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OS PRÉ-CANDIDATOS (OU PREFEITURÁVEIS)

marco wense1Marco Wense

 

Mais de 60% do eleitorado não pretende votar em candidatos que já administraram Itabuna, o que não deixa de ser uma preocupação para o trio Fernando Gomes, José Nilton Azevedo e Geraldo Simões.

 

 

Deve ter mais. Mas os que aparecem na mídia são 14 pré-candidatos à sucessão do prefeito Claudevane Leite (PRB), que desistiu da reeleição, portanto da disputa do segundo mandato.

Fernando Gomes (DEM) – Já foi prefeito de Itabuna por quatro vezes. Vai atrás do quinto mandato. Conhece as entranhas do jogo político. Tem um eleitorado cativo. Enfrenta dois problemas: uma possível inelegibilidade em decorrência da Lei da Ficha Limpa e um altíssimo índice de rejeição.

Augusto Castro (PSDB) – Deputado estadual pelo tucanato. Só sai candidato se Fernando Gomes abrir mão de sua pretensão ou se for impedido pela justiça. É tido como político habilidoso, que não mede esforços para alcançar seus objetivos. Sonha mais com o Parlamento Federal do que com a prefeitura de Itabuna.

Capitão Azevedo (DEM) – Derrotado na última sucessão, quando tentou se reeleger, o militar sabe que a preferência do demismo municipal, sob a batuta de Maria Alice Pereira, é por Fernando Gomes. Tem vontade de sair da legenda, mas falta coragem. A política não costuma perdoar os desprovidos de determinação, audácia e ousadia.

Geraldo Simões (PT) – Duas vezes chefe do Executivo. Não tem a simpatia da alta cúpula do petismo. Ou seja, do presidente estadual do PT, Everaldo Anunciação, do secretário de Relações Institucionais Josias Gomes e, obviamente, do governador Rui Costa. Outro obstáculo é ser de um partido que vive o seu pior momento. Recente pesquisa do Datafolha mostra que a associação entre o PT e a corrupção cresceu na percepção do eleitorado.

Antônio Mangabeira (PDT) – Pré-candidato pela primeira vez. É médico, bacharel em direito, administrador de empresas e estudante de engenharia civil e ambiental. É o novo da sucessão de 2016. O fato de ser mais administrador do que político agrada uma considerável fatia do eleitorado já saturada com a política e a politicagem. A existência de um vácuo político, ávido por mudanças e por um candidato sem vícios, pode eleger o pedetista. É a campanha que mais surpreende.

Roberto José (PSD) – Deve ter consciência de que dificilmente será o candidato do prefeito Vane. Vai terminar sendo o vice mais cortejado, seja por Davidson Magalhães ou por Geraldo Simões. O comandante-mor do seu partido, senador Otto Alencar, é defensor da estratégia de que o governismo só deve ter um candidato em Itabuna.

Davidson Magalhães (PCdoB) – Disputa com Geraldo Simões a condição de candidato do governador Rui Costa. O problema maior, o grande entrave da sua pré-candidatura é a ligação e a co-responsabilidade com um governo que tem 85% de desaprovação. Não pontuou bem na última pesquisa de intenção de votos realizada pelo instituto Babesp.

Confira a íntegra do artigo clicando no link

Carlos Leahy (PSB) – Tem um bom coordenador e articulador do seu lado, o experiente Josias Miguel. Sabe que precisa melhorar sua posição nas consultas populares, sob pena de ficar na boca de Davidson e Geraldo como um futuro aliado. O comunista e o petista dão como favas contadas uma aliança com o PSB da senadora Lídice da Mata.

Zem Costa (PSOL) – Como franco atirador, candidato de qualquer jeito, é o prefeiturável que independe de alianças, de posição nas pesquisas ou de outros elementos que possam condicionar sua legítima e democrática pretensão. A missão é marcar presença com o PSOL.

Leninha Duarte (PPS) – Seu partido é da base de sustentação política do governo Vane. Leninha cobra do chefe do Executivo uma reunião com as legendas aliadas – PCdoB, PP, PPS, PRB, PSC e o PV – para a definição do candidato, contrariando assim o óbvio ululante. Ou seja, que o candidato do alcaide é Davidson Magalhães.

Coronel Santana (PTN) – De O a 100%, sua chance de sair candidato é nenhuma, é 0%. É bom lembrar que Santana exerce um importante cargo no governo do petista Rui Costa. Pois é. Quem diria, hein! Santana perto do PT e longe de Fernando Gomes.

Otoniel Silva (PPL) – É um prefeiturável que, assim como Zem Costa, quer dar visibilidade ao partido no processo sucessório. A diferença é que Zem tem o aval e o entusiasmo da cúpula do PSOL para sair candidato. Otoniel, não.

Fernando Vita (PMDB) – Tem a seu favor o invejável tempo no horário eleitoral destinado aos partidos políticos. É, sem dúvida, o prefeiturável mais vice-prefeiturável de todos. Quer ser o companheiro de chapa de Fernando Gomes ou, então, do tucano Augusto Castro e, quem sabe, do capitão Azevedo. Vita não pontua nas pesquisas. Não é candidato.

Alfredo Melo (PV) – Precisa mostrar que tem viabilidade eleitoral, sob pena do partido sair do seu controle. Não pontuou na última enquete eleitoral que tive acesso. O que se comenta é que o PV vai para onde ACM Neto apontar o dedo.

É bom ressaltar que mais de 60% do eleitorado não pretende votar em candidatos que já administraram Itabuna, o que não deixa de ser uma preocupação para o trio Fernando Gomes, José Nilton Azevedo e Geraldo Simões.

No mais, é desejar ao caro leitor do Pimenta um 2016 com poucos problemas e muita saúde. Que Deus abençoe a todos.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

8 respostas para “OS PRÉ-CANDIDATOS (OU PREFEITURÁVEIS)”

  • O anunciado do jornalista em tela, é perfeito, digno de elogios, Parabéns!

  • O POVO ESTAO ESQUECENDO QUE A CORRUPIÇAO E DESDE DA DITADURA MAIS FOI DILMA QUEM DISSE QUE QUEM DEVER VAI PAGAR ELA NAO FEZ COMO FHC QUE COLOCAVA A DEBACHO DO TAPERTE OS COLEGAS CORRUPTO DILMA E UMA MULHER CORAJOSA QUE ENCAROU OS CORRUPTO PORISO A GRANDE MIDIA DEVERIA SE RESPEITA QUANDO FOR FALAR DE DILMA.

  • Abdon Latiff B. Marques says:

    Realmente para frente é q se anda, Dr. Mangabeira é um candidato novo na politica, mais é um cidadão Itabunense, q conhece mto a realidade e as necessidades da nossa cidade, pois como médico a mtos anos e cansado de tantas mazelas, pode sim fazer a diferença para melhor, não tem rabo preso com ninguém e ama Itabuna a sua terra natal e um candidato mto capacitado, com uma visão moderna, com mtos projetos bons e é o momento de fazer u8ma verdadeira mudança e limpeza e acabar com esse vicio de políticos q eq investem fortunas para se eleger e depois a população e que sofrem as consequências dos enriquecimentos ilícitos e a cidade vira um caos.

  • Rodrigo José says:

    Vamos a realidade. Cuma tem voto, Augusto não tem simpatia na pobresa, Azevedo tem voto, Geraldo é PT então lascou, Mangabeira ilusionismo, Roberto José sem comentários, Davidson tem militantes mas não tem voto, Carlos Leahy kkkkkkķkkkkk, o resto é resto…….

  • Souza says:

    Olhando aos 4 ventos… tirando um republicano constante na lista, vejo tempos difíceis pra a cidade de Itabuna.

  • ISMAR says:

    Como analista politico Marcos Wense é digno de elogios e respeito é claro, mais sua tendencia ao candidato do PDT já está no limite máximo do puxassaquismo…Respeito, mas não aceito…se Liga MW!

  • Eleitor Atento says:

    Excelente análise, Marcos Wense. Deve-se levar em conta a enorme fadiga da velha política que pesa nas costas dos eleitorado itabunense, a prova foi a eleição do Vane, que mesmo sendo um peso morto e com campanha fraca, conseguiu se eleger. Se a população tiver memória, não elegerá Fernando, Geraldo ou Azevedo, que foram um fiasco em suas últimas gestões; Augusto Castro é um nome novo como prefeiturável, mas político velho, e muito fraco de ações políticas, também teve a irmã envolvida em escândalos da câmera certa vez e o povo não vai querer vê-la como secretária de qualquer coisa, o grupo político de Augusto causará certo temor na população mais atenta. Mangabeira, além de um nome novo, é um nome limpo e muito bem visto profissionalmente na cidade, mas precisa ter cuidado para não ser associado à um grupo elitista, pois pertence a alta classe itabunense. Roberto José só como vice, mas vice não gera efeito nem voto, é uma figura ilustrativa para a grande população, ele pode até ter boas intenções, mas na política as boas intenções visam sempre o próprio bolso, e não são essas intenções que revolucionam e causam as grandes mudanças que tanto necessitamos. Itabuna está morta: não tem água, não tem emprego, não tem atrativos turísticos ou comerciais. Não faz parte dos meus planos continuar morando aqui em 2016, mas espero, de coração, que as coisas melhorem.

  • Leocádio says:

    eu acho interessante este artigo deste colunista, um cara que está apoiando Mangabeira e que de todos comentário deixa bem claro que o cara é o melhor. porque ele não coloca o comentário que o médico nunca atendeu em posto de saúde e nem em hospital. sua clínica é particular e para pacientes do SUS deve aguardar na filha até 8 meses. como diz Gerdan “me faz uma garapa de limão balão”.

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