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OU APAGA AS FOTOS OU VAI SER “DAQUELE JEITO”

Em Salvador, PM exige que manifestante lhe entregue celular ou apague imagens da repressão policial. Outro faz ameaça: “posso descobrir onde você mora e aí vai ser daquele jeito“. Medonho!

9 respostas para “OU APAGA AS FOTOS OU VAI SER “DAQUELE JEITO””

  • jornalista says:

    e as lojas de veiculos danificadas quem vai pagar.
    manifestante com mascara e maginal. esses estavm com mascara no garcia em salvador

  • Crítico says:

    PALAVRAS DO GOVERNADOR NA COLETIVA DE IMPRENSA UM DIA DEPOIS “Se houve excesso, quem cometeu será punido”, prometeu.
    Isso mostrado no vídeo é o que governador? È truculência. Excesso, Ditadura, Repressão, Ameaças, Pressão psicológica e Intimidação. E ainda o governador não ter vergonha em falar que: “Se houver excesso”. No dia que a população começar a te tratar desta forma onde te encontrar ai você saberá o que é excesso.
    O povo te elegeu não foi para tratar este povo desta forma terrível. Pois cuide de abrir os inquéritos e punir sim, quem cometeu estes absurdos, porque senão o povo vai te julgar e todo o seu grupo político nas urnas governador. Nas urnas não ficará impune. Isso é excelente, é material de campanha, para mostrar como que você tratava e trata seu povo.
    Se o senhor levasse um spray de pimenta nessa cara lisa e mentirosa o senhor sabia o quanto é ruim e judiante para o ser humano.
    Mas as eleições de 2014, estão chegando governador, seu grupo estará vindo ai e povo vai dá a resposta por isso e muito mais, ai o senhor vai saber como que se julga excesso e truculência.

  • Comunista da Sibéria says:

    Em nome da segurança nacional… “da Bahia” a Guarda Pretoriana do Imperador Jacques Wagner declarou Guerra aos Pixels.Que baixe um Euclides da Cunha em cada cidadão. Munidos de caneta e papel vamos à primeira aula:

    “A luta, que viera perdendo dia a dia o caráter militar, degenerou, ao cabo, inteiramente. Foram-se os últimos traços de um formalismo inútil: deliberações de comando, movimentos combinados, distribuições de forças, os mesmos toques de cornetas, e por fim a própria hierarquia, já materialmente extinta num exército sem distintivos e sem fardas. Sabia-se de uma coisa única: os jagunços não poderiam resistir por muitas horas. Alguns soldados se haviam abeirado do último reduto e colhido de um lance a situação dos adversários. Era incrível: numa cava quadrangular, de pouco mais de metro de fundo, ao lado da igreja nova, uns vinte lutadores, esfomeados e rotos, medonhos de ver-se, predispunham-se a um suicídio formidável. Chamou-se aquilo o “hospital de sangue” dos jagunços. Era um túmulo. De feito, lá estavam, em maior número, os mortos, alguns de muitos dias já, enfileirados ao longo das quatro bordas da escavação e formando o quadrado assombroso dentro do qual uma dúzia de moribundos, vidas concentradas na última contração dos dedos nos gatilhos das espingardas, combatiam contra um exército. E lutavam com relativa vantagem ainda. Pelo menos fizeram parar os adversários. Destes os que mais se aproximaram lá ficaram, aumentando a trincheira sinistra de corpos esmigalhados e sangrentos. Viam-se, salpintando o acervo de cadáveres andrajosos dos jagunços, listras vermelhas de fardas e entre elas as divisas do sargento-ajudante do 39o, que lá entrara, baqueando logo. Outros tiveram igual destino. Tinham a ilusão do último recontro feliz e fácil: romperam pelos últimos casebres envolventes, caindo de chofre sobre os titãs combalidos, fulminando-os, esmagando-os…”

    Tá lá nos Sertões.

  • Ricardo Seixas says:

    Nenhuma democracia de verdade pode carregar o peso de uma Polícia dessas. Não há sustentação possível, nenhum argumento disfarçado de necessidade de manter a ordem pode justificar essa milícia.

    Não há nenhuma legitimidade nessa força repressiva, que todos nós sabemos tratar-se de um entulho da ditadura militar e que a constituição de 88 não jogou na lata de lixo.

    Não bastasse o genocídio praticado diariamente nas periferias das nossas cidades, com o extermínio de pretos e pobres, esses pobres-diabos também agridem jornalistas no exercício legítimo da profissão.

    Não há nada mais caricatural nessa democracia sem povo do que esse lixo chamado Polícia Militar. Queremos uma polícia cidadã, caso contrário, a barbárie vai se instalar.

    São assassinos do nosso povo. Miseráveis que compensam sua dor espancando e matando. O Estado é o culpado dessa indecência.

  • Ricardo Seixas says:

    Daquele jeito, pra quem não sabe, significa chegar de madrugada na casa da pessoa escolhida, pode ser traficante que não pagou pau, pode ser qualquer pessoa marcada pra morrer, meter o pé na porta e, encapuzados, fuzilar.

    Do mesmo jeito que a polícia federal fazia na época da ditadura com os resistentes.

    “Daquele jeito” significa, pra quem não sabe, agir do mesmo modo que os “capitães do mato” agiam. E tinham o respaldo dos senhores e da sociedade que compactuava com esses métodos.

    “Daquele jeito” significa, pra quem não sabe, do jeito impune que nossas autoridades dizem que serão apurados.

    “Daquele jeito significa”, pra quem não sabe, que eu me fodo pra manter a Casa-grande em paz, enquanto eu, um pobre miserável, vindo da senzala, posso me vingar matando quem eu decido que deve morrer. Desde o sono da Casa-grande não seja perturbado.

  • Evandro Costa says:

    É preciso deixar claro que a mídia hegemônica vem manipulando os fatos, editando a luta nas ruas onde prevalece a ação de pessoas que reagem contra a violência policial e mostram isso como se fosse ação de baderneiros.

    Não é bem isso que está acontecendo. A confusão começa, quem sabe iniciada por um infiltrado, e eles passam a espand=car estudantes indiscriminadamente.

    O Estado precisa saber que o monopólio da violência não lhe pertence, caso contrário já teriam dado uma solução para a violência cotidiana que mata em média 50 mil pessoas por ano, em um país que oficialmente não vive uma guerra civil.

    Em um pais que existe um povo cuja natureza a propaganda oficial chama de hospitaleiro, tolerante etc..

    Então por quê agora a violenta e assassina Polícia Militar quer espancar, matar etc…. um povo que só quer que seus direitos sejam respeitados?

  • Ricardo Seixas says:

    Comunista da Sibéria, tá aqui também nesse sertão atual.

    São os mesmos jagunços fardados maltratando o povo. Mas, Canudos resistirá!

    E dessa vez nenhuma barragem virá apagar nossa história. Somos nós a explosão atlântica levando o lixo acumulado no caminho.

    “E a multidão vendo em pânico. E a multidão vendo atônita. Ainda que tarde. O seu despertar”

  • Felipe Camarão says:

    Eventuais excessos da polícia, reprováveis e que devem ser corrigidos, estão sendo usados para blindar, omitir e legitimar atos e ações de bandidos e vândalos que atentam contra a democracia e instauram o caos.
    Essa prática é picaretagem intelectual, com o ranço da esquerda armada que, na época da ditadura, tinha no seu programa a implantação da “ditadura do proletariado” no Brasil, regime ainda mais feroz do foique a ditadura militar no Brasil. A História nos revela que o comunismo matou 100 milhões de pessoas somente no século XX.
    Honestidade numa democracica significa dar condições de trabalho à policia, saneá-la, sem proteger ações de bandidos, desordeiros, vândalos.

  • Cabeça não é só para usar boné says:

    Tudo comunista, até os generais 60/70. Dentre eles o mais comunistão é o Garrastazu, que na verdade deveria ser chamado de Garrastavermelho. Esses comunistas assassinos continuam com suas práticas aniquiladoras e seus jingles bregas. Principalmente aqui em Itabuna.
    Aqui o comunista Wenceslau Junior e seus aliados(todos muito comunistas por sinal) não conseguiram se manter ideologicamente fiéis ao jingle Fazendo a Diferença. São apenas o recheio do pastel de Vento Vane que fomos obrigados a engolir.
    O que isso tem a ver com a policia militar da Bahia e seus abusos? Sei não, é melhor você perguntar em algum Posto de Gasolina do século passado.

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