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editorias


:: 7/jul/2013 . 18:30

ITABUNA LEVA 3 E FICA LONGE DA SÉRIE A

O Itabuna ficou mais longe do retorno à Série A do Baiano de Futebol, há pouco, ao ser dominado e quase sofrer goleada da Catuense, no Estádio Antônio Carneiro, em Alagoinhas. Dono da melhor campanha da fase de classificação, o Azulino levou 3 a 0 na primeira partida das semifinais do Baiano.

Os gols foram marcados por Nem e Jaja. O Itabuna precisará vencer por diferença de três gols para garantir vaga na final e na elite do Baianão 2014. O jogo decisivo será no domingo (14), às 16h, no Estádio Luiz Viana Filho. Na outra partida das semifinais, o Flamengo de Guanambi venceu o Galícia por 1 a 0.

BAHIA E VITÓRIA PERDEM
A tarde de hoje também não foi boa para Bahia e Vitória. No Serra Dourada, o Vitória teve gol mal anulado enquanto o jogo estava 0 a 0. E, no segundo tempo, o Goiás fechou em 1 a 0. O rubro-negro baiano ainda perdeu a chance de liderar o Brasileirão.

Na Fonte Nova, o Bahia levou 2 a 0 do Corinthians. Os gols foram marcados por Alexandre Pato em vacilos de Madson. No segundo gol, o tricolor cortou cruzamento, colocando a bola no pé do corintiano, que chutou no ângulo de Marcelo Lomba.

AOS 88 ANOS, MORRE RADIALISTA YEDO NOGUEIRA

Yedo Nogueira morre aos 88 anos (Foto Acervo Eduardo Anunciação).

Yedo Nogueira morre aos 88 anos (Foto Acervo Eduardo Anunciação).

O radialista Yedo Nogueira, de 88 anos, faleceu às 10 horas deste domingo (7), na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Calixto Midlej Filho, em Itabuna. Comentarista esportivo e comerciário aposentado, Yedo foi vítima de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e estava internado no hospital da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna.

Yedo começou no rádio em 1962, na Clube (hoje Nacional AM), em Itabuna, e também trabalhou na Jornal e Difusora. O jornalista Ramiro Aquino lembra da trajetória do colega e amigo, que “recebeu vários prêmios como melhor comentarista da cidade”.

Nascido em Salvador, Yedo escolheu Itabuna para viver e casou-se com Gilka de Aquino Nogueira, com quem teve Eduardo, Yolanda, Ramayana e André. Além do rádio, Yedo trabalhou como comerciário na Correa Ribeiro, aposentando-se.

O corpo do radialista será velado no SAF, na Avenida Juca Leão, em frente ao Grapiúna Tênis Clube, em Itabuna. O enterro está marcado para as 10h desta segunda (8), no Cemitério Campo Santo.

UNIVERSO PARALELO

COMO DEUS AMOU A JACÓ E ODIOU A ESAÚ?

Ousarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.br

1Esaú e JacóA forma preposicionada do verbo amar, aqui referida há dias, possui uma exceção muito nobre, que não foi citada. É que o Livro Sagrado dos católicos (no qual se esperava o respeito à regra de amar a Deus) abriga, em Romanos 9:13, esta joia de tradução: “Amei a Jacó, e odiei a Esaú”, palavra de Deus. A expressão, incompatível com um ser de infinita bondade, incapaz de abrigar o ódio (segundo os que Nele creem e O explicam), suscitou variadas interpretações. Destaca-se entre elas a do respeitado teólogo John Murray, no livro Romanos, resumida a seguir.

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“Sem malícia, perversidade ou vingança”

Para o exegeta (nascido na Escócia, em 1898), não se pode dar a esse ódio divino as mesmas características do ódio exercido pelo homem mau. “No ódio de Deus não existe qualquer malícia, perversidade, vingança, rancor ou amargura profanos”, diz o estudioso. Ele acrescenta que “o tipo de ódio assim caracterizado é condenado nas Escrituras, e seria uma blasfêmia atribuí-lo ao próprio de Deus.” E assim vão os crentes tentando explicar as profundas contradições do seu livro-texto, nem sempre com êxito. Voltemos, então, ao verbo, sem intenção de trocadilho.

Noel: “Jurei nunca mais amar ninguém”

Se Cartola escreveu “Não quero mais amar a ninguém”, ferindo a regra, e Pixinguinha foi pelo mesmo caminho, com “Amar a uma só mulher/ deixando as outras todas”, há exemplos do emprego “certo” do verbo: Noel Rosa (na charge de Pedro Thiago) grafou “Jurei nunca mais amar ninguém” e Dora Lopes (na voz de Noite Ilustrada) quase repete o Poeta da Vila, com “Jurei não amar ninguém”. Na poesia, abramos ala para a lusitana Florbela Espanca, que cultua a forma “clássica”: “Eu quero amar, amar perdidamente!/ Amar só por amar: aqui… além…/ Mais este e aquele, o outro e toda a gente…/Amar!  Amar!  E não amar ninguém!”

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ESPUMA RAIVOSA CAINDO SOBRE A GRAVATA

Eu que (quem acompanha esta coluninha sabe) não sou chegado a tevê, recebi de uma gentil leitora a sugestão de dar uma olhada no comentário de Arnaldo Jabor (Jornal da Globo, 12 de junho). Encontrei a preciosidade nos arquivos do Google. Trata-se, todos sabem, de um cineasta (ou ex-cineasta) que se fez popular na última campanha presidencial, pelo uso que a direita faz do seu discurso raivoso. Desta vez, falando sobre as manifestações de rua, ele se superou. Juro a vocês que lhe vi a espuma a escorrer pela a gravata. Felicitando-me por ainda considerar a tevê uma “máquina de fazer doido”, anotei umas frases da fala do homem.
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“Revoltosos não valem nem 20 centavos”
Protesto passagem em Itabuna foto Pimenta www.pimenta.blog.brÓdio puro: “No fundo, tudo é uma imensa ignorância política, burrice misturada a um rancor sem rumo”. Falso desconhecimento: “Se vingam de quê?” Brincando de ser inteligente: “A causa deve ser a ausência de causa”. Em defesa do interesse da Globo: “Por que não lutam contra a PEC 37?” A face da direita: “Esses caras vivem no passado de uma ilusão. Eles são a caricatura violenta da caricatura de um socialismo dos anos 50, que a velha esquerda ainda defende aqui”. A explosão final: “Realmente, esses revoltosos classe média não valem nem 20 centavos”. Depois perguntam por que a Globo estava na lista dos protestos.

ENTRE PARÊNTESES, OU…

Pra não dizer que só falo de espinhos
Aos que me acusam de muito falar mal da mídia – alguns afirmam que caço erros, uma injusta inversão, pois são os erros que me perseguem – vai aqui o que pode ser uma surpresa: o signatário desta coluna é leitor de cabresto de um certo Ricardo Ribeiro, que no Pimenta publica, volta e meia, análises sobre o nosso conturbado viver quotidiano. O defeito do estilo de Ricardo está em não publicar com a frequência que eu gostaria. Ou não. Talvez essa falta de vocação para arroz de festa contribua para fazê-lo avis rara, ou vinho de safra incomum, trigo que se sobressai ao joio. Importa é que a linguagem clara, a lucidez do texto e a visão crítica do autor o levantam ao nível dos “clássicos” do jornalismo regional.

ÂNGELA E A LUZ DIFUSA DO ABAJUR LILÁS

7Ângela MariaO nome é Abelin Maria da Cunha, apelido Ângela Maria, ex-vocalista de coro de igreja que, escondida da família, se apresentava em shows de MPB. Cantou durante quase 70 anos, de 1945 até hoje. E cantou tudo o que lhe caiu às mãos: o verso clássico de Ari Barroso e Noel Rosa, rimas ricas e indigentes, dores de amores derramados ou contidos, a deliciosa cafonice da “luz difusa do abajur lilás que nunca mais irá iluminar outras noites iguais”. Cantou famosos e anônimos, transformou desconhecidos em clássicos, foi de Capiba a Chico Buarque, de Dolores Duran a Paulo Vanzolini. Cauby Peixoto disse que com ela aprendeu a cantar os “finais” das canções. Elis Regina diz que deve a Ângela Maria ser cantora.
Vítima de roubo, agressão e humilhação
Discreta, Ângela não alardeia seus nove casamentos e que seus maridos a submeteram a humilhações, agressões físicas e prejuízos financeiros, quase a levando ao suicídio. No fim dos anos 60, em desespero, mudou-se do Rio para São Paulo, mas continuou sendo roubada, caindo ao estado de grande pobreza. Deu a volta por cima, com uma nova união, a décima (conviveu por 33 anos e casou-se em maio último). Diz que seu melhor amigo sempre foi Cauby Peixoto (ele já confessou ser apaixonado por ela – e que só não se casaram porque ele chegou “atrasado”, Ângela já estava casada). No vídeo, o depoimento de Elis Regina e o canto inconfundível da Sapoti (show da TV Globo, em 1980).

(O.C.)

SAULO LANÇARÁ CD SOLO EM SETEMBRO

No show em Ilhéus, Saulo anuncia primeiro CD solo em setembro (Foto Pimenta).

No show em Ilhéus, Saulo anuncia primeiro CD solo em setembro (Foto Pimenta).

O cantor Saulo Fernandes anunciou para setembro o lançamento do primeiro disco da sua carreira solo. O músico deixou a Banda Eva em fevereiro, no Carnaval de Salvador.

Ontem à noite (6), Saulo foi uma das atrações da quinta edição do Festival Internacional do Chocolate e Cacau da Bahia, em Ilhéus. O evento será encerrado neste domingo (confira programação do festival).

A apresentação na Concha Acústica (Arena Chocolate) teve quase duas horas de duração. No palco, Saulo “mandou” uma combinação de músicas do período em que liderava a Eva, composições que estarão no CD solo e sucessos nas vozes de Jau, Edson Gomes e Adriana Calcanhoto.

TRIVELA

Saulo retornará a Ilhéus um mês após o lançamento do CD solo. O músico antecipou que será uma das atrações do Trivela de Ilhéus, em outubro, junto com Asa de Águia e Trio da Huanna.

ITABUNA DISPUTA SEMIFINAL AMEAÇADO PELO “TAPETÃO”

O Itabuna começa a decidir hoje, às 16h, o seu futuro no futebol baiano em partida contra a Catuense. Válida pelas semifinais da Segundona, a partida será disputada no Estádio Antônio Carneiro.

Dono da melhor campanha da fase de classificação, o Azulino decidirá a vaga na final em casa, no dia 14, às 16h, no Estádio Luiz Viana Filho (Itabunão). Os dois finalistas ascendem à “elite” do Estadual.

Porém, o time sul-baiano poderá enfrentar batalha nos tribunais esportivos. Após anunciar desistência, o Colo-Colo, de Ilhéus, decidiu ingressar com recurso contra o Itabuna. O Azulino chegou a jogar com patrocínio da Rádio Difusora na Segundona (relembre aqui).



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