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A carta de Gabriele Santos Barbosa, 14 anos, menina grapiúna

Daniel Thame |[email protected]

 

A carta que Gabriele Santos Barbosa, de 14 anos, assassinada após uma discussão banal com uma colega de classe numa escola pública em Itabuna, não escreveu, é um libelo contra a bestialidade coletiva que transforma a vida em algo absolutamente sem valor.

 

“Meu nome é Gabriele Santos Barbosa, eu tenho 14 anos, morei na Espanha, falo dois idiomas e poderia estar vivendo na Europa, com a minha mãe.

Lá é muito bonito, as pessoas se tratam com respeito, mas eu preferi morar em Itabuna, pra ficar perto da minha avó e dos meus parentes.

Meu bairro é muito carente, mas é nele que vivem meus amigos. Minha escola é pública e nem se compara com a que eu estudava na Espanha.

As salas de aula são apertadas, tem alunos demais, o material didático é precário e sinto que os professores estão desmotivados. Não tenho condições de estudar em escola particular. Meu avô foi vereador em Itabuna, secretário de Esportes, mas ao contrário de um monte de políticos que a gente vê por ai, continua pobre.

Eu tenho orgulho dele. É honesto, isso eu sei que ele é.

Tenho um tio-avô que trabalha na televisão. Ele faz um programa policial, o Alerta Total, que todo mundo assiste. Meu tio é muito engraçado, magro, narigudo, desengonçado, mas as pessoas gostam dele. Eu também gosto, mas vejo pouco o programa.

Tenho pavor de violência. Na minha escola, que fica num bairro carente, a gente sente essa violência de perto. No meio de tanta gente boa, que quer estudar e crescer na vida, tem gente que já se envolve com drogas, com assaltos. Que fala cada palavrão que a gente morre de vergonha.

Tem uma menina, era até minha amiga, novinha como eu, que namora um cara envolvido com o crime, um tal de Rodrigo. Imagina que outro dia ela veio me dizer que eu estava dando em cima do namorado dela, que eu mal conheço.

A única coisa que eu consegui responder foi algo do tipo ´fique com esse traste para você´, essas coisas que a gente diz meio sem pensar. Não quis ofender a minha amiga, ela que viva a vida dela. Mas eu acho que ela se chateou, ficou de cara amarrada e deixou de falar comigo.

Isso passa, também sou adolescente e sei como é. Amanhã ela esquece essa briga boba.

Todas as pessoas gostam de mim aqui na escola e no bairro. Os professores me adoram e dizem que sou uma garota de muito futuro. Sabe que eu ainda não parei pra pensar no futuro? Só sei que terei que lutar muito pra vencer na vida, não sou de família rica, mas deixa eu viver minha adolescência, minha juventude.

Gosto de música, de ir ao shopping e à praia com meus amigos. Adoro ficar no Facebook, onde tenho um monte de gente pra trocar ideias. Tem umas fotos minhas lá. Falam que sou linda. Quem não gosta que achem você bonita? Mas não me acho tão bonita assim.

Gosto de Itabuna, gosto das pessoas daqui, amo minha família e meus amigos. Gosto de viver.

Nem sei por que estou escrevendo tudo isso. Parece até que minha professora de português pediu uma redação e eu danei a escrever.

Agora a pouco eu saí da escola e estava indo pra assa, mas uma amiga da menina que eu discuti por causa do namorado disse que ela estava me chamando. Era pra acabar com essa briga e fazer as pazes.

Ainda bem. Acho que a amizade está acima de tudo. Estou indo lá agora, dar um abraço nela…

Rodrigo?

(um tiro)

Não Rodrigo, não,

(mais um tiro)

Não, Rodrigo, nããão…

(cinco tiros)”

——–

Uma menina de 14 anos está morta. E essa é a carta que ela poderia ter escrito e não escreveu, porque as páginas do livro de sua vida foram manchadas de sangue. O sangue de uma violência brutal, irracional e sem limites.

A carta que Gabriele Santos Barbosa, de 14 anos, assassinada após uma discussão banal com uma colega de classe numa escola pública em Itabuna, não escreveu, é um libelo contra a bestialidade coletiva que transforma a vida em algo absolutamente sem valor.

Um hino à vida, num cenário de morte.

Daniel Thame é jornalista e escritor.

27 respostas para “A carta de Gabriele Santos Barbosa, 14 anos, menina grapiúna”

  • suely says:

    nossa! parabéns pela carta, ela certamente falara a muita gente.e nos nao so posamos refletir mais sair do cantinho cômodo do sofa e lutar contra tudo isso. percebo que infelizmente aqui em Itabuna somos muito passivos com o que nos oprime.Precisamos lutar mais.
    se a passagem aumenta ficamos quietos
    se mata um inocente achamos um absurdo, mais no outro dia continuamos como se nada tivesse acontecido
    o rio no estado que fica e agente reclama mais nao fazemos nada para mudar…ENFIM SÃO TANTAS COISAS…

    um abraço a familia da adolescente!

  • Risomar Lima says:

    Daniel, 100 Palavras. Só Reflexões.

  • Tânia Regina Ribeiro says:

    Chorei, e sei que vou chorar muito mais! São tantas crianças e adolescentes sendo mortas sem saber por quê. Será que é para deixar exemplos? Exemplos de que, meu Deus?
    Voce me fez chorar, caro jornalista!

  • Marcos de Souza says:

    Amigo Daniel, a mudança só acontece partindo de idéias e ideais, vc é um idealista, um ser humano fantástico e um jornalista diferenciado, digo excepcional, parabéns, nomeio ousadamente de obra prima do jornalismo o que acabei de ler.

    Abração, sou seu fã.

  • Andressa says:

    Lamentavel!! Muito emocionante!!
    O que aconteceu com o monstro?? Ta realmente preso?
    Uma menina tão nova…! Que Deus conforte os corações dos familiares dela!

  • O CRÍTICO says:

    Olhando friamente é só mais um bom texto do estimado Daniel Thame, visto que, quantas crianças, jovens foram mortas em nossa cidade, na periferia da nossa cidade, no lugar onde a mídia mostra a carnificina sangrenta em busca de um ibope por meio da dor, da lágrima, do sofrimento, da perda de mais uma criança, de mais um jovem chamado de Marias, Zés, Joãos, Anas… Filhos, sobrinhos, netos, conhecidos de pessoas anônimas e nada famosas.
    Viu o ranking de mortes, qual o tipo da cor da pele das pessoas que mais morrem no Brasil? Morrem por falta de políticas públicas executáveis de direito e de fato, chega de lindos projetso empoeirados na mesa de algum gestor público não importa qual esfera governe!
    Mas lembra que eu disse no começo da minha fale olhando rapidamente era só mais um texto bem escrito, porém, a morte de Gabriele Santos Barbosa, prova que ninguém está livre de perder um ente querido, sejam de famílias importantes ou de vulnerabilidade social; sejam brancas, loiras, negras, índias… O bom realmente das palavras do estimado amigo Daniel é que dá um time, para refletir que é mais que horas de lutar se não pela redução da menor idade; pelos menos de leis mais duras para serem cumpridas por todos que infrigirem a mesma sejam anônimos ou famosas. O Brasil não comporta pena de morte, mas cabe muito bem prisão perpétua; pois na pena de morte muitos inocentes poderia não estarem mais vivos para provarem suas inocências diante de tantos erros jurídicos; erros que transformam crianças, adolescentes em menores infratores, quando na verdade matar, assassinar sonhos de outros jovens iguais a ele fosse um simples ato infracional!

  • joselito says:

    grande jornalista você nos brindou com uma coisa totalmente emocionante, na verdade eu não queria saber disso, dói muito sou pai e educador, cara estou aqui em lagrimas, que coisa dolorosa.

  • Preocupada says:

    O Engraçado é que aqui no Brasil se copia quase tudo dos Estados Unidos, Europa, etc. Por que não copiar a Lei? Nos EUA um menino de 12 anos quando comete um crime vai para a prisão perpétua. Aqui é um ato infracional, é um conflito com a lei. etc Enquanto não modificarem esse código obsoleto, isso vai continuar acontecendo.

  • OTONIEL COSTA says:

    Daniel, parabéns pelo dom que Deus te deu. Tenho certeza que esta criança, se pudesse, escreveria sim essa carta. Vamos rezar para que os futuros gestores não só da cidade de Itabuna, mas de todas as cidades do Brasil, seus secretários e todos aqueles que de certa forma poderiam fazer algo para que as tragedias deixassem de ser rotineiras.
    Será que o setor de segurança nao poderia fazer mais para evitar que tantos jovens portassem armas, traficassem, comercializassem drogas.
    Que Deus tome conta de todos nós, e que os homens de boa vontade exerçam um papel digno na nossa sociedade.

  • O Crítico 2 says:

    Concordo plenamente com o Crítico 1. Não passa de palavras bem elaboradas e colocadas no lugar certo. Não quero aqui tirar os méritos do escritor e jornalista conceituado Daniel Thame, de forma alguma, mas vejamos, se promover uma carta que supostamente Gaby teria escrito, de forma melancólica e emocionante, também, não é sensacionalista. Claro que sim, a imprensa de programas policialescos vive da miséria dos outros que relatam o mínimo e vendem sangue através das imagens permitidas pelo Ministério Público e Justiça. Mas publicar o que ele “acha” que foi assim, também é sensacionalista. O que foi sonhado pelo jornalista Daniel, fica apenas na escrita dele, não era a realidade da menina de 14anos. Brutal, sim, covarde, sim, contudo, um ditado antigo descreve bem a real situação desse caso: “Quem com porcos anda, farelos come”. Os jovens não querem mais ouvir os pais, são autos-suficientes e donos do próprio nariz. Em pleno século XXI, os filhos são o espelho dos pais, fica a dica. A repercussão por conta do parente famoso é normal, só que existem outras Gabys, Marias, Joanas, que tinham a mesma idade e foram mortas de forma covarde igualmente, mas não tiveram o “ibope”.

  • Cris says:

    Isso é pura ficção! Ficou parecendo que a Gabriele era um “anjinho” inocente! Não quero com isso justificar sua morte, de jeito nenhum, jamais. Sua morte foi algo estúpido e brutal sim! Entretanto, esse texto não condiz com a realidade. Gabriele não foi para a Espanha apenas a passeio, foi numa tentativa da família de separá-la das “más” companhias! Foi expulsa do colégio anterior, era considerada uma garota que não respeitava ninguém! Então, por favor, deixa de sensacionalismo ridículo e expor a emoção das pessoas que leem o blog com essas inverdades. Só porque era parente de fulano ou de sicrano!? Me poupem! Sinto muito pelos familiares dela e dele, certamente não era isso que queriam para seus filhos!
    Thame, te respeito muito como jornalista e escritor, porém nesse caso, se você tivesse procurado se informar só um pouquinho mais (com pessoas isentas), veria que essa carta com certeza não seria escrita por Gabriele Barbosa.

  • inguinoranti says:

    Parabens Daniel Thame. Texto muito bonito mas infelizmente quem esta no poder e tem voto facil no congresso esta mais interessado em lutar pelo crime organizado, afrochando as leis, algemando os policiais. Isso me levar a pensar com que interesse? Ninguem tem mais medo de ir pra cadeia. Olhe que Dirceu pegou no papel 10 anos mas as leis bondosas vao fazer ele ficar no xilindro,se ficar, so 1 ano e oito meses. Entao pra que dar 10 anos? So pra soar volume? Os menores tem que ir pra cadeia porque ser menor nao é ser criança ingênua. Pena perpertua é a soluçao pra freiar esse caos todo mas quem esta no poder quer isso? Nao, claro que nao. Ta tudo dominado.

  • Rita says:

    DEUS DE MISERICÓRDIA, PIEDADE DE NÓS!
    #Fala-se em fim de mundo, fim de mundo é isso 🙁 … Crianças matando crianças!!! 14 anos… Lembro-me que até os meus 17 anos eu só saía para ír a escola, igreja, e na fila do pão, e nem sempre sozinha. De onde vêm este horror?! Porque em tempos que falamos mais em Deus acontece isso? Porque o humano está mais agressivo e revoltado? Será que é a liberdade oferecida por quem não foi administrado?! É uma pena adolescentes na vida com liberdade de “homens” sem educação e consciência para tal, que não valorizam vida e banalizam o viver. O que podemos fazer para que estas crianças troquem as balas de pistola por bolinhas de gude? Gostaria que os pais voltassem a se interessar por educação mais firme com seus filhos adolescentes, pois eles não estão preparados para a liberdade estabelecida onde tudo é adquirido com facilidade. Progresso? onde está o progresso?! ELES SÃO APENAS CRIANÇAS!#

  • Por outro Lado says:

    Lindo o seu texto, gostaria que a imprenssa também relatasse que a “nesse caso a vitima” tinha uma conduta muito diferente da relatada no texto, e que os joves podessem ver neste crime um exemplo de comportamento a não ser seguido, pois diferente do texto Gabriele tinha má influencia sobre as colegas já havia sido “convidada” a sair de outra unidade de ensino, e era ela quem continuamente afirmava que pediria para o namorado “que era de conduta duvidosa” matar quem ela tinha qualquer desentendimento. Precisamos alertar nossos jovens sobre a realidade, informa-los que certas atitudes e convivências geram consequências, nesse caso trajica.Quem conhecia realmente essa garota sabe do que falo. Não estou aqui pra justificar um crime mas pra que este sirva de exemplo pra que outros e outras não sigam pelo mesmo caminho.

  • Mario Tito says:

    Estou chocado,triste…
    Força pra familia (que me sinto parte ) segurar essa barra.

  • Professor says:

    As pessoas estão perdendo a capacidade de amar e se emocionar, independente de quem seja filha, neta, ou sobrinha. De certo que muitas outras crianças e adolescentes foram e estão sendo mortas. Precisamos no indignar. A cada dia a coisa só piora e esperamos que seja resolvida pelos governantes. Não será assim que resolveremos esse problema. Onde pais, amigos e parentes derramam lágrimas de dor e sofrimento. Precisamos indignar sim. Foi mais uma vida ceifada, onde uma simplis carta (imaginária) foi escrita. Precisamos de um basta. Precisamos de toda sociedade. Pecisamos de amor.

  • Comovente!

  • Luciana says:

    Parabéns, Daniel Thame. Lendo sua “carta”, a plena sensação foi a de estar lendo uma carta da vítima. E esse é o ideal dos bons escritores e profissionais afins. Sou fã do seu eficiente e necessário trabalho, na tão sofrida comunicação regional. Vc é referência, pq além de comunicar os fatos, noticiá-los… dá ao contexto, mais q informação: “dá vida à escrita”, faz história!!

  • a verdade says:

    É facil tecer informações mesmo quando não temos o conhecimento de alguns fatos que evidenciam uma comparação no minimo tendenciosa e incoerente quanto aos dois paises, principalmente no que se refere sobre a educação.Essas diferenças históricas(economica, social corrupção em demasia,passividade do povo,cultural,familiar,atenção do estado e aplicabilidade da justiça)reflete uma lacuna abimassal, que séculos. As meninas não eram colegas de sala. a vitima e o assassino segundo informações já namoraram, estude o meio social e familiar ( a permissidade,falta de limites e outros) aliado a sensação extrema de impunidade; Rodrigo se morasse num pais sério:não andava armado ou ainda estaria preso pelo porte de arma; o pai simplesmenta pagou soltou e isso é corrigueiro, estamos todos reféns da justiça lerda, lenta e demente, que tarda e falha para grande parte da população e absolve bandidos de alto escalão.
    Para a sociedade em determinados locais a referencia é o traficante, quem anda com uma automatica ou até mesmo quem é o dono da boca e o que fazer quando o estado não atua,um bairro sem estrutura, quadra de esporte,iluminação, moradia digna,alimentação com minima condições de nutrientes,quando a venda e compra de arma é feita em esquina como doce na boca para quem está mau intencionado. Torço que a justiça seja feita, os bons se tornam cada vez mais raro, realmente ela era uma pessoa linda, com todos acertos e erros que o seu caminho traçou, ela tinha uma indole boa como todas as outras crianças que se perdem no caminho da violençia

  • Cara Preta says:

    A redação da jovem é muito bela, sua morte certamente será irreparavel para seus familiares, amigos e vizinhos. Na sua mensagem expressa que ela era uma pessoa muito diferente das demais e isso foi fruto de sua morte.
    É chegada a hora das autoridades se preocupar com as rondas mais eficientes e presença da olicia nas escolas, é preciso que a UNESCO, FNDE e Secretaria da Educação da Bahia dissemine o programa Escola Aberta para outros municipios e que isso não fique restrito somente a capital baiana. Que Deus conforte a familia dessa garota.

  • PAPA-JACA says:

    A VERDADE É QUE A MENINA ERA VIDA LOKA!!!!!

  • antônio says:

    eu concordo com o critico tantas crianças já perderam a vida eram crianças,independente de classe social,da cor da pele etc,crimes até cometidos com mais covárdia, mas não teve ibope

  • Comunista da Sibéria says:

    Um texto que poderia levar o leitor à reflexão crítica sobre violência em Itabuna se perdeu na pieguice e no artificialismo. A incapacidade do autor em conduzir a mini ficção acabou por expôr a vítima no paredão, onde ela foi assassinada pela segunda vez. Faltou bom senso. É Fahrenheit 451.

  • FABIO ERLON says:

    DANIEL,

    PARABÉNS PELAS PALAVRAS. SOU PADRINHO DO PAI DE GABRIELLE. MORO EM SALVADOR, ONDE A VIOLÊNCIA NÃO DIFERE MUITO DA DE ITABUNA.ATÉ HOJE, PASSADOS 8 DIAS DA MORTE DE MINHA GALEGA AINDA NÃO TIVE CORAGEM DE FALAR COM O SEU PAI. SEI QUE AO ENCONTRÁ-LO IREMOS UMA CAIR NOS BRAÇOS DO OUTRO EM PRANTOS. VI O PAI NASCER E CRESCER. CONHECI A GABRIELLE DESDE BEBÊ.ELA FOI AMADA POR TODOS NÓS. A BESTA-FERA TIROU-A DO NOSSO CONVÍVIO DIÁRIO MAS NÃO DOS NOSSOS CORAÇÕES. A BESTA-FERA NÃO ASSASSINOU SÓ A NOSSA GALEGA, ACABOU COM A VIDA DE UMA FAMÍLIA QUE NUNCA MAIS SERÁ A MESMA. ESSA BESTA-FERA, QUE, COM CERTEZA NÃO É HUMANO, HÁ DE VIVER MUITO E PAGAR POR TODO O MAL QUE ELE FEZ. NÃO A LEI DE TALIÃO,POIS SERIAMOS IGUAIS A ELE, MAS A JUSTIÇA DOS HOMENS E A SUA PRÓPRIA CONSCIÊNCIA, SE É QUE ELE TEM.E QUANTO AS DUAS OUTRAS ADOLESCENTES, SÃO DIGNAS DE PENA.TAMBÉM PAGARÃO PELOS RESTOS DOS SEUS DIAS.

  • blue says:

    A imprensa é tão sedenta de sensacionalismo que aumenta, a cada vez que conta, os pontos dessa história. Pelo que sei, não houve briga na escola, apenas uma discussão pelas ruas que circundam o colégio. A vítima adorava dizer que era “mulher de patrão”, o que no jargão do tráfico é a menina que namora com o poderoso da boca de fumo. Toda vida que se perde por conta da violência deve ser lamentada, ainda mais de uma jovem que tinha um futuro grande pela frente, mas a menina era muito envolvida com más companhias. Além disso, é preciso falar, ainda, que o núcleo familiar dela era desestruturado, pai e mãe que não tinham domínio nenhum sobre a menor. Os demais parentes até tentavam afastá-la, mas ela não queria esta vidinha de shopping e internet apenas.Que sirva de exemplo para que os pais e mães acompanhem melhor seus filhos, dando inclusive bons exemplos a eles.

  • ograpiuna says:

    Tem espaço para mais um critico aí?

    Todo mundo é bom, mas meu chapéu sumiu

  • a verdade II says:

    Pontos que Daniel desconhece ou não investigou.
    1- A aluna não era boliglota
    2- Ela retornou da Espanha não por opção, estava irregular no pais.
    3- Ela tinha amizades fora da escola, com envolvimento em questões pesadas
    4- Namorou com o assassino dela e estava namorando com um infrator (recluso em Salvador)
    5- Segundo informções era comum fazer ameaças, que o meu namorado vai te pegar …..
    6- O ponto dela não era o shoping e sim o novo posto do canal, quando se divertia
    7- Você teceu um texto por ser ela parente de um conhecido de seu, branca ( Itabuna está no topo das mortes violentas de negros e vc nunca teceu um informativo).Por ser filosofico usou a falacia para enfeitar com inverdades acercas de alguns comentarios
    8- o Rodrigo Valete merecia pena de morte( pais desenvolvido com igualdede nas leis, não é o Brasil)tomara que a justiça aconteça e fique no minio 15 anos.
    9 -Não aconteçeu discursão na escola, nem ameaça vista por outrem
    10- A aluna envolvida não possui nem três meses que chegou na escola( vindo do Espirito Santo)
    11- mostre mais coerencia busque a verdade, não imagine o que aconteceu porque a realidade é a de fato, não a de um conto incompleto.
    12 – conhecia quase nada da menina, mas os fatos verdadeiros não pode sercamuflado em nome da emoção ou da venda de um texto.
    Peço a Deus que conforte os corações dos familiares e guarde a sua alma no paraiso

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