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:: 7/set/2013 . 20:41

BEROLA SAI DO BANCO E ARRANCA EMPATE PARA O ATLÉTICO

O bueraremense Neto Berola saiu do banco de reservas na metade do segundo tempo de jogo no Barradão para garantir o empate para o Atlético-MG diante do Vitória, no Brasileirão 2013.

O rubro-negro vencia o jogo da última rodada do primeiro turno até os 41 minutos, quando Berola aproveitou bola recebida no meio da entrada da grande área e tocou no cantinho e fez 1 a 1.

O Vitória vencia com gol de Marquinhos, feito o primeiro tempo. A zaga atleticana tentou recuar bola em campo encharcado. E sobrou para o rubro-negro conferir. 1 a 0. Seria o primeiro triunfo do time baiano, após quatro rodadas. Não deu.

O rubro-negro acaba o primeiro turno em 12º lugar, mas ainda pode ser ultrapassado por outros times no complemento da rodada, amanhã. O Atlético-MG fica em 16º lugar.

BAHIA PERDE MAIS UMA

O Bahia até que segurou o Fluminense no primeiro tempo, quando construiu as melhores oportunidades do jogo. Não fez. Acabou punido no segundo tempo, quando o adversário cobrou falta sem formação de barreira e Biro-Biro aproveitou rebote para marcar. Fluminense 1 a 0 Bahia. O Bahia é o 13º colocado e o Fluminense está na 14ª colocação.

A POESIA DE VINÍCIUS NA AVENIDA

"A vida é a arte do encontro, embora haja tantos desencontros pela vida" (foto Pimenta)

“A vida é a arte do encontro, embora haja tantos desencontros pela vida” (foto Pimenta)

A homenagem a um dos ícones da cultura brasileira deu o tom do desfile cívico em Itabuna e abriu alas à criatividade dos participantes. Na avenida, poemas de Vinícius de Moraes eram declamados por estudantes e as letras de canções inesquecíveis apareciam em imagens, como a casa muito engraçada, o girassol que vira um gentil carrossel, a Arca de Noé, a Praia de Itapuã e a garota de Ipanema.

Clique no link abaixo para ver mais fotos do desfile:

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CHUVA E TEMOR DE PROTESTOS AFASTAM PÚBLICO DO 7 DE SETEMBRO

Chuva em Ilhéus e Itabuna e o temor de protestos nas duas maiores cidades do sul da Bahia afastaram o público do desfile cívico do 7 de Setembro. Em Ilhéus, o desfile foi no estilo “relâmpago”, tendo apenas a participação de militares, Ordem Demolay e estudantes do Colégio Militar.

Em Itabuna, o público é o menor dos últimos anos, apesar da participação maciça de escolas estaduais e municipais. Para o encerramento do desfile, está previsto o “Grito dos Excluídos”, puxado pelos movimentos sociais e o Comando Popular Itabuna, que cobra a redução na tarifa de ônibus e melhoria nos serviços públicos.

O desfile em Itabuna caminha para o final. Apesar da polêmica do palanque, se na Praça Camacã ou na Adami, acabou prevalecendo a tradição: o palanque oficial ficou mesmo na Camacã.

PROTESTO IRREVERENTE NO DESFILE EM ILHÉUS

Danilo Oliveira, do Reúne Ilhéus, encarnou Jabes Ribeiro, confrontado com o contrato do transporte coletivo (Foto Maurício Maron/Jornal Bahia Online).

Danilo Oliveira, do Reúne Ilhéus, encarnou Jabes Ribeiro, confrontado com o contrato do transporte coletivo (Foto Maurício Maron/Jornal Bahia Online).

Do Jornal Bahia Online

As semelhanças físicas entre o prefeito de Ilhéus Jabes Ribeiro e o militante do Movimento Reúne Ilhéus, Danillo Oliveira, transformaram o desfile do Sete de Setembro em uma grande diversão em Ilhéus, agora pela manhã. Em um paletó, segundo ele, de marca pra lá de famosa, Danillo encarnou o prefeito de fato e de direito e levou “Jabes” para liderar o desfile do Movimento, hoje a principal dor-de-cabeça do prefeito.

Thiago Pacheco apresenta as "marcas" deixadas pela "Família Gurita" (Foto Maurício Maron/Bahia Online).

Thiago Pacheco apresenta as “marcas” deixadas pela “Família Gurita” (Foto Maurício Maron/Bahia Online).

Ao invés de violência, o movimento apostou na irreverência. Estudantes de olhos pintados, “vítimas” da agressão da Câmara de Vereadores, carregavam faixas questionando  qual independência estava, ali, sendo comemorada. Um caixão era carregado enquanto estudantes choravam. “Se a pergunta é Independência ou morte, acreditem, é morte. A cidade morreu. Estamos promovendo o velório”, afirmavam.

A única intervenção da Polícia foi no sentido de que alguns manifestantes retirassem máscaras. Mas o pedido não foi atendido. Em alguns momentos, o grupo parava e explicava os motivos da manifestação. “Estamos resistindo pela cidade, pela melhoria do nosso transporte”. Aplausos vinham das sacadas de prédios e das poucas pessoas que insistiram em acompanhar na chuva o desfile oficial, que contou apenas com militares, ordem Demolay e estudantes do Colégio da Polícia Militar.
Confira imagens e mais informações do desfile em Ilhéus no Jornal Bahia Online

SUPOSTOS…

Entre os que contestam a real existência de tupinambás no sul da Bahia, convencionou-se chamá-los de “supostos índios”. Por outro lado, os que defendem a causa indígena rebatem, chamando pequenos produtores de “supostos fazendeiros”.

No grupo mais equilibrado, prevalece o entendimento de que existem índios e produtores de verdade, assim como falsificações nas duas trincheiras.

Repórteres que cobrem o conflito em Buerarema já detectaram, por exemplo, figuras “estranhas” nas manifestações de produtores na BR-101.

Entre os mais violentos, há manifestantes que aparentam estar sob efeito de drogas e exibindo aquelas tatuagens que bandidos utilizam para indicar a facção a que pertencem ou a modalidade de crime na qual são especialistas.

Esses são, de fato,  “supostos fazendeiros”, e há suspeita de que vêm sendo contratados e pagos para ultrapassar os limites nos protestos. Leia-se: incendiar carros, promover saques e agredir pessoas. No outro lado do campo de batalha, há também informações sobre muitos não-índios infiltrados e formação de milícias.

Uma certeza que fica no ar: quanto mais “supostos” se envolvem no conflito, mais este se afasta da solução.

camara itabuna






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