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TELAS DESAPARECEM DO GALPÃO CULTURAL

Uma coleção de 20 telas que ornavam as paredes do Galpão Cultural, no bairro de Ferradas, em Itabuna, desapareceu do local. O fato chegou ao conhecimento da equipe do futuro governo do município, que constatou a veracidade do ocorrido na tarde desta sexta-feira, 30.

Pessoas ligadas ao prefeito eleito, Vane do Renascer, foram até o Galpão acompanhadas de policiais. Houve tentativa de entrar em contato com a presidente da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc), Sandra Ramalho, mas a gestora não foi localizada.

OUTRO LADO

A presidente da Ficc entrou em contato com o PIMENTA e disse que as telas não pertenciam ao acervo público. Segundo ela, as obras estavam no galpão em sistema de consignação, mas, observou, “o município não dispunha de dinheiro para comprá-las”. Assim, as telas foram devolvidas ao artista.

3 respostas para “TELAS DESAPARECEM DO GALPÃO CULTURAL”

  • Comunista da Sibéria says:

    Ao passar pela FICC notei 3 cruzes encostadas logo na entrada (acredito que façam parte do cenário da Paixão de Cristo). A Fundação estava fechada, janela quebrada, ares de abandono, só faltou o epitáfio: AQUI JAZ… Caberia um registro fotográfico dessa simbologia.Uma representação melancólica do atual cenário da cultura itabunense.

  • Ari Rodrigues says:

    Como sempre faço, visitei a página do Pimenta ontem e fiquei surpreso com a notícia do sumiço das telas. Alguns minutos depois, fui convidado pelo blogueiro Rick Mascarenhas que faz uma participação aos sábados do programa Alô Bahia do jornalista Ederivaldo Benedito, para falar sobre a implantação do Sistema Municipal de Cultura e sobre o sumiço das telas do Galpão Cultural. Do primeiro assunto eu falaria sem problema algum , pois foi através de uma ação da ACATE que conseguimos fazer com que a Fundação Cultural do Estado e do Conselho Estadual de Cultura da Bahia voltasse os olhos para a cultura da nossa cidade e avalizasse nosso manifesto. Do segundo assunto eu não poderia falar, porque não tenho conhecimento do fato. Fui por mais de um ano o coordenador do projeto do Galpão Cultural Casa de Jorge Amado, mas é público e notório que depois da obra pronta e na inauguração, o controle foi passado para a FICC, e de lá pra cá a ACATE e a ACODECC as duas associações “pais da criança” se afastaram do projeto e do Galpão, visto que a FICC assumiu toda a responsabilidade sobre o espaço.
    Minha razão de não ir ao programa se deve a que minha família e eu estaremos às 9 hs acompanhando o funeral de uma tia muito estimada. Mas se o convite valer para o próximo sábado, estarei lá com certeza.
    Ari Rodrigues
    Presidente da ACATE

  • to de olho says:

    so sei que qdo estava Ciro na presidencia,junto com Fred não ficava assim, mais esta que esta ai, ai,ai.
    porque a ficc não comprou os quadro, ja que Ciro deixou dinheiro em caixa. olha esta conversa esta meio enrolada , sera que aprendeu com o marido ou vice versa.

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