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:: 12/ago/2018 . 22:14

VITÓRIA SOFRE NOVA GOLEADA NO BRASILEIRÃO

Grêmio atropelou o Vitória, na Arena, em Porto Alegre || Foto Lucas Uebel/Grêmio

O Vitória não resistiu ao Grêmio, em Porto Alegre, neste domingo (12), e sofreu uma nova goleada no Campeonato Brasileiro 2018: 4 a 0. Douglas abriu a porteira rubro-negra. Jailson, Pepê e Everton fizeram os outros três gols em mais um vexame do time baiano no Brasileirão 2018. Com 19 pontos, o time é 0 16º colocado. Já o Grêmio, o 3º, com 33. No próximo domingo (19), às 16h, o Vitória volta a campo contra o Palmeiras, no Barradão, às 16h. O Grêmio joga no sábado, às 19h, contra o Corinthians, na Arena do Timão.

DEMOLIÇÃO DO SHOPPING POPULAR COMEÇA NESTA SEGUNDA, DIZ DEFESA CIVIL

Demolição do Shopping Popular começa nesta segunda-feira || Foto Daniela Vieira/Blog Pimenta

Técnicos da Coordenadoria Municipal da Defesa Civil e servidores da Secretaria de Desenvolvimento Urbano iniciam, nesta segunda-feira (13), a demolição parcial do prédio onde funcionaria o Shopping Popular de Itabuna. A previsão é de que o trabalho seja concluído na terça-feira (14). Para execução do serviço, será interditado um trecho da Avenida Inácio Tosta Filho, nas imediações da praça José Bastos, no Centro.

De acordo com o coordenador da Defesa Civil, Yuri Bandeira, o destino do restante do prédio deverá ser decidido pela 1ª Vara da Fazenda Pública de Itabuna nos próximos 30 dias, quando o resultado do laudo técnico da justiça será concluído. Nesta segunda-feira devem ser demolidos o terceiro andar e uma parte do segundo andar.

O prédio começou a ser construído pelo município em 2014 e abrigaria mais de 140 vendedores ambulantes em três andares. Ele foi interditado em 2016, após o primeiro desabamento de uma parte. O segundo acidente ocorreu na madrugada do dia 26 de julho deste ano. Foram gastos mais de R$ 2 milhões em recursos do próprio município. A justiça decidirá quem vai arcar com os prejuízos.

UFRB ABRE INSCRIÇÕES PARA PROCESSO SELETIVO COM VAGAS EM 32 CURSOS

Ufrb abre inscrição em processo seletivo

A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) está com inscrições abertas para o processo seletivo que visa o preenchimento de vagas remanescentes da lista de espera e formação de cadastro reserva em 32 cursos de graduação para ingresso no semestre letivo de 2018.2.As inscrições gratuitas podem ser feitas até o próximo dia 19 e são oferecidas 483 vagas.

O processo seletivo terá uma única etapa, com utilização de médias aritméticas das notas obtidas nas provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2015, 2016 ou 2017.Em caso de empate, serão considerados como critérios maior nota obtida nas provas e menor renda.A primeira chamada será publicada no dia 27 deste mês e o início das aulas está previsto para o dia 28 de setembro.Mais informações no edital do processo seletivo.

ITARANTIM: FÁBIO GUSMÃO ANUNCIA APOIO A ROSEMBERG PINTO E OTTO FILHO

Fábio Gusmão (à esq) anuncia apoio a Rosemgerg e Otto Filho

Ex-candidato a prefeito e das maiores lideranças de Itarantim, Fábio Gusmão apoiará o deputado estadual e candidato à reeleição Rosemberg Pinto (PT). O apoio foi selado durante encontro e apresentação, ontem (11), em um sítio do município, com centenas de pessoas. Gusmão, que obteve 4.710 votos em 2016, também antecipou o apoio a Otto Filho (PSD) para deputado federal.

Rosemberg disse que fará “a interlocução entre Fábio Gusmão e o governo do Estado”. O parlamentar ainda sinalizou apoio a Gusmão em 2020 para que Itarantim “volte a sorrir e a crescer”. “Coloquei um kit odontológico para servir à comunidade. Fiz isso mesmo o prefeito sendo meu adversário, mas sou deputado de todos os itarantienses”, lembrou Rosemberg.

Rosemberg agradece apoio de Gusmão e lideranças em Itarantim

CERVEJAS ARTESANAIS BRASILEIRAS OBTÊM RECONHECIMENTO INTERNACIONAL

Cerveja artesanal brasileira conquista mercado internacional || Foto José Cruz/AB

O sucesso internacional de um estilo de cerveja cuja fórmula foi desenvolvida no Brasil é responsável pelo bom momento vivido pelas cervejarias artesanais no país. Desenvolvida por produtores de Santa Catarina a partir de um dos mais tradicionais estilos da Alemanha, a Berliner Weisse, a chamada Catharina Sour é a primeira receita tipicamente brasileira incluída no catálogo da Beer Judge Certification Program (BJPC).

Considerada uma das principais organizações mundiais de certificação de juízes cervejeiros, a BJPC publica um guia de estilos da bebida que serve de parâmetro para os produtores caseiros, artesanais e industriais. Com o reconhecimento da Catharina Sour, fabricantes de todo o mundo poderão inscrever seus produtos em concursos que julgam a qualidade da bebida. Em 2016, uma das primeiras cervejarias brasileiras a apostar na fórmula, a Blumenau, faturou uma medalha de prata no Prêmio Internacional de Cerveja da Austrália, uma das mais importantes competições da atualidade.

“Temos registro de mais de 50 rótulos batizados com esse estilo. Já há produtores de Catharina Sour no Canadá, nos Estados Unidos, na Argentina”, disse à Agência Brasil o presidente da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva), Carlo Lapolli, explicando que, preservadas as principais características físico-químicas e sensoriais da fórmula original, cada produtor tem liberdade para “brincar e experimentar” novas misturas, o que favorece a diversidade de sabores. Tanto que já há Catharina Sour com adição de maçã, jabuticaba, pêssego, manga, entre outras frutas.

Levemente ácida e com acentuado sabor de frutas que pode lembrar um espumante, a Catharina Sour começou a ser testada comercialmente entre os anos de 2014 e 2016, quando as microcervejarias e importadoras já se destacavam por conquistar crescente espaço no mercado cervejeiro nacional. Esse mercado, segundo a Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil), só fica atrás da China e dos Estados Unidos quando considerada a produção das grandes fabricantes brasileiras. De acordo com a entidade, a produção nacional total já ultrapassa os 14,1 bilhões de litros anuais.

O segmento das chamadas cervejas especiais (artesanais, importadas e `premium´) cresceu em consequência dos bons resultados da economia brasileira em anos recentes, principalmente entre consumidores das classes A e B, que, conforme lembra Lapolli, experimentaram uma mudança no padrão de consumo que favoreceu diversos segmentos. O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) estima que, entre 2012 e 2014, as cervejas especiais ampliaram sua fatia de mercado de 8% para 11%.

CERVEJARIAS

O número de cervejarias artesanais em atividade é incerto. Responsável por autorizar o funcionamento desses empreendimentos, o Ministério da Agricultura não faz distinção entre o porte das empresas. No fim de 2017, havia 679 cervejarias registradas no ministério – número 37,7% superior aos 493 registros de 2016.

“No Brasil, o número de cervejarias cresceu bastante e continua crescendo, apesar da crise. Claro que, em um cenário mais favorável, poderíamos ter alcançado resultados ainda melhores”, comentou Lapolli, acrescentando que o desafio do segmento é tentar “democratizar” o consumo do produto artesanal. O que, segundo ele, demanda mais investimentos e um olhar diferenciado por parte do Poder Público.

“Infelizmente, nossos preços ainda não são acessíveis a todos os consumidores. Principalmente devido à falta de escala da produção artesanal e ao desconhecimento por parte de nosso público potencial. Mas, principalmente, devido às regras tributárias que não diferenciam um grande fabricante e um produtor artesanal industrial, cobrando de ambos os mesmos cerca de 50% em tributos”, disse o presidente da Abracerva. A entidade tem atuado junto aos poderes Executivo e Legislativo, tentando obter uma atenção especial do Poder Público.

“Temos alguns projetos tramitando no Congresso Nacional que visam à redução da carga tributária. E até hoje não há uma regulamentação, um conceito legal sobre o que seja a produção artesanal. Uma cervejaria pequena, que produza 3 mil litros mensais, tem que estar inscrita no Ministério da Agricultura e cumpre as mesmas exigências de uma fábrica que produza 30 milhões de litros mensais”, acrescentou o presidente da Abracerva.

De acordo com Lapolli, embora só detenha 1% do mercado consumidor, as cervejarias artesanais empregam cerca de 10% da mão de obra do setor. Já a CervBrasil contabiliza que, incluídas as grandes fabricantes da bebida, o setor cervejeiro gera R$ 21 bilhões de impostos anuais, respondendo por 1,6% do Produto Interno Bruto (PIB) e por cerca de 100 mil empregos diretos. :: LEIA MAIS »






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