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ITABUNA: ESTRATÉGIA DE GUERRA CONTRA O AEDES AEGYPTI TERÁ FUMACÊ E FAXINAÇO

Bicalho discursa durante entrega de "QG" contra o Aedes (Foto Pimenta).

Bicalho discursa durante entrega de “QG” contra o Aedes (Foto Pimenta).

O secretário de Saúde de Itabuna, Paulo Bicalho, disse hoje (16) que o município já montou uma estratégia de guerra ao Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. O número de agentes de combate a endemias subiu de 100 para mais de 180 e os agentes comunitários de saúde também irão auxiliar as ações de controle. Até a próxima quinta, três carros fumacê estarão em Itabuna. Faxinaços nos bairros também estão sendo agendados.

O secretário revelou o plano em entrevista ao Pimenta, pouco antes de entregar uma central de atendimento especializado a vítimas do Aedes aegypti. Ele participou do ato junto com o prefeito Claudevane Leite e o superintendente de Gestão e Regulação da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), José Saturnino Rodrigues.

Segundo o secretário, a central, chamada de QG de Combate ao Aedes aegypti, funcionará não só como pronto-atendimento, mas observatório, pois ajudará a identificar com maior precisão onde estão os casos de dengue, chikungunya e zika “bairro a bairro, rua a rua”. E completou: “é uma estratégia de guerra”.

Questionado sobre quais motivos teriam feito eclodir os casos de viroses do mosquito, Bicalho disse que o primeiro fator é o endêmico. “O mosquito hoje é endêmico e, em segundo lugar, tivemos uma estiagem prolongada. Os mosquitos foram colocando seus ovos e as pessoas ficam com água estocada por 10, 15 dias, por causa da seca. Aí, tivemos um primeiro pico em novembro”, disse ele.

Ainda de acordo com o secretário, já em dezembro, o número de notificações de vítimas do mosquito cresceu três vezes mais em relação a igual período do ano passado. E chegou a ser oito vezes maior em janeiro. “Temos (este cenário) associado à infestação predial alta”, completou Bicalho.

"QG" funcionará como ambulatório e observatório no combate ao Aedes aegypti (Foto Pimenta).

“QG” funcionará como ambulatório e observatório no combate ao Aedes aegypti (Foto Pimenta).

MAIS DE 4 MIL VÍTIMAS

O município registrou 2.806 casos de dengue até o final de janeiro, segundo a Secretaria de Saúde local. Já os casos de zika, chegaram a 1.345, além de 4 notificações de chikungunya. De acordo com o secretário, a tendência é de que o número de notificações de zika supere o de dengue no município. E que metade da população tenha uma das três viroses.

Durante a entrega da central especializada, que funcionará a partir das 7h desta quarta (17), o prefeito Claudevane Leite disse que a sociedade deve colaborar no combate ao mosquito. “Quase 90% dos focos de Aedes aegypti estão dentro das casas”, afirmou. O prefeito também destacou o esforço dos profissionais em saúde e os investimentos feitos pelo município.

APOIO DO ESTADO

O superintendente de Gestão e Regulação da Sesab, José Saturnino Rodrigues, disse ao Pimenta que o estado poderá até mesmo contratar leitos em clínicas e hospitais privados para vítimas das arboviroses (dengue, zika e chikungunya), caso necessário.

Antes da entrega do QG, José Rodrigues se reuniu com o secretário Bicalho e com o prefeito de Itabuna. Bicalho conversou com o secretário estadual da Saúde, Fábio Vilas Boas, quando delineou o quadro no município e as necessidades para o combate ao mosquito e a assistência às vítimas. Além do envio de fumacês, o estado poderá enviar medicamentos e, se necessário, profissionais de saúde.

3 respostas para “ITABUNA: ESTRATÉGIA DE GUERRA CONTRA O AEDES AEGYPTI TERÁ FUMACÊ E FAXINAÇO”

  • jacinto says:

    antes dessa materia, nesse mesmo blog, publicaram outra de titulo SOFRIMENTO NO HOSPITAL DE BASE. Porque ninguem deu ouvidos aos promotores que tentaram embargar a lavagem do beco do fuxico? lembra? a fila do morra Brasil existe e esta nos hospitais publicos. depois dizem que a cidade não está em caos administrativo. Triste realidade. Votei em Vane e mais uma vez me decepcionei. pensei que ele fosse diferente.

  • Lucas says:

    Acabar com a dengue com vários canais abertos é difícil, aliás amenizar porque até a criadora do mosquito genético afirmou ser impossível acabar com o aedes.

  • Mel says:

    Vocês devem pensar de cuidar de quem cuida, os profissionais de saude não recebem aumento salarial há anos.

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