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:: ‘Cultura’

PEÇA ABRE COMEMORAÇÕES PELO CENTENÁRIO DE JORGE AMADO

Elenco de Berro D´Água presta homenagem a Jorge Amado (Foto Sérgio Fragoso).

O espetáculo Berro D´Agua, do Grupo Vozes, dará início às comemorações do centenário de nascimento do escritor Jorge Amado. A peça estará em cartaz amanhã (dia9), às 9h e às 15h, no Centro de Cultura Adonias Filho.

A peça, ganhadora do edital da Fundação Cultural do Estado da Bahia, tem direção do xará Jorge Batista e elenco formado por Adrian Greyce, Aldenor Garcia, Carlos Martins, Daniel Prudente, Lucas Oliveira e Silvia Smith. A peça estará em cartaz em Salvador no mês de outubro.

Em tempo: o governo baiano prepara uma agenda de eventos culturais para marcar o centenário do escritor itabunense. A programação começa nesta semana e vai até o dia 10 de agosto de 2012, quando completam-se 100 anos de nascimento de Jorge Amado.

ADONIAS GANHA MEMORIAL EM ITAJUÍPE

Será inaugurado nesta terça-feira, 2, às 18 horas, em Itajuípe, o Memorial Adonias Filho. A criação do espaço cultural é fruto de uma iniciativa da Associação Brasileira de Apoio aos Recursos Ambientais (Abara), em parceria com o governo local, a Diretoria de Museus da Bahia, o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac), Fundo de Cultura, Secretaria da Cultura do Estado e governo baiano.

Segundo os autores da iniciativa, o memorial será dedicado a preservar a história e a obra do intelectual baiano, que foi membro da Academia Brasileira de Letras e atuou como escritor, jornalista e crítico literário.

O espaço abrigará exemplares de livros escritos por Adonias Filho, títulos e homenagens feitas ao literato, além de textos acadêmicos e materiais fotográficos e audiovisuais.

HOJE, ZECA NA CONCHA

Dono de um dos melhores repertórios da atual MPB, o cantor e compositor Zeca Baleiro é a principal atração da noite deste sábado (30) na Concha Acústica de Ilhéus, a partir das 22 horas.

A noite também terá shows de Zabumbahia e da sensação do instrumental baiano, a banda Marambaia. O show é promovido pela M21 Eventos e tem apoio do PIMENTA. E aqui, Zeca Baleiro aparece cantando Quase Nada.

SÁBADO DE BOA MÚSICA NA CONCHA

O cantor Zeca Baleiro se apresenta no próximo sábado (30) na Concha Acústica, em Ilhéus, às 22 horas. Um dos grandes nomes da última geração da MPB, Zeca não estará sozinho. Além dele, também sobem ao palco as bandas Zabumbahia e Marambaia.

Zabumbahia vai de forró e a banda Marambaia, música instrumental. Das boas. Os shows integram o projeto Eu Faço Cultura e são promovidos pela Iris e M21 Eventos, com o apoio do PIMENTA. Os ingressos para o show podem ser adquiridos no Stand do Karioca e Encantur (Ilhéus) e na Central de Ingresso e Bicho Festeiro (Itabuna). Confira clipe de Zeca Baleiro cantando Lenha.

PREFEITURA DÁ “ZIG” NA BANDA FORRÓ JAHMAR

Forró Jahmar: enganada pela prefeitura de Itabuna.

Depois de anunciar o Forró Jahmar como uma das atrações para a festa de aniversário da cidade, na Beira-Rio, a prefeitura de Itabuna deu um legítimo “zignal” e a banda foi excluída da grade de shows. De acordo com a produção da banda, a prefeitura começou a inclui-la entre as atrações do aniversário da cidade, mas sem assinar qualquer contrato ou firmar acordo.

A produção da banda diz que “procurou incessantemente entrar em contato com a prefeitura” e, depois de muitas idas e vindas, o contrato deveria ser apresentado na última sexta (22). E aí o primeiro “zignal”: os responsáveis pela contratação de banda não estavam na prefeitura.

Por fim, a produção diz ter falado com um senhor de prenome Mardson e este definiu a segunda-feira como a data para fechar o contrato. Outro “zig”.  Ontem (26), Mardson “Lombardi” apareceu e disse que o Forró Jahmar não mais se apresentaria, “pois a Procuradoria Municipal não estava mais fazendo a contratação”.

A banda emitiu nota em que revela estar indignada com o papelão dos responsáveis pela festa de aniversário e o uso indevido do nome do Forró Jahmar:

Infelizmente o que ocorreu foi uma inaceitável falta de respeito ao trabalho da banda, como a todo público, que de certa forma irá ficar frustrado sem o show. Mais uma vez a cultura itabunense é escarnecida pelos gestores públicos, que não procuram valorizar os movimentos musicais e artísticos que a própria cidade oferece.

A programação de shows começa nesta hoje e será encerrada amanhã (28), tendo como atrações Reginaldo Rossi, Chicana, FalaMansa e Raça Negra. A banda FalaMansa foi contratada pelo Sest/Senat, que inaugura unidade em Itabuna amanhã, com a presença do governador Jaques Wagner e dirigentes da Confederação Nacional do Transporte (CNT).

A assessoria da prefeitura afirma que a banda não foi contratada porque não estava com a documentação em dia. O problema teria ocorrido também com outras bandas regionais cogitadas para a festa.

Atualizado às 11h31min

CINEMA EM 2012

Campanha ganhou as redes sociais no início de julho (Arte: Uno Duo).

Uma campanha pela abertura de salas de cinema em Itabuna ganhou a mídia no início de julho, logo após a inauguração das obras de expansão do Shopping Jequitibá. E muitos criticaram o fato do shopping center inaugurar a ampliação e não oferecer uma salinha sequer para a sétima arte.

O shopping projeta inaugurar um novo cinema – e espaço para filmes 3D – no prazo de um ano, no segundo semestre de 2012. A promessa é de início das obras em novembro próximo, com salas menores – e mais confortáveis – que as do Starplex.

TEATRO MÁGICO NO CENTRO DE CULTURA, HOJE

Grupo que encanta o Brasil pela interatividade com o público e por também reunir em um só espetáculo elementos da música, teatro, dança e circo, O Teatro Mágico apresenta-se neste domingo, às 16h, no Centro de Cultura Adonias Filho, em Itabuna. O show-espetáculo também levará ao palco do CCAF a banda Sururu Baião e músicos convidados, como Hector Nobre (Forró Jahmar), Tom Oliveira (Ruarez) e Rafael Pin (Tia Tereza), além do grupo Cabrueira de Dança. É daquelas tardes-noites imperdíveis, bem ali no Jardim do Ó. Confira O Teatro Mágico cantando Pena.

CANTORA AMY WINEHOUSE É ENCONTRADA MORTA

Canais de televisão e sites de jornais britânicos noticiaram nesta tarde a morte da cantora Amy Winehouse, de 27 anos. Ela foi encontrada morta na própria residência em Camden, na Inglaterra, e as primeiras suspeitas são de que ela tenha morrido de overdose de drogas.

A polícia divulgou ter encontrado “o corpo de um a mulher de cerca de 27 anos” exatamente no mesmo endereço da cantora, mas não confirmou a identidade da vítima. A confirmação veio em um comunicado da gravadora da jovem artista.

Winehouse explodiu para o mundo da música em 2008 com vários prêmios no Grammy. Frank e Back to black foram os álbuns que alçaram a artista ao estrelato mundial. Amy Winehouse esteve no Brasil neste ano em turnê no sul, sudeste e nordeste do país. Abaixo, clipe da música Rehab.

BOA MÚSICA EM MORRO DE SÃO PAULO

Morro de São Paulo: de dia, as lindas praias são a melhor pedida; à noite, boa música no Festival da Primavera

A belíssima Morro de São Paulo, na Costa do Dendê, já anunciou as datas e a programação do segundo Festival da Primavera, evento que reúne grandes atrações da música brasileira. Estão previstas mais de 20 horas de shows gratuitos, com um total de 16 apresentações.

O Festival será realizado de 3 a 7 de setembro e a expectativa é de que 12 mil pessoas participem do evento a cada noite. Entre os nomes já confirmados, estão: Capital Inicial, Vanessa da Matta, Jau, Monique Kessous, Samba d’Ju, Rio Vermelho, Quarteto de Cinco e Pablo Dominguez

TEODORICO DE VOLTA A ILHÉUS

Após uma participação consagrada na Mosta Latino-Americana de Teatro, em São Paulo, a sátira “Teodorico Majestade – as últimas horas de um prefeito” retorna a Ilhéus. A peça será apresentada nesta sexta-feira, 22, a partir das 20 horas, na Casa dos Artistas.

“Teodorico” conta a história do atrapalhado e corrupto prefeito da cidade fictícia de Ilha Bela, revelando as tramoias e a consequente revolta popular que tirou o gestor do poder. Tudo isso de forma bem humorada e com um saboroso texto inspirado na literatura de cordel.

Os ingressos podem ser adquiridos no local, a R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia).

DONA CANÔ CHAMOU…

Dona Canô e Lula conversam ao lado de Wagner e a primeira-dama (Foto Manu Dias).

A filha mais ilustre de Santo Amaro da Purificação, Dona Canô, recebeu nesta quarta (20) a visita do ex-presidente Lula, acompanhado do governador Jaques Wagner  e da primeira-dama baiana, Fátima Mendonça.

Wagner “bisbilhotou” a conversa de Canô e Lula e, “fuxiqueiro”, passou à frente que um dos pedidos da mãe de Caetano Veloso e Maria Bethânia entregou ao ex-presidente um projeto de despoluição do rio Subaé, contaminado por mercúrio e que sofre com os dejetos lançados sem nenhum tratamento.

E nada de papo sobre os arranca-rabos entre Lula e Caê

DRAGON – A PROCURA

Romualdo Lisboa: “A gente faz a desconstrução do marketing”

Em 2007, quando o governo do prefeito Valderico Reis em Ilhéus se afundava em uma sucessão de escândalos, os principais personagens daquela história política macabra se transportaram, em forma de verdadeiros mondrongos, para os palcos e ruas de Ilhéus. Surgia Teodorico Majestade, o prefeito da fictícia Ilha Bela, e todo o seu “staff” de malandros.

Criação de Romualdo Lisboa, encenada pelo Teatro Popular de Ilhéus, Teodorico é um tapa na cara da classe política, a vingança do povo ou a “desconstrução do marketing”, como diz o autor. A peça, indicada para dois prêmios Braskem, foi encenada no Rio de Janeiro e participou recentemente da 6ª Mostra Latino Americana de Teatro, em São Paulo. Sucesso de público e crítica, teve casa cheia todos os dias numa temporada de dois meses na capital paulista.

Sai o prefeito, entra o vice. Agora é a vez do Inspetor-Geral, que estreou em São Paulo e ainda terá uma temporada de dois meses por lá, antes de chegar a Ilhéus. Com sua linguagem universal, o Teatro Popular conquista outros palcos.

Leia abaixo os principais trechos do bate-papo do PIMENTA com o criador de Teodorico e do Inspetor :

PIMENTA – Como vocês chegaram à Mostra Latino-Americana?

Romualdo Lisboa – É a Cooperativa Paulista de Teatro que faz um levantamento das produções, sai para ver coisas. No nosso caso, eles sabiam que a gente já tinha feito temporada no Rio, Salvador e havíamos sido indicados para dois prêmios Braskem, o que despertou o interesse. O curioso é que durante a mostra, a crítica para a maioria dos espetáculos não foi boa. Eles contratam críticos de todos os países que participam e cada espetáculo é avaliado por dois deles. No começo, as análises estavam muito ruins, o que deixou os organizadores preocupados.

PIMENTA – Até Teodorico entrar em cena…
RL – Aconteceu que alguns espetáculos, antes do fim da semana, começaram a ganhar uma crítica bacana. Os da Colômbia e da Argentina, por exemplo, ajudaram a melhorar a crítica. O nosso espetáculo estava programado para o final e a opinião dos críticos foi muito boa. O resultado foi que Teodorico acabou fazendo a primeira temporada longa naquele teatro do Sesi e iniciou um projeto de vincular mais a comunidade da zona leste de São Paulo àquele espaço cultural.

PIMENTA – Eles já conheciam a experiência do Teatro Popular em Ilhéus?

RL – Eles conhecem a nossa identidade aqui na região, sabem como nós tornamos a Casa dos Artistas mais próxima da comunidade, como a gente vai para os bairros, os distritos. Essa política do grupo lhes interessou para aquele espaço. Estrategicamente foi bacana, porque a gente lotou sempre. Os ingressos eram reservados para três, quatro semanas. Estreamos no dia 13 de maio e ficamos até 2 de julho, realizando nesse período 32 apresentações.

 

Tinha gente que chegava e dizia: ‘vocês estão falando de Campinas? Porque tá acontecendo isso lá em Campinas’.

 

PIMENTA – Isso significa que o público paulista entendeu perfeitamente a mensagem de Teodorico
RL – Isso foi muito legal. Tinha gente que chegava e dizia: “vocês estão falando de Campinas? Porque tá acontecendo isso lá em Campinas”. Ou seja, a história não é só de Ilhéus, ela é universal.

PIMENTA – Vocês tinham ideia da dimensão que a peça tomaria quando começaram a encená-la na rua e até em frente à Prefeitura de Ilhéus (no período de crise política que levou à cassação do então prefeito Valderico Reis)?
RL – Não tínhamos a menor ideia. Teodorico eu escrevi com raiva e aquilo me deixou muito mal no começo. Houve uma cobrança das pessoas, que chegavam ali da janela (da Casa dos Artistas) e gritavam : “e aí, vocês não vão fazer nada não, é?”. Eram professores, gente da imprensa, que estavam indignados com aquela sequência de escândalos.

PIMENTA – Você conseguiu transformar essa raiva em um negócio engraçado.
RL – É, à medida que ia escrevendo, eu perdi a raiva e o negócio começou a ficar tão engraçado que a gente decidiu fazer uma pesquisa sobre literatura de cordel. O texto de Teodorico foi todo escrito em cordel, em sextilhas. Foi muito divertido. Em vez da gente fazer uma coisa com raiva, agredindo de maneira panfletária, a gente fez uma brincadeira.

PIMENTA – Que é muito mais eficaz…
RL – Com certeza, o humor é muito mais poderoso. O então prefeito de Ilhéus me encontrou algumas vezes e virou a cara, gritou, me xingou, e eu me divertia demais com aquilo. Havia uma evento grande, nós íamos mesmo sem sermos convidados. Os personagens estavam lá na porta, tocando, cantando, e de repente o prefeito chegava e via, e se via, era um inferno. Chegou num nível de estresse dele com isso que o então presidente da Fundação Cultural, Arléo Barbosa, negou uma pauta pra gente no Teatro Municipal. Ele dizia que até liberava a pauta, desde que a gente não encenasse Teodorico. Dizia assim: “ah, vocês têm tantos espetáculos legais, façam os outros, esse não”. Arléo Barbosa é uma pessoa super gente fina, mas estava numa situação em que não tinha autonomia. Como a gente não aceitava deixar de encenar a peça, ele aconselhava: “então fale com o prefeito”. Eu fui falar e o prefeito me enxotou de lá. O segurança dele é que interveio para que ele não me batesse. No dia seguinte, a gente colocou em todos os jornais que o prefeito havia censurado Teodorico Majestade no teatro.

 

Um começa a entregar o outro, até que o prefeito toma uma decisão. Eu não sei se na vida real isso é possível, mas na nossa história acontece.

 

PIMENTA – Quanto tempo durou a censura?

RL – A notícia saiu no sábado e a CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas de Ilhéus) nos convidou para participar no mesmo dia de um almoço oferecido à imprensa. Eles pediram que levássemos algum espetáculo nosso e é claro que a gente levou Teodorico (risos). O prefeito estava lá e a gente encenou a peça diante dele. Naquele momento, meio na pressão, ele anunciou que o espetáculo poderia ser apresentado no teatro. Isso foi menos de 24 horas depois dele ter me enxotado da Prefeitura.

PIMENTA – E O Inspetor…?
RL – O Inspetor é a segunda parte de Teodorico. Sai o prefeito, entra o vice Gilton Munheca. Ele e a família estão numa situação muito bacana, vivendo dias muito felizes. A mulher vive na capital, só anda no luxo. Ele distribuindo uísque, fazendo festas. O irmão dele, Zé de Minga, é o responsável pelas festas. É uma orgia o tempo inteiro.

PIMENTA – Até que…
RL – Aí surge uma carta, avisando da chegada de um Inspetor-Geral, que viria em missão secreta para apurar todos os malfeitos. Então eles ficam alucinados: Gilton Munheca, Cacau das Treitas, Pai Didão, Jorge Paraíba e a mulher do prefeito, que na nossa história é a secretária de Educação. E um começa a entregar o outro, até que o prefeito toma uma decisão. Eu não sei se na vida real isso é possível, mas na nossa história acontece (risos). Ele toma a iniciativa de mandar arrumar a casa. Manda colocar funcionários para melhorar a limpeza das ruas, pintar meio-fio, consertar aqui e ali, trocar luz dos postes…
Nesse ínterim, surge a história de que tem uma pessoa estranha na única pensão da cidade. Aí eles entendem que só pode ser o inspetor geral e vão tentar comprar o cara. O prefeito leva o dito inspetor-geral pra casa, cada um leva um dinheirinho e o cara fica cheio de grana. No final das contas ele vai embora noivo da filha do prefeito, já perto do casamento, mas há uma série de outros fatos que complicam toda essa história.

PIMENTA – Na essência, o que tem de diferente nessa história em relação à de Teodorico?
RL – Diferentemente de Teodorico, O Inspetor-Geral… traz uma outra perspectiva desse universo. É quase um processo de expiação. A gente promove uma vingança no Teodorico, a gente se vinga dele e de todos os outros. E no Inspetor-Geral, a gente só constata esse tipo com quem a gente está lidando. Em seu discurso final, o prefeito diz assim: “Somos porcos miseráveis, grandes ratos abomináveis”. Ele e todos os demais acabam se enxergando como um mal para a sociedade.

PIMENTA – E o público acaba os enxergando como de fato são…
RL – A ideia é fazer a identificação dessa espécie de gente. É preciso que o público, quando vir na TV aquele discurso muito bem arrumado, ele enxergue as deformações daquele discurso. A gente faz a desconstrução do marketing, precisa fazer.

PIMENTA – Quando O Inspetor estreia em Ilhéus?
RL – Só depois que a gente encerrar o contrato com o Sesi de São Paulo, que inclui uma próxima temporada em outubro e novembro, no teatro da Vila das Mercês. É possível ainda uma temporada extra, de um mês, que pode ser em dezembro ou janeiro. Isso significa que provavelmente só em fevereiro a gente esteja aqui em Ilhéus com o espetáculo.

NANA CAYMMI ENCANTA PÚBLICO EM ILHÉUS

O centro de convenções de Ilhéus ficou lotado para o show da cantora Nana Caymmi nesta noite de sábado (9). Foram quase duas horas de show em que Nana interpretou sucessos consagrados, a exemplo de Resposta ao tempo, Não se esqueça de mim e Sem poupar coração, fechando o penúltimo dia do Festival do Chocolate da Bahia.

Ela ainda nem havia encerrado o show e ausentou-se do palco, tempo necessário para o público pedir bis. E ela voltou para despedir-se cantando mais duas canções, dentre elas Canção da partida (Minha jangada vai sair pro mar), do pai Dorival Caymmi. Abaixo, ouça Resposta ao tempo.

UMA BELA INICIATIVA

A Ação Fraternal de Itabuna e a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) uniram esforços para reabrir o Museu Amélia Amado, numa inciativa que também conta com a participação da FICC. O museu ficou fechado por muitos anos e será finalmente reaberto na próxima sexta-feira (15), às 18h, no colégio Ação Fraternal, na avenida Amélia Amado, centro.

CHOCOLATE AO SOM DE NANA CAYMMI

A cantora Nana Caymmi é uma das atrações do Festival do Chocolate da Bahia, neste sábado (9), a partir das 21h, no centro de convenções de Ilhéus. O festival é organizado pela M21 Eventos e tem apoio do PIMENTA. O evento vai até amanhã e reúne mais de 50 expositores e também reserva espaço ao público infantil com o Planeta Chocolate. Confira um pouco de Nana Caymmi, aqui interpretando Não se esqueça de mim.

Confira programação do Festival do Chocolate

HOJE TEM CHOCOLATE GROOVE NO FESTIVAL

Além dos cursos e oficinas, a terceira edição do Festival do Chocolate da Bahia, no centro de convenções de Ilhéus, traz hoje o “Chocolate Groove”, com entrada franca. No palco do centro de convenções, a partir das 20h, o público poderá conferir som de qualidade com Dr. Imbira, Manzuá, Quizilla e o OQuadro. O festival vai até o dia 10 e traz, no sábado (9), a cantora Nana Caymmi. A turma do Groove preparou uma chamadinha para hoje à noite:






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