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editorias


:: 3/ago/2014 . 23:41

MORRE EM ITABUNA O PASTOR HÉLIO LOURENÇO

Morreu por volta das 21 horas deste domingo, em Itabuna, o pastor Hélio Lourenço. Há cerca de três anos os médicos detectaram um câncer de próstata em Lourenço e seu quadro de saúde se agravou nas últimas semanas.

Na segunda-feira, 28, o pastor teve uma crise, foi internado e passou por cirurgia no Hospital Calixto Midlej Filho. Na quinta-feira, ele passou por novo procedimento, dessa vez para conter uma hemorragia interna.

O velório acontece na quadra do Colégio Batista de Itabuna, no bairro Conceição, onde Hélio Loureço foi pastor por 35 anos. Ele deixa a viúva Cacilda Lourenço da Silva, e dois filhos. O pastor era querido por pessoas das mais diferentes religiões. O horário do sepultamento será divulgado nesta segunda-feira.

MORADORES DO JARDIM AMÉRICA NA BRONCA

Jardim América bronca

(Foto Pimenta).

Moradores dos condomínios Jardim América I e II, no bairro Nova Califórnia, reclamam das péssimas condições de tráfego em um trecho do acesso aos imóveis. Eles afirmam que a prefeitura até pavimentou o trecho, que liga o bairro ao Califórnia, no ano passado, mas o trabalho, mal feito, não durou 6 meses.

De acordo com os moradores dos condomínios, a prefeitura não colocou meio fio na rua e não preparou bem a base para receber o asfalto. Além dos condomínios onde moram mil famílias beneficiadas no ano passado pelo programa Minha Casa, Minha Vida, a rua é um dos principais acessos ao bairro Nova Califórnia.

Os moradores afirmam que, como é um corredor de ônibus, o trabalho precisa ser feito com mais qualidade. Eles dizem que é necessário colocar meio fio, como a prefeitura tinha prometido, e fazer o recapeamento com uma camada mais grossa de asfalto. Com a palavra o secretário de Desenvolvimento Urbano de Itabuna, Marcos Monteiro.

CONSUMIDORES DE ITABUNA E ILHÉUS SE QUEIXAM DA QUALIDADE DA ÁGUA MINERAL

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Consumidores de Itabuna e Ilhéus estão desconfiados da qualidade da água vendida em qualquer esquina como sendo mineral. O produto, que chega a custar R$ 8 o garrafão com 20 litros, está cada vez mais parecido com o que sai das torneiras. Aliás, segundo os consumidores, em muitos municípios do sul da Bahia a água que jorra das torneiras tem uma qualidade muito superior.

A dúvida se água é ou não mineral aumenta nos bairros mais distantes do centro de Ilhéus e de Itabuna. Os consumidores contam que trocam de marca, mas não encontram diferença. O produto segue “pesado”. Eles se queixam da falta de fiscalização da Vigilância Sanitária e temem enfrentar complicações de saúde por causa da má qualidade do líquido de cada dia.

NO PARÁ, CRÉDITO COMO ADUBO

2014-08-03-00-49-47-447183903Mário Bitencourt | Carta Capital

A literatura, a música e as novelas ligaram no imaginário popular o cacau e a Bahia. O estado nordestino continua a ser o maior produtor nacional, mas a expansão do plantio se dá em outra região. É no Pará, em meio à floresta, que o fruto tem se expandido com maior velocidade e mais eficiência (a produtividade chega ao dobro das plantações baianas). “O plantio aumentou muito nos últimos anos. O solo menos desgastado contribui para obtermos melhores resultados”, diz o agrônomo Jay Wallace da Silva e Mota, superintendente da Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira do Pará. A disponibilidade de financiamento é uma das principais explicações para os bons resultados. O estado é o único com mecanismo de apoio específico ao setor, o Fundo de Apoio à Cacauicultura. A área plantada deve aumentar em mil hectares neste ano.

O preço internacional do produto subiu 21% em 2013, terceiro ano de déficit de produção em relação ao consumo mundial. A defasagem deverá continuar. A produção africana enfrenta condições climáticas desfavoráveis e a demanda é puxada pelo aumento do consumo de chocolate na Ásia, de 6,9% no ano passado, com previsão de atingir 6,6% neste ano. O aquecimento do mercado e a utilização dos estoques deverão estimular a produção brasileira. O consumo mundial de cacau é de 4,2 milhões de toneladas.

Em 2013, a produção do Pará atingiu 79,8 mil toneladas (30% do total nacional) e a da Bahia, 158,1 mil toneladas. A produtividade paraense cresce 15% ao ano desde 2000 e atingiu 916 quilos de amêndoas por hectare, enquanto a baiana não chega a 500 quilos. O setor tem 17 mil produtores e gera 240 mil empregos diretos e indiretos.

A Bahia industrializa todo o cacau produzido no Brasil. As 15 fábricas de chocolate são remanescentes do período áureo da cultura, dizimada pela praga da vassoura-de-bruxa a partir da década de 1980. Muitos produtores não conseguiram se recuperar do endividamento gerado pela crise e ficaram sem recursos para investir em novas tecnologias e na recuperação do solo esgotado pela exploração intensiva.

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