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:: 29/abr/2013 . 18:03

AMIGOS PROCURAM PARENTES DE ARIEL FERRAZ EM PAU BRASIL E CAMACAN

Amigos de Ariel procuram parentes do funileiro no Sul da Bahia.

Amigos de Ariel procuram parentes do funileiro no Sul da Bahia.

Amigos de Ariel Ferraz Mendes estão procurando familiares do funileiro que reside em São Paulo há mais de 30 anos. Ariel sofreu acidente vascular cerebral (AVC) e encontra-se internado em um hospital paulista.

Carolina Sales e Reginaldo Silva entraram em contato com o blog para tentar localizar parentes do funileiro. Ele é filho de Maria Isabel Ferraz e Odilon Mendes. “Ariel mora e trabalha na Vila Joaniza, na região de Santo Amaro, em São Paulo”, disse Reginaldo.

Carolina diz que um sobrinho do funileiro viveu por algum tempo com ele, mas retornou para Pau Brasil, no sul da Bahia, onde residem familiares de Ariel. O sobrinho foi “batizado” em São Paulo como “Popó”. “Era uma brincadeira nossa, pois o tio se assemelha ao (ex-pugilista) Mike Tyson”. O telefone para contato com os amigos de Ariel é o (11) 6291-8156.

JBO: ILHÉUS TEM 5 MIL ALUNOS SEM AULA

Faltando pouco mais de um mês para o término do semetre letivo na maioria das escolas brasileiras, em Ilhéus, há, pelo menos, cinco mil estudantes que ainda não souberam, este ano, o que é ter uma única aula. Por telefone, a secretária de Educação, Marlúcia Rocha, disse ao Jornal Bahia Online que não tem números fechados sobre a quantidade de estudantes fora das salas. Mas a presidente da Associação dos Professores Profissionais de Ilhéus (APPI), Enilda Mendonça, estima que dos 22 mil estudantes matriculados, haja, pelo menos, cinco mil, aguardando em casa, pela contratação de professores.

Na escola Heitor Dias, por exemplo, 14 turmas ainda estão sem iniciar o ano letivo. De acordo com Marlúcia Rocha, o problema está prestes a ser resolvido. Na sexta-feira foi publicada no Diário Oficial a lista de uma seleção simplificada para contratação de professores.

Leia a íntegra no Bahia Online

IFBA ACIONARÁ NTR ENGENHARIA

Trabalhadores foram resgatados na quarta à noite em alojamento no Ifba (Divulgação).

Trabalhadores foram resgatados na quarta à noite em alojamento no Ifba (Divulgação).

Finalmente, revelada a empresa acusada pelo Ministério do Trabalho e Emprego e pelo Ministério Público do Trabalho de submeter cinco operários a condições subumanas no campus do Ifba de Ilhéus, no quilômetro 13 da rodovia Ilhéus-Itabuna. De acordo com comunicado da reitoria do Ifba, a empresa responsável é a NTR Engenharia, que deverá dar explicações quanto às condições em que os trabalhadores foram encontrados.

Como publicado aqui, na sexta, os operários estavam abrigados em barraco sem água potável, iluminação e ventilação adequada, além de dormirem no chão e não possuir local para “realizar, preparar e armazenar as refeições”. A empresa foi contratada para construir uma quadra poliesportiva no Ifba.

MÁRIO PESSOA É APROVADO PELOS BOMBEIROS, MAS LIBERAÇÃO AINDA DEPENDE DA FBF

Bombeiros fazem vistoria do estádio e constatam "gaiolões" na proteção de refletores (Foto Gidelzo Silva).

Bombeiros fazem vistoria e constatam “gaiolões” na proteção de refletores (Foto Gidelzo Silva).

O Estádio Mário Pessoa foi aprovado em vistoria realizada pelo Corpo de Bombeiros, segundo a Prefeitura de Ilhéus. A liberação para receber os jogos da Divisão de Acesso do Estadual 2013 ainda depende da Federação Baiana de Futebol (FBF).

A primeira partida deste ano no estádio está prevista para esta quarta, 1º, às 16h, envolvendo Colo-Colo e Itabuna, no chamado Clássico do Cacau. A FBF ainda aguardava, até o meio-dia de hoje, a retirada de gaiolas de ferro envolvendo o conjunto de refletores.

O Mário Pessoa, segundo a Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Ilhéus, passou por obras de recuperação, quando foram realizados “conserto dos portões de ferro, substituição do alambrado das arquibancadas cobertas, troca de corrimãos danificados, revitalização do gramado, reparos no assentamento das cadeiras numeradas, pintura e serviços de revisão geral das redes elétrica, hidráulica e de instalação de fios telefônicos nas cabines de rádio e TV”.

BAIANÃO: DEFINIDOS HORÁRIOS E LOCAIS DAS SEMIFINAIS

A Federação Baiana de Futebol (FBF) promoveu o sorteio das datas e horários dos jogos das semifinais do Campeonato Estadual 2013. Na quarta (1º), às 16h, Bahia x Juazeiro se enfrentam na Fonte Nova. Vitória e Juazeirense jogam, no Barradão, quinta (2), às 20h30min.

Os jogos de volta serão disputados no interior. No sábado, 4, às 18h30min, Juazeiro pega o Bahia, no Estádio Adauto Morais. No domingo, 5, o Juazeirense recebe o Vitória, às 16h, também no mesmo estádio. As duas equipes do interior têm vantagem na disputa pelas duas vagas nas finais do Baianão 2013.

UESC DIVULGA NOVA LISTA DO SISU

Campus da UESCA Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) divulgou a nona lista de aprovados pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O convocado deve confirmar matrícula na próxima quinta, 2, no horário das 8h às 12h e das 13h às 16h no colegiado do curso no qual foi aprovado, no campus da universidade.

A lista traz aprovados nos cursos de Ciência da Computação, Biologia, Economia (matutino e noturno), Comunicação, Engenharia de Produção, Medicina e Medicina Veterinária. Confira a relação completa clicando no “leia mais”, abaixo.

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CONCURSOS OFERECEM 19,7 MIL VAGAS

concurso públicoConcursos públicos em todo o País nesta segunda, 29, oferecem um total de 19.747 vagas e salário que pode chegar a R$ 24.057,33, oferecido pelo Ministério Público da União, que prevê vaga também para a Bahia.

O levantamento da Folha Dirigida revela que 9.103 das vagas são destinadas a quem possui nível superior. Outras 7.607 vagas foram reservadas a quem possui, pelo menos, o nível médio.

Das vagas restantes, 1.712 se destinam a candidatos com nível técnico e 1.325 para os que possuem, no mínimo, o nível fundamental. Confira os editais e vagas clicando no “leia mais”, logo abaixo.

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Redução da maioridade: resolve?

ricardo artigosRicardo Ribeiro | ricardo_rb10@hotmail.com

 

Qual o sentido em se ampliar a faixa etária sujeita a um sistema falido? A ideia de que os problemas da segurança pública serão resolvidos com uma canetada, sem os investimentos estruturais necessários, não passa de ilusão, alimentada por uma sede de vingança aguçada pela mídia.

 

Há uma forte tentação da sociedade de defender a redução da maioridade penal. Pesquisas têm demonstrado que a maior parte da população brasileira apoia a ideia de trancafiar jovens de 16 anos em cadeias, considerando o fato – inequívoco – de que na média eles têm plena compreensão do caráter ilícito dos atos que cometem.

O secretário da Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, defende esse posicionamento, argumentando que os jovens têm acesso à informação e já escolhem o destino do país. É o fundamento básico de quem clama pela redução, mas a pergunta inevitável é: essa medida resolve? O próprio secretário reconhece não saber a resposta e isso fragiliza o ponto de vista.

Crimes bárbaros perpetrados por adolescentes reforçam o coro dos que veem na redução da maioridade penal uma solução, mas quase sempre o debate deixa de lado problemas graves que deveriam anteceder qualquer discussão sobre o tema.

O vergonhoso sistema carcerário brasileiro é um desses males, talvez o mais complicado deles. Em um regime democrático, a pena não tem caráter de vingança, mas de ressocialização, além naturalmente de servir de exemplo para demonstrar a outros postulantes ao “mundo do crime” que tal caminho é uma esparrela.

Ocorre que falar de ressocialização nas prisões brasileiras chega a ser piada. Superlotadas, comandadas por facções criminosas, permeáveis às drogas e aos celulares, as cadeias estão mais para home office dos bandidos. A lei penal fala em colônia agrícola ou industrial no regime semiaberto, o que permitiria ao preso trabalhar, aprender uma profissão e, enfim, ressocializar-se. Porém, onde existem tais colônias?

E as instituições dedicadas a acolher menores infratores? Elas de fato recuperam os jovens ou servem apenas como antessala da criminalidade barra pesada? Há uma proposta, alternativa à redução da maioridade, de ampliar o tempo de cumprimento de medida socioeducativa de três para oito anos. Será que funciona, quando se sabe que as tais medidas só existem na teoria?

A pena hoje tem unicamente o caráter de martírio para a maioria dos presos (os que não comandam o crime lá de dentro), mas não cumprem o papel de recuperar ninguém. Pelo contrário, as celas superlotadas brutalizam e as condições gerais do sistema não tornam o apenado um sujeito melhor. O mais provável é que ele saia da cadeia muito mais propenso a cometer novos delitos.

É por isso que parece duvidoso o caminho da redução da maioridade penal. Qual o sentido em se ampliar a faixa etária sujeita a um sistema falido? A ideia de que os problemas da segurança pública serão resolvidos com uma canetada, sem os investimentos estruturais necessários, não passa de ilusão, alimentada por uma sede de vingança aguçada pela mídia. Além disso, não há respaldo em nenhum dado estatístico sério a indicar que diminuir a idade penal seja um remédio eficiente para combater o crime.

Não se trata de ser a favor ou contra a redução da maioridade, visto que o sentido de poupar alguém do sistema penal está ligado à imaturidade e falta de compreensão do que se faz. É lógico que quase todo adolescente – até com menos de 16 – já tem plena consciência da natureza de seus atos, daí ser tão tentador o argumento do secretário Barbosa e de tantos outros. Porém, uma sociedade amadurecida não pode tomar decisões sem refletir de maneira ampla sobre os problemas, analisando com objetividade e serenidade na busca de soluções coerentes e efetivas.

No que diz respeito à redução da maioridade penal, há o risco de que, em vez de resolver um problema, o “remédio” possa agravar o mal que se pretende combater.

Ricardo Ribeiro é advogado.

MORRE COMPOSITOR PAULO VANZOLINI

IMG_20130429_023153Da Folha

O compositor e zoólogo Paulo Vanzolini morreu neste domingo, 28, aos 89 anos, vítima de complicações decorrentes de uma pneumonia. Ele estava internado desde a noite da última quinta (25) –seu aniversário– na UTI do hospital Albert Einstein, em São Paulo.

Deixa mulher, a cantora Ana Bernardo, e cinco filhos do primeiro casamento.

O velório, reservado a familiares e amigos, será nesta manhã, no Albert Einstein. O enterro deve ocorrer durante a tarde, no Cemitério da Consolação.

Um dos ícones do samba paulistano, criou clássicos como “Ronda”, “Volta por Cima” e “Praça Clóvis”, interpretados por grandes nomes da MPB, como Chico Buarque, Maria Bethânia e Paulinho da Viola.

SECRETÁRIO DE SEGURANÇA DA BAHIA DEFENDE “REDUÇÃO” DA MAIORIDADE PENAL

Maurício Barbosa defende redução da maioridade penal (Foto Pimenta).

Maurício Barbosa defende redução da maioridade penal (Foto Pimenta).

O secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, posicionou-se a favor do avanço da maioridade penal no Brasil. Barbosa cita o crescente número de menores no crime, valendo-se da legislação que aplica, no máximo, três anos de punição aos infratores. Confira trechos de entrevista concedida pelo secretário à Tribuna da Bahia.

Tribuna – É a favor ou contra a redução da maioridade penal no Brasil?

Barbosa – Eu pessoalmente sou a favor. É um contrassenso nós acreditarmos que um menor de 16 anos possa escolher o destino de sua nação e não possa ser responsabilizado criminalmente pela prática de homicídio. Hoje um jovem de 16 anos está usando o computador, o facebook, o twitter, tem acesso às informações, conseguem se engajar politicamente para decisão política de nosso país. Não acredito que isso só resolva o problema da criminalidade, mas é um contrassenso que um jovem fique apenas três anos fora do convívio social porque a lei entende que tem que ter uma medida socioeducativa.

Tribuna – A redução ajudaria a reverter os crimes praticados por jovens e adolescentes, já que há um sentimento de impunidade?

Barbosa – É difícil dizer que se conseguiria reverter, mas é certo dizer que quadrilhas utilizam jovens para a prática de crimes porque sabem que eles não ficam presos por muito tempo e têm até a coragem maior de cometer delitos por não terem uma punição mais severa. Isso é fato. Temos aí quadrilhas que são formadas por adolescentes e não temem, nem se sentem impedidos de cometer crimes porque sabem que em um ou dois anos vão estar nas ruas. É só observar a reincidência desses adolescentes. O que se discute muito é que a prisão não resolve, mas a liberdade também não resolve. Muito pelo contrário, ajuda a aumentar a gravidade e a sensação de insegurança por parte da população.

Clique aqui para ler a íntegra da entrevista








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