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editorias






:: 6/nov/2014 . 18:18

“ESQUECERAM DE NÓS”

Rua dada como asfaltada está assim, na lama (Foto do leitor).

Rua dada como asfaltada está assim, na lama (Foto do leitor).

A Prefeitura de Itabuna deu como concluído o trabalho de pavimentação em 11 ruas do São Caetano. E incluiu na relação a Monte Alto, deixando os moradores tiriricas da vida. Só um trecho da rua foi asfaltado. O outro, após o canal do bairro, acabou sendo excluído.

Os moradores sofrem há muito tempo e os olhos brilharam diante da promessa da “borrinha” chegar. Como não chegou e os últimos dias têm sido de chuva, o cenário é de lama. Quando vem o sol, poeira e buracos para complicar a vida de pedestres e motoristas.

Segundo a moradora Sueli Silva Santos, “há muitos anos, esse prolongamento foi asfaltado, mas, por conta de uma obra realizada pela Emasa, há cinco meses, a rua está tomada pela a lama e os buracos”.
Sueli ainda tem esperança de que a coisa mude. Com a palavra, o prefeito Claudevane Leite e o secretário de Desenvolvimento Urbano, Marcos Monteiro…
Asfalto é o que os moradores (ainda) pedem por lá.

Asfalto é o que os moradores (ainda) pedem por lá.

ENEM: SABATISTAS ESPERAM O PÔR DO SOL PARA FAZER PROVAS

Nikollas, Amanda e Thauana são adventistas (Marcello Camargo/Agência Brasil).

Nikollas, Amanda e Thauana são adventistas (Marcello Camargo/Agência Brasil).

No próximo sábado (8), 69.396 candidatos sabatistas farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os candidatos deverão chegar aos locais de prova com antecedência e, como qualquer outro estudante, ficarão de fora caso os portões sejam fechados. A diferença é que, por motivos religiosos, só começarão a resolver a prova quando o sol se puser.

Eles guardam o sábado por convicção religiosa, o que significa que só trabalham ou estudam após o pôr do sol. São, por exemplo, os adventistas e os judeus.

A estudante Thauana Rodrigues, 16 anos, do terceiro ano do Colégio Adventista Milton Afonso, fará o Enem pela segunda vez, já que no ano passado fez a prova como treineira.  “Da última vez, a gente ficou em uma sala mais afastada, só adventistas. Cansa, a gente fica ansioso, esperando o horário, mas não a ponto de atrapalhar a prova”, diz a estudante. “A gente cantou, conversou um pouco, foi interessante”, complementa.

Os sabatistas deverão chegar aos locais de prova entre as 12h e as 13h, no horário de Brasília. A prova, no sábado, será aplicada às 19h, também no horário da capital federal. Para os sabatistas que estarão no Acre, em Rondônia, Roraima e no Amazonas, o início será às 19h, no horário local, respeitando o pôr do sol nessas localidades que não adotam o horário de verão. Por causa disso, a espera pode chegar  a até nove horas.

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CASO NADSON TEM 1ª AUDIÊNCIA HOJE

Nadson Almeida morreu em perseguição.

Nadson Almeida morreu em perseguição.

A primeira audiência do Caso Nadson Almeida será realizada hoje, no Fórum Ruy Barbosa, em Itabuna. Serão ouvidas sete testemunhas e familiares do garoto morto após perseguição policial em 16 de fevereiro deste ano, no Bairro Lomanto, em Itabuna.

O Ministério Público Estadual decidiu pela denúncia contra o policial militar Wallace Feitosa da Silva, que dirigia a viatura na perseguição ao menor. O veículo bateu no fundo da moto que Nadson pilotava, provocando a queda do menor, que faleceu no local.

A promotoria denunciou o PM por “dolo eventual”, por acreditar que o policial assumiu o risco de matar o adolescente ao manter a perseguição, chocando a picape Ford Ranger no fundo da moto para tentar pará-lo. A audiência ocorrerá na Vara do Júri, às 13h30min, no Fórum Ruy Barbosa.

A morte de Nadson detonou um clima de revolta no bairro. Vândalos aproveitaram para queimar ônibus e carros de passeio no entorno da Avenida J.S.Pinheiro, no final da manhã e início da tarde daquele domingo, 16 de fevereiro.

Nos ataques, o pátio da Settran foi invadido. Cerca de 20 carros e motos foram incendiados. Os veículos, apreendidos em blitzen, iriam a leilão.

PT E PSDB FAZEM ACORDO EM CPI DO PETROBRAS

petrobrasJosias de Souza | Blog do Josias

Sob refletores, Aécio Neves fez um pronunciamento de mostruário no plenário do Senado. Peito estufado, soou enfático: “Chamo a atenção desta Casa e dos brasileiros para o que vou dizer.” As frases saltavam-lhe dos lábios embebidas de sangue. “Qualquer diálogo tem que estar condicionado especialmente ao aprofundamento das investigações e exemplares punições daqueles que protagonizaram o maior escândalo de corrupção da história desse país, já conhecido como petrolão.”

Com loquacidade ensaiada, Aécio aproveitou os mais de 51 milhões de votos que recebeu dos brasileiros para elevar a estatura da oposição. Longe dos holofotes, no entanto, o PSDB dialogou com o PT para rebaixar o teto na CPI da Petrobras. A portas fechadas, tucanos, petistas e Cia. definiram o que não desejam investigar. No melhor estilo uma mão suja a outra, tiraram de cena políticos e operadores que estão pendurados de ponta-cabeça no noticiário sobre o escândalo da Petrobras.

Pelo lado do PT, foi à gaveta o requerimento de convocação do tesoureiro João Vaccari Neto, acusado de fazer o traslado da propina da Petrobras até as arcas do petismo. Enfurnaram-se também as convocatórias da senadora Gleisi Hoffmann e do seu marido, o ministro Paulo Bernardo (Comunicações). Ela foi delatado como beneficiária de uma youssefiana de R$ 1 milhão para a campanha de 2010. Ele foi apontado como uma espécie de agenciador.

No jogo de proteção mútua, o tucanato tirou de cena um potencial depoente chamado Leonardo Meirelles. Trata-se do empresário que, investido da autoridade de laranja do doleiro Alberto Youssef, declarou à Justiça Federal ter repassado propinas extraídas de negócios da Petrobras para o deputado pernambucano Sérgio Guerra, ex-presidente do PSDB federal, já morto.

Os acertos que transformaram o discurso de Aécio em palavras cenográficas foram feitos numa reunião a portas fechadas, antes do início da sessão da CPI. O repórter Gabriel Mascarenhas conta que o deputado petista Marco Maia, relator da comissão, achou tudo normalíssimo: “Gente, foi um acordo político, feito por todos os presentes, que se resolveu, em função da falta de densidade das denúncias, não produzir nenhum tipo de oitiva neste momento.”

O deputado tucano Carlos Sampaio dançou conforme a música, um chorinho bem brasileiro: “Decidimos excluir os agentes políticos e os citados nas delações premiadas. Abrimos mão de ouvir Gleisi e Vaccari. Todo mundo concordou.” Repita-se, por eloquente, a última frase: “Todo mundo concordou”. Espanto! De novo: “Todo mundo concordou”. Pasmo! Mais uma vez: “Todo mundo concordou”. Estupefação.”

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