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:: 24/mar/2013 . 18:21

PIMENTA DO DIA

Comentário do leitor Sérgio Oliveira no post Eles voltaram, que mostra cavalos revirando lixo e se alimentando na Praça do Trabalho:

É um novo sistema ecológico de aparar grama das praças! Esse tipo de funcionário não recebe salário, não faz greve, não reclama… e por aí vai! Outros parceiros têm sido os urubus, principalmente quando o lixo não é coletado, …!!!

POLÊMICA NO PRESÍDIO

O policial militar Bernardo Dutra foi nomeado diretor adjunto do Conjunto Penal de Itabuna. A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Estado neste final de semana. O soldado e bacharel em Direito vai substituir o advogado Roney Franco.

Há um ano e meio, Dutra se envolveu em grande polêmica ao ser acusado de abuso de autoridade e agressão contra o jornalista Ederivaldo Benedito, durante a Parada Gay (relembre aqui). O policial negou que tenha agredido o jornalista. O caso foi parar na Justiça.

PROFESSOR KARAMELO MORRE ELETROCUTADO

Professor Karamelo

O professor de dança Moab Karamelo Andrade, de 26 anos, morreu eletrocutado na noite deste sábado, 23, no bairro Ferradas, em Itabuna.

A vítima subiu em um poste e foi lançado ao chão após sofrer choque elétrico. Testemunhas afirmam que ele chegou a ser socorrido e levado para o Hospital de Base, mas não resistiu.

Moab fazia parte do programa federal para alunos adolescentes, o Projovem, onde ensinava a arte da dança. Segundo amigos, ele era uma pessoa muito querida pela classe e colegas de trabalho. Informações do Portal Sul da Bahia.

ELES VOLTARAM…

Animais na Praça do Trabalho4 foto ZekaQuem passava pelo Pontalzinho, hoje pela manhã, via quatro eficientes equinos fazendo “rebaixamento de grama” e separação de resíduos na Praça do Trabalho. A presença ostensiva dos quadrúpedes chamou a atenção de religiosos que seguiam em procissão pelo bairro itabunense.

Moradores, aliás, lembram que antes era apenas um casal de equinos, que hoje apareceu com dois filhotes. A família cresceu, assim como o “trabalho” nas vias públicas. A tarefa foi encerrada ainda pela manhã, afinal, hoje é domingo… O flagrante é do fotógrafo Zeka.

APÓS O TRABALHO…

Animais na Praça do Trabalho1 foto Zeka
… A FAMÍLIA SEGUIU PARA “CASA”
Animais na Praça do Trabalho3 foto Zeka
MAS NÃO PASSOU DESPERCEBIDA
Animais na Praça do Trabalho2 foto Zeka

UNIVERSO PARALELO

PROFESSOR ILHEENSE VAI PRESIDIR A ABL

Ousarme Citoaian | [email protected]

1ABL“A noite da última quinta-feira, 14, foi marcada pela retomada das atividades da Academia Brasileira de Letras e posse da nova diretoria, que será presidida pelo professor Josevandro Nascimento. Durante o evento, que contou com a presença do prefeito Jabes Ribeiro, foram prestadas homenagens póstumas ao poeta baiano Castro Alves, que nasceu na mesma data da solenidade”, dizia a notícia lida em respeitável blog. “Ora, vejam só!”, pensei de olho nos botões da blusa: “Um ilheense presidindo a Casa de Machado de Assis!” – e quase saí aos gritos e pulos, tomado dum agudo e justificado frenesi bairrístico.

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Castro Alves acaba de nascer, aleluia!

Mas, macaco antigo das redações, mantive minhas dúvidas e, como diriam os juristas, fui às provas: consultei dezesseis (!) blogs e dois importante jornais diários de Itabuna (os nomes não declino, mas adianto que o meu blog preferido, um que não gosta de molho agridoce, não está na lista). No entanto lhes digo, por ser rigorosamente verdadeiro, que os dezesseis veículos deram a notícia, fazendo do referido professor presidente da ABL – e criando uma barrigada monumental. Solidário, esperei uma semana pelo desmentido, que não veio; então, de alma lavada, enxaguada e embandeirada, comemoro publicamente o evento, pois não é toda hora que temos um ilheense a presidir o grande sodalício.

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O dia em que “mataram” Edivaldo Brito

E aquela parte que diz ter Castro Alves nascido “na mesma data da solenidade” me levou às lágrimas: é imenso privilégio ter aqui o Poeta dos Escravos bebezinho, em fraldas, nascido no dia 14 de março deste ano – mudando o curso da história. Falemos sério: a mídia contribui para a desinformação (e neste caso, o ridículo), ao publicar notinhas de assessoria sem submetê-las a copidesque, revisão e edição. O lastimável texto da prefeitura de Ilhéus foi replicado ipsis litteris, com erros gritantes, a ponto de dar o palestrante Edivaldo Brito como patrono da ABL – o que significa estar o mesmo morto e sepultado há, no barato, 120 anos. É demais pra minha paciência.

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COMILANÇA, OU O CASO DOS 3.600 PRATOS

4Comilança
Conhecido restaurante de Itabuna faz uma divulgação em que oferece “mais de 60 variedades de pratos”, num claro atentado à boa linguagem. O texto só pode ser salvo pelo cinismo daqueles para quem o importante é que a mensagem seja entendida. Eu entendi que a casa oferece “uma diversidade superior a 60 pratos”, só que isto não está dito em língua portuguesa. Como foi posto, o reclame gastronômico põe à disposição (há quem prefira “disponibiza”, argh!) 60 variedades multiplicadas por 60 pratos: 3.600 ofertas. Quer dizer: se o cliente quiser um churrasquinho de gato, por exemplo, será chamado a optar entre 60 tipos diferentes. Mesmo com o exagero a que a publicidade se dá direito, contenhamo-nos.
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Estupidez elevada à quarta potência

Tautologias à parte, a indigência vocabular da mídia tem mostrado disparates a todo momento, a ponto de sepultar termos consagrados pelo uso, em benefício de “novidades”. Vejam que, no noticiário policial, não mais existe a palavra “bala”, trocada por “munição”. Troca malsã: bala é munição, mas munição nem sempre é bala: um é termo genérico; o outro, específico. O pior é quando um repórter mais ignorante pouquinha coisa, diz que “a polícia apreendeu várias munições”. Esta palavra, se lhe cabe o uso, fica bem no singular; quando empregada no plural, em lugar de “balas”, temos um estranho caso de estupidez elevada à quarta potência. Ou, para quem prefere a medicina à matemática, um quadro de asnice recidivante.

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(ENTRE PARÊNTESES)

6Estória de facão e chuvaPermitam-me o pequeno anúncio: o livrinho Estória de facão e chuva (de 2005), esgotado, acaba de ter sua 2ª edição, por nímia gentileza da Editus (Editora da Universidade Estadual de Santa Cruz), tendo Rita Virgínia Argolo à frente. O pequeno volume (184 páginas) reúne 35 crônicas e dois discursos, sendo um deles de Hélio Pólvora, na Academia de Letras de Ilhéus, em 2001. A professora Maria Luiza Nora, na apresentação de Estória… diz que o autor “com sua escrita, nos descomplica, nos tira aquela pose que pode estar querendo se instalar, nos humaniza a ponto de darmos boas risadas de nós mesmos, e risadas de deboche, o que é melhor”. O autor, cativo, agradece.

BARDOT E DENEUVE – REALIDADE  E LENDA

7Catherine DeneuveCanções com uma história real a sustentá-las são corriqueiras. Mas algumas conseguem se debater entre a realidade e a lenda, sem que nós, ouvintes distantes da cena da gênese, saibamos a verdade. É o caso de Belle de jour (sic), momento romântico de Alceu Valença, que é cercado por essa magia do sim e do talvez. Dizem que Alceu estava num café, em Paris (mas já pra lá de Bagdá), quando lhe surgiu à frente Catherine Deneuve e, com ela a lembrança do filme Belle du jour: ali mesmo ele escreveu a canção, para depois descobrir que não vira La Deneuve, mas Brigitte Bardot! Outros falam de incerta moça que caminhava todas as tardes na praia da Boa Viagem, no Recife, e que se afogou…
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O sotaque de Alceu nem a Sorbonne tira

Claro que a versão de que a letra foi inspirada no filme de Buñuel não interessa, por ser muito óbvia, pouco instigante. E também não faltam os psicólogos de mesa de bar, a explicar que “azul” é referência a heroína (a bela estaria, nesta visão, chapada!), enquanto a Boa Viagem teria duplo sentido: não seria apenas a praia, mas também aquela “boa viagem” patrocinada pela droga (“A belle de jour no azul viajava…”). O artista não esclareceu a dúvida, preferindo reforçar o mito de que a canção foi feita num bar parisiense, quando ele, doidão da silva, teve um delírio e viu… sabe Deus quem! Eu gosto mesmo é do francês de Alceu: o accent pernambucano de São Bento do Una nem a Sorbonne tira. Graças a Deus.

(O.C.)

SEMÁFOROS DEFEITUOSOS

O conjunto de semáforos dos cruzamentos da Avenida Amélia Amado com as avenidas do Cinquentenário e Juracy Magalhães vem apresentando seguidos problemas. Ontem, dois deles acendiam os sinais verde e vermelho ao mesmo tempo, causando confusão no trânsito.

Sinais verde e vermelho em conjunto de semáforos na Avenida Amélia Amado (Foto Pimenta).

Sinais verde e vermelho em conjunto de semáforos na Avenida Amélia Amado (Foto Pimenta).

“FÁBRICA DE MULTAS” EM ILHÉUS VIRA NOTÍCIA – E CHACOTA – NACIONAL

Do Jornal Bahia Online

Alexandre: 23 pontos na carteira porque deveria dirigir a 0,5 KM/h.

Alexandre: 23 pontos na carteira porque deveria dirigir a 0,5 KM/h.

O sistema de trânsito do município de Ilhéus volta a ser notícia nacional.

Reportagem exibida pela Rede Record sobre absurdos e exageros na emissão de multas pelo Brasil, apresenta o caso do brasiliense Alexandre Ribeiro, durante viagem de férias ao município baiano. Alexandre perdeu 23 pontos da carteira de habilitação, três a mais que o permitido, por dirigir na avenida Proclamação, bairro Jardim Savóia, a um quilômetro por hora.

De acordo com as multas emitidas pela Secretaria de Trânsito do Município, neste local está previsto apenas a tolerância de 0,5 quilômetro por hora, condição que teria levado o motorista à entrar na lista de absurdos apurada pela emissora de televisão em matéria exibida nacionalmente.

O motorista alega que a cidade vivencia “uma fábrica de arrecadação de dinheiro” e lamenta que, até agora, esteja tentando se defender da infração que, lógico, não cometeu. O limite de velocidade na Avenida Proclamação é de 50 quilômetros por hora e não 0,5 conforme consta nas multas expedidas. Não se sabe se o absurdo foi gerado por erro na digitação ou se por exagero mesmo.

Leia a íntegra no JBO






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