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:: 5/abr/2014 . 23:49

RECOMPENSA DE R$ 3 MIL PARA QUEM INFORMAR ONDE ESTÃO RESPIRADORES

Três respiradores como este da foto sumiram do hospital (Foto Divulgação).

Três respiradores como este da foto sumiram do hospital (Foto Divulgação).

Grupo de vereadores de Itabuna está oferecendo recompensa de R$ 3 mil para quem fornecer informações sobre o paradeiro dos respiradores pulmonares.

Os aparelhos (três!) foram levados do Hospital de Base de Itabuna. Ronaldo Geraldo (Ronaldão) diz que o informante pode entrar em contato na Câmara Municipal, pessoalmente ou por telefone.

Para esta segunda (7), o radialista Hélio Fonseca, do Programa do Bocão, promete revelação bombástica, mas adianta que o sumiço dos aparelhos envolve quatro funcionários do hospital. O programa vai ao ar na Rádio Nacional 870, a partir das 7h.

DATAFOLHA: DILMA APARECE COM 38%, MAS VENCERIA NO 1º TURNO

Dilma: queda de seis pontos percentuais.

Dilma: queda de seis pontos percentuais.

As intenções de voto na presidente Dilma Rousseff registrou queda de seis pontos percentuais, segundo o Instituto Datafolha.

Enquanto em fevereiro a candidata à reeleição pontuava com 44%, na pesquisa de hoje apresenta 38%. Apesar da queda, a petista venceria no primeiro turno.

Ela aparece bem à frente de Aécio Neves (PSDB), que tem 16%, e Eduardo Campos (PSB), com 10%.

Os demais candidatos somam 6%, sendo que, entre os nanicos, quem melhor pontua é Pastor Everaldo (PSC), com 2%.

A mesma pesquisa registrou até aqui 20% de intenções de voto em branco ou nulo e 9% de quem não saberia em quem votar. O pleito ocorre em outubro.

O Instituto ouviu 2.637 pessoas em 162 municípios nos dias 2 e 3 (quarta e quinta). A margem de erro é de dois pontos percentuais. Os dados foram divulgados nesta tarde na Folha. Confira o cenário principal, com todos os pré-candidatos até aqui:

– Dilma Rousseff (PT): 38%
– Aécio Neves (PSDB): 16%
– Eduardo Campos (PSB): 10%
– Pastor Everaldo (PSC): 2%
– Denise Abreu (PTN): 1%
– Eduardo Jorge (PV): 1%
– José Maria (PSTU): 1%
– Levy Fidélix (PRTB): 1%
– Eymael (PSDC): 0%
– Mauro Iasi (PCB): 0%
– Randolfe Rodrigues (PSOL): 0%
– Brancos – nulos: 20%
– Não sabe: 9%

DEMITIDO SERVIDOR QUE LIBEROU MÁQUINA EM OBRA PRIVADA

Máquina em obra privada provocou demissão (Foto Henrique Queiroz).

Máquina em obra privada provocou demissão (Foto Henrique Queiroz).

O servidor Roque Júnior, responsável pela área de terraplenagem pavimentação, foi demitido pelo prefeito Claudevane Leite neste sábado (5). Conforme fontes, Roque autorizou o uso de um rolo compactador para terraplenagem de uma concessionária Fiat na Avenida J.S. Pinheiro, no dia 30.

O operador da máquina, cujo nome não foi divulgado, recebeu advertência. Em sua defesa, Roque afirma que a máquina não chegou a ser usada na obra, conforme fonte do PIMENTA.

Segundo ele, a concessionária apenas teria cedido o espaço para guardar o rolo compactador no final de semana. Roque foi demitido do cargo após ser ouvido pelo secretário de Desenvolvimento Urbano, Marcos Monteiro.

“AGRONEGÓCIO EXPULSA MÃO DE OBRA E COLOCA EM SEU LUGAR MÁQUINA E VENENO”, DIZ STÉDILE

Stédile5O líder nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), João Pedro Stédile, 60, esteve em Salvador no último final de semana, onde participou de uma plenária sobre o Plebiscito por uma Constituinte Exclusiva. Stédile é graduado em economia pela PUC do Rio Grande do Sul e pós-graduado pela Universidade Nacional Autônoma do México.

Nesta entrevista, ele fala também sobre a Reforma Agrária nos governos FHC, Lula e Dilma e diz que o agronegócio utiliza veneno que está o provocando câncer. Stédile também vê o Congresso Nacional dominado pelas bancadas ruralista e do empresariado e faz uma avaliação sobre as próximas eleições.  Confira a entrevista concedida a Marival Guedes, especialmente para o Pimenta.

BLOG PIMENTA – Vamos começar fazendo uma comparação entre os mandatos de Fernando Henrique, Lula e de Dilma sobre a Reforma Agrária.

JOÃO PEDRO STÉDILE – No Brasil, a rigor, nunca tivemos Reforma Agrária no que ela representa, que é um programa de governo que leve a democratização do acesso à terra a todos. FHC abriu as portas para as grandes empresas internacionais, mas teve um azar: o agronegócio, na sua ganância de tomar conta das terras, cometeu dois grandes massacres que deixaram a população indignada. Teve aquela nossa grande marcha à Brasília que fez com que FHC se obrigasse a um programa de assentamentos que foi até razoável, mas foi fruto dos massacres em Carajás e no Paraná.

PIMENTA – Com Lula, houve uma grande expectativa…

STÉDILE – Nós tínhamos esperança de que o governo Lula pudesse acelerar, mas, infelizmente, ele seguiu apenas a política de assentamentos. Então, onde havia pressão política, houve desapropriações. Nós mantivemos, digamos assim, o mesmo ritmo do governo FHC.

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A reforma agrária praticamente parada. E esta é a nossa bronca com relação ao Governo Dilma.

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PIMENTA – E estes três anos e três meses do governo Dilma?

STÉDILE – Agora, está praticamente parada. E esta é a nossa bronca com relação ao governo Dilma, porque não avançou na Reforma Agrária.

PIMENTA – Quais os motivos?

STÉDILE – A resposta simplista seria que falta vontade política do governo, mas não é bem assim. A nossa avaliação é de que a correlação de forças na luta de classe na agricultura piorou no governo Dilma. Piorou em função da crise do capitalismo internacional, houve uma avalanche de capital internacional que veio se proteger no Brasil. Investiram em usinas, hidrelétricas, praticamente desnacionalizaram todo o setor canavieiro e compraram muita terra. Isso representa a força do capital que chega lá no interior, compra terra, controla o comércio etc.

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O cacau tem o comércio cada vez mais concentrado nas mãos da Dreyfus, Nesttlé e da Cargil. Isso foi de pouco tempo pra cá.

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PIMENTA – Pode citar um exemplo?

STÉDILE – O cacau tem o comércio cada vez mais concentrado nas mãos da Dreyfus, Nesttlé e da Cargil. Isso foi de pouco tempo pra cá. A segunda explicação é que, dentro do governo Dilma, há uma presença maior do agronegócio.  Terceira mudança: o Congresso no governo Dilma é mais ruralista. Aquilo que no governo tava parado – e nos ajudava -, o agronegócio avançou pelo Congresso fazendo chantagem. Esta bancada fazia as mudanças, como foi o episódio do Código Florestal, e impunha ao governo como uma derrota. Estas três circunstâncias levaram o governo Dilma a recuar com relação à Reforma Agrária.

PIMENTA  – O que o MST reivindica a curto, médio e longo prazos?

STÉDILE – De curto prazo, a Carta e a pauta que entregamos na audiência durante nosso congresso, em 13 de fevereiro passado, quando sinalizamos para a presidenta: olha, nós entendemos a correlação de forças, que não depende de vontades pessoais. Mas, ao seu alcance, estão, imediatamente, antes de terminar o governo, algumas medidas concretas de emergência.

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Nós temos 100 mil famílias acampadas, inclusive algumas ao longo das rodovias em Itabuna, Ilhéus e outros municípios do sul da Bahia.

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PIMENTA – E quais seriam?

STÉDILE – Nós temos 100 mil famílias acampadas, inclusive algumas ao longo das rodovias em Itabuna, Ilhéus e outros municípios do sul da Bahia. É um absurdo que nós tenhamos acampamentos com oito anos, pessoas morando debaixo de lona preta. Segunda medida, aqui para Nordeste, nós descobrimos que dentro dos perímetros irrigados, já com tudo pronto, o governo botou água, gastou milhões de reais, existem 80 mil lotes vagos, porque, na política burra do Dnocs e da Codevasf, eles fazem primeiro o perímetro irrigado e depois fazem o edital de licitação em que só o pequeno empresário do sul vem aqui. No caso da Bahia, a região de Juazeiro. E, depois, abandonam.

PIMENTA – Quais as razões para esse abandono?

STÉDILE – Porque eles criam uma ilusão: “vou plantar manga, abacaxi e vou bamburrar de dinheiro.” O mercado mundial de frutas já tá tomado. Não é chegar assim: vou exportar manga pra Europa e vou ganhar dinheiro. Não há mais mercado pra fruta na Europa, nem sequer da uva. Ao contrário, toda a produção do perímetro irrigado no Nordeste, hoje vai para o mercado nacional, porque aumentou a renda do brasileiro. Então, é melhor vender no Brasil que no exterior.

PIMENTA – O que foi feito com estes lotes?

STÉDILE – Estão vagos. Tem 80 mil lotes vagos, tudo pronto com água passando. E nós falamos pra Dilma: pelo amor de Deus, bote sem-terra nestes lotes. Não precisa gastar nada, nem desapropriação, pra eles produzirem alimentos.

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A Polícia Federal, nos últimos 12 anos, identificou 566 fazendas onde havia trabalho escravo. Ora, a Constituição é clara: não cumpriu a função social, desapropria. É só ter coragem.

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PIMENTA – A questão do trabalho escravo também consta na carta. Qual a reivindicação?

STÉDILE – A Polícia Federal, nos últimos 12 anos, identificou 566 fazendas onde havia trabalho escravo. Ora, a Constituição é clara: não cumpriu a função social, desapropria. Não interessa se é produtiva ou improdutiva. É um crime hediondo, primeiro motivo absoluto, o cara que pratica trabalho escravo tem que ter [a área] desapropriada. Então, é só ter coragem e pegar os processos e somente aí já teríamos 566 fazendas.

PIMENTA – Quais as ações do MST a partir de agora?

STÉDILE – Nós temos três inimigos do pobre do campo: o primeiro é o latifúndio atrasado, que ainda é improdutivo ou que paga mal aos trabalhadores e que agride a natureza. O segundo é o agronegócio, que é moderno, mas não gera riqueza para o povo brasileiro. E o terceiro é este sistema geral, mundial, que transformou o Brasil numa economia de exportação de matéria-prima, apenas. E não fica nenhuma riqueza aqui.

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Cargil, Dreyfus e Nestlé controlam as exportações. Elas que ficam com o lucro da riqueza do cacau, não o produtor. Este fica com uma pequena margem.

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PIMENTA – Quem controla as exportações?

STÉDILE – O agronegócio aumenta cada vez mais as exportações, mas Cargil, Dreyfus e Nestlé controlam as exportações. Elas que ficam com o lucro da riqueza do cacau, não o produtor. Este fica com uma pequena margem. Então, se queremos que o cacau seja um produto orgânico para produzir chocolate para o povo brasileiro, temos que derrotar este sistema destas empresas transnacionais. São nossas inimigas.

Para ler a íntegra, clique no link a seguir: :: LEIA MAIS »

AOS 66 ANOS, MORRE ATOR JOSÉ WILKER

A_Cabra_ou_Quem_Silvia_Com_Jos_WilkerMorreu hoje (5) pela manhã, em casa, no Rio de Janeiro, o ator José Wilker, de 66 anos. Ainda não há informações sobre a causa da morte, mas suspeita-se de um infarto fulminante. O artista deixa três filhas, Isabel, Mariana e Madá Wilker.

Cearense do município de Juazeiro do Norte, Wilker começou a carreira como locutor de rádio e atuou em dezenas de novelas, como Roque Santeiro, Anos Rebeldes, Fera FeridaO Bem Amado e Amor à Vida, seu último em novelas. Também atuou em mais de 40 filmes, como Dona Flor e Seus Dois MaridosXica da Silva e O Homem da Capa Preta.

O artista também se destacou em minisséries, como a JK e Gabriela. José Wilker trabalhou também como diretor, narrador, apresentador e crítico de cinema. Informações da Agência Brasil.

NAOMAR REAFIRMA DIÁLOGO COM A CEPLAC E DIZ QUE UFSB TERÁ NOVO CONCURSO EM 2014

Naomar Almeida é reitor da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

Naomar Almeida é reitor da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

O reitor da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Naomar Almeida, afirmou que ainda neste ano haverá outro concurso com a perspectiva de contratação de, pelo menos, 150 professores. Devido às eleições, este novo certame deverá ser lançado depois de outubro.

A universidade, que terá campi em Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas, espera contratar cerca de 617 professores e 640 servidores técnicos-administrativos nos próximos três anos.

Naomar também adiantou que a UFSB está trabalhando para obter parcerias estratégicas com órgãos como a Ceplac e a Valec, por exemplo, além do Polo de Informática de Ilhéus e o trade turístico. As conversas com a Ceplac estão adiantadas e terão peso fundamental na área de pós em ciências agroecológicas:

– Acreditamos que a universidade vai contribuir para a reestruturação da Ceplac – diz Naomar, que é também ex-reitor da Universidade Federal da Bahia (Ufba).

Juvenal e Naomar falam de sinergia Ceplac-UFSB.

Juvenal e Naomar falam de sinergia Ceplac-UFSB.

As instituições dialogam, inclusive, para a montagem do Parque Tecnológico. “Esse parque vai permitir que possamos voltar a dominar a tecnologia de ponta para aproveitarmos as potencialidades de nossa região. Não será restrito ao cacau, para que não repitamos o erro de manter todo o foco em cima de uma única base, um único cultivo”, explica o superintendente da Ceplac na Bahia, Juvenal Maynart.

Para Naomar, o diálogo e a consecução dos projetos contribuem para a superação da “velha” Ceplac. “Vamos formatar uma nova instituição. Fazer isso, em conjunto com uma nova instituição, que chega, requer que aproveitemos as vantagens, os benefícios, pontos positivos e fortes de cada uma delas”. Naomar e Juvenal também concederam entrevista ao Agora que vai às bancas neste final de semana.








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