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:: 21/jul/2018 . 20:17

FESTIVAL DO CHOCOLATE E CACAU MOSTRA RIQUEZA E DIVERSIDADE CULTURAL DO SUL DA BAHIA

Daniel Thame

Celebrado mundialmente através da obra imortal de Jorge Amado como a terra do cacau, e agora também do chocolate, o sul da Bahia possui uma cultura rica, em suas diversas manifestações, como a literatura, música, teatro, dança e artes plásticas. Um pouco desta cultura pode ser conferida durante o 10º Festival Internacional do Chocolate e do Cacau, até este domingo (22), no Centro de Convenções de Ilhéus.

No Palco do Cacau, estão se apresentando, diariamente, os cantores Diego Schaun, Jacque Barreto, Gabriela Maia, Zezo Maltez e Leonardo Leo, os grupos Batuka Gêge, Mulheres de Domínio Público, Samba de Treita, Pier 05, Abaga, as quadrilhas Explosão Caipira, Forró do Dinossauro, Forró 4 Estações e o Circo da Lua.

Palco do Festival mostra talentos do sul da Bahia || Foto

Na área do festival, o ator José Delmo executa performances como um típico coronel do cacau e atrizes da Turma do Maktub interpretam personagens do Bataclan, um dos cenários da obra ‘Gabriela Cravo e Canela’, que está completando 60 anos de lançamento. O Palco do Cacau foi instalado através de financiamento do Fundo de Cultura de Bahia, que também apoia o espaço destinado a artesanato, artes plásticas, dança e literatura de cordel.

O secretário de Cultura de Ilhéus, Paulo Cidade, destaca que cacau, chocolate e cultura estão interligados na história do Sul da Bahia. “O evento valoriza os artistas regionais e cria uma vitrine para a produção local que é vista por pessoas de todo o Brasil”.

Zé Delmo, um dos maiores nomes da arte regional

A produção de chocolates de origem está atrelada às características culturais da região. “O festival é uma oportunidade de negócios e de lazer, que dá visibilidade tanto ao cacau e ao chocolate, como também ao talento dos artistas sul baianos”, ressalta o superintendente de Promoção Cultural da Secretaria de Cultura do Estado, Alexandre Simões.

EDITORA DA UESC

A Editora de Livros da Universidade Estadual de Santa Cruz (Editus), está presente no Chocolat Bahia com uma feira de livros e espaço de leitura, onde é possível encontrar títulos da própria Editus e de outras editoras filiadas à Associação Brasileira das Editoras Universitárias, todos a preço promocional. Também é realizada uma programação infantil, com bate-papos literários com os autores Maria Luiza Silva Santos e Leônidas Azevedo Filho.

JORGE AMADO DE CHOCOLATE

Outra atração do festival é a confecção de um busto do escritor Jorge Amado, feito com chocolate. O trabalho, feito pelo chef chocolatier Abner Ivan, foi iniciado na abertura do evento e estará concluído no domingo, pode ser acompanhado pelos visitantes. Além do busto de Jorge, também está sendo confeccionado um cacaueiro feito de chocolate, unindo dois dos principais símbolos do sul da Bahia.

MÃE E TRÊS FILHOS SÃO PRESOS ACUSADOS DE PARTICIPAR DE ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA

Família também é acusada de organização criminosa

Uma mãe e três filhos foram presos suspeitos de tráfico de drogas na praia do Josuel, na Costa Dourada de Mucuri, no extremo sul da Bahia. Eles também são suspeitos de participação num grupo criminoso que atua em Teixeira de Freitas e região.

De acordo com a 89° Companhia Independente da Polícia Militar, durante rondas na praia, no final da tarde de sexta-feira (20), um dos suspeitos foi visto em atitude suspeita. Em seguida, quando foi abordado, a polícia identificou um mandado de prisão em aberto contra ele.

Na residência onde morava, outras três pessoas da família dele, que também tinham mandados de prisão em aberto por tráfico de drogas e outros crimes, foram encontradas.

A mãe, Maria Bernarda da Silva Gomes, de 53 anos, e os filhos Tairone da Silva Gomes, de 21 anos, Géssica Gomes de Souza, de 27 anos, e Wanderson Chaves dos Santos, que seria filho de criação, foram presos e levados para a Delegacia Territorial de Teixeira de Freitas.

A polícia não detalhou os crimes cometidos pela família e nem qual foi o suspeito que teria levado a polícia até a casa do grupo. Do G1-BA.

FUNAI DIVULGA IMAGENS DE ÍNDIO QUE VIVE ISOLADO NA AMAZÔNIA

Índio vive isolado na Amazônia|| Foto Funai

A Fundação Nacional do Índio (Funai) divulgou imagens inéditas de um índio que vive isolado na Amazônia. A Funai observa o índio há 22 anos, planejando ações de vigilância do território onde vive e garantindo sua proteção contra ameaças externas.

Conhecido como o “índio do buraco”, ele é o último sobrevivente de sua etnia. De acordo com a Funai, na década de 80, a colonização desordenada, a instalação de fazendas e a exploração ilegal de madeira em Rondônia provocaram sucessivos ataques aos povos indígenas isolados, num constante processo de expulsão de suas terras e de morte.

Segundo a Funai, após o último ataque de fazendeiros ocorrido no final de 1995, o grupo do índio isolado que provavelmente já era pequeno (a partir de relatos, a equipe local acreditava serem seis pessoas) tornou-se uma pessoa só. Os culpados jamais foram punidos. Em junho de 1996, o órgão teve o conhecimento da existência e da traumática história deste povo, a partir da localização de acampamento e outros vestígios de sua presença.

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POLÍCIA TENTA LOCALIZAR PAIS DE BEBÊ ABANDONADO EM JARDIM DE ITAJUÍPE

Bebê abandonado foi atendido em hospital de Itajuípe e passa bem.

A Polícia Civil investiga quem abandonou um bebê, na tarde de sexta-feira (20), no Jardim da Paróquia Coração de Jesus, no centro de Itajuípe. O recém-nascido foi encontrado pelo estudante Matheus Oliveira, que procurou o padre da paróquia e foi orientado a levá-lo para o hospital local.

O estudante contou que o recém-nascido estava muito vermelho por causa do sol e chorava, provavelmente, com fome. Depois de atendido na unidade de saúde, o bebê foi encaminhado para o Conselho Tutelar, que acionou a polícia. O recém-nascido passa bem. Foi instaurando inquérito para investigar o caso e a polícia já tem o nome de uma mulher suspeita de ser a mãe da criança.

ARTIGO | AS ONDAS DE DESENVOLVIMENTO E A CACAUICULTURA DO SUL DA BAHIA

Antonio Zugaib || ac.zugaib@uol.com.br

 

A regulamentação de uso da indicação geográfica, obtida pela Associação Cacau Sul Bahia, é um instrumento valioso para se conseguir uniformidade na qualidade, necessária para uma boa comercialização do produto, principalmente no mercado externo.

 

A cacauicultura do sul da Bahia já passou por diversas ondas de desenvolvimento. Primeiro foi a onda de desenvolvimento agrícola, quando os produtores de cacau – baianos, árabes e sergipanos – substituíram as plantações de cana-de-açúcar, com seus diversos engenhos, espalhadas neste rica Capitania de São Jorge dos Ilhéus, por plantações de cacau. Com suor e luta, os produtores de cacau implantaram nesta região um sistema denominado Cabruca, sistema este admirado no mundo inteiro, pois consegue extrair da terra seu valor econômico, conservando e preservando a mata atlântica.

Neste sistema de produção de cacau existente há cerca de 250 anos, a cacauicultura do sul da Bahia despertou o mundo produzindo uma quantidade significativa de cacau estimulando o interesse de exportadores e processadores a se localizarem na região, dando início a segunda onda de desenvolvimento, que chamamos de industrialização. Vieram os Kaufmann, implantando inicialmente o Chocolate Vitória, os Wildberger trazendo as empresas exportadoras e, posteriormente, as indústrias Barreto de Araújo, a Berkau, a Cargil, a Chadler, a ADM Cocoa, a Nestlé, assim como, através da organização dos produtores locais, a Itaísa. Neste ciclo de desenvolvimento produzimos líquor, torta, manteiga e pó de cacau. Iríamos chegar a cobertura do chocolate quando uma série de fatores conjunturais e estruturais desagregaram a economia cacaueira, culminando com a chegada da vassoura-de-bruxa, provocando um retrocesso sem precedentes dessa economia, com fechamento de fábricas e descapitalização dos produtores.

Atualmente, estamos voltando a um estágio de desenvolvimento muito mais forte, porque não estamos com a visão só na matéria-prima, nem tampouco em um chocolate de cobertura ou chocolate de massa. Estamos entrando em uma terceira onda de desenvolvimento que estou chamando de “Customização”. Customização é um substantivo feminino que remete para o ato de customizar e significa personalização ou adaptação.  

A customização consiste em uma modificação ou criação de alguma coisa de acordo com preferências ou especificações pessoais. Assim, customizar é alterar alguma coisa segundo o seu gosto pessoal. É isto que está acontecendo na cacauicultura do sul da Bahia. Os consumidores estão experimentando o chocolate segundo seu gosto pessoal. E a maioria dos consumidores deste produto que é preferência nacional já decidiu saborear um chocolate com alto teor de cacau.

Experimentos são realizados por meio de novas variedades desenvolvidos pela Ceplac e parceiros, onde é feita uma análise sensorial do chocolate sobre variáveis importantes, como aroma, sabor, derretimento, dureza, amargor e acidez, sem deixar de lado a localização, o porte, o tamanho dos frutos, o peso total das sementes secas por fruto, nem tampouco a produtividade do cacaueiro.

O chocolate é visto como um produto especializado que precisa de profissionalismo para ter sucesso no empreendimento. Para isso, a regulamentação de uso da indicação geográfica, obtida pela Associação Cacau Sul Bahia, é um instrumento valioso para se conseguir uniformidade na qualidade, necessária para uma boa comercialização do produto, principalmente no mercado externo. Porém, obtido esse profissionalismo estaremos no topo do mercado, obtendo um preço mais compensador, pois estaremos agregando valor ao nosso produto. Com uma boa política de crédito rural, os produtores poderão transferir toda a tecnologia gerada pela Ceplac, através de clones de alta produtividade e poderão reviver momentos felizes novamente.

Antonio Zugaib é engenheiro agrônomo, mestre em Economia Rural, técnico em Planejamento da Ceplac e professor da Uesc.

INSCRIÇÕES NO FIES SERÃO ENCERRADAS NESTE DOMINGO; SÃO OFERTADAS 155 MIL VAGAS

Inscrição se encerra neste domingo||Foto Wilson Dias/Agência Brasil

O Ministério da Educação (MEC) encerra neste domingo (22) o prazo de inscrição para acesso às vagas na educação superior oferecidas por meio do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).São 155 mil vagas, sendo 50 mil com juro zero e a inscrição pode ser feita na página do Fies Seleção na internet.

Pode concorrer às vagas quem fez uma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010, com média igual ou superior a 450 pontos e nota acima de zero na redação.

A modalidade juro zero é destinada aos candidatos com renda mensal familiar per capita de até três salários mínimos. Nesse caso, o financiamento mínimo é de 50% do curso, enquanto o limite máximo semestral é de R$ 42 mil. As outras duas modalidades, chamadas de P-Fies, destinam-se a estudantes com renda familiar de até cinco salários mínimos.

O resultado da seleção será publicado em 27 de julho, em chamada única. Os candidatos pré-selecionados na modalidade que exige comprovação de renda per capita mensal familiar de até três salários mínimos deverão complementar as informações da inscrição no período de 27 a 31 de julho e, posteriormente, efetivar a contratação do financiamento.

MEGA-SENA DEVE PAGAR R$ 62 MILHÕES, APÓS ACUMULAR 8 VEZES

Mega-Sena deve pagar R$ 62 milhões hoje no prêmio principal

A Mega-Sena pode pagar R$ 62 milhões ao apostador que acertar as seis dezenas sorteadas neste sábado (21) no concurso 2061. O sorteio será realizado na cidade de Ipameri (GO). As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) em qualquer casa lotérica. A aposta mínima (de 6 números) custa R$ 3,50. Os sorteios da Mega-Sena são realizados duas vezes por semana, às quartas e aos sábados.

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