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editorias


:: 2/abr/2015 . 22:57

POLICIAL CIVIL É ASSASSINADO EM JAGUAQUARA

Carro do policial morto após ser baleado por bandidos em Jaguaquara (Foto Sílvio Senna/Blog Marcos Frahm).

Carro do policial morto após ser baleado por bandidos em Jaguaquara (Foto Sílvio Senna/Blog Marcos Frahm).

Dois atiradores em uma moto assassinaram a tiros o policial civil Dilton Carlos, no início da noite desta quinta (2), em Jaguaquara, no sudoeste baiano. O crime ocorreu na região central do município. Os disparos atingiram o pescoço e um dos braços da vítima, que dirigia um VW Crossfox preto.

De acordo com o site Marcos Frahm, Dilton ainda conseguiu dirigir até o hospital da cidade, onde foi socorrido e, na sequência, transferido para o Hospital Geral Prado Valadares, em Jequié.

O policial não resistiu aos ferimentos e faleceu no momento em que era encaminhado, na BR-116, para uma ambulância avançada do Samu 192. Policiais fazem varredura em Jaguaquara em busca dos bandidos acusados de matar Dilton Carlos.

A suspeita é de que Dilton tenha sido morto por ordem de um dos chefes do tráfico de drogas em Jaguaquara. A ordem, de acordo com policiais, teria partido de dentro do presídio de Jequié.

MÓDULO E CAIXA ASSINAM CONTRATO DE CONSTRUÇÃO DO JARDIM DAS HORTÊNSIAS

Executivos da Módulo e da Caixa assinam contrato do Jardim das Hortênsias.

Executivos da Módulo e da Caixa assinam contrato do Jardim das Hortênsias.

As obras de construção do primeiro condomínio clube residencial de casas do sul da Bahia, o Jardim das Hortênsias, entram em novo ritmo, após a assinatura de contrato entre a Construtora Módulo e a Caixa Econômica Federal. O condomínio está localizado no quilômetro 24 da Rodovia Ilhéus-Itabuna, a menos de dois quilômetros do centro de Itabuna e próximo a três grandes redes de supermercados (Maxxi, Makro e Atacadão).

De acordo com Mário Pimentel, da Construtora Módulo, 70% das unidades da primeira etapa do Jardim das Hortênsias já foram comercializadas. O contrato para a construção do condomínio foi assinado na superintendência regional da Caixa em Itabuna. “Com o contrato, há a certeza de recursos para a plena execução da obra e os clientes têm, ainda, mais uma garantia com o seguro término de obra”, disse.

Outro ganho proporcionado, destaca Pimentel, é a agilidade no cronograma físico da obra, além de garantir aos compradores a data de entrega do empreendimento. O prazo de entrega dos imóveis é dezembro de 2016, conforme o contrato com a instituição financeira.

Salão de festas, espaço gourmet e piscinas em perspectiva.

Salão de festas, espaço gourmet e piscinas em perspectiva.

PIONEIRISMO

O Jardim das Hortênsias é projeto pioneiro no sul da Bahia. O condomínio clube residencial terá 20 mil metros quadrados de área verde e 20 opções de lazer e está dividido em duas etapas. A primeira tem 132 unidades. “O Jardim das Hortênsias é projeto único que contempla entrega de condomínio clube, de casas com dois pavimentos, com segurança e muitos itens de lazer, com baixo custo”, destaca.

O pioneirismo do conceito de condomínio clube de casas no sul da Bahia representa a ousadia da Construtora Módulo. “No mercado, existem outros empreendimentos que apenas contemplam venda de lotes urbanizados ou condomínios verticalizados”, acrescenta o diretor da Módulo. A construtora tem 25 anos, consolidou-se no mercado e possui, hoje, mais de 3.500 imóveis em construção ou em fase de entrega somente no sul da Bahia.

PROJETO DETERMINA QUE CHOCOLATE TENHA MÍNIMO DE 35% DE CACAU

Audiência reuniu a cadeia produtiva de cacau e chocolate (Foto Reinaldo Ferrinho).

Audiência reuniu a cadeia produtiva de cacau e chocolate (Foto Reinaldo Ferrinho).

O Senado Federal começou a discutir, ontem (1º), em audiência pública, projeto de lei que determina percentual mínimo de 35% de cacau nos chocolates comercializados no Brasil. A proposta é da senadora baiana Lídice da Mata (PSB). A audiência reuniu produtores de cacau da Bahia e do Pará, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. O projeto de lei 93/2015  também obriga as indústrias a informar, no rótulo, o teor de cacau contido no produto. A ideia já era defendida na Câmara Federal pelo ex-deputado Geraldo Simões (PT), citado pela senadora em seu discurso.

Para o representante da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Cacau presente à audiência, Guilherme Moura, a iniciativa de Lídice representa o início de um plano reestruturante para o setor e aproxima a legislação das demandas do mercado, que já pede mais cacau nos chocolates. Luis Oliveira, preposto do Pará, destacou o benefício do projeto para a saúde da população, pois valoriza o cacau em detrimento do uso de açúcar.

O produtor Henrique Almeida, da Associação de Produtores de Cacau da Bahia (APC) e diretor do Instituto Biofábrica de Cacau, reforçou a importância da melhoria da matéria prima utilizada na fabricação do chocolate e opinou que é preciso que o governo implante uma política pública de incentivo à revitalização da produção cacaueira. Para ele, o projeto de Lídice irá fomentar a qualidade da lavoura e beneficiará os consumidores.

O Brasil deve produzir aproximadamente 279 mil toneladas de cacau, segundo projeções da Ceplac. A Bahia representa hoje 63% da produção nacional, seguida pelo Pará, com 35%. Os dados da Ceplac relevam que 270 municípios brasileiros produzem cacau em uma região de 6 milhões de pessoas.

 

MÉDICO ALERTA PACIENTES COM DENGUE PARA OS CUIDADO COM OS OLHOS

Ruy Cunha chama atenção para cuidados com os olhos.

Ruy Cunha chama atenção para cuidados com os olhos.

O paciente com dengue deve procurar um oftalmologista em casos de dor nos olhos que fujam ao padrão sintomatológico, segundo o médico cirurgião Ruy Cunha, do Hospital Day Horc. O alerta foi feito por causa do surto de dengue no sul da Bahia. Itabuna e Ilhéus têm mais de cinco mil casos da doença somente neste ano.

O médico observa que em pacientes com dengue a dor atrás dos olhos costuma piorar quando os olhos se movimentam, exigindo do paciente que reduza a movimentação para amenizar a dor e desconforto. Na dengue clássica a febre costuma durar de três a oito dias e pode causar pequenas bolhas vermelhas em algumas regiões do corpo, como pés, pernas e axilas. O paciente demora, em geral, uma semana para ficar bom.

Ainda sobre os sintomas relacionados à oftalmologia associados aos casos de dengue, a dor na região dos olhos pode persistir pelo tempo que a doença se prolongar no organismo. “É importante observar que nem todas as dores de cabeça ou dor na região do globo ocular estão associadas à dengue, necessitando da associação a outros sintomas e a confirmação por exame de sangue”, disse Ruy Cunha.

O oftalmologista orienta a observar o tempo de duração e as características da dor nos olhos. Qualquer fuga do padrão sintomatológico previsto deve levar o paciente a procurar um médico oftalmologista imediatamente. Da mesma forma é preciso prevenir evitando a automedicação. “O paciente em cuidados de dengue já deve ter passado por uma avaliação clínica e está sob cuidados, inclusive farmacológicos com medicação de controle de febre e dores, não devendo fazer opção por uso de colírios sem prescrição médica”.

PARA MELLO, MUDANÇA NA MAIORIDADE NÃO DEVE SER VISTA COMO ESPERANÇA

Ministro do STF fala sobre mudanças na maioridade.

Ministro do STF fala sobre mudanças na maioridade.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello disse ontem que a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos não deve ser vista como esperança de dias melhores. “Cadeia não conserta ninguém e não resolve os problemas do país, que são outros”, afirmou.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 171-A/93, que altera a faixa etária de responsabilidade penal, foi aprovada ontem (31) pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ), após mais de 20 anos em tramitação.

O texto seguirá para uma comissão especial, que será instalada no próximo dia 8 pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O ministro Marco Aurélio lembrou a articulação para que a mudança se torne cláusula pétrea, dispositivo constitucional que não pode ser alterado nem mesmo por uma PEC.

Marco Aurélio antecipou que não concorda com a classificação legal para redução da maioridade. “De início, não penso assim, mas estou aberto à reflexão”, ponderou, afirmando que o projeto “baterá no Supremo”.

O ministro reconheceu que o ritmo de aprovação de novas regras demonstra que o Legislativo está buscando se fortalecer. Entretanto, alertou sobre o receio de normatizações “em época de crise, porque vingam as paixões exarcebadas”. Segundo ele, o país já tem leis suficientes para correções e deveria se concentrar em outros problemas.



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