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ILHÉUS: PORQUE O TURISMO #nodecola

manuela berbert3Manuela Berbert | manuelaberbert@yahoo.com.br

Enquanto as praias mais simples de Barra Grande e Porto Seguro oferecem cadeiras e até poltronas confortáveis, artesanais ou de design arrojado, a maioria das barracas de praia de Ilhéus ainda oferece uma estrutura física de deixar qualquer cidadão entristecido

#novantagem Recebo emails com promoções de passagens o dia todo, todos os dias, e quase nunca vejo Ilhéus na parada. Dificilmente uma companhia aérea inclui Ilhéus nas suas listinhas promocionais. A conta é simples: se é mais fácil e mais barato sair do estado ou do país por Salvador, chegar também é. Comuniquem-se com o mundo, autoridades!

#noatração Se o Batuba Beach não produzisse aquelas festinhas de final de ano, com atrações conhecidas nacionalmente, o que seria do verão de Ilhéus? Chega meado de janeiro e fevereiro e não há o que fazer por lá. Em dias normais, às 23 horas não há onde gastar a energia que a gente guarda durante o ano para gastar nas férias. Apenas uma casa noturna lotadíssima faz a alegria da galera. Nos demais bares, restaurantes e pizzarias chegam ao ponto de apagar as luzes para que o cliente “entenda” que está na hora de tirar a soneca. Invistam, autoridades!

#noconforto Se o turista ilheense quiser conforto nas belíssimas praias, que leve sua cadeirinha de casa. Enquanto as praias mais simples de Barra Grande, Morro de São Paulo e Porto Seguro oferecem cadeiras e até poltronas confortáveis, artesanais ou de design arrojado, a maioria das barracas de praia de Ilhéus ainda oferece uma estrutura física de deixar qualquer cidadão entristecido, com cadeiras de plástico emprestadas das cervejarias, muitas danificadas. Isso, claro, quando não somos surpreendidos com banquinhos de madeira com um preguinho enferrujado aparente. Organizem a parada, autoridades!

#noinvestimento Se o turista ilheense, hospedado no centro da cidade, tiver vontade de praticar algum esporte ao ar livre, ele que se organize para fazê-lo antes das 17h. A Avenida Soares Lopes, dona de uma área belíssima e aconchegante para caminhadas e corridas, fica completamente escura ao anoitecer. Acendam a luz do progresso, Autoridades!

Manu Berbert é publicitária e colunista do Diário Bahia.

21 respostas para “ILHÉUS: PORQUE O TURISMO #nodecola”

  • Tiago Silva says:

    Permita-me discordar de sua avaliação publicitária e jornalista Manuela Berbert,

    A atividade de turismo não deve ser a razão de existir de nenhuma cidade, pois o turismo cria uma economia frágil para acidade, sazonal e, principalmente, concentrador de renda que em nada favorece aos moradores das cidades. A economia se torna frágil, pois fica balizada pela sobra de disponibilidade econômica das pessoas por não ser um serviço essencial – o que é muito afetada por crises econômicas. É sazonal, ou seja, tem excesso de demanda em determinados meses do ano e tem baixa na maioria dos meses do ano. E é concentrador de renda pelo fato de quem ganha com o turismo são os grandes empresários (que muitas vezes pertencem a grupos estrangeiros ou pessoas de outros estados). A população local apenas sobraria os subempregos que o turismo proporciona e mesmo assim sem estabilidade no emprego durante o ano.

    Outro equívoco é sugerir que a responsabilidade sobre o turismo seria das “Autoridades” (que é entendido como Autoridades Públicas). Esse pensamento está equivocado para a maior parte dos temas que cita (“novantagem”, “noatração” e “noconforto”), pois a responsabilidade nesses casos seria dos empresários que teriam exclusivamente o lucro de seus negócios. A responsabilidade da prefeitura, por exemplo, é o de organizar, criar regras e fiscalizar se os empresários estão cumprindo a legislação sanitária, ambiental, trabalhista, tributária e social.

    Em relação ao tema “noinvestimento”, a função das “Autoridades é trabalhar para a sua população e não apenas para Turistas. E está claro que os gestores dessa prefeitura (e dos últimos 20 anos) demonstram muita incompetência para direcionar o dinheiro arrecadado de todos os cidadãos com nossos impostos tanto para investimentos turísticos (que acredito que deveriam ser exclusivamente privado) como para a cidade e seus moradores de forma eficiente.

    Penso que se o orçamento público fosse gasto para os cidadãos com investimentos em infra-estrutura urbana, pavimentação de ruas, iluminação, reforma das orlas, criação de espaços de convivência, segurança, promoção da cultura gratuita para a população e com postos de saúde e hospitais prontos para a prestação de serviço público eficiente para todos (cidadãos da cidade e os turistas)… seria muito melhor que direcionar esse orçamento derivado dos impostos da população local apenas para beneficiar turistas (que apenas iriam “usar” Ilhéus)!!!

    Acredito que o fracasso de Ilhéus foi ter insistido tanto com investimentos públicos para o turismo e assim continuar sendo uma cidade dependente e desigual. É um assunto que merece um debate, mas acredito que as cidades que mais cresceram em turismo foram as que tiveram gestores que investiram na cidade e nos seus cidadãos.

    Assim, caso os cidadãos de Ilhéus tivessem empregos com maior valor intelectual agregado e consequentemente maior poder aquisitivo, a cidade teria muitos mais serviços e opções de lazer (e o ano todo). Imagine se os gestores de Ilhéus tivessem feito uma gestão como a que foi feito nos últimos 20 anos em cidades como Vitória da Conquista, Petrolina, Mossoró, Sobral… e ainda com as belezas naturais que tem em Ilhéus e região: com certeza teríamos o dobro de turistas e, principalmente, teríamos uma Ilhéus mais organizada, segura, com saúde eficiente, menos desigualdade e os seus cidadãos com um maior poder aquisitivo que influenciará no surgimento de serviços melhores e mais opções de lazer… para também a população de Ilhéus e para o ano todo.

  • Tiago Silva says:

    #NoÔnusPúblicoeBônusPrivado

    ou

    #NoDinheiroPúblicoParaEmpresárioLucrar

    ou

    #NoPrefeituraProTuristaeQueEsqueceDoCidadão

  • Ponto G says:

    Manu,

    Vc esqueceu apenas de mencionar o péssimo atendimento em todas as praias do nosso lindo litoral… Uma pena!!! Cursos de atendimento ao cliente urgente, autoridades!!!

  • Genilson Barreto says:

    Tenho observado todas essas mazelas em Ilhéus. Infelizmente as autoridades de Ilhéus pensam com o bolso e não com a cabeça. Sugam até o último leite da vaquinha que já esta bastante debilitada, se eles pensassem com cabeça daria um pouquinho de alimento para a vaquinha e ela ficaria um pouco mais gorda e consequentemente teria mais leite para eles e para os cidadões Ilheense.

  • Cidadã Indignada says:

    Essa é mais pura verdade Berbert. Por que isso ocorre em nossa região? Ao visitarmos qualquer outra região turística do nosso País, ficarmos deslumbrados, especialmente com a forma com que as pessoas valorizam a história de seu povo e acolhem os turistas com educação e civilidade. Conforto e segurança são fundamentais, principalmente nos tempos de hoje! Lamento que Ilhéus, ainda tão linda, tanto quanto a ‘Princesinha do mar’ de ‘outrora’, tenha que deixar de evoluir, como a maioria das cidades do nosso Estado.

  • BABADONOVO says:

    É preciso falar também sobre a falta de estrutura das barracas e os preços absurdos praticados durante o período de maior movimento. São barracões, com muita sujeira, com um atendimento ruim, e como um circulo vicioso da pratica de preços que alcançam patamares fora da realidade. Ilhéus tem um litoral lindo, só é preciso que o poder público trabalhe no intuito de gerar atrativos para aumentar a frequencia de turistas, que chegam a cidade querendo conforto, comodidade, tranquilidade e porque não dizer bons preços, sem exploração é claro.
    Srs. donos de barracas, hotéis e restaurantes partiquem preços mais atrativos na conquista de clientes e sua manutenção, gerando satisfação de ambos os lados….parem de usurpar os turistas.

  • Éder says:

    A cidade é provinciana isso não tenho dúvida, enquanto Itabuna atrai pessoas de outras cidades, Ilhéus atrai justamente a população pobre rural de outros municípios com hábitos e costumes muito diferente. Infelizmente Ilhéus sofre com uma infraestrutura péssima, observando o urbanismo da cidade, conclui-se que somente a parte litorânea apresenta construções razoáveis e com boa infraestrutura. Pelo processo histórico de ocupação do espaço urbano da cidade, conclui-se que 70 por cento da cidade é formada por bairros pobres e muito pobres com serviços básicos muito precário. Se o problema fosse só o turismo !!!

  • Zelão says:

    Zelão diz: – “Pelo Sim e Pelo Não!”

    Manu mais uma vez – como sempre – acerta no alvo, no seu comentário.

    Tolice é se dizer, que o “turismo” não é fonte geradora de emprego e renda, para um município. Inegável, porém, é que seja concebido e explorado como negócio (não por exploração do turista), de forma profissional. Desta forma, ganha os cofres do município, ganha a população que encontra emprego e renda e, fica satisfeito e feliz; o turista, que invariavelmente, retorna.
    Quanto a sazonalidade arguida, não é de toda verdadeira, notadamente, quando se trata das cidades litorâneas situadas na Região Nordeste; onde o sol se faz presente, o ano todo.
    Concordo com você Manu, quando atribui aos “exploradores do turismo em Ilhéus,” a falta de visão; de competência ou mesmo de tesão, para o negócio e, a eterna expectativa de que o “Poder Público”- em geral incompetente – faça acontecer, quando, nem mesmo cumprem com as obrigações essenciais pra com a cidade.
    No bojo do seu comentário, Manu foi elegante nas críticas, que por serem verdadeiras, incomodam.

  • Sóstenes says:

    Temos ha muito tempo administrações que ñ estão nem ai para a cidade e os cidadões,seje prefeitos, vereadores, deputados e governadores, ninguem olha para nossa tão sofrida Ilhéus… temos invazão a vontade de manguezais, temos péssimos serviços de transportes urbanos, temos péssimos pontos de onibus, pessimas ruas sujas ,esburacadas e muito mal iluminadas,mendigos a vontade pelo centro e ai vai muitas e muitas coisas mais…antes perdiamos no Turismo só para Salvador…hj perdemos até para Serra Grande!!!
    Aqui precisa de um choque de Administração!!! precisa que acordem e parem de olhar para o proprio umbigo, só interesses pessoais, brigas de vaidades!!!
    Setor Hoteleiro ajudem tb!! reivindiquem, combrem e tb façam a pqrte de vcs!!
    Olhem que orla tem Aracaju, a Soares Lopes daria para fazer igual ou melhor!!!

    sds.

  • camila says:

    E ainda assim,não entendo, porque Ilhéus vive cheia de turistas???

  • Povo de Itabuna says:

    No dia 1ª de Janeiro tive o desprazer de ir ao restaurante Maria Machadão, Onde eu e minha família fomos cordialmente postos pra fora, creio eu porque eu estava de sandálias Havaianas, talvez acharam que não tinhamos condições de pagar a conta. foi uma cena triste. Ilhéus ainda é uma cidade muito provinciana, lá você tem que ter sobrenome de família tradicional pra ser bem atendido, diferente de Itabuna que tem vocação para o comercio e é uma cidade de “forasteiros” Acorda Ilhéus !

  • Genilson Barreto says:

    Foi exatamente isso que falei no comentário anterior. Se os governantes investissem um pouco mais na estrutura da cidade, certamente o turismo fluiria bem melhor. Pois teríamos ruas mais limpas e bem iluminadas, sinalizadas etc… Hospitais, pontos de ônibus, praias bem cuidadas etc,etc,etc.

  • Maria says:

    Manu, tudo e toda a região cacaueira é decadente, em razão do modelo cultural, junto com o econômico, ter fracassado.

    Não entendo é como você, inteligente e competente ainda “nodecolou” disso aí para uma codade à sua altura

  • Tiago Silva says:

    Zelão,

    Zelão, vc comentou sobre o texto da publicitária e jornalista Manuela Berbert… ou comentou sobre o meu comentário?

    É porque não ficou claro.

    Abraço

  • Até que enfim alguém teve que falar a verdade pra nossas autoridades, que a cada dia vai deixando a nossa princesinhs do Sul, mais triste.
    Parabéns pela excelente matéria.

  • Cidadã Indignada says:

    De tudo, valeu a repercussão do seu artigo Manuela. Parabéns pela iniciativa, bom expressarmos o que está preso em nossas gargantas,
    precisamos de um conjunto de fatores para melhor gerir os recursos de nossas cidades, principalmente da gestão pública.

  • Almir Alexandrino says:

    Valeu Manuela, você tocou na ferida! Almir

  • Ilheense da Gema says:

    Vocês, itabunenses, morrem de inveja de Ilheus. Se nada aqui presta, fiquem em Itabuna no fim de semana. Deve ser maravilhoso. Essa da Soares Lopes às escuras, sinceramente a Manu pisou na bola. Outros locais podem até estar mal iluminados, mas não a Avenida S Lopes. Eu moro nessa rua e não vejo a escuridão que ela fala.

  • Franklin Bastos says:

    Parabéns pelo texto !!! Sempre falo isso e faço meus cálculos. Resultado: melhor e mais barato sair de Itabuna para passar um final de semana em Porto Seguro. E olha que as prais de Ilhéus são muito mais bonitas. Ilhéus é um TESOURO desperdiçado. Pegando seu gancho: “Acordem Autoridades” !!!

  • Soares Carla says:

    Moro em Ilhéus e irei comentar. A Avenida Soares Lopes não é escura, está bem iluminada mas não tem uma aparência para uma orla CENTRAL, ainda mais perto do porto, onde chega milhares de turistas dos navios. A Avenida deveria ter uma estrutura charmosa e bonita. Um ponto negativo é a Litorânea Norte, que também fica próxima ao porto e está completamente suja, com um esgoto grande a céu aberto. Já vi diversas vezes turistas falarem mau e tirar foto. Concordo que as barracas deveriam dar uma sofisticada na estrutura. Uma área que deveria receber atenção era a Dois de Julho, que é bastante bonita. Poderia ampliar da Avenida até lá o movimento, poderia atrair algum evento ou exposição para lá. Quando encerra a ExpoIlhéus, a cidade fica quase morta, apenas resta os restaurantes e os Points para adolescentes.

  • Soares Carla says:

    Éder,

    Se você conhece Ilhéus muito bem saberia que a cidade não é formada por bairros pobres. Ilhéus tem diversos bairro de área nobre, mas esse não é o problema. Muitos não tem infraestrutura adequada. É uma pena itabunenses falarem dessa forma.

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