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:: ‘Esporte’

MAIS DE 35% DOS BRASILEIROS NAS PARAOLIMPÍADAS SÃO VÍTIMAS DE ACIDENTE

atleta_paralimpico_no_goalballDos 285 atletas brasileiros que participarão dos Jogos Paralímpicos no Rio de Janeiro 2016, 101 (35,4%) sofreram algum tipo de acidente, seja de carro, moto, com arma de fogo ou de trabalho. Os dados são de um levantamento feito pela Agência Brasil com base em informações fornecidas pelo Comitê Paralímpico Brasileiro.

Entre os acidentados, grande parte (49) é vítima de acidente de trânsito (carro, moto ou atropelamento). Outros 12 atletas têm sequelas de lesões feitas por armas de fogo, seja em acidentes ou assaltos. Nove ficaram paralisados depois de acidentes em mar ou piscina e seis sofreram acidentes de trabalho. Também há atletas que sofreram outros tipos de acidentes, como quedas, acidentes esportivos e até ferimento por ataque de cachorro.

Um dos casos de atletas acidentados é o do ex-goleiro do São Paulo Futebol Clube Bruno Landgraf, atleta da vela adaptada, que chegou a vestir a camisa da Seleção Brasileira de futebol nas equipes Sub-17 e Sub-20. Em 2006, o jogador sofreu um acidente de carro na Rodovia Régis Bittencourt, em São Paulo, e teve um deslocamento na coluna, que o deixou tetraplégico. O judoca Harley Arruda, que ganhou medalha de bronze nos dois últimos jogos Parapan-Americanos, perdeu a visão dos dois olhos em 1999, em um acidente com arma de fogo.

Outros 89 atletas paralímpicos brasileiros têm algum problema congênito que causou deficiências como cegueira ou má formação de membros. É o caso da multimedalhista do atletismo Terezinha Guilhermina, que nasceu com retinose pigmentar, uma doença congênita que provoca a perda gradual da visão.

Também há na delegação brasileira 67 atletas que tiveram alguma doença que deixaram sequelas, como a poliomielite, que afetou 13 atletas. Um deles é o nadador André Brasil, que teve poliomielite aos três meses de idade, por causa de uma reação à vacina, o que deixou uma sequela na perna esquerda.

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O VERDADEIRO MENINO DO RIO

daniel thame fotoDaniel Thame | danielthame@gmail.com

 

E se tornou o verdadeiro Menino do Rio. Do Rio de Contas, do Rio de Janeiro, de todos os rios do mundo, porque, como cantou o poeta, se navegar é preciso e viver é preciso, Isaquias pode acrescentar que remar também é preciso.

 

Exatos 1.317 quilômetros separam o Rio de Contas, em Ubaitaba, sul da Bahia, e a Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro.

1.317 quilômetros que separam e, ao mesmo tempo, unem uma história de superação, que de tão improvável surpreendeu o mundo e fez surgir um novo ídolo brasileiro, no maior espetáculo esportivo do planeta.

A trajetória de Isaquias Queiroz, que emergiu das Olímpiadas 2016 como o maior medalhista brasileiro numa única edição dos Jogos, é ainda mais fascinante porque é fruto do imponderável, ainda que também seja de um talento inato e de muito, muito esforço pessoal.

Menino humilde de Ubaitaba, cidade localizada às margens do Rio de Contas, Isaquias sofreu um acidente doméstico e, em seguida, perdeu um rim ainda na infância. Ganhou dos colegas e assumiu sem maiores traumas o apelido de  `Sem Rim`, personagem que poderia muito bem caber num romance de seu conterrâneo Jorge Amado.

Futuro? Um emprego no comércio em Ubaitaba, quem sabe tentar a vida em Itabuna ou então arriscar-se no ex-Eldorado Paulista, que há muito perdeu o brilho.

Mas, não no meio do caminho, mas às margens do caminho, havia um rio.

E foi neste rio que o menino Isaquias remou contra o destino e reescreveu a sua história.

Na cidade em que a canoa parece fazer parte da indumentária, Isaquias, ainda menino, demonstrou que poderia remar além dos limites do Rio de Contas.

E remou, sem deixa a canoa virar.

Isaquias QueirozA primeira medalha veio em Itacaré, sul da Bahia. Um menino de 10 anos, orgulhoso entre os pais e os amigos.

A medalha não mudou muita coisa. Era preciso continuar remando contra a falta de estrutura, os recursos escassos, o dinheiro contado para disputar competições dentro e fora do Estado. A dura vida de atleta de esportes fora do circuito Futebol/Vôlei.

E Isaquias, com seu  talento,  continuou remando. Cada vez mais forte, cada vez mais longe.

Em 2015, sagrou-se campeão mundial de Canoagem, privilégio então restrito aos privilegiados europeus e suas superestruturas esportivas, com investimentos em atletas desde a base.

O mundo, então, voltou os olhos para o baiano, o Brasil descobriu que havia um canoísta pronto para brilhar nas Olimpíadas 2016. Ainda que não fosse um astro do futebol, Isaquias já não era um anônimo praticante de um esporte que poucos ouviram falar.

Vieram as  Olimpíadas, as duas medalhas de prata (uma delas ao lado do Erlon de Souza, vizinho de Ubatã, outra história de superação), e uma de bronze. Três provas disputadas, três medalhas conquistadas.

Veio, enfim, a consagração, num palco planetário. O nome inscrito na história dos Jogos Olímpicos.

O esporte amador brasileiro, que nunca foi tratado com a seriedade que merece, é pródigo em histórias de superação.

Essa foi a Olímpiada da menina da favela, vítima de racismo, que ganhou o Ouro no Judô, do menino abandonado pelos pais que levou o Ouro no Salto com Vara, do baiano da periferia de Salvador que faturou o Ouro no Boxe.

E foi a Olimpíada de Isaquias Queiroz, que remou contra as correntezas reais e metafóricas, e se tornou o verdadeiro Menino do Rio.

Do Rio de Contas, do Rio de Janeiro, de todos os rios do mundo, porque, como cantou o poeta, se navegar é preciso e viver é preciso, Isaquias pode acrescentar que remar também é preciso.

Daniel Thame é jornalista, escritor e editor do Blog do Thame.

BAHIA TERÁ CENTROS DE TREINAMENTO DE CANOAGEM E DE BOXE E LUTAS OLÍMPICAS

Rui durante audiência com o ministro Picciani em Brasília (Foto Divulgação).

Rui durante audiência com o ministro Picciani em Brasília (Foto Divulgação).

A Bahia de Robson Conceição e Isaquias Queiroz caminha para se consolidar como celeiro de grandes atletas olímpicos na canoagem e nas lutas olímpicas. O governo baiano reforçou ontem (23) um pedido de apoio do Ministério dos Esportes para a construção de centros de treinamento da Canoagem, em Ubaitaba, e de Boxe, em Salvador. Os dois projetos estão avaliados em aproximadamente R$ 23 milhões. O governador Rui Costa teve, nesta terça, audiência com o ministro da Pasta, Leonardo Picciani.

O Centro de Treinamento da Canoagem deverá ser construído em Ubaitaba, que revela grandes canoístas para o Brasil e tem em Isaquias Queiroz seu maior nome. O atleta tornou-se, na Rio 2016, o único brasileiro a conquistar três medalhas em uma única olimpíada. Foram duas pratas e um bronze.

Segundo Rui Costa, o ministro Picciani disse que já “conversou com a Confederação Brasileira de Canoagem”. E, durante o encontro ontem, garantiu total empenho para a construção do equipamento na Bahia.

Já em Salvador, a pedida é o Centro de Treinamento de Boxe e Lutas Olímpicas da Bahia. O projeto também foi encaminhado pelo governo baiano em 2015 ao Ministério dos Esportes. “Para esta iniciativa, os recursos federais também devem ser empenhados e a obra vai ser realizada”, anunciou Rui Costa, por meio de sua assessoria. Segundo Rui, esta obra começa em 2017 e está estimada em R$ 15 milhões.

“O esporte sempre esteve no nosso radar. Sou um apaixonado pela educação, tenho a determinação de construir com os baianos uma sociedade de paz, e o esporte é caminho para tudo isso”, afirmou Rui. O governador pontuou as histórias de superação de Isaquias e do pugilista Robson Conceição, dois atletas olímpicos, mostrando ao ministro o orgulho que os baianos têm desses campeões e o bom impacto do desempenho deles nas comunidades carentes da Bahia. “O exemplo convence. Queremos convencer a juventude baiana a trilhar o caminho do bem”, enfatizou Rui.

O OURO DO VÔLEI E O EXEMPLO SERGINHO

Serginho se ajoelha e comemora conquista dos Jogos Olímpicos (Foto Fernando Frazão/Agência Brasil).

De joelhos, Serginho comemora mais um título olímpicos (Foto Fernando Frazão/A. Brasil).

O voleibol é o esporte coletivo que mais medalhas trouxe para o Brasil. Neste domingo (21), fez valer a escrita contra a Itália em jogos olímpicos e bateu os europeus por surpreendentes 3 sets a 0. O ouro deixa lições para outros esportes coletivos do país, dentre eles, o basquete – cujas seleções masculina e feminina foram eliminadas ainda na primeira fase da Rio 2016.

Agora, outro exemplo vindo do vôlei tem a ver com lição de vida, de entrega por resultados. Atende pelo apelido Serginho. O “vovôzinho”, 40 anos, não apenas se destacou em sua posição ao longo das 4 olimpíadas disputadas. Foi além. Comandou uma seleção renovada, fez papel de defensor, de levantador (muito acionado neste quesito) e terminou a competição como melhor jogador da jornada olímpica no Rio.

OURO NO FUTEBOL ASSEGURA MELHOR CAMPANHA DO BRASIL EM OLIMPÍADAS

Seleção Brasileira conquistou ouro neste sábado (Reprodução Agência Brasil).

Seleção Brasileira conquistou ouro neste sábado (Reprodução Agência Brasil).

A vitória da seleção brasileira na final do futebol nos Jogos Olímpicos de 2016 sobre a Alemanha nos pênaltis, no Maracanã, garantiu a melhor campanha do Brasil em Olimpíadas. Com seis medalhas de ouro, o país superou o recorde de cinco medalhas obtidas nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004.

Em relação ao número de medalhas, o Brasil garantiu 18 até o penúltimo dia de competição, uma a mais que as 17 registradas nos jogos de Londres, em 2012. Amanhã (21), a seleção masculina de vôlei disputará o primeiro lugar contra a Itália, podendo conquistar a sétima medalha de ouro.

Pela manhã, a dupla de canoístas formada pelos baianos Isaquias Queiroz e Erlon Silva havia assegurado o recorde numérico de medalhas ao conquistar a prata na prova de 1 mil metros da canoa dupla. Além de Isaquias ser o primeiro brasileiro a conquistar três medalhas olímpicas em uma mesma edição dos jogos, o país garantiu, pela primeira vez, a conquista de 18 medalhas em uma olimpíada.
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Com a conquista do ouro no futebol, o Brasil saltou para o 13º lugar no quadro de medalhas, também a melhor campanha de sua história nesse ranqueamento. Nesse quesito, a melhor campanha já registrada havia sido o 16° lugar nos Jogos de Atenas.

ISAQUIAS E ERLON CONQUISTAM A PRATA NO C2 1.000 M DA CANOAGEM

Erlon de Souza e Isaquias Queiroz conquistam a prata na Rio 2016.

Erlon de Souza e Isaquias Queiroz conquistam a prata na Rio 2016.

A dupla brasileira Isaquias Queiroz e Erlon Souza conquistou a medalha de prata, há pouco, na canoagem de velocidade, categoria C2 1.000 metros. Os atletas sul-baianos de Ubaitaba e Ubatã concluíram os mil metros com o tempo de 3min44s81.

Isaquias e Erlon lideraram a prova até os 750 primeiros metros, quando a dupla alemã Sebastian Brendel e Jan Vandrey passaram à ponta e fecharam com 3min43s91.

Os terceiros colocados foram os ucranianos D. Ianchuk e T. Mishchuk, com 3min45s94.

Ao encerrar as competições da canoagem com duas medalhas de prata e uma de bronze, Isaquias Queiroz, de Ubaitaba, tornou-se o brasileiro com maior número de medalhas em uma só edição de olimpíadas.

Na sua segunda participação em olimpíadas, Erlon, de Ubatã, conquistou medalha pela primeira vez.

RIO-16: ROBSON CONCEIÇÃO CONQUISTA OURO E QUER FESTA EM SALVADOR

Baiano Robson Conceição, de vermelho, fatura ouro no boxe (Foto Fernando Frazão/Agência Brasil).

Robson Conceição, de vermelho, fatura ouro no boxe (Foto Fernando Frazão/Agência Brasil).

O brasileiro Robson Conceição fez história e conquistou hoje (16) a primeira medalha de ouro do boxe brasileiro em olimpíadas e o terceiro ouro do Brasil na Rio 2016. Por decisão unânime dos juízes, o lutador baiano derrotou o francês Sofiane Oumiha na categoria peso ligeiro, até 60 quilos.

Relaxado na luta, Conceição não deu chances para o francês e levou a torcida presente no Pavilhão 6 do Riocentro ao delírio. Antes mesmo do fim da luta, os torcedores já gritavam “é campeão”.

No primeiro round, os três juízes deram a vitória ao brasileiro. No segundo, dois dos três árbitros deram 10 a 9 para Conceição, mesmo resultado do terceiro e último round.

Ao conquistar o ouro, o boxeador fez um pedido: “Quero festa em Salvador”.

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CANOAGEM: BAIANO ISAQUIAS QUEIROZ FATURA PRATA

Isaquias fatura medalha inédita para a canoagem brasileira (Foto Divulgação COB).

Isaquias fatura medalha inédita para a canoagem brasileira (Foto Divulgação COB).

Baiano de Ubaitaba, o canoísta Isaquias Queiroz conquistou medalha de prata na categoria C1 1.000 metros da canoagem de velocidade nos Jogos Olímpicos do Rio.

O atleta alcançou um feito inédito para o país. O Brasil nunca havia faturado medalha em olimpíadas na canoagem.

Isaquias fechou a prova com tempo de  3min58seg529, acima do alemão e principal adversário do brasileiro, Sebastian Brendel, com 3min56seg926. Serghei Tarnovschi, ficou com o bronze ao completar com 4min00seg852.

RIO 2016: ISAQUIAS QUEIROZ ESTÁ NA FINAL DO C1 1.000M NA CANOAGEM

Bicampeão mundial, Isaquias busca 3 medalhas na Rio 2016 (Foto Daniel Thame).

Bicampeão mundial, Isaquias busca 3 medalhas na Rio 2016 (Foto Daniel Thame).

O baiano Isaquias Queiroz já está garantido na final no C1 1.000 metros das Olimpíadas 2016. Há pouco, ele venceu com folga a sua bateria e vai disputar o ouro. Fechou com tempo de 3min59s615, mesmo diminuindo bastante o ritmo já no final e diante da vantagem imposta para o restante do “pelotão”.

Em entrevista há pouco, Isaquias celebrou a fase. “Vim muito bem para esta competição, que é muito importante”, disse. O canoísta de Ubaitaba lembrou ter começado o trabalho com foco nestas olimpíadas em 1º de abril de 2013.

Isaquias revelou a sua meta para estas olimpíadas: conquistar três medalhas.

Ele também vai disputar provas em outras categorias da canoagem. A final do C1 1.000 metros será disputada nesta terça (16), pela manhã. Isaquias é favorito. Seu principal rival é o alemão Sebastian Brendel, que vez o tempo de 3min58s044 em outra bateria.

CANOÍSTAS SUL-BAIANOS INICIAM CORRIDA PELO OURO NA RIO-16

Isaquias Queiroz é das maiores esperanças de ouro para o Brasil.

Isaquias Queiroz é das maiores esperanças de ouro para o Brasil.

Os torcedores do sul da Bahia vivem uma grande expectativa para o início das provas de canoagem de velocidade nas Olimpíadas. As eliminatórias começam às 9 horas da segunda-feira, na Lagoa Rodrigo de Freitas.

A Bahia têm dois atletas com chance de medalhas nos Jogos Olímpicos. Eles são os canoístas Isaquias Queiroz, de Ubaitaba, e Erlon Souza, de Ubatã. Isaquias vai disputar uma vaga na semifinal na modalidade C mil metros.

Se passar, volta a remar a partir das 10h30 para disputar uma vaga na final. A final na modalidade C mil metros está marcada para terça-feira, às 9 horas. Isaquias Queiroz é um dos favoritos à medalha de ouro.

Já o canoísta Erlon de Souza, de 24 anos, está nos Jogos Olímpicos pela segunda vez seguida. Ele competiu em Londres, em 2012, em dupla com Ronilson de Oliveira. A dupla terminou a categoria C2 1000 na 10ª colocação. Informações d´A Região.

WORKSHOP DE KETTLEBELL EM PORTO SEGURO

Coach João Rosário comanda workshop em Porto Seguro.

Coach João Rosário comanda workshop em Porto Seguro.

O educador físico e coach da Brutal, João Rosário, apresenta neste sábado (13), no CT Core Team, em Porto Seguro, o Workshop de Treinamento Funcional, com abordagem do uso de ferramentas não convencionais como corda, kettlebell e argolas. O evento é uma realização XPRO Training e Lucas Oliveira e se destina a professores de Educação Física e  profissionais de de academia e treinadores de atletas.

Referência no Brasil em kettlebell e coach de atletas de destaque no kettlebell sport e MMA, João Rosário vai compartilhar técnicas de como utilizar ferramentas eficazes e milenares num treino completo. O treinamento com esses equipamentos busca restabelecer e aprimorar os padrões motores naturais, prevenindo lesões e melhorando consideravelmente o desempenho atlético, alcançando assim resultados sólidos em curto prazo.

João Rosário tem várias certificações internacionais. O educador físico é ex- presidente da Federação Brasileira de Kettlebell Lifting (FBKL) e se tornou referência nesse tipo de treinamento. João está à frente da organização do 1º GP mundial de Kettlebell no Brasil, que será realizado no dia 9 de dezembro, em Curitiba, e planeja levar atletas de Itabuna e região.

João Rosário voltou a residir no Sul da Bahia (Canavieiras) trazendo toda a experiência adquirida para colaborar com a promoção do Kettlebell Sport e qualificação de profissionais na região. Mais informações do workshop podem ser obtidas pelo email xprotraining@gmail.com ou telefone 73-98823.2122 (Whatsapp)

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RIO-16: JUDOCA RAFAELA SILVA FATURA OURO

Rafaela Silva fatura ouro olímpico no Rio (Foto Agência Brasil).

Rafaela Silva fatura ouro olímpico no Rio (Foto Agência Brasil).

A judoca brasileira Rafaela Silva derrotou a atleta Dorjsürengiin Sumiya, da Mongólia, na final na categoria até 57 quilos feminino. É a primeira medalha de ouro do Brasil nos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Com um wazari sobre a oponente, Rafaela conquistou 10 pontos e soube administrar a luta até o final, com o apoio da torcida brasileira.

Nas disputas de hoje (8), Rafaela já havia vencido a romena Corina Caprioriu, a alemã Myriam Roper, a sul-coreana Kim Jandi e a húngara Hedvig Karakas. A portuguesa Telma Monteiro venceu por um yuko a romena Corina Caprioriu e ficou com a medalha de bronze.

Rafaela Silva é carioca, tem 24 anos, e cresceu na comunidade Cidade de Deus. Começou a praticar judô com 5 anos, em uma academia na rua de sua casa. Aos 8 anos, entrou no Instituto Reação, no Rio de Janeiro.

Em 2011, ganhou a medalha de prata nos Jogos Pan-americanos de Guadalajara, no México e, em 2015, conquistou a de bronze no Pan de Toronto. Também foi foi vice-campeã mundial em Paris 2011. Na Olimpíada de 2012, em Londres, Rafaela foi desclassificada pelos juízes na segunda rodada por um golpe ilegal.

Rafaela conquistou a medalha de ouro no Mundial de Judô de 2013, prata no Mundial de 2011 e bronze no World Masters de 2012.

“MISSÃO CUMPRIDA”, DIZ FELIPE WU AO FATURAR A PRATA NA RIO-16

Felipe Wu comemora medalha de prata no tiro de 10 metros (Foto Valdrin Xhemaj/Divulgação Lusa).

Felipe Wu comemora medalha de prata no tiro de 10 metros (Foto Valdrin Xhemaj/Divulgação Lusa).

Nathália Mendes | Agência Brasil

O primeiro tiro da última série de Felipe Wu garantiria a medalha de ouro na pistola de ar 10m. Atrás do vietnamita Xuan Vinh Hoang desde a quarta série, o atirador brasileiro arrancou 10.2 pontos naquela rodada, enquanto o adversário fez 9.2 pontos. Os dois finalistas foram para a linha de tiro para o disparo decisivo sabendo que Wu estava a ponto de fazer história: 96 anos depois do título olímpico de Guilherme Paraense – cujo nome batiza o centro olímpico de tiro esportivo no Rio –, nos Jogos da Antuérpia, em 1920, um brasileiro poderia voltar a ser campeão no tiro esportivo.

“A minha tática é atirar um pouco mais rápido no final porque sei que não só aqui, com esta torcida gigante, mas também em outros eventos, sempre acontece uma reação da torcida. Então eu atirei e a torcida fez o papel dela. Eu sabia que tudo podia acontecer: tanto ele fazer um tiro bom quanto um ruim. Na etapa de Bangcoc, fiz a mesma coisa e o americano fez um tiro ruim por causa do barulho da torcida”, conta Wu, que cravou 10.1 pontos em seu tiro final.

Durante os poucos segundos que separaram a aferição da marca de Wu para o momento que a nota de Hoang foi confirmada, o barulho da torcida foi realmente ensurdecedor. O estande lotado explodiu em vaias e gritos para impedir Hoang de tirar a diferença de dois décimos. Mas o sangue frio do rival prevaleceu: com um 10.7 no último tiro, o vietnamita chegou aos 202.5 pontos e eliminou qualquer possibilidade de ouro para Wu, que terminou com 202.1 pontos. Mas a medalha de prata, a que inaugurou a contagem de medalhas dos anfitriões dos Jogos Olímpicos, veio com a sensação de dever cumprido.

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RIO 2016: BOXEADOR MARROQUINO É PRESO SOB SUSPEITA DE ESTUPRAR CAMAREIRA

O atleta marroquino de boxe Hassan Saada foi preso na manhã de hoje (5), suspeito de estuprar, no último dia 3, duas camareiras brasileiras que trabalham na Vila dos Atletas. O mandado de prisão temporária de 15 dias foi expedido pelo Juizado do Torcedor e dos Grandes Eventos, a pedido do delegado Eduardo Ozório.

O marroquino foi preso na própria Vila dos Atletas e encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil do Recreio dos Bandeirantes (42ª DP). Saada tem 22 anos e está inscrito para competir na categoria meio-pesado (até 81 quilos).

Sua luta está marcada para amanhã (6), às 12h30MIN, contra o atleta turco Nadir Mehmet Unal, no Pavilhão 6 do Riocentro. O Comitê Organizador Rio 2016 informou que está ciente do caso e vai colaborar com a investigação policial. Da Agência Brasil.

PROJETO DA UESC LEVA ALUNOS AOS JOGOS OLÍMPICOS

Equipe da Uesc vai acompanhar Jogos e participar de arbitragem na Rio-16 (Foto Divulgação).

Equipe da Uesc vai acompanhar Jogos e participar de arbitragem na Rio-16 (Foto Divulgação).

Um projeto criado pelos professores Alberto Kruschewsky e Maria Morel, do Colegiado de Educação Física da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), levará alunos do curso à Olimpíada do Rio 2016.

O Vivenciando Olimpíada e Paralimpíada  prevê como ação, neste ano, um ônibus disponível para que os alunos possam vivenciar a Olimpíada no Brasil. Os alunos sairão da Uesc para o Rio de Janeiro no próximo dia 12, ficando na capital fluminense até o dia 22. Os alunos não terão despesas com o transporte, ficando responsáveis pela sua hospedagem e mobilidade no Rio.

Segundo Alberto, a ideia nasceu em 2007, quando era estudante do curso e foi aos Jogos Panamericanos do Rio. “Quando retornei, entendi o quanto os momentos vividos influiriam e influenciariam minha atividade profissional. Desde então, estive praticamente em todos os grandes eventos esportivos, Londres 2012, Toronto 2015, sempre constatando a riqueza que é poder presenciar esses eventos”, disse Alberto.

A ideia para os Jogos Olímpicos 2016 foi fortalecida em conversa com colegas do curso, inclusive a professora Marcia Morel, ex-atleta de alto nível. “Além disso, temos contado com o apoio da Reitoria, Colegiado de Educação Física, Departamento de Ciências da Saúde, Proad, Setor de Transportes e diversas outras áreas que se sensibilizaram com o Projeto”. A professora Morel salientou que também estão previstas ações voltadas para a área de organização e gestão de eventos esportivos.

A seleção dos alunos incluiu a presença de acadêmicos que já se certificaram como árbitros de modalidades esportivas, como acontece com o triathlon, e aqueles que participam voluntariamente de outros eventos esportivos. Segundo o professor, a Uesc tem atuado desde 2012 junto à Confederação Brasileira de Triathlon, abrindo certificações para os alunos do curso, no intuito de proporcionar uma formação ampliada, conectada com a prática esportiva. Outras áreas, como Letras, abriram curso de inglês, que reforçou a presença de egressos da universidade na arbitragem do triathlon olímpico, nos dias 18 e 20/08, e 10 e 11/09.

INTERBAIRROS-16 ADOTA O “MATA-MATA”

Interbairros será disputado em sistema mata-mata (Foto Divulgação).

Interbairros será disputado em sistema mata-mata (Foto Divulgação).

O Campeonato Interbairros de Futebol 2016 será disputado em sistema mata-mata. Os confrontos da primeira fase foram definidos, por meio de sorteio, ontem à noite (1º), na sede da Associação de Árbitros de Futebol de Itabuna (AAFI), no Estádio Luiz Viana Filho.
A competição terá 52 equipes e começa no próximo dia 14. Os horários dos jogos serão definidos na próxima terça (9). Para o secretário de Esporte, José Evaristo Neto, o sistema mata-mata, que é eliminatório, deverá levar grande público aos campos. Confira, no leia mais, os confrontos desta primeira fase.

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ILHÉUS: CORRIDA DO FOGO SERÁ NO SÁBADO

Corrida do FogoO 5º Grupamento do Corpo de Bombeiros promove a 18ª edição da Corrida do Fogo, em Ilhéus, no próximo sábado (16). As inscrições podem ser feitas no grupamento, localizado na Barra.

A corrida terá 7,3 quilômetros de percurso (Quartel-Distrito Industrial-Quartel). A concentração começará às 8h e a largada está prevista para as 9h.

De acordo com a relações públicas do 5º GBM, capitão Ana Isabel Araújo, haverá premiação com troféus e medalhas, além de sorteio de brindes. A corrida atrai não apenas bombeiros, mas desportistas de todo o estado. Mais informações pelo telefone 73-3639.2633.



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