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:: 8/mar/2017 . 18:47

FÁBRICA DE CALÇADOS VAI GERAR 600 EMPREGOS EM CAMACAN

Irivan, da Lia Line, assina protocolo de intenções com o Estado (Foto Divulgação).

Irivan, da Lia Line, assina protocolo de intenções com o Estado (Foto Divulgação).

Rosemberg: política contínua de atração de negócios.

Rosemberg: política contínua de atração de negócios.

O Governo do Estado da Bahia e a empresa calçadista catarinense Lia Line firmaram, hoje (8), na Superintendência de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Sudic), o contrato de posse para uso de um galpão na cidade de Camacan. De acordo com o cronograma, abril e maio serão reservados para instalação de equipamentos e treinamento dos funcionários. A empresa começa a produzir em junho, gerando 600 empregos diretos.

A Lia Line está instalada na Bahia há 4 anos e já emprega aproximadamente 2.200 pessoas, distribuídas em 8 unidades nos municípios de Ibicuí, Itororó, Valente, Conceição do Coité e Firmino Alves. A calçadista está em expansão na Bahia. Neste mês, a unidade de Firmino Alves ganhou mais um turno de operação e gerou mais 100 vagas. Na cidade de Valente, será construído mais um galpão.

O empresário Irivan Soares citou o papel do deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) para abrir unidade em Camacan. “Ele praticamente fez toda a intermediação com o município”. O prefeito de Camacan, Oziel da Ambulância, falou do empenho de Rosemberg. “Ele se esforçou para apresentar empresas que vão gerar empregos no município”, disse.

Irivan Soares, da Lia Line, destacou a política de atração de negócios do Estado. “O Governo da Bahia, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, tem uma política que demonstra um diferencial para atrair o investidor”.

O deputado Rosemberg Pinto (PT) avaliou a campanha de atração de empresas como “fruto de um trabalho contínuo”. “A política de atração teve início na gestão de Jaques Wagner para ocupar os antigos galpões do Estado, que eram usados pela Azaleia, na região de Itapetinga, e que continua com Rui Costa ampliando para outras cidades”, destacou.

ENCONTRO REÚNE EX-ALUNOS DO DIVINA PROVIDÊNCIA, APÓS 50 ANOS

Antigo prédio do Divina Providência, onde hoje funciona as Lojas Americanas.

Antigo prédio do Divina Providência, onde hoje funciona uma das Lojas Americanas.

Um grupo de ex-alunos do Colégio Divina Providência (CDP), nas décadas de 60 e 70, pretende se encontrar no espaço de convenções do restaurante Empório Bahia, situado à Rua Pernambuco, n° 146, Jardim Vitória, ao meio-dia deste sábado, dia 11. A ideia é relembrar estórias e histórias do período em que cursava o ginasial e científico no tradicional educandário então dirigido pela professora Lindaura Brandão de Oliveira, além de viver momentos alegres e refazer contatos.

Atualmente, a maioria é integrada por profissionais liberais, como médicos, odontólogos e advogados, professores, jornalistas, empresários e donas de casa. “A partir de contatos em uma rede social, surgiu a ideia deste encontro. Nada como rever pessoas com quem se conviveu fraternalmente parte da infância e adolescência. Todos estávamos com saudades um do outro”, diz Cássia Melo, uma das organizadoras do encontro, juntamente com Lídia Olívia Pimentel, Jairo Xavier Filho, Hermenegildo Domingos dos Santos e Avinor Quadros Lima.

RUY PÓVOAS E DOURADO HOMENAGEADOS

O evento será dividido em duas etapas. A primeira será uma sessão solene em que será abordado a importância do Colégio Divina Providência na formação de cidadãos e cidadãs, que muito contribuíram e contribuem, para o desenvolvimento da sociedade grapiúna. À época, o estabelecimento de ensino era mantido pela Sociedade São Vicente de Paulo (SSVP).

Haverá homenagens presencial aos professores Ruy Póvoas e Edmundo Dourado. Também serão homenageados “In Memoriam” a eterna Diretora Lindaura Brandão de Oliveira e os professores Antonio Lúcio (Tote) e Plínio de Almeida. A segunda etapa, será um almoço festivo, animado por som ao vivo do cantor e compositor grapiúna Nonato Teles.

HISTÓRIA
Fundado em 8 de abril de 1924, por ideia de Monsenhor Moisés Gonçalves do Couto, numa realização da Sociedade São Vicente de Paulo, o Colégio Divina Providência nos períodos iniciais era inteiramente dedicado à educação e formação de estudantes do sexo feminino. A direção era formada pelas Irmãs Eurósia do Santíssimo Sacramento, Ursulina Diniz e Francisca da Sagrada Família.

A partir de 1930 passou à direção das Irmãs dos Pobres de Santa Catarina de Sena, sob comando da Irmã Albertina Paradisi. Neste momento passa a ser chamado de Ginásio Divina Providência, quando também passa a receber alunos do sexo masculino . O doutor Aziz Maron foi muito influente para que esta mudança ocorresse. Em 1945, o colégio admite seu primeiro aluno, José Antonio Formigli Rebouças, que apenas frequentava as aulas, não tendo direito a matrícula.

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A PROSA DE NEWTON E MARÃO

Newton: queixas contra Alisson e Alcides.

Newton: queixas contra Alisson e Alcides.

O prefeito Mário Alexandre (Marão) reservou parte da sua agenda para receber o ex-prefeito Newton Lima, de quem foi vice-prefeito. Newton, que sumiu da praça desde quando deixou o poder em dezembro de 2012, deu conselhos ao dono da principal cadeira do Centro Administrativo, na Conquista.

Durante o encontro, conforme fontes, o ex-prefeito mencionou os nomes de Alisson Mendonça e a Alcides Kruschewsky. Para Newton, a dupla atrapalhou o seu governo. Não se sabe o porquê da zanga do ex-alcaide com a dupla. Alcides comanda hoje a Secretaria de Comunicação. Alisson é o titular das Relações Institucionais.

Consta que Marão ouviu, porém não concordou com a análise.

DE NOVO, A IMPLICÂNCIA COM O SINO!

walmirWalmir Rosário | wallaw1111@gmail.com

Apesar de àquela época os tempos serem outros, quando prevalecia a força bruta, a convivência em relação à diferença de credos era por demais respeitada. Os católicos não reclamavam dos louvores da Igreja Batista Teosópolis e da Igreja Adventista, muito menos ao contrário. A convivência era perfeita entre os pastores Apolônio e Isaías e os três frades capuchinhos.

 

Deve ser o sinal dos tempos, como costumam dizer os antigos. Não sei se é apenas uma simples implicância ou a chamada intolerância (até religiosa) muito comum nos tempos de hoje. O certo, que, pela segunda vez em cerca de quatro anos a sonoridade dos sinos das igrejas católicas de Itabuna volta a ser questionada.

O alvo anterior foi a Catedral de São José, agora, a reclamação é contra a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, no bairro do mesmo nome. Na catedral, contra o sino tradicional, fundido em bronze, que dá uma sonoridade ímpar a cada badalada. Na Igreja de Nossa Senhora da Conceição, o sino é uma versão moderna, concebida na mais alta tecnologia digital, integrada por duas “bocas” de alto-falante colocados na torre do templo.

São José e Nossa Senhora sempre foram perseguidos: naquele tempo por serem os pais de Jesus Cristo, nomeado o Rei dos Judeus, levando o temor aos romanos invasores e aos judeus palacianos. Terminou sendo julgado e condenado a morrer crucificado. Se esperavam os dirigentes de então que calariam sua voz, enganaram-se, ela tinha sido semeada aos quatro ventos.

Se me recordo bem, as reclamações contra o badalar dos sinos, o tradicional na Catedral e sua versão informatizada, na Igreja da Conceição, não partiu da comunidade. Tanto lá como cá, foram apenas duas pessoas as incomodadas com repicar dos sinos. Os protestos vieram apenas e tão somente de duas vozes, uma de cada vez, sem representatividade ou ressonância.

O silêncio dos sinos da Catedral foi denunciado no www.ciadanoticia.com.br e causou muita celeuma, inclusive com esse simples blogueiro sendo vítima de sermões negativos nas Santas Missas. Mas nada que atrapalhasse a comunicação entre esse pecador confesso e Deus, além dos santos e anjos protetores. E os sinos da Catedral de São José voltaram, garbosamente a dobrar.

Já o reclamo que tenta calar a sonoridade da versão moderna dos sinos da Igreja de Nossa Senhora da Conceição tomei conhecimento num programa jornalístico de um canal de TV. Ouvida, a maioria da comunidade se manifestou favorável à tradição secular, incorporada ao cotidiano daquele bairro. Como diz o ditado: uma só andorinha não faz verão.

De minha parte, que tenho na Igreja de Nossa Senhora da Conceição uma forte referência religiosa, não consigo conceber o motivo desta contestação. É o sino quem através dos anos serve para alertar aos fiéis o horário da Santa Missa e outras cerimônias religiosas e, inclusive o horário. Em Minas Gerais, os sinos se firmaram na tradição e os sineiros e tocadores se especializaram em fabricar e fazê-los dobrar em cânticos e harmonias diversas, apropriadas para cada evento.

Mesmo longe, posso dar o testemunho de quem, ainda adolescente, ajudou a construir aquele templo, erguido com a liderança de missionários do naipe dos frades capuchinhos Justo, Apolônio e Isaías.

Mesmo longe, posso dar o testemunho de quem, ainda adolescente, ajudou a construir aquele templo, erguido com a liderança de missionários do naipe dos frades capuchinhos Justo, Apolônio e Isaías. Somente a título de lembrança, os sinos – os de bronze – foram adquiridos com campanhas realizadas e que contou com o apoio de toda a comunidade.
Ainda quando residia em Itabuna, assistia, às terças-feiras, ao lado do colega José Augusto Ferreira Filho, a Missa em louvor a Santo Antônio na Igreja de Nossa Senhora da Conceição. E nossas referências eram o tocar dos sinos, pois como chegávamos mais cedo, ficávamos no bate-papo com os amigos, até que o Frei Calazans nos convocava para a missa.

Aos mais novos e desavisados, a Igreja de Nossa Senhora da Conceição é a maior referência religiosa, urbanística, histórica, sociológica e antropológica do bairro. Foi a sua construção e implantação, responsável pelo convívio social, a educação e a elevação da autoestima daquela comunidade conhecida pelo nome pejorativo de Abissínia e que passou a ser conhecida por bairro da Conceição.

Apesar de àquela época os tempos serem outros, quando prevalecia a força bruta, a convivência em relação à diferença de credos era por demais respeitada. Os católicos não reclamavam dos louvores da Igreja Batista Teosópolis e da Igreja Adventista, muito menos ao contrário. A convivência era perfeita entre os pastores Apolônio e Isaías e os três frades capuchinhos.

Não sei qual a opinião da autora do protesto contra os sinos em relação aos carros de som que fazem publicidade e dos chamados paredões, nocivos contra a saúde do corpo, ao contrário do dobrar dos sinos. Como um pastor deve cuidar de suas ovelhas, Frei Calazans, de pronto, já decidiu baixar o volume dos sinos digitais, mantendo as tradições religiosa e comunitária. O dobrar dos sinos representa a “voz de Deus”, cuja percepção transporta a alma para além das fronteiras do mundo terreno.

Walmir Rosário é um amante do som dos sinos

PROTESTO BLOQUEIA A BR-101 EM ITABUNA

Manifestação bloqueia a rodovia federal em Itabuna.

Manifestação bloqueia a rodovia federal em Itabuna.

Uma manifestação de centrais sindicais bloqueia a BR-101, na altura do Bairro Santa Clara, em Itabuna, sentido Buerarema. CTB e CUT lembram o Dia Internacional da Mulher e fazem críticas às reformas da Previdência e Trabalhista propostas pelo Governo Temer.

Há um grande congestionamento nos dois sentidos da pista. A manifestação é acompanhada pelas polícias Militar e Rodoviária Federal. O ato é pacífico.

Ato de centrais sindicais gera grande congestionamento na 101.

Ato de centrais sindicais gera grande congestionamento na 101.

SECRETÁRIAS HOMENAGEADAS

Maria Alice (centro) e Sandra Neilma, à direita, também foram homenageadas.

Maria Alice (centro) e Sandra Neilma, à direita, também foram homenageadas.

A Clínica de Corrida prestou homenagem a personalidades, hoje (8), Dia Internacional da Mulher, na Praça Rio Cachoeira, no Góes Calmon. Duas das secretárias municipais itabunenses foram lembradas: Sandra Neilma (Assistência Social) e Maria Alice Pereira (Governo).

PREFEITURA EMBARGA REFORMA DO VESÚVIO

Prefeitura apontou irregularidades no andamento da reforma

Prefeitura apontou irregularidades no andamento da reforma

Do Jornal Bahia Online

A Prefeitura de Ilhéus interditou a obra de reforma de um dos maiores patrimônios da cidade: o Bar Vesúvio. A Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável constatou que a construção que estava sendo executada apresentava irregularidades e determinou o embargo considerando que a autorização inicialmente dada está inconsistente e desconforme com a Lei 2312/89. A decisão foi publicada no Diário Oficial do Município, edição desta terça-feira (7).

No início deste mês a concessão do espaço – que pertence a uma família suiça que reside em Ilhéus – foi transferida para outros empresários locais que decidiram pela reforma, com prazo de reabertura para o segundo semestre do ano.

Segundo o relatório de fiscalização, o responsável pela reforma recusou-se a assinar o termo.

O Jornal Bahia Online procurou o secretário e vice-prefeito José Nazal. De acordo com Nazal “o processo estava irregular”. A decisão de embargar a obra é apenas no sentido de regularizar a situação.

O outro lado – O empresário Camilo Carvalho, um dos sócios do novo empreendimento, explicou que tinha uma autorização para uma reforma simples, a exemplo de troca de piso, pintura e restauração da fachada. “Mas eu tinha certeza de que teríamos dificuldades com a reforma”, disse, acrescentando que a cidade ainda não se criou a cultura de abraçar quem empreende, gera emprego e paga imposto. “A gente vai resolver”, garantiu. “A reforma vai continuar e vamos resolver a situação o mais rápido possível”, disse Camilo

Clique e confira na íntegra

OEA PEDE A GOVERNOS COMPROMETIMENTO COM IGUALDADE DE GÊNERO

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Da Agência Brasil

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), da Organização dos Estados Americanos (OEA), pediu aos governos no mundo que reafirmem os compromissos com os princípios da igualdade de gênero e não discriminação, incluindo o fortalecimento de mulheres e de meninas. Para a instituição, a iniciativa é essencial “para a consolidação de democracias vibrantes, a eliminação da pobreza e a completa observância de todos os outros direitos humanos”.

De acordo com a comissão, a igualdade de gênero e o fortalecimento das mulheres e das meninas são fundamentais para o desenvolvimento sustentável e para a erradicação da pobreza, além de pré-requisitos para alcançar progressos nos objetivos e nas metas de desenvolvimento sustentável. Por isso, a instituição apoiou a iniciativa da Comissão Sobre o Status da Mulher, da Organização das Nações Unidas (ONU), que em sua 61ª sessão destacou o tema “empoderamento econômico das mulheres no mundo do trabalho em mudança”.

Segundo a CIDH, a discriminação permanece ligada a desigualdades estruturais entre homens e mulheres em vários países e, na área do trabalho, não é uma exceção. “De fato, apesar do significativo aumento da participação das mulheres no mercado de trabalho nas últimas décadas, a comissão observa que uma série de barreiras continua a impedir que as mulheres das Américas tenham acesso a oportunidades de trabalho iguais, à igualdade de condições de emprego, a um emprego de qualidade e a um local de trabalho livre de assédio sexual”.

De acordo com a comissão, em 2015 as trabalhadoras que tinham jornada completa nos Estados Unidos (EUA) ganhavam, em média, 78 centavos para cada dólar recebido pelos homens. Isso equivale, pelas contas do órgão, a uma diferença salarial de quase 20% e a um aumento de apenas 17 centavos de dólar desde que foi promulgada a lei trabalhista Equal Pay Act, de 1963, para impedir diferença salarial entre homens e mulheres.

MULHERES NEGRAS

A CIDH mostrou ainda que os dados são mais problemáticos em relação às mulheres negras, sujeitas à discriminação racial, além da discriminação de gênero. Nos Estados Unidos, em média, mulheres negras ganham apenas 64 centavos e mulheres latino-americanas, 54 centavos por dólar recebido pelo homem. A comissão lembra que a questão se repete em países latino-americanos, como o Brasil, onde, no mesmo ano, as mulheres ganhavam salário médio de US$ 430, comparado ao salário médio dos homens, de US$ 610. As mulheres negras recebiam, no mínimo, US$ 315. :: LEIA MAIS »

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