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:: 14/nov/2014 . 23:52

VIDA DE BAILARINO ITABUNENSE NO BOLSHOI É DESTAQUE NO GLOBO REPÓRTER

Bailarino Pedro Pires foi destaque no Globo Repórter de hoje (Reprodução Globo).

Bailarino Pedro Pires foi destaque no Globo Repórter de hoje (Reprodução Globo).

A história de vida e a persistência do itabunense Pedro Pires por uma vaga no Ballet Bolshoi foi um dos destaques do Globo Repórter desta sexta-feira (14). Foram dez minutos de reportagem em que a repórter Isabele Assumpção mostrou como a família do bailarino batalhou para a realização do adolescente da luta por uma vaga até a aprovação em 2011.

O amor pelo balé começou cedo. Aos 3 anos, já acompanhava a irmã, Annanda Pires. A mãe, Luciana Pires, falou do preconceito sofrido pelo bailarino do Bolshoi. Pelo sonho de Pedro, a família tomou decisões como a venda da casa para custear parte das despesas em Joinville (SC), a mais de 2 mil quilômetros de Itabuna.

“Eu estou feliz mesmo assim, porque, daqui um dia isso vai passar e a gente compra tudo de novo”. Ele mora em Santa Catarina com uma das avós. O pai, Nildo Pires, lamenta a distância. E a saudade. A reportagem também mostra a emoção de Seu Nildo ao reencontrar o filho, lá em Joinville. A reportagem com esta história de vida do itabunense no Bolshoi pode ser conferida clicando aqui.

SILÊNCIO PERMISSIVO

Karoline VitalKaroline Vital | karolinevital@gmail.com

Esse silêncio deu lugar a cristalização de uma cultura em que a execução da virilidade masculina diante da mulher não possui limites claros. E o conceito do que é violência também parece não estar muito bem definido.

Após a escola, entrei no ônibus, encostei a cabeça na janela e fiquei olhando a rua. Um ponto à frente, um homem já chegou perguntando onde estava a minha mãe e se sentou ao meu lado. Ele usava um broche de plano de saúde preso e, como minha mãe trabalhava em dois hospitais, deduzi que deveria ser algum conhecido dela.

Como eu estava usando o uniforme da escola, ele começou a me fazer perguntas sobre qual série eu cursava, se estava indo bem nos estudos e pediu o número do meu telefone. Eu dei, afinal, como ele perguntou por minha mãe, deveria querer falar com ela. Depois, quis saber se eu estava namorando e se meus pais me deixavam namorar. Comecei a achar o rumo da conversa meio esquisito. Então, ele disse que eu era muito bonita e poderia namorar escondido.

Os galanteios que ele me fazia não soavam como elogios. Ao invés de me enaltecer, eu ficava ainda mais constrangida. Então, foi a vez de eu perguntar ao estranho de onde ele conhecia minha mãe. Ele me perguntou o nome dela e respondeu que não a conhecia. Só aí eu me toquei que ele estava me assediando, puramente.  O homem me deu seu cartão e desceu alguns pontos antes do meu.

Apavorada e já em casa, passei logo a ocorrência à minha mãe. Ela me perguntou se ele tinha me tocado e eu respondi que não. Entreguei-lhe o cartão e informei que tinha dado o meu nome e telefone a ele, pensando que se tratava de algum conhecido dela. Fiquei sem saber o que fazer para passar o medo de ele acabar me perseguindo e sabe-se lá podendo fazer o que comigo.

Minha mãe também não sabia como resolver a situação, como garantir minha segurança. Apenas ligou para o “conquistador” e pediu que nunca me procurasse. Ao questionar a diferença de idade, já que ele tinha 32 anos e eu 14, ele respondeu que não pôde resistir à minha beleza e que só me fez elogios, nada “sério”.

Realmente, ele não cometeu crime algum. Não me tocou, não me forçou a fazer nada. Só que o que ele viu como galanteio, não me deixou lisonjeada. Soou como uma ameaça, fez com que eu andasse com medo de ser ainda mais violentada por semanas. Afinal, quando ele se aproximou de mim, eu nem o tinha visto. Qual direito ele tinha de achar que o terreno estava aberto para “investidas”?

Essa “impulsividade” masculina, de não frear seus desejos e instintos, de mostrar que sempre está “pronto para o ataque” pode soar como sinônimo de status social entre os machos. Mas, entre as mulheres, é uma desvalorização e até uma forma de estupro. Mas o que seria estupro? Só a penetração forçada? Para a mulher, sua intimidade e dignidade são violadas a partir de quando é tratada como um pedaço de carne com orifícios recreativos.

O constrangimento e o medo de uma reação ainda mais violenta são expressos com o silêncio. E esse silêncio deu lugar a cristalização de uma cultura em que a execução da virilidade masculina diante da mulher não possui limites claros. E o conceito do que é violência também parece não estar muito bem definido.

Na era da informação e do conhecimento, já passou da hora de os homens aprenderem a não serem estupradores. A cada 12 segundos, uma mulher é estuprada no Brasil. São números oficiais, dos crimes concretizados e denunciados. Os feitos em silêncio, não estão incluídos na soma. É preciso discutir o assunto abertamente, de maneira franca e racional, pois enquanto o silêncio durar, a cultura do estupro será ainda mais fortalecida e o número de vítimas não tenderá a baixar.

Karoline Vital é jornalista.

ITABUNA: JUSTIÇA CONDENA LOJAS AMERICANAS A PAGAR R$ 3 MILHÕES EM INDENIZAÇÃO

Lojas Americanas terá de pagar indenização de R$ 3 milhões.

Lojas Americanas terá de pagar indenização de R$ 3 milhões.

A Justiça do Trabalho condenou as Lojas Americanas a pagar indenização de R$ 3 milhões, por danos morais coletivos, por descumprimento de uma série de normas de saúde e segurança do trabalho. A sentença, da juíza Eloína Maria Barbosa Machado, titular da 2ª Vara do Trabalho de Itabuna, determinou que a empresa cumpra uma série de itens que garantam um meio ambiente sadio para os funcionários da empresa no município. A ação foi proposta pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).

A indenização deverá ser revertida para instituições sem fins lucrativos a serem indicadas pelo MPT. Uma liminar concedida na mesma ação em novembro do ano passado já havia obrigado a empresa a adotar, num prazo de 90 dias, 12 determinações.

Dentre as mudanças impostas à época, estavam fazer uma completa análise da ergonomia do ambiente de trabalho e providenciar sua adequação, estabelecer sistema de pausas para descanso, garantir treinamento adequado para os funcionários que movimentam cargas, organizar o depósito e corrigir falhas na rede elétrica e nos acessos a áreas de trabalho.

A liminar também obrigava a empresa a oferecer água potável e condições básicas de higiene nas lojas da rede no município de Itabuna. Mesmo depois da decisão, a empresa foi flagrada por auditores fiscais do trabalho, da Gerência do Trabalho e Emprego de Itabuna, mantendo as mesmas práticas de antes.

“É mais um importante precedente aqui da Bahia, fruto de um trabalho coletivo de todos os procuradores que ajudaram na instrução do inquérito, do detalhismo dos técnicos do Cerest, dos auditores fiscais aqui da região e da sensibilidade do Poder Judiciário”, avaliou o procurador Ilan Fonseca, autor da ação. Ele lembra que o MPT tem “inúmeros inquéritos correndo contra as Americanas sobre este mesmo tema em outros estados”.

Para o procurador, “a falta de comprometimento da empresa com a saúde e a integridade física de seus funcionários nas lojas de Itabuna ficou clara durante o processo, visto que a realidade apontada já era presente em 2005 e permaneceu inalterada durante todo esse período, apesar das inúmeras ações de fiscalização, do inquérito aberto em 2010 pelo MPT e da ação civil pública ajuizada em 2013.”

DESRESPEITO A DETERMINAÇÃO JUDICIAL

A juíza Eloína Machado justificou o valor arbitrado como indenização à sociedade pelo longo tempo em que a empresa mantém as práticas ilegais. Ela lista as razões para fixar em R$3 milhões a indenização: “A extensão do dano por longos anos, a pertinaz resistência no cumprimento das normas trabalhistas, o potencial econômico da ré, o efeito pedagógico.” Na sentença, ela ainda diz que “de 2005 até esta data não houve melhoria no ambiente de trabalho, nem mesmo a imposição judicial para que a ré cumprisse as normas trabalhistas, lato sensu, teve o efeito esperado.”

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DONO DE EMPREITEIRA QUE CONSTRÓI PONTE EM ILHÉUS É PRESO PELA PF

Ricardo Pessoa está na lista dos empreiteiros presos na operação.

Ricardo Pessoa está na lista dos empreiteiros presos na operação.

O empresário baiano e dono da UTC Engenharia e da Constran, Ricardo Pessoa, foi um dos presos pela Polícia Federal na sétima fase da Operação Lava Jato, nesta sexta-feira (14).

A Constran está ativa na memória regional. Foi a vencedora de licitação de R$ 150 milhões para construir a primeira ponte estaiada da Bahia, em Ilhéus. A ponte ligará a zona sul e o centro ilheense. As obras estão em fase inicial.

Pessoa é dono de uma das empresas que mais doam para campanhas eleitorais. A lista da UTC engenharia tem políticos tanto do campo governista como de oposição na Bahia.

QUATRO SÃO PRESOS POR FRAUDE CONTRA O ENEM

A Polícia Federal deflagrou hoje (14) a Operação Apollo, que investiga uma quadrilha acusada de fraudar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), além de diversos vestibulares e o ingresso em universidades públicas pelo sistema de cotas. Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de prisão temporária e nove mandados de busca e apreensão no Ceará, na Paraíba e no Piauí.

Segundo a corporação, a investigação começou há 13 meses e, além das prisões ocorridas hoje, foram presos em flagrante dois candidatos do Enem 2014, no sábado (06), na cidade de Juazeiro do Norte (CE). “As investigações seguem agora para identificar todos os possíveis beneficiários do esquema criminoso, responsável por fraudes ao Enem 2013 e 2014”, informou a PF.

IRRESPONSABILIDADE CRIMINOSA

Ricardo artigo2Ricardo Ribeiro | ricardo.ribeiro10@gmail.com

Um professor da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) enfrenta uma via crúcis depois de ter cometido um “crime” absurdo, que não passou de mero galanteio a uma estudante do curso de Comunicação Social.

O professor se aproximou da estudante e disse que a mesma era “linda”. Em seguida, deu-lhe um cartão de visita. Pelo que consta, o ato não passou disso.

Foi o suficiente para a moça que recebeu a “cantada” iniciar uma campanha contra o galanteador, agora elevado à categoria de assediador sexual. A acusação circulou em panfletos, Facebook e em pelo menos um blog de Ilhéus, onde o professor é exposto como bandido. Como de praxe, não ouviram o acusado.

O autor da investida pode ter sido imprudente, mas não cometeu crime algum. O assédio exigiria ação reiterada, insistente, com algum viés de ameaça, mas seu ato se resumiu a elogiar uma estudante. E elogio, até o momento, só é delito na cabeça de gente desequilibrada.

Toda a situação poderia ser classificada como um grande exagero, porém é mais que isso. Há um misto de atitude desproporcional, espalhafatosa, gosto pelo escândalo midiático e uma inconsequência absurda, visto que se age sem a menor ponderação diante do resultado de um ataque leviano à honra alheia.

A essa altura, os prejuízos morais, materiais e emocionais sofridos pelo acusado chegam a ser irreversíveis. E quem paga por isso?

Ricardo Ribeiro é advogado e blogueiro.

ALUNO DE ESCOLA ILHEENSE FATURA OURO NA OLIMPÍADA BRASILEIRA DE ROBÓTICA

David faturou ouro em olimpíada nacional.

David faturou ouro em olimpíada nacional.

Um estudante da rede pública municipal em Ilhéus faturou a medalha de ouro na edição nacional da Olimpíada Brasileira de Robótica. David dos Santos, de 10 anos, cursa o 5º ano na Escola Professor Paulo Freire.

David conquistou a medalha de ouro ao obter nova máxima na competição idealizada pela Fundação Educacional Inaciana Padre Sabóia de Medeiros.

A olimpíada tem participação de alunos de escolas públicas e privadas de todo o país, nos níveis fundamental, médio e técnico.

Além de David dos Santos, outros 34 alunos da Escola Paulo Freire foram inscritos na competição pelo professor George Anjos.

Os colegas receberam certificado de participação na olimpíada cujas provas foram aplicadas em agosto passado.

De acordo com a organização, além dos 100 medalhistas de ouro, outros 4,2 mil estudantes levaram medalhe de prata e bronze. A Olimpíada Brasileira de Robótica teve 70 mil participantes neste ano.

Para avaliar cada aluno, foram incluídas questões de matemática, português e noções básicas de robótica.

– Foi uma oportunidade para os alunos, já que a intenção do projeto é descobrir novos talentos para a área tecnológica e científica – disse o professor George Anjos.

A secretária de Educação de Ilhéus, Marlúcia Rocha, diz que gestores escolares e professores do município trabalham despertando os alunos para o gosto e interesse por matérias como matemática, ciência, geografia, história e português.

ILHÉUS SURPREENDE E GERA 164 EMPREGOS EM OUTUBRO

carteiradetrabalhoEnquanto o Brasil apresentou resultado ruim (fechamento de 30.283 postos de trabalho), as duas maiores economias do sul da Bahia fecharam o mês passado no azul na geração de empregos. Ilhéus surpreendeu ao gerar 164 novos empregos, o melhor resultado no ano. Itabuna apresentou saldo positivo, mas bem menor: 27 novos postos de trabalho.

O resultado na Terra de Gabriela foi puxado pela construção civil, que abriu 157 novos empregos. O saldo foi positivo também no comércio (mais 37 novas vagas) e no setor de serviços (+31).

Itabuna teve bons resultados nos setores de serviços (58 novos empregos) e comércio (+49), mas desafinou na construção civil, com o fechamento de 41 postos de trabalho e indústria de transformação (-31).

No acumulado dos dez primeiros meses deste ano, Itabuna supera Ilhéus na criação de novos empregos, com a abertura de 1.266 novos postos de trabalho ante 427 da cidade vizinha. A Bahia fechou outubro no vermelho. Eliminou 6.207 empregos, mas no ano o saldo é positivo (30.734 novos empregos).

CARGILL REJEITA ACORDO COM FUNCIONÁRIOS E TRT JULGARÁ DISSÍDIO

cargill ilhéusA Cargill rejeitou ontem (13) acordo com os representantes dos 300 funcionários da unidade em Ilheus durante audiência de conciliação ocorrida no Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT 5), em Salvador. Nem mesmo o acordo proposto pela vice-presidente do TRT, desembargadora Nélia de Oliveira Neves, foi aceito.

A categoria pede 8% de reajuste, R$ 1.060,00 de piso salarial e R$ 650 de tíquete-alimentação e a Cargil apresentou como contraproposta R$ 990,00 de piso e R$ 633 de tíquete. Na tentativa de facilitar acordo, após interferência do tribunal, a proposta de piso salarial ficou em R$ 1.030,00, novamente rejeitada pela empresa.

Diante da negativa da Cargill, o tribunal marcou para o dia 20, às 14h, o julgamento do dissídio. As negociações foram parar no TRT, após cinco meses de negociação. A negociação acabou judicializada depois de uma greve de 24 horas, iniciada às 23h da última sexta (7).

Os trabalhadores da unidade de moagem de cacau em Ilhéus foram representantes pelo presidente do sindicato da categoria, o Sindicacau, Luiz Fernandes Ferreira, o vice-presidente, Wilson Drisostes, e o assessor jurídico, Alberto Ferreira, além do presidente da Federação dos Trabalhadores na Alimentação do Estado da Bahia, Roberto Santana.

TRÊS NOMES COM A COTAÇÃO EM ALTA

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Nas discussões em torno do futuro secretariado do governador eleito Rui Costa (PT), três nomes sul-baianos surgem com força. Dois deles são prefeitos petistas que tiveram papel decisivo na campanha do sucessor de Jaques Wagner: Josefina Castro, de Coaraci, e Lenildo Santana, de Ibicaraí.

Quando a campanha majoritária patinava no Sul da Bahia, a dupla de prefeitos tomou a rédea da mobilização e promoveu uma carreata com o então candidato por seis cidades, começando em Almadina e terminando com um grande comício em Ibicaraí. O evento teve repercussão tão positiva, que o vice-governador Otto Alencar, eleito para o Senado, sempre diz ter sido aquele o momento em que passou a acreditar com mais força na possibilidade de vitória de Rui.

Josefina e Lenildo, ambos em segundo mandato, também demonstraram força ao dar, nos respectivos municípios, as maiores votações aos seus candidatos a deputado federal e estadual (Geraldo Simões e Rosemberg Pinto).

Um terceiro nome sul-baiano que aparece com força para a composição do governo é o de José Vivaldo de Mendonça Filho, atual diretor executivo da CAR (Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional). Reconhecido como executivo competente, Vivaldo se encaixa no perfil técnico que Rui afirma desejar para sua administração.

PF CUMPRE 85 MANDADOS COM 21 PRISÕES EM NOVA FASE DA OPERAÇÃO LAVA JATO

A Polícia Federal cumpre neste momento 85 mandados judiciais, sendo 21 de prisão temporária, nove de condução coercitiva e 49 de busca e apreensão na sétima fase da Operação Lava Jato. A ação decorre da análise de material aprendido e de depoimentos colhidos em fases anteriores. Deflagrada no dia 17 de março, a operação desarticulou uma organização que tinha como objetivo a lavagem de dinheiro em seis estados e no Distrito Federal.

As ordens estão sendo cumpridas nos estados do Paraná, de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Minas Gerais, de Pernambuco e no DF. Foi decretado o bloqueio de aproximadamente R$ 720 milhões em bens pertencentes a 36 investigados. Segundo a PF, entre os mandados de busca e apreensão, 11 estão sendo cumpridos em grandes empresas.

À Justiça, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa disse que as empresas Odebrecht, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, Iesa, Engevix, Mendes Júnior, UTC Engenharia, Queiroz Galvão e Galvão Engenharia participavam do esquema de superfaturamento de contratos firmados com a Petrobras e repasse de propina aos partidos.

A Receita Federal também participa das ações de desta sexta-feira. As atividades envolvem ainda uma força-tarefa do Ministério Público Federal. As buscas da Receita servirão para verificar pagamentos por serviços contratados que possam não ter sido prestados, especialmente de assessoria ou consultoria, cujos valores, contabilizados como custos operacionais, reduziriam de forma fraudulenta a base de cálculo de tributos. Participam da operação 60 servidores da Receita Federal, além de 300 policiais federais.

Segundo a Polícia Federal, o grupo investigado, “além de envolver alguns dos principais personagens do mercado clandestino de câmbio no Brasil”, é responsável pela movimentação financeira e lavagem de ativos de diversas pessoas físicas e jurídicas envolvidas em crimes como tráfico internacional de drogas, corrupção de agentes públicos, sonegação fiscal, evasão de divisas, extração e contrabando de pedras preciosas e desvio de recursos públicos. A operação foi intitulada Lava Jato porque o grupo usava uma rede de lavanderias e postos de combustíveis para movimentar o dinheiro. Da Agência Brasil.






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