dez anos daquele apelo entristecido e quase desesperado, eis que eles – os medos da Regina – ressurgem em homens barbados. E nem está em jogo uma eleição presidencial, como daquel feita, mas um pleito municipal, que nem envolve Lula diretamente, mas um de seus pupilos, o ex-ministro da Educação Fernando Haddad. Um medo, portanto, ainda mais forte, visto que o perigo é menor.
    Quadro típio da classe média paulistana, frequentador do insuspeito Clube Sírio-Libanês, filho de comerciante na reconhecida rua 25 de Março, sem passagem por movimentos que praticaram ou sequer pregararam a luta armada ou ações do gênero, o pacato Haddad virou alvo da síndrome de Regina Duarte que acomete, outras vez às vésperas de uma derrota de Serra – ao que apontam as pesquisas e as condições políticas que cercam a eleição paulistana — marmanjos calejados como o jornalista Ricardo Setti, o empresário Octávio Frias Filho, o banqueiro Roberto Setúbal, o filho do sociólogo Boris Fausto, o comunicador de apelo religioso Silas Malafaia e até o destemido (com arma na mão, como diria Bezerra da Silva) coronel Telhada, ex-comandante da Rota.
    Acometidos do mesmo mal estão o vereador eleito Andrea Matarazzo e aquele que pode ser chamado de paciente número zero desse vírus, o verborrágico internauta Reinaldo Azevedo.
    Ai, ui, sapatilham eles, cada um ao seu modo, argüindo, ora publicamente, ora em privado, que Haddad representará o fortalecimento político de Lula – aquele mesmo Lula que, projeta-se, vai solapar a democracia, inverter as prioridades burguesas, revirar a sociedade brasileira etc etc.
    Ponto a ponto, os medos foram claramente elencados pelo Prêmio Esso de Jornalismo Ricardo Serra em seu blog dentro de Veja.com.br
    Para os homenzarrões acometidos da síndrome de Regina Duarte parece, ao que se vê pelo que eles próprios têm expressado, não haver vacina nem remédio. Lula exerceu duas vezes a Presidência da República, à qual chegou pelo voto popular, manteve as regras do jogo e viu sua candidata Dilma Rousseff, com cerca de dez milhões de votos a mais que o adversário José ‘sempre ele’ Serra, subir a rampa do Palácio do Planalto. De-mo-cra-ti-ca-men-te, frise-se. Não quebrou contratos, não rompeu com os Estados Unidos, não declarou o socialismo tropical. Foi, isso sim, apontado pelo maior historiador do século 20, Eric Hobasbawn, como o líder global mais importante do final do período e tornou-se referência de liderança política democrática em todo mundo.
    Serra, vale dizer, rompeu todos os contratos vigentes assim que assumiu a Prefeitura de São Paulo, em 2005, abandonou o mandato menos de dois anos depois e, ao chegar ao governo de São Paulo, igualmente suspendeu todos os pagamentos que deveriam ser feitos no mês de janeiro de 2007 – sucedendo, nesta ocasião, não a petista Marta Suplicy, mas seu próprio correligionário Geraldo Alckmin.
    Mas quem tem a Sídrome de La Duarte acha que é Haddad, e não Serra, que vai subrverter a ordem, fazer o contrário do que promete em palaque, recusar responder perguntas, agredir jornalistas verbalmente, usar o cargo para finalidades políticas pessoais.
    Essa doença, que volta dez anos depois do primeiro surto, não passa e nunca vai passar. Seu verdadeiro nome é preconceito de classe e a vítima, dessa vez, deveria ser Haddad.
    Do 247Brasil

  • nancy says:

    Gente como serra e kassab só governam para os ricos e reacionários apoiados pela mídia golpista.

  • nelson says:

    Acho que deveriamos dar um voto de confianca ao Haddad, novas ideias, nova maneira de governar, outras ideias, independente de partido o que tem que ser visto e a pessoa. O Serra e extremamente competente mas as ideias tucanas de privatizar de incrementar atraves de politicas privadas tem que dar espaco a uma forca estatal mais bem controlada e cobrada pela populacao. Se nao der certo mudemos novamente para outro.

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