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:: ‘Cultura’

MORRE A ATRIZ TÔNIA CARRERO

Morre a atriz Tônia Carrero || Foto Divulgação

A atriz Tônia Carrero , um dos ícones da televisão brasileira, morreu por volta das 22h15 deste sábado (3), aos 95 anos, no Rio de Janeiro.

Tônia Carrero, cujo nome de nascimento é Maria Antonietta Portocarrero Thedim, passava por uma pequena cirurgia em uma clínica particular na Gávea, na Zona Sul do Rio de Janeiro, quando teve uma parada cardíaca e não resistiu, de acordo com a família da atriz.

Ela tinha sido internada na sexta (2) com uma úlcera no sacro e morreu durante procedimento médico, segundo a neta Luísa Thiré.

O velório, segundo a família, será realizado neste domingo (4), das 14h às 22h, no Theatro Municipal. A cremação será realizada na segunda-feira (5), às 12h, no Memorial do Carmo. Do G1.

RODOVIA ILHÉUS-ITABUNA COMPLETA 90 ANOS

O traçado da Ilhéus-Itabuna em fotografia de José Nazal

Memorialista e dono de vasto acervo sobre a história de Ilhéus e do sul da Bahia, o vice-prefeito José Nazal lembrou em redes sociais que a estrada Ilhéus-Itabuna completa, nesta quinta (1º), 90 anos. A lembrança vem acompanhada de uma foto espetacular da rodovia e uma outra, histórica, da inauguração da estrada, em 1º de março de 1928.

Segundo Nazal, a estrada foi idealizada pelos cacauicultores coronel Virgílio Calazans Amorim e José Nunes. As obras começaram em 1922 e foram entregues em 1928, numa festa com a presença do governador Francisco Goes Calmon, também responsável pela construção da ponte sobre o Rio Fundão.

Políticos e produtores regionais inauguraram a estrada || Acervo José Nazal

A Rodovia Ilhéus-Itabuna (BR-415) foi pavimentada em meados da década de 50. Então governador baiano, Régis Pacheco autorizou a pavimentação asfáltica em 1955. Nazal observa que o traçado inicial era bem diferente do atual, cruzando os Altos do Basílio e da Mata da Esperança até o Banco da Vitória.

DUPLICAÇÃO

Aos 90 anos, a estrada – e os sul-baianos – aguardam a tão prometida duplicação. A ordem de serviço para a execução do projeto executivo foi assinada pelo governador Rui Costa em 9 de outubro do ano passado. A previsão é de que a instalação do canteiro e as obras comecem neste mês de março, o que depende tanto da aprovação do projeto executivo por parte do Governo Estadual como autorização do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit), além do “ok” do Tribunal de Contas da União (TCU). Caso saia do papel, a obra deverá ser tocada pela OAS.

TARGINO GONDIM NO FESTIVAL DE FORRÓ DE ITACARÉ

Targino será uma das atrações do Festival de Forró

Considerado como um dos maiores nomes do forró, o cantor, compositor e sanfoneiro Targino Gondim será uma das atrações do II Festival de Forró de Itacaré, programado para os dias 30 e 31 de março, no Feriado da Semana Santa, no município sul-baiano. O evento é realizado pela Prefeitura de Itacaré, com o apoio da Bahiatursa e do deputado estadual Rosemberg Pinto.

Com o show “Targino Gondom e Amigos”, o cantor participará dos dois dias de festa, recebendo diversos amigos sanfoneiros, personalidades do mundo do forró, para fazer uma grande festa para os itacareenses e turistas, trazendo o melhor do ritmo nordestino.

O prefeito de Itacaré, Antônio de Anízio, informou que o festival de forró se consolida como mais um grande evento na cidade e a proposta é ampliar cada vez mais, tornando o município como uma referência na tradição e na cultura nordestina.

De acordo com ele, um dos objetivos da festa é trazer de volta o forró pé-de-serra, também conhecido como forró tradicional, por ser o ritmo original e com a verdadeira identidade e a tradição nordestina. “Vamos fazer uma grande festa, onde todos poderão curtir uma boa música com muita alegria, animação e também com grandes atrações para resgatar a nossa cultura”, complementou o prefeito.

DOMINGO DE SARAU DA YRERÊ

Evento multicultural com música, artes plásticas, gastronomia e literatura, o Sarau da Yrerê será realizado neste domingo (25), a partir das 17 horas, na Fazenda Yrerê. A poetisa itabunense Iolanda Costa fará o lançamento do seu novo livro Colar de Absinto.

Os shows musicais deste ano serão com artistas regionais — Zezo Maltez e trio, mandado um jazz de primeira qualidade–, Jan Costa e Neguinho do Sax além de convidados com MPB e Ana Marques e convidadas.

Vários artistas plásticos expõem no Sarau, como Jane Badaró, Marcelo Pita e Cláudia Saar. Haverá, também, exposição e feira de artesanato e uma área de gastronomia com muita comida regional e chocolate da fazenda Yrerê.

O evento começa às 17 horas. A Fazenda Yrerê fica na Rodovia Ilhéus-Itabuna, km 11. O ingresso será de R$ 5,00.

CONCEIÇÃO PORTELA EXPÕE O UNIVERSO DO CACAU EM FESTIVAL EM SERGIPE

Arte de Conceição Portela aborda universo da região cacaueira sul-baiana

A artista plástica itabunense Conceição Portela participa, no próximo dia 23, do 4º Festival de Artes Empreendedoras, organizado pelos professores e alunos de Iniciação Empresarial  do Sistema de Informação, do curso de Administração da Universidade Federal de Sergipe. O Festival, que tem como tema “Nordeste, Tradição e Cultura”, reúne artistas plásticos, poetas, repentistas e fotógrafos de estados nordestinos. O evento será realizado na Universidade Federal de Sergipe, em Itabaiana.

Conceição Portela, a única artista do sul da Bahia convidada para o festival, apresentará obras que fazem parte da exposição “Duendes do Cacau”, já apresentada em Itabuna e Ilhéus, com uma temática que aborda o universo da civilização cacaueira de forma lúdica, em cores vibrantes e traços harmoniosos. O 4º Festival de Artes Empreendedoras é coordenado pela professora Gracyane,  da Universidade Federal de Sergipe.

COREÓGRAFO DA GLOBO PARTICIPA DE SELEÇÃO DE BAILARINOS PARA ESPETÁCULO EM ILHÉUS

Zebrinha participa de seleção de bailarinos, no TMI || Foto Divulgação

A Organização Gongombira de Cultura e Cidadania realiza neste sábado e domingo (24 e 25), às 9 horas, na Tenda Teatro Popular de Ilhéus, situada na Avenida Soares Lopes, audição para selecionar novos bailarinos, que atuarão no espetáculo Mukalê Oyá Por Nós.

A seleção será dirigida por Zebrinha, coreógrafo da Cia dos Comuns (Rio de Janeiro), do Bando de Teatro Olodum e diretor artístico do Balé Folclórico da Bahia e, atualmente, é coreógrafo da série Mister Brau, produzida pela Rede Globo, com Lázaro Ramos e Taís Araújo como protagonistas.

Para se inscrever é necessário ter acima de 16 anos, experiência com dança e enviar currículo com foto para o e-mail [email protected] ou entregar pessoalmente na sede da instituição, localizada na Avenida Brasil, 485, Alto da Conquista.

MUKALÊ OYÁ POR NÓS

O espetáculo será apresentado no dia 23 de março, no Teatro Municipal de Ilhéus, e integra a programação da quinta edição da Semana Mãe Ilza Mukalê, evento em homenagem ao aniversário de 84 anos de Mãe Ilza e ao Dia Internacional da Mulher (8 de março). Mais informações: (73) 3633-3008 / 98809-3958

ILHÉUS: BLOCO ZÉ PEREIRA TOMA CONTA DAS RUAS DO PONTAL

Desfile do Bloco Zé Pereira levou milhares às ruas do Pontal || Foto Clodoaldo Ribeiro

A pontualidade foi uma das marcas da festa. Meia-noite em ponto, o desfile começou. As ruas do populoso Bairro do Pontal, zona sul de Ilhéus, ficaram tomadas por foliões de todos os cantos da cidade, que foram acompanhar o “Zé Pereira”. Turistas brasileiros e estrangeiros também prestigiaram a festa, que acabou nos primeiros raios de sol deste sábado.

O “Zé Pereira” desfila há mais de 35 anos e transformou uma brincadeira da família em uma das maiores manifestações de rua do bairro do Pontal, durante os festejos do momo. “A gente saía do Clube do Pontal, após os bailes, mas queria continuar a festa do Carnaval. Pegava panelas, colheres de pau, e fazia barulho pelo bairro. A ideia começou a reunir cada vez mais amigos”, conta a diretora Joana Angélica.

Ao longo dos anos, ela testemunhou o crescimento da festa e a consolidação do bloco como uma das maiores manifestações populares do carnaval de Ilhéus.

Prefeito Mário Alexandre faz selfie com foliões no Pontal || Foto Clodoaldo Ribeiro

Ontem, o bloco retornou para a praça, depois de percorrer pelas ruas Dom Pedro II, contornar a Rua Senhor do Bonfim e seguiu pela passarela do álcool. Atravessou a 13 de maio e para a praça São João Batista, local de concentração. As ruas ficaram lotadas de foliões. Alguns vestidos com a camisa do bloco. Outros, fantasiados. Todos em festa.

“Este é o verdadeiro carnaval. A festa que permite a manifestação popular, a manutenção da tradição e, sobretudo, a vontade do povo estar na rua de forma espontânea”, destacou o prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, que prestigiou o desfile.

Ruas são tomadas pela alegria e irreverência do Zé Pereira || Foto Clodoaldo Ribeiro

FABRÍCIO PANCADINHA ESTREIA NO CARNAVAL DE SALVADOR

Fabrício Pancadinha vai estrear no Carnaval de Salvador e se apresenta em dois dias

Fabrício Pancadinha vai estrear no Carnaval de Salvador neste ano. Na próxima terça-feira (13), o artista revelação do Carnaval de Itabuna se apresenta no Circuito Campo Grande, no finalzinho da tarde. O Campo Grande é o cenário mais disputado do carnaval baiano, principalmente por revelar artistas para o cenário nacional.

Antes, na segunda (12), Pancadinha estreia na folia em Salvador na Liberdade. “Avisa que estamos chegando para balançar essa zorra. É o escravo fujão na cena em Salvador!!”, escreveu o cantor itabunense no Facebook, há pouco.

Pancadinha arrastou a maior pipoca do Antecipado de Itabuna || Imagem Divulgação

Pancadinha desponta depois de ter arrastado a maior pipoca do Itabuna Folia, no último dia do Carnaval Antecipado de Itabuna, mesmo depois de nomes nacionais já terem descido a avenida. Já em 2017, Pancadinha foi das principais atrações na folia de Itabuna, ainda fazendo parte da Banda Tsunami. Já em fevereiro do ano passado, ele partiu para carreira solo (relembre aqui).

ILHÉUS: ED PAIXÃO LANÇA “A RESISTÊNCIA DO CLOWN NA DRAMATURGIA”

Ed Paixão lê obra a ser lançada em Ilhéus neste sábado || Foto Reprodução

Neste sábado (3), às 19 horas, na Casa Malvina, espaço do Coletivo Saladistar, na Rua General Câmara, Centro de Ilhéus, será lançado o livro A Resistência do Clown na Dramaturgia, que reúne três peças de teatro inéditas escritas pelo dramaturgo, ator e palhaço ilheense Ed Paixão. O livro foi editorado por Romualdo Lisboa, do Teatro Popular de Ilhéus.

Palhaço e clown são termos distintos para se mencionar a mesma coisa. A dramaturgia do livro traz como protagonista essa figura estranha que nasce da derrota. Ele é o porta-voz dos oprimidos, um ser autêntico que aceitou sua condição grotesca e se libertou das máscaras da sociedade, mas isso só depois de muitas derrotas.

Historicamente, ele surge da classe rejeitada, do bêbado que cai no chão e bate o nariz, e por ter caído tantas vezes, seu nariz se torna vermelho. Seu sapato descomunal e suas roupas são achadas no lixo, ou seja, não são sob medida para caber em seu corpo. Na arte, esse ser encontra sua casa, se transforma num herói ao avesso, pinta a cara e fala verdades no palco que ninguém teria coragem, expõe os opressores ao ridículo e é aplaudido no final.

Obra de Ed Paixão será lançada neste sábado, no centro de Ilhéus

O personagem Carlitos de Chaplin, que é homenageado no livro, é a representação desse herói, seu intérprete, nascido e criado na miséria, com o dom natural para arte do humor, de forte resistência a não dobra-se a qualquer exigência ou ceder favores, conseguiu alavancar sua condição ao mundo dos ricos, sem perder sua humildade e essência. Ele mostrou que os oprimidos podem ter voz e lutar contra a tirania. Suas obras são universais e quebram até hoje barreiras.

Chaplin criou filme que satirizava Hitler em plena Segunda Guerra Mundial e foi expulso do Estados Unidos em consequência de suas ações. De acordo com Ed Paixão. “O livro nasce da minha militância, ao longo de mais de 13 anos de pesquisa e dedicação como ator e palhaço, e já se passaram quase cinco anos, desde que comecei a esboçar o projeto de idealização dele. A obra é um ato político de resistência ao sistema, por isso, o título do livro”, diz.

A primeira peça (Telepinose) é uma crítica ao papel da mídia e sua influência na sociedade. A segunda (A Prisão de Caliban), é uma releitura da peça “A Tempestade” de Willian Shakespeare que se passa no século XX e aborda temas como a Ditadura Militar de 1964, a escola tradicional e a luta de classes. Já a terceira (O Grande Yorick), trata-se de drama psicológico que mistura Hamlet de Shakespeare com Dom Quixote de Cervantes nos dias atuais.

Na noite de lançamento do livro, haverá a leitura dramática da peça A Prisão de Caliban e um café literário com bate-papo no final. O exemplar do livro poderá ser adquirido no dia pelo valor de R$ 30,00.

LIVRO DISCUTE O USO DO WHATSAPP COMO RECURSO PEDAGÓGICO

WhatsApp e educação: entre mensagens, imagens e sons é uma co-edição da Editus – Editora da UESC e Edufba – Editora da UFBA. Organizado por Cristiane Porto, Kaio Eduardo Oliveira e Alexandre Chagas, o livro conta com 13 artigos de diferentes pesquisadores do Brasil e de outros países, que discutem a utilização do aplicativo WhatsApp como aliado do processo de ensino e aprendizagem.

Os autores ressaltam as potencialidades da utilização do aplicativo de mensagens como mediador na formação educativa, levando em conta a rapidez e a inovação dos processos na cibercultura (cultura que surge a partir do advento da internet). Para isso, são apresentadas pesquisas e práticas pedagógicas, que utilizam o WhatsApp para mediar atividades de inclusão, na educação básica e em universidades. A obra é destinada a educadores, educomunicadores e interessados na educação digital.

O livro WhatsApp e educação: entre mensagens, imagens e sons custa R$ 45,00 e pode ser adquirido na Livraria da Editus, localizada no Centro de Artes e Cultura Paulo Souto, na UESC, em Ilhéus. Na internet, o leitor encontra essa e outras publicações da Editus nos sites www.livrariacultura.com.br e www.ciadoslivros.com.br. Pedidos também podem ser feitos pelo email [email protected] ou pelo telefone (73) 3680-5240.

TPI PARTICIPA DO FESTIVAL DE TEATRO DA CAATINGA

Teodorico Majestade é uma sátira política de grande sucesso no sul da Bahia

O Teatro Popular de Ilhéus está a caminho de Irecê, onde participará do IV Festival de Teatro da Caatinga. O evento começa nesta sexta (19) e será encerrado no próximo dia 27. É a primeira vez que o grupo ilheense se apresenta na cidade.

O espetáculo do TPI que participará do festival será Teodorico Majestade – As últimas horas de um prefeito. Sucesso desde 2006, a montagem é uma sátira política em cordel.

Assinada e dirigida pelo dramaturgo Romualdo Lisboa, a obra é uma das atrações do evento que, além do grupo baiano, conta com projetos nacionais e internacionais.

A apresentação do Teatro Popular de Ilhéus será neste sábado (20), às 20 horas, no auditório do Colégio Modelo de Irecê. No elenco de Teodorico…, os atores Aldenor Garcia, Cabeça Isidoro, Ely Izidro, Tânia Barbosa e Takaro Vítor.

COQUINHO DE QUELÉ AINDA É LEMBRADO COMO UMA DAS DELÍCIAS DE CANAVIEIRAS

Tia Quelé recebe amigos e relembra fatos de Canavieiras

Uma unanimidade: assim era considerado o coquinho de Quelé, uma deliciosa mistura de cachaça com o coco, fabricado anos a fio na atual rua Dr. Edmundo Lopes de Castro, no bairro da Birindiba, em Canavieiras. E o delicioso produto etílico, àquela época, era consumido por pessoas das mais diversas faixas etárias – de mamando a caducando, como se diz –, bastando, para tanto, saborear um bom aperitivo.

Aos 89 anos, Dona Clemência Vieira Costa está aposentada deste afazer desde 2009, para desespero dos antigos e fiéis clientes, que relembram com água na boca as visitas ao Coquinho de Tia Quelé. Para uns, visita diária obrigatória – ao meio-dia para despertar o apetite, ou ao final da tarde para descansar de um dia estafante de trabalho e se encorajar para um banho frio –; semanais, às sextas-feiras, com a finalidade de abrir o fim de semana; e ainda tinha a turma do sábado ou do domingo.

Desculpas de biriteiros à parte, a fama do Coquinho de Quelé reunia representantes de todas as camadas sociais de Canavieiras por ser um local onde até os políticos adversários se encontravam e se comportavam com civilidade. Até mesmo os alunos do Ginásio Municipal Osmário Batista – uniformizados, inclusive – frequentemente pulavam o muro para beber um coquinho em Tia Quelé, como fazia o hoje bancário aposentado, Raimundo Antônio Tedesco, isso aos 15 anos de idade.

Coquinho de Tia Quelé, umas das delícias de Canes

Mais de 100 coquinhos eram produzidos mensalmente, sem contar as encomendas destinadas a parentes e amigos em Salvador, que recebiam os coquinhos para verdadeiros mimos para matar as saudades da terra natal. Além do coquinho, Tia Quelé também atendia aos mais diferentes paladares, oferecendo cachaça com folhas (folha podre, no ditado popular) e cerveja. Já os tira-gostos eram servidos por estabelecimentos vizinhos.

JEGUE AMARRADO NO BALCÃO

No Coquinho de Quelé também tinha a turma da saideira, que amarrava o jegue no balcão e só deixava a casa depois de pronto e acabado, embora para uma grande turma era o local do início dos “trabalhos”. Informa Tedesco, que o local era uma espécie de esquente para a turma ir à farra, após umas doses espertas do coquinho. “Dali cada um tomava o seu rumo”, conta Tedesco.

E Tia Quelé, que serviu e introduziu várias gerações ao mundo etílico e boêmio por várias décadas, finalmente aposentou e não deixou nenhum substituto à altura, como reclama um dos clientes mais assíduos, Nélson Barbosa (Nélson Amarelão). Essa também é a queixa dos canavieirenses que residem em outras cidades, que frequentemente visitam Tia Quelé em suas idas e vindas. Outro cliente com muitas encomendas era o ex-bancário Jaime Bandeira, para presentear os amigos em Salvador.

Até mesmo o bancário aposentado e ex-secretário municipal Antônio Amorim Tolentino, hoje fora das lides etílicas, quando relembra o coquinho de Tia Quelé diz que vem a saliva na boca. Para ele, além da alta qualidade do produto, a casa reunia a mais fina-flor da boemia, a exemplo de Arimar Chaves, Fred Érico Almeida, José Reis, Almir Melo, Tyrone Perrucho, Toninho Pereira Homem, Ériston Nascimento, dentre outros, que passavam os mais variados temas em revista.

Na opinião do jornalista Tyrone Perrucho, mesmo com todos o bares e botequins da cidade, a casa de Tia Quelé era uma parada obrigatória da boemia, lembrando a grande profusão desses estabelecimentos em Canavieiras. “De repente, ficamos órfãos com a aposentadoria de Tia Quelé. Ela representou para nós o mesmo que Caboclo Alencar, do ABC da Noite, simboliza para Itabuna”, retratou.

Tia Quelé faz pose com os embaixadores

HOMENAGEM

Mas o sentimento de perda do Coquinho de Tia Quelé deixou nos nostálgicos clientes está perto de ser satisfeita e, quem sabe, neste Carnaval possam matar as saudades do coquinho, numa edição especial de homenagem, com 50 coquinhos. Mais ainda, outra edição do coquinho está prevista para o dia 5 de junho, data em que Tia Quelé completa 90 anos de idade. Quem promete essa festa toda é o seu bisneto Paulo Henrique.

A intenção da família é relembrar uma das grandes tradições de Canavieiras criadas por Tia Quelé e que faz parte da memória da cidade e das pessoas que aqui viveram e foram apreciadores da iguaria. A notícia das edições especiais já despertaram alguns dos clientes mais assíduos, que tentam se inscrever numa lista de pré-venda e participarem das homenagens.

RECONHECIMENTO

Num expediente sabático na Confraria d’O Berimbau, entre as várias e simultâneas discussões, o Coquinho de Quelé foi apontado pelos confrades especialistas em assuntos etílicos como uma das maravilhas da vida boêmia de Canavieiras. Considerado um assunto dos mais relevantes, imediatamente foi programada uma visita de reconhecimento à Tia Quelé, com a formação de uma comissão de alto nível para a importante missão.

Nesta embaixada, participaram os jornalistas Tyrone Perrucho e Walmir Rosário, os bancários aposentados Raimundo Antônio Tedesco e Antônio Amorim Tolentino e o funcionário público aposentado Nélson Barbosa. O objetivo principal foi o de refrescar a memória das pessoas sobre uma pessoa que contribuiu para tornar Canavieiras uma cidade de cultura rica, notadamente na gastronomia e nas bebidas.

Tia Quelé, que criou e netos adotivos, se aposentou aos 81 anos e hoje vive com o bisneto Paulo Henrique. Aualmente tem dificuldades em reconhecer as pessoas, mas, com esforço, lembra de alguns fatos e amigos mais chegados, a exemplo de Raimundo Orelhinha e Wallace Mutti Perrucho. Apesar dessas condições, não perde o bom humor, mesmo quando reclama de algumas dores ao ficar sentada ou em pé. Mesmo assim não se fez de rogada ao ser chamada a ir para a porta para pousar na fotografia com os antigos clientes.

PAWLO CIDADE ASSUME SECRETARIA DA CULTURA DE ILHÉUS

Pawlo Cidade assumirá a Secretaria de Cultura de Ilhéus || Foto Clodoaldo Ribeiro

Pawlo Cidade tomará posse, nesta quarta (17), como secretário de Cultura de Ilhéus. A solenidade será presidida pelo prefeito Mário Alexandre (Marão), no Teatro Municipal de Ilhéus, às 15h30min.

Servidor público, pedagogo, escritor e dramaturgo, Cidade assume o cargo que era ocupado, interinamente, pelo titular da Pasta do Turismo, Roberto Lobão.

O novo secretário também é especialista em gestão cultural. Ele também é membro da Academia de Letras de Ilhéus (ALI), onde ocupa a cadeira 13, originária do escritor Jorge Amado. Pawlo Cidade tem 15 obras publicadas.

MORRE DOLORES O´RIORDAN, VOCALISTA DO THE CRANBERRIES

Dolores O´Riordan comandava uma das principais bandas da década de 90 || Foto Google

Vocalista de uma das bandas mais famosas da década de 90, a The Cranberries, Dolores O´Riordan faleceu nesta segunda-feira (15), aos 46 anos, em Londres, na Inglaterra, segundo TV estatal irlandesa. As causas da morte ainda não são conhecidas.

Dolores tornou-se vocalista da banda irlandesa em 1990 e atingiu o auge na década de 90. Em quase 20 anos, a banda irlandesa vendeu mais de 40 milhões de discos. Dentre os maiores sucessos da The Cranberries, estão Linger, Just my imagination e Ode to my family.

Abaixo, O´Riordan interpreta Linger.

VALÉRIA LEAL LANÇA BOOK TRAILER DA BIOGRAFIA “O CRIME POR UM FIO”

Valéria lança book trailer de biografia

Após pouco mais de um ano do lançamento de O crime por um Fio – biografia na área de perícia criminal -, a perita forense e fonoaudióloga Valéria Leal divulgou um book trailer da obra. O vídeo, com duração de cerca de três minutos e locução de Mariana Ximenes, é uma produção independente que tem como objetivo estimular produtoras a se interessarem pelo produto.

Na obra O crime por um fio a autora decidiu transformar alguns dos mais importantes casos policiais dos últimos anos em relatos, do ponto de vista de uma perita. Publicado pela editora Chiado, o livro tem 120 páginas, custa R$ 32,00 e pode ser adquirido nos sites das livrarias Saraiva, Cultura e Travessa.

Valéria Leal, filha do jornalista diretor do jornal A Região, Manoel Leal, covardemente assassinado em 14 janeiro de 1998 – crime até hoje impune), é fonoaudióloga graduada pela PUC-SP, especialista em voz e perita forense de vestígios em arquivos digitais. Ela também é consultora em Comunicação Humana com experiência em Análise Perceptivo-Auditiva e Acústica dos Padrões de Voz, Fala e Linguagem. Confira o book trailer.

E O PAU DE BASTIÃO NÃO SUBIU…

Walmir Rosário | www.ciadanoticia.com.br

 

Feitas as consultas aos conhecedores da história e estórias de Canavieiras, Antônio Amorim Tolentino, Beto Pescoço de Galinha e Raimundo Tedesco, todos me afiançaram não ter registro de acontecimento igual. Só não deu tempo consultar o historiador Durval Filho, pelo adiantado da hora, pôr-do-sol de sexta-feira…

Castigo divino! Foi o sentimento e o desabafo de muita gente na noite desta fatídica quinta-feira, 11 de janeiro de 2018, na praça Coronel Armindo Castro, conhecida como a praça da Capelinha e palco anual da Festa de São Sebastião. Também não era pra menos! Pela primeira vez nesses mais de 150 anos, o Mastro de São Sebastião não erguido pelos “levadores”, responsáveis pelo transporte – nos ombros – do cais do porto até a praça, onde é erguido.

De minha parte vou logo avisando que não vi com esses olhos que a terra um dia há de comer, mas soube do acontecido por pessoas dos variados tipos, a grande maioria tida e havida como idôneas. E o fato era só um: Os levadores do pau de Bastião, homens fortes e experimentados no ofício, não conseguiram erguer o mastro, como fazem com toda a habilidade, por anos a fio.

Que eu lembre, só uma vez, acredito que em 2014, o pau de Bastião – como é carinhosamente chamado – quase não sobe. Mas não foi por falta de força e jeito como o de agora, mas por motivos políticos, perfeitamente sanados pelo organizador dos festejos, Trajano Barbosa, homem sério e respeitado por todos, que estão nesse ofício por mais de 60 anos e que ainda deve continuar per saecula saeculorum.

Confesso que a levada do Mastro de São Sebastião tinha tudo para ser um sucesso absoluto. O pau foi retirado e deixado na calçada da avenida General Pederneiras, junto ao cais do porto, conforme manda a tradição, sem tirar nem por. Também estavam presentes os nativos e turistas, por fim as autoridades, prontas para abrir o cortejo. E que cortejo: com a presença de gente ilustre, deputada estadual, vereadores, presidente da câmara, prefeito e tudo mais.

Na minha humilde visão, achei que iria bombar! Tinha ares de festa ecumênica, com a participação de protestantes. Uma glória! Afinal, a levada do pau de Bastião é uma festa democrática, que conta com os eventos profanos e religiosos, daí a importância da participação de todos os credos, inclusive os que não creem, sejam eles nomeados de ateus ou agnósticos. Inclusive anotei a presença de alguns deles.

Mas, a pergunta que não quer calar é: Por que o pau de Bastião não subiu? Castigo divino ou não, o certo é que, por mais força que fizessem não conseguiam fazer com que o mastro fosse colocado no buraco permanecer altivo e garboso até o dia 20 de janeiro, data em que é homenageado o Santo. Alguns mais afoitos chegavam a afirmar que teria sido uma vingança de Trajano Barbosa por ter sido criticado por ter escolhido um pau torto e pequeno, não condizente com as pompas da festa. Então teria indicado a derruba do dito eucalipto, grosso, alto e viçoso, bem verde e pesado.

Entre as duas questões levantadas, me inclinei mais pelo castigo divino, haja vista a bela história da devoção a São Sebastião nas terras canavieirenses. Tudo começou com uma promessa para livrar a família acometida pela lepra. Milagre feito, promessa paga com o corte e o erguimento do mastro, tradição que vem sendo perpetuada por esse sesquicentenário.

Como disse acima, eu não era testemunha ocular do fato, já que não fiz o percurso integral do cortejo, e do Bar do Erpídio, no porto, me arranchei com amigos no Bar do Renato, na rua 13, onde apreciei a passagem do pau de Bastião. Daí que, sabedor do fato, tratei de consultar livros históricos e o jornal Tabu, não encontrando fato igual que merecesse o registro, a não ser uma briga de facções políticas, em tempos pretéritos.

Feitas as consultas aos conhecedores da história e estórias de Canavieiras, Antônio Amorim Tolentino, Beto Pescoço de Galinha e Raimundo Tedesco, todos me afiançaram não ter registro de acontecimento igual. Só não deu tempo consultar o historiador Durval Filho, pelo adiantado da hora, pôr-do-sol de sexta-feira, já em seus compromissos religiosos, mas, também não encontrando nada nos seus trabalhos na internet.

Ainda com base na história e estórias, contam os mais antigos que, caso o pau de Bastião não seja erguido, a cidade e seus organizadores sofreriam punições severas. Entre os castigos estariam o insucesso na agricultura, com falta de chuvas e pragas biológicas, além de outros não revelados. Para se ver livre das punições divinas, a prefeitura tratou de contratar um caminhão guincho para erguer o pau de Bastião.

Enquanto isso não ocorria, os gaiatos faziam correr nas sete freguesias relatos de que o pau de Bastião estaria se filiando ao famoso Clube dos Rolas Cansadas, coisa de alguns velhos que não têm o que fazer. Desocupados, usam essa tal de agremiação para beber e contar lorotas como essa, a pretexto de buscar a proteção do lendário Santo. Te esconjuro, Satanás! Olha a maldição!

Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado.

AOS 91 ANOS, MORRE CARLOS HEITOR CONY

Cony faleceu na noite desta sexta (5)

O jornalista e escritor Carlos Heitor Cony morreu, por volta das 23h desta sexta-feira (5), aos 91 anos. Ele estava internado desde 26 de dezembro no Hospital Samaritano, no Rio. A causa da morte foi falência múltipla de órgãos. A informação foi confirmada ao G1 pela assessoria de imprensa da Academia Brasileira de Letras (ABL), da qual o autor era membro desde 2000.

Com uma longa carreira de jornalista, iniciada ainda nos anos 1950, e atuação nos principais jornais e revistas do país ao longo das últimas décadas, Cony era considerado um dos maiores escritores brasileiros vivos.

Cony escreveu vários e premiados romances, como O ventre (1958), Pilatos (1973), Quase memória (1995), que vendeu mais de 400 mil cópias, e O piano e a orquestra (1996). Com os dois últimos, ganhou o prêmio Jabuti.
Também escreveu coletâneas de crônicas, volumes de contos e criou novelas para a TV. Foi comentarista de rádio, função que exerceu até o fim da vida, na CBN.

PROJETO DE LEITURA ATENDE PACIENTES E ACOMPANHANTES DE HOSPITAL EM ITABUNA

Projeto Ler Faz Bem atende pacientes e acompanhantes do Calixto

Uma pequena biblioteca foi inaugurada,  na tarde desta quinta-feira (21), no Hospital Calixto Midlej Filho, em Itabuna. O Projeto Ler Faz Bem é voltado para pacientes e acompanhantes do hospital e foi idealizado pelo provedor da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, Eric Júnior, contando com o apoio de setores como ouvidoria, serviço social, marketing e hotelaria e do engenheiro Juliano Menezes.

Segundo a  assistente social Adriana Castro, a leitura tem o poder de transformar ambientes e pessoas. “Enquanto lemos, viajamos e esquecemos dos problemas cotidianos. Esse projeto é muito importante para ajudar os nossos pacientes e acompanhantes a ocupar o tempo ocioso de uma maneira prazerosa e enriquecedora”, disse Adriana.

A ouvidora  Rafaella Bomfim, que lida diariamente com situações adversas no hospital, ressaltou a importância de transformar o hospital em um ambiente mais acolhedor. “Todos os dias acompanhamos casos de dor e sofrimento causados por muitas doenças. A leitura vem a ser um alento tanto para aqueles que estão internados quanto para seus acompanhantes, que também precisam desse carinho”, disse Rafaella.  O acervo literário é composto por doações dos colaboradores e da comunidade.

O Ler Faz Bem é o segundo projeto que a Santa Casa de Itabuna lança em dezembro com a finalidade de tornar o  ambiente hospitalar mais aconchegante e humanizado. O primeiro  inaugurado com esta finalidade foi o “Cine Santa Casa”. O cinema, que está funcionando em fase experimental no auditório do Calixto Midlej, fará com que os acompanhantes dos pacientes tenham um momento de entretenimento e diversão.

ITABUNENSE IGOR TAVARES FAZ PARTICIPAÇÕES EM NOVELAS DA GLOBO

Igor Tavares em participação na novela Pega Pega || Foto Divulgação

Pelo menos dois atores sul-baianos estão na novela O outro lado do paraíso, da Rede Globo. Além do personagem Nick, interpretado pelo ilheense Fábio Lago, Igor Tavares participou de capítulo da novela como o Indiano. O itabunense contracena com Marieta Severo – que interpreta Sofia – e Sérgio Guizé – Gael – na compra de esmeraldas de garimpo comandado pela atriz.

Foi a primeira participação de Igor em novelas globais. Nos próximos dias, ele também estará na novela das 7, Pega Pega., onde figura como policial civil em cenas que devem ir ao ar amanhã (21). Com o horário de verão, a novela vai ao ar depois do Jornal Nacional na Bahia.

Igor já havia trabalhado em novelas da Rede Record, como Os Dez Mandamentos, A Terra Prometida e, mais recentemente, O Rico e Lázaro.  “Eu fiz um soldado babilônico onde tive a honra de participar das cenas especiais prendendo o príncipe Joaquim, a rainha Neusta e Dalila, que era a costureira da mulher do Nabucodonosor.

Igor interpreta indiano em cena com Marieta Severo e Sérgio Guizé n´Outro Lado do Paraíso

O ator começou no teatro em Itabuna, tendo como professora a radialista e também atriz Sônia Amorim. Chegando ao Rio de Janeiro, decidiu atuar na TV e no cinema, quando decidiu batalhar pelo registro profissional. Daí em diante, conseguiu participações especiais em novelas da Record e, agora, na Rede Globo.

MULHERES EM DOMÍNIO PÚBLICO FAZ RIFA PARA GRAVAR RELEITURAS DE CANTIGAS REGIONAIS

Grupo Mulheres em Domínio Público faz rifa para gravar canções regionais|| Foto Nátali Yamas

Cantigas entoadas por lavadeiras, marisqueiras e trabalhadores de roças sul-baianas são a primeira investida das Mulheres em Domínio Público (MDP), grupo de Ilhéus que faz releituras de músicas de domínio público. A banda promove uma rifa para angariar recursos a fim de finalizar a gravação do primeiro EP, o que vai permitir ao grande público acessar as plataformas digitais e escutar as músicas apresentadas há cinco anos na região. Nesta primeira gravação, o grupo promete registrar parte do cancioneiro regional com um toque de contemporaneidade, por meio de uma roupagem musical rica em diversidade de ritmos.

As cantigas são interpretadas por Cris Passos, Geisa Pena, Ingrid Luíse e Tacila Mendes. A banda é formada por mais quatro músicos atuantes na cena musical da região e unidos por interesse em pesquisas sonoras dessa natureza – Marcelo Santana, Danilo Ornelas, Lula Soares Lopes e Igor Rodrigues.

O EP terá ainda a participação de Valderez Teixeira, ex-lavadeira de 83 anos e principal fonte de pesquisa deste trabalho. Dona Val, como é mais conhecida, reside no Salobrinho.

Os shows de estreia da banda tiveram apoio da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), por meio do edital Calendário das Artes, e reuniram mais de 1.000 pessoas nas praças Pedro Mattos e Maramata. De lá para cá, o grupo já se apresentou em diversas ocasiões, como na abertura do show de Caetano Veloso, no centenário de Jorge Amado; a abertura do show de Raymundo Sodré, no Festival de Culturas Populares de Ilhéus; no Projeto Seis e Meia e no Festival Literário de Ilhéus.

“Com a rifa, é possível reverter os valores investidos pelos compradores direto no processo de gravação, que tem sido realizado por etapas, na medida em que os bilhetes são vendidos”, explica a produção do grupo. Até o momento, já foi realizada parte da captação dos instrumentos e vozes pela Canoa Sonora. Para finalizar o EP são necessárias edição, masterização e mixagem das músicas, além do processo de promoção do grupo e a disponibilização em plataformas digitais.

Buscando reunir parceiros da região, a rifa terá como prêmios produtos como a cerveja artesanal Cacauêra, dos chocolates Maltez e Coroa Azul, a Lavigne Brasil, o Spa de Sobrancelhas e o artista AyamU’Brais, que vai confeccionar um desenho o(a) vencedor(a).

BILHETES

Os bilhetes custam R$10 e podem ser adquiridos na Barrakítika, Livraria Papirus, Loja Wense e com a produção do grupo. O sorteio será pela Loteria Federal, dia 15 de janeiro de 2018. Interessados também podem realizar doações de outros valores. Acesse mais informações em facebook.com/mulheresemdominiopublico, no Instagram @mulheresemdominiopublico, ou entre em contato pelo [email protected] ou pelo (73) 99107-7999 (VejoArte Produções).






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