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:: 14/jul/2013 . 23:40

MPL PROMETE OCUPAR GOVERNADORIA E PREFEITURA DE SALVADOR

Os integrantes do Movimento Passe Livre definiram hoje (14) um calendário de mobilizações e atos em Salvador para os próximos 30 dias. A reunião deste domingo ocorreu no Passeio Público.

Ainda sem definição de data, o MPL fará ocupação da Governadoria, Câmara de Vereadores e Prefeitura nos próximos dias.

Outra decisão tomada hoje foi a abertura de diálogo com estudantes das escolas do Ensino Médio na capital e buscar o apoio da população com a realização de atos nos bairros.

Já no dia 13 de agosto, para comemorar os 10 anos do Movimento do Buzu, haverá exibição de filme sobre o movimento.

O MPL cobra a redução de tarifa de ônibus, passe livre para estudantes, extinção de taxa para renovar o SalvadorCard, ônibus circulando 24h e ampliação para 217 quilômetros de ciclovias na cidade, além da criação do bilhete único que permita 4 viagens no prazo de até 3 horas. A pauta é extensa (relembre aqui). Marival Guedes, de Salvador.

ITABUNA GANHA, MAS ESTÁ FORA DA ELITE

O Itabuna tinha uma missão (quase) impossível. Após perder para a Catuense por 3 a 0 em Alagoinhas, o Azulino precisava vencer pela mesma diferença de gols hoje, no Estádio Luiz Viana Filho (Itabunão). Luizinho até que deu esperanças à torcida ao fazer 1 a 0 aos 10 minutos do 2º tempo.

Os minutos passavam. O desespero aumentava. E o apito final do árbrito Arilson Bispo da Anunciação deixava claro que o sonho de retorno à elite do Campeonato Baiano em 2013 havia chegado ao fim. E, desta forma, a Catuense fará a final da Segundona com o Galícia. As duas equipes sobem para a Série A. Ao Itabuna, resta a disputa de outra Série B, agora em 2014.

VITÓRIA DERROTA SÃO PAULO

Mais de 400 quilômetros dali, outro time baiano fez valer o mando de campo e derrotou o São Paulo, de virada, por 3 a 2, com dois gols de Maxi Biancucchi e um de Dinei, que empatou o jogo em 1 a 1. Um dos mais belos lances do jogo foi o segundo gol do São Paulo. Rogério Ceni mandou a bola no ângulo em cobrança de falta.

O resultado no Barradão deixou o Vitória, momentaneamente, na vice-liderança do Brasileiro, com 13 pontos. O próximo desafio do Vitória no Brasileirão 2013 será o BaVi, na Fonte Nova, no domingo (21).

ANDERSON SILVA, A LIÇÃO DO OCTÓGONO E A LIÇÃO DAS RUAS

helenilson-chaves1Helenilson Chaves

As ruas estão mostrando claramente que os que se portarem na vida pública como Anderson Silva se portou no octógono terão o mesmo destino: o inapelável nocaute nas urnas.

Quem assistiu à derrota do brasileiro Anderson Silva para o norte-americano Chris Weidman, válida pelo título dos pesos médios do UFC, pôde constatar como é possível uma pessoa ser derrotada não por um adversário mais capaz e preparado, mas por si própria.

Anderson Silva perdeu para ele próprio. O golpe demolidor de Chris praticamente surgiu de um pedido de Anderson, tamanha facilidade que ofereceu ao adversário. Tivesse golpeado a si próprio após dois rounds de puro exibicionismo e o espanto do mundo talvez fosse menor.

O exibicionismo foi um dos pecados de Anderson Silva na luta que lhe custou o título e manchou uma carreira até então irretocável.

Mas não foi o único. Anderson  Silva não se contentou em exibir-se para o planeta através das câmeras de televisão. Fez mais do que isso: brincou, tripudiou e tentou humilhar Chris Weidman, como se fosse o único senhor do octógono e que vencer a luta era mero detalhe.

O soco demolidor de Chris Weidman mostrou que não era.

Anderson Silva beijou a lona e agora terá que rever conceitos caso queria dar a volta por cima.

A bazófia de Anderson Silva é a perfeita  analogia de alguns governantes brasileiros, que ao longo das últimas décadas insistiram em tripudiar sobre o povo brasileiro e hoje começam a receber a resposta nas ruas.

Esse não é um problema inerente apenas à presidenta Dilma Rousseff, mas o acúmulo de uma revolta adormecida, em que os jovens se libertaram e assumiram a verdade histórica de que o povo elege e exige que seu voto seja honrado.

A arrogância, a empáfia e a sensação de estar acima do bem e do mal, custaram caro a Anderson Silva e vai custar caro a quem acha que pode brincar com o povo brasileiro.

As ruas estão mostrando claramente que os que se portarem na vida pública como Anderson Silva se portou no octógono terão o mesmo destino: o inapelável nocaute nas urnas.

Helenilson Chaves é diretor-presidente do Grupo Chaves.

PALESTRA ESCLARECE DÚVIDAS DE PROPAGANDISTAS FARMACÊUTICOS

Raimundo Mariah, Andirlei Nascimento e o diretor

Raimundo Mariah, Andirlei Nascimento e o diretor Joelson Barbosa.

Vendedores da área farmacêutica se reuniram ontem em Itabuna para celebrar o Dia do Propagandista Farmacêutico (14 de julho). Além de confraternização, os profissionais assistiram a uma palestra do presidente da OAB de Itabuna, Andirlei Nascimento.

O dirigente da OAB esclareceu dúvidas na área do Direito do Trabalho relacionadas ao propagandista farmacêutico. O evento foi organizado pelo sindicato da categoria, o Sindven, em uma churrascaria de Itabuna.

José Raimundo Mariah Dias, presidente do Sindven, disse que a categoria já é reconhecida desde 1975. “Agora nosso objetivo é estarmos cada vez mais próximos da comunidade”.

DE DISCURSOS E RENÚNCIAS

marivalguedesMarival Guedes | [email protected]

O ex-governador falou mais alguns minutos e encerrou com  palavras de estímulo: “Continuem esta luta por uma sociedade livre e justa”. Novamente aplaudido de pé.

Na audiência pública realizada pela Câmara, atendendo solicitação do Movimento Passe Livre (MPL) Salvador, mais de 300 entusiasmados jovens lotavam o Centro de Cultura.  Foram 50 oradores, cada um com direito a três minutos, tempo controlado rigidamente pelo presidente do legislativo, Paulo Câmara.

Havia integrantes de vários partidos, outros que se autodenominam independentes e os antipartidários. Vários deste último grupo, bastante raivosos, os mais barulhentos. Muitas vezes as vaias impediam o pronunciamento, sendo necessária a intervenção do coordenador.

Mas quando um orador iniciou seu discurso, o silêncio foi total. Lembrando o que escreveu o compositor maior, naquele momento ouviríamos o barulho de “uma lágrima a cair no chão”. O vereador Waldir Pires (PT) começou elogiando os jovens e lembrou que começou aos 16 anos na luta contra o nazismo, de posição racista.

Waldir Pires hoje é vereador na capital baiana (Foto Paulo Macedo/BocãoN).

Waldir Pires hoje é vereador na capital baiana (Foto Paulo Macedo/BocãoN).

Falou da interrupção da democracia, com o golpe militar, quando muitos foram vítimas do exílio, torturas e assassinatos. Disse que continua na política (ele está com 86 anos), porque é a única forma de civilização humana de se transformar toda a sociedade.

Comemorando este novo momento, disse: “De repente vocês explodem e  me deixam muito feliz”. Quando o coordenador da mesa avisou que o tempo estava se esgotando, a plateia de jovens do MPL se levantou e pediu para deixá-lo continuar. O ex-governador falou mais alguns minutos e encerrou com  palavras de estímulo: “Continuem esta luta por uma sociedade livre e justa”. Novamente aplaudido de pé.

A RENÚNCIA

Conheço pessoas que não perdoam Waldir Pires por ter renunciado ao governo do estado em 1989, dois anos após a posse, para ser candidato a vice-presidente da República na chapa de Ulisses Guimarães, passando o cargo para o vice, Nilo Coelho. Certa vez, numa visita que ele fez à TV Cabrália  perguntei, ao lado do então superintendente Ramiro Aquino, sobre a renúncia e expus os comentários dos bastidores.

“Professor são três as hipóteses que circulam sobre a renúncia: 1º) Que já havia este acordo com Nilo Coelho. 2º)  que o senhor recebeu dinheiro. 3º) Que teve medo de morrer”.

(À época circulou uma informação sobre um atentado à vida dele. Foi encontrado um mapa geográfico no tanque de combustível do avião do estado, momentos antes do seu embarque.)

Waldir respondeu com a serenidade que o caracteriza: “Meu filho, não havia acordo, quem quer dinheiro fica no poder e quem tem medo não enfrenta uma ditadura. Renunciei por que acreditava que o doutor Ulisses ganharia a eleição, pois tínhamos 22 governadores do PMDB.”

CIRCUNSTÂNCIAS

Waldir  não tomou decisão de última hora. A escolha para ser o candidato do partido era através do voto em dois turnos. Na convenção Nacional do PMDB, além do então governador da Bahia, havia na disputa Ulisses Guimarães Iris Resende e Álvaro Dias. Ulisses e Waldir foram os dois mais votados, com Ulisses na frente. Para evitar o segundo turno, que poderia gerar uma divisão, o partido entrou em consenso e Waldir Pires ficou na vice, prevalecendo a lógica do mais votado. Talvez hoje Waldir argumente, “ eu sou eu e minhas circunstâncias”.

Marival Guedes é jornalista.

UNIVERSO PARALELO

UM AMOR COM CHORO, GRITOS E CLAMORES

Ousarme Citoaian | [email protected]

1Ilhéus

De ótimo texto sobre Ilhéus, assinado por Gerson Marques (“Oração para a bela e triste senhora do atlântico”, aqui no Pimenta na Muqueca), esta coluna reproduz um trecho: “Não existe uma só Ilhéus, existe uma Ilhéus dentro de cada um que a ama, que a conhece, que em suas fontes bebe, que em suas curvas se perde. Assim sendo, não se ama essa terra de uma única forma, ama-se por vezes chorando, clamando e gritando, ama-se na contradição, na expressão do verbo, no suor do trabalho, na tristeza do filho perdido, na dor dos sonhos fruídos, na ausência de carinho, mas também na paixão infinita”. Tem mais, a seguir.

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Restam as ruínas do passado glorioso

“Aqui, parece se odiar para amar, vê-se em seus filhos eleitos a ausência completa de amor por ti, vê-se no lixo jogado à rua, na insanidade dos mangues invadidos, nas obras tortas de mau gosto que triunfam sobre suas ruínas de passado glorioso, no desprezo das autoridades à decência de seu povo, na usura pútrida de quem imagina enganar as massas com sorrisos vazios e promessas furtivas, vê-se em verdade uma completa falta de respeito por sua feminilidade atlântica, sua essência de deusa, seu esplendor de musa, suas curvas de rainha.” Um momento feliz, uma saudação merecida a esta terra-mãe da região cacaueira, um grito contra filhos que a desmerecem.

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DE CHEIROS, SABORES E MEMÓRIAS ANTIGAS

3CheiroÀ sombra dos laranjais, último romance de Marcos Santarrita (1941-2011), ainda inédito, teve como título provisório Cheiro bom de mulher, o que me remeteu, já não digo a uma pesquisa, mas a rápida reflexão sobre o tema. Se existe um cheiro típico de mulher, e que importância tem esse cheiro foram as motivações deste “pesquisador”. Não, não saí por aí a farejar louras, morenas, negras e ruivas (quem me dera!), mas me vali de observações de terceiros e da minha própria memória olfativa (ai, meu Deus!), que está mais viva do que imaginava minha vã e pessimista filosofia.
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Mulher possui cheiro “indescritível”
Concluí que mulher possui cheiro exclusivo, capaz de ser percebido mesmo que estejamos de olhos fechados. E é tão único quanto uma impressão digital: Ana cheira diferente de Maria, que não exala o mesmo perfume de Francisca, enquanto esta tem pouco a ver com Madalena… mas todas cheiram tão bem, graças a Deus! Cheiro de mulher não se descreve. Talvez seja uma mistura de perfume propriamente dito com sabonete, creme para a pele, xampu, esmalte de unha, batom e demais ingredientes que vocês imaginem. Digo que a parte feminina mais cheirosa é o pescoço, e provo lembrando quanto pescoço vejo cheirado em público.
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5Salto altoCheiro bom montado em sapato Luiz XV

Alguém um pouquinho mais desocupado do que eu procurou saber o que nas mulheres mais atrai os homens (a pesquisa não permitia palavrões) e encontrou o cheiro na ponta da tabela. Houve respostas que tangenciaram a tara e adentraram o fetiche: existe nego vidrado em biquíni, uns se sentem atraídos por mulher burrinha, outros preferem o tipo “cabeça”, houve um cara que destacou “a capacidade de chorar”, outro se disse “fissurado em mulher que sabe… ouvir!” e por aí vai. Transportando-me para a pesquisa (nunca me ouvem nessas entrevistas!) eu apontaria nas mulheres não um atrativo, mas dois: cheiro bom e sapato alto.

 

ENTRE PARÊNTESES, OU…

Entre a moralidade e a esperteza
Aviões da FAB cruzam os céus, no afã de transportar autoridades em dolce far niente. E o presidente do STF, Joaquim Barbosa, equipara-se a Renan Calheiros e outros useiros e vezeiros em espertezas: viajou ao Rio, com dinheiro do Tribunal, para assistir ao jogo Brasil x Inglaterra. “Joaquim Barbosa?” – perguntaria a gentil e desinformada leitora. Ele mesmo, aquele que analistas apressados elevaram ao panteão dos heróis nacionais. À mente me vem uma reflexão do humorista Stanislaw Ponte Preta, cinquentenária, mas atual como se fosse nascida ontem: “Ou restaure-se a moralidade ou nos locupletemos todos.” Até tu, Quincas?

SOM DE IPANEMA QUE CONQUISTOU O MUNDO

7Tom Getz Gilberto
Garota de Ipanema é canção clássica da MPB, eternizada no disco fundamental, já comentado aqui, Getz/Gilberto, fruto da implicância de João Gilberto (na foto, com Tom Jobim e Stan Getz), em 1964. É um dos temas mais gravados do mundo, tendo registros de Pery Ribeiro (o primeiro, em 1962), Astrud Gilberto (no LP referido), Frank Sinatra, Cher, João Gilberto, Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, Amy Winehouse, Roberto Carlos, Gal Costa, Madonna, Toquinho e outros. Até uma certa Xuxa se permitiu um atentado contra esse texto sagrado – numa novela (da Globo, é óbvio). Dizem ser a segunda gravação mais tocada do mundo, vencida somente por Yesterday, dos Beatles.
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Tom Jobim, no auge da fama, em 1967
É pouco divulgado que Vinícius titulou a canção como Menina que passa, cuja letra pouco inspirada falava de um sujeito que “vinha cansado de tudo/ de tantos caminhos/ tão sem poesia/ tão sem passarinhos…” , para descambar nesta quadra: “Eu vi a menina/ que vinha num passo/ cheio de balanço/ caminho do mar”. Tom e Vinícius não gostaram desse resultado e, mais tarde, ao ver passar o balanço de Helô Pinheiro, o poetinha fez a letra definitiva. O vídeo mostra Tom no auge da fama, ao gravar o disco Francis Albert Sinatra e Antônio Carlos Jobim, em 1967. Uma curiosidade é Tom ao violão, quando o público se habituou a vê-lo ao piano ou à flauta transversal.

(O.C.)

FORA DO PRAZO

Programada para 28 de julho, a reinauguração do Restaurante Popular deve ficar para depois. Parte da obra precisou ser refeita para garantir acessibilidade a pessoas portadoras de deficiência ou não estava dentro dos padrões de segurança. Para completar, a aquisição e reparo de equipamentos registra atrasos.

O restaurante é a única obra anunciada para o aniversário. A saída, para a data, será o anúncio de pacote de obras com os quase R$ 23 milhões em caixa acumulados desde o primeiro mês de governo.

Este pacote é tido, internamente, como a salvação para 2013, contemplando obras de urbanização em bairros pobres, como Vila Anália e Novo Horizonte, além de reforma de praças.






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