Lançada mais uma edição da campanha Ilhéus sem violência

A Associação Profissional dos Professores de Ilhéus (APPI\APLB) lançou, nesta quarta-feira (19), mais uma edição da campanha Ilhéus Sem Violência é Bem Melhor, que é realizada em parceria com a secretaria Municipal de Educação e diversas entidades.O projeto foi iniciado há cinco anos com o objetivo de promover ações efetivas de educação que reduzam a violência e valorizem a vida.

Durante o lançamento, a diretora da APPI, Enilda Mendonça, destacou que a campanha vem cumprindo seu papel de promover o debate na sociedade e reduzir o índice de violência nas escolas. A secretária de Educação, Eliane Oliveira, considerou fundamental a união de forças para enfrentar o problema. “Fizemos adesão ao projeto e convocamos todas as escolas da rede para participar da campanha e permitir o diálogo das forças de segurança com os alunos”, salienta.

A programação deste ano inclui o concurso de redação, desenho, boas práticas e pintura entre os estudantes, passeio ciclístico no próximo dia 21 de outubro, seguido de seminários internos em todas as unidades escolares, de 23 a 26 de outubro, uma grande caminhada no dia 27, também no próximo mês, data em que haverá exposição pública dos trabalhos premiados no concurso.

Além da APPI e da Secretaria de Educação, a campanha conta com o envolvimento das 68ª, 69ª e 70ª Companhias Independentes da Polícia Militar, da Guarda Civil Municipal, da Superintendência de Trânsito e Transportes, ARBS, Polícia Rodoviária Estadual, Companhia Independe de Policiamento Especializado (CIPE), ARBS, entre outras instituições.

Neste ano, o tema é “Por uma Ilhéus com menos conflitos: Fortalecendo a corrente do bem”. Segundo Enilda Mendonça, embora haja um tema central, as unidades escolares estão livres para abordar qualquer aspecto da violência que seja predominante no ambiente de trabalho.

O sargento Ramos, da 68ª CIPM, destacou a importância da parceria para reduzir o índice violência. “Então, a gente hoje está interagindo com os alunos, eles olham tanto para polícia, quanto para as outras entidades. Antes, eles nos olhavam com receio e se sentiam intimidados, e hoje nós percebemos que conseguimos desconstruir essa visão da polícia repressora, eles  nos têm como amigos”, afirmou.