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:: ‘Pimenta na Muqueca’

HOMENS SÃO EXECUTADOS EM ACESSO À ILHÉUS-ITABUNA

Polícia localizou os corpos após ligações (Foto Pimenta).

Dois corpos masculinos foram encontrados a cerca de setecentos metros do quilômetro 24 da rodovia Ilhéus-Itabuna (BR-415), próximo da entrada de Itabuna.

A delegada Lícia Vieira suspeita que as execuções estejam ligadas ao tráfico de drogas. Uma das vítimas, um homem negro, aparentando cerca de 30 anos, carregava na mochila um cachimbo, geralmente usado para consumir crack.

Ele foi executado com um tiro de arma calibre 12, disparado contra a nuca. A outra vítima, moreno claro, foi executada com tiro  no rosto. Pelo estado dos corpos, suspeita-se que as execuções ocorreram entre sexta-feira à noite e ontem pela manhã.

A perícia encontrou sandálias e boné, supostamente de uma das vítimas, dentro de uma propriedade rural cercada, a poucos metros de onde foram encontrados os corpos.

PRIMEIRO DESTINO: ILHÉUS

A primeira viagem do pré-candidato a senador pelo PT, Walter Pinheiro, será para o sul da Bahia. Mais precisamente, para Ilhéus.

Pinheiro estará nesta segunda-feira, 31, a partir das 9 horas, no evento que comemora o Dia da Agricultura Familiar. Será na Praça Dom Eduardo, onde ficam o bar Vesúvio e a Catedral de São Sebastião.

Colado no “senador”, virá o pré-candidato a deputado federal, também pelo PT, Josias Gomes.

DEU PINHEIRO

Está definida a chapa majoritária governista. Seguindo a vontade do governador Jaques Wagner, o  deputado federal e ex-secretário de Planejamento Walter Pinheiro será o petista que vai disputar uma das duas vagas ao Senado Federal pela Bahia. A decisão foi no voto.

Pinheiro foi reconhecido como o vencedor da disputa na forma que, no PT, se define como “por contraste”: ao observar, de largada, uma vantagem expressiva de um candidato sobre o outro (Waldir Pires era o segundo nome na disputa), Pinheiro foi reconhecido o vencedor. A votação ocorreu em Salvador.

Pires e Pinheiro tiveram direito a 15 minutos para o “convencimento” dos delegados. Guilherme Menezes e Geraldo Simões fizeram a defesa de Waldir. Pelo lado de Pinheiro, os “advogados” foram Paulo Rangel e Luiz Caetano. Cada um dos defensores teve direito a cinco minutos para argumentação.

No início da apuração, foi constatada a larga vantagem de Pinheiro e optou-se por abreviar o processo a fim de evitar maiores constrangimentos a quem não leva a disputa.

A chapa governista está assim formada, agora só dependendo da convenção estadual: Wagner candidato à reeleição, Otto Alencar na vice e os deputados federais Lídice da Mata e Walter Pinheiro são os dois nomes governistas na disputa ao Senado Federal.

Atualização às 13h20min

LONGE DE CONFUSÃO

Conhecedor do resultado que terá o bate-chapa entre Waldir e Pinheiro, o governador Jaques Wagner preferiu ficar longe de Salvador neste domingo e confirmar o placar somente quando algum delegado do PT se dispuser a telefonar-lhe. De manhã cedo, Wagner “se picou” para Santo Estêvão e ainda irá para Itapetinga, onde tem compromissos oficiais.

Alguns petistas, que gostariam de transformar o encontro de hoje em um grande ato de unificação da legenda, lamentam a ausência do governador.

WALDIR X WALTER

Os delegados do PT – cerca de 350 – já estão no encontro do partido que vai definir o indicado para candidatar-se a senador. O ex-governador Waldir Pires disputa a peleja com o deputado federal Walter Pinheiro, sendo este último favoritíssimo à indicação.

Waldir, que não desiste, vai para o bate-chapa, mesmo contrariando o desejo de Jaques Wagner. Para o ex-governador, a votação é importante, pois permitirá que cada delegado se posicione sobre a candidatura.

BLOGOTERAPIA NO POLÍTICA ETC

O blogueiro (com rima) Ricardo Ribeiro estreia novo espaço no Política Etc, destinado a opiniões e reflexões. Na verdade, ele já vinha produzindo alguns artigos sobre diversos temas e resolveu batizar esta área do blog com o nome “Blogoterapia”. No primeiro texto, uma análise sobre pequenos delitos que muitos brasileiros costumam cometer no dia-a-dia.

O Pimenta reproduz no post abaixo.

ISSO É LÁ COISA DE AMIGO

Ricardo Ribeiro   |  [email protected]

Amigo que é amigo mesmo não encontra o outro na fila do supermercado e pede para passar as suas compras. Não procede de igual maneira em filas de banco, cartório e outras às quais tanta gente é submetida, como forma de penitência diária. É constrangedor para o assediado e revoltante para quem espera a sua vez de ser atendido e não recorreu ao beneplácito de uma alma caridosa e cúmplice mais próxima do balcão.

Amigo meu não faça um pedido desses, pois será inevitavelmente rebaixado na escala de minhas considerações. E o camarada pode estar certo de que jamais, em hipótese alguma, será alvo de tal solicitação infame proveniente deste escriba. Sigo à risca o conselho de que “quem tem vergonha não faz vergonha aos outros”.

Certa vez, um sujeito que eu nem conhecia aproximou-se em uma agência bancária, já com a fatura e o dinheiro na mão. Imbuído da mais autêntica cara-de-pau, fez a proposta indecente, que me pegou desprevenido, mas não tanto. Eu simplesmente pedi ao elemento que obtivesse autorização expressa de todas as pessoas que vinham depois de mim na fila e ele, após breve análise da empreitada, desistiu fulo da vida.

Tenho amigos na polícia e eles podem saber que jamais chegarei para pedir favorzinho, jeitinho ou qualquer privilégio. E aviso de antemão que, se eu fizer solicitação dessa natureza, neguem e sugiram tratamento psiquiátrico.

Sei que essa postura pode ser vista por muita gente como radical, pois o costume de pegar atalhos, furar filas, usar da esperteza, é algo que se enraizou na cultura do brasileiro. O problema está em não associar esses pequenos desvios à corrupção endêmica e atávica existente no caráter nacional.

No Brasil, o sujeito que vive à cata de pequenas vantagens indevidas é o mesmo que assiste ao Jornal Nacional e fica indignado com as safadezas dos políticos. Em suma, ele é o girino zangado com os sapões…

Logicamente, é bem mais fácil, cômodo e menos doloroso atacar os defeitos alheios, deixando os próprios sob uma capa de honestidade e  conduta ilibada. O negócio é preservar os delitos inocentes de cada dia e ficar na espera vã de que as Comissões Parlamentares de Inquérito consertem esse país. Talvez dê certo, em um belo crepúsculo no Dia de São Nunca.

SETE BAIANOS NA LISTA DOS “CABEÇAS DO CONGRESSO”

A lista dos 100 deputados e senadores mais influentes do Congresso Nacional foi divulgada pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Sete deputados baianos estão lá. Mas nenhum dos três senadores figura na avaliação criteriosa do departamento.

Dos nomes, quatro integram a bancada de oposição ao Governo Lula. São eles ACM Neto e José Carlos Aleluia, ambos do Democratas, e os tucanos João Almeida e Jutahy Júnior. Dos governistas da bancada baiana, eis os ‘cabeças: Alice Portugal e Daniel Almeida, ambos do PCdoB, e Sérgio Carneiro (PT).

O Diap também pública uma lista com o nome de deputados federais e senadores considerados “em ascensão”. Nesta, os nomes baianos são Colbert Martins (PMDB), Lídice da Mata (PSB) e Zezéu Ribeiro (PT). Os deputados sul-baianos Geraldo Simões (PT) e Raymundo Veloso (PMDB) não integram nenhuma das listas. Clique no “leia mais”, abaixo, e confira a relação completa dos “cabeças”, por estado.

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UNIVERSO PARALELO

O TEXTO SOBREVIVERÁ AO MUNDO

Ousarme Citoaian

Em jornal e revista (a dita mídia impressa), o texto fala por si, enquanto a foto é fundamental como ajuda. Por isso disseram por aí que quando o mundo se acabar será necessário um jornalista para dar a notícia. Sobrando fotógrafo, melhor ainda. Se o the end da “civilização cacaueira” chegou mesmo, montado na vassoura-de-bruxa, há controvérsia – alimentada pelos laboratórios, que tentam parir cacaueiros resistentes à doença. Enquanto isso, Daniel Thame (foto), pelo sim, pelo não, apresenta-se como o cronista que o assunto exige. Seu Vassoura (Via Litterarum) está na praça, para agitar, provocar e cutucar cérebros anestesiados. Só o bom texto nos redime.

COMBINAÇÃO DE MITO E REALIDADE

O livro, com 23 histórias curtas (média de 2,5 páginas), situa-se, conforme destaca o editor Agenor Gasparetto, no lugar que separa os gêneros crônica e conto, classificação que, de resto, não deve tirar o sono de ninguém. Fiquemos com Mário de Andrade, que simplificou a questão: “Conto é tudo aquilo que o autor chama de conto”. Ou então, que se reconheça em Vassoura as duas facetas: na medida em que registra fatos, seria crônica histórica; já a parte com pitadas (melhor dizendo, generosas porções) de ficção, identificaríamos como conto, pois o livro é, claramente, essa combinação de realidade vivida e mito imaginado.

A ESPERANÇA AINDA ESTÁ VIVA

Daniel Thame introduz a vassoura-de-bruxa na literatura regional, e o faz com textos bem escritos, de feitura concisa e leitura agradável, sem descambar para o mero entretenimento. Ao contrário, sua ficção (surpreendente em alguém forjado no factual das redações) convida a pensar – talvez a mais nobre função da literatura. Se alguém achar que ele pesa no dramático, no humor negro ou na tragédia de seus anti-heróis, poderá estar certo. De minha parte, sinto nesse Vassoura um produto perpassado pela sensibilidade do autor, animal político aristotélico, que, sem disfarce no olhar de compaixão com nossa gente, nos diz que a esperança ainda resiste.

DITADOR É “IMORTALIZADO” EM ESCOLA

“Em sociedade, tudo se sabe” era um bordão do colunista social Ibrahim Sued (1924-1995). Pois, em conversa, fico sabendo que Itabuna possui uma escola chamada Garrastazu Médici (foto). E me ponho a pensar como a sociedade se curva aos interesses do poder, desdenhando sua própria dignidade. A escola, apesar de não estar poupada nestes tempos de violência, é um lugar sagrado. Sua identificação há de ser alvo de respeito, reverência e orgulho para a comunidade que ela se insere. Nomeia-se uma escola com pessoas que representaram bons exemplos a seguir.

ESCOLA FERNANDINHO BEIRA-MAR

“Eu estudo na escola Anísio Teixeira”; “Eu, na Paulo Freire”; “E eu sou do colégio Eusínio Lavigne”  – seria uma conversa esperada entre estudantes que se orgulham dos seus “patronos”. Já “Centro Educacional Jack, o estripador” ou “Escola Fernandinho Beira-Mar” seriam batismos infelizes. Então, por que coube a Itabuna a “honra” de ter um lugar (sagrado, repita-se) com o nome de tal indivíduo?  Submeter presos políticos a tortura, com choque elétricos e pau-de-arara (o que o general não fez pessoalmente, mas aprovou) não é pré-requisito para homenagem. Ao contrário.

NÃO QUEREMOS ABRIGAR A DESONRA

Ainda tenho esperanças de que fui mal informado, e que o sanguinário ditador dos anos setenta não identifica nenhuma escola entre nós. Mas, se abrigamos tal desonra, é tempo de professores, autoridades municipais e a comunidade em geral se levantarem num movimento que defenda a honra e a “limpeza” do nobre espaço de formação. É um crime coletivo permitirmos que esses jovens, mais tarde, se envergonhem de mencionar o nome da escola onde estudaram. E estarão certos, pois o lugar do general Garrastazu Médici não é a educação, mas a lata de lixo da história.

PALAVRAS DORMEM, MAS NÃO MORREM

Penso haver dito neste espaço que as palavras nascem, vivem e morrem. Mesmo que tal afirmação me tenha dado alguma sobrevida com a CLMH (Comunidade dos Linguistas Mal Humorados), preciso pedir perdão pela bobagem. Fui mal. As palavras só morrem se nós, que com elas lutamos mal rompe a manhã (na feliz expressão do poeta), assim o desejarmos. Digamos que os sem sensibilidade as condenam ao sono quase eterno, à  forçada hibernação, à troca por neologismos ainda recendentes a vinho novo. As palavras apenas se cansam e tiram férias compulsórias, até que sejam outra vez trazidas à lida.

RECUPERAÇÃO DO BRILHO ANTIGO

João Guimarães Rosa não me deixa mentir. O autor de Sagarana “acordou” centenas de vocábulos que a língua portuguesa pensava ter abolido. Muitos tão “mortos” estavam que não são encontrados em nenhum dicionário em moda no fim dos anos 50 (quando foi publicado Grande sertão: veredas). Alguns termos até foram, apressadamente, dados como “inventados” por JGR – quando uma análise menos perfunctória mostra que ele os recolheu, nas conversas com o povo nos sertões das geraes ou mesmo em textos antigos. O escritor tirou-lhes a poeira, restituiu-lhes o brilho anterior.

DO MANDU À MADRINHA DA TROPA

A beleza de algumas formas ditas arcaicas de nos expressarmos justifica sua ressurreição. O escritor Adylson Machado (Amendoeiras de outono/Via Litterarum) recuperou, dentre várias palavras e expressões curiosas, “mais enfeitado que madrinha de tropa” (referência à mula que “comandava” a tropa, cheia de guizos e enfeites), “mandu” (encrenca, problema, gente ruim, inconveniente) e “abistunta” (forma aleatória de acertar o preço de mercadorias de valores variados). Se esses termos não têm sido usados, isto não quer dizer que estejam mortos. Apenas dormem, à espera de quem os desperte.

SUJEITO CHEIO DE NÓS PELAS COSTAS

Os alagoanos designam uma coisa muito velha com a deliciosa expressão “do tempo em que candeeiro dava choque” (Dicionário do Nordeste, de Fred Navarro). Aqui na terra do mandu e da abistunta, um sujeito arrogante é dito cheio de nove horas, metido a sebo, cheio de nós pelas costas, podendo meter-se em camisa de onze varas num arranca-rabo, se acaso não tiver as costas quentes. Os pobres vestem roupa porta-de-loja, comem sobe-e-desce (às vezes, com o pão que o diabo amassou) e carregam seus poucos pertences num panacum. Ou bocapiu. Que, aliás, inexplicavelmente, não consta do Dicionareco das roças de cacau e arredores, de Euclides Neto.

BRASIL PÕE FRANK SINATRA NO GUINESS

Peças que a ignorância me prega. Só há poucos anos fiquei sabendo que uma das canções mais “americanas”, gravação famosa de Frank Sinatra, é… francesa. Trata-se de My way, que ao nascer chamava-se Comme d´habitude (de Thibault, Revaux e Claude François). Paul Anka (foto) comprou os direitos autorais da música, fez a versão para o inglês (dando-lhe o título de My way), em 1967, e a mostrou a Frank Sinatra. The Voice fez a gravação dois dias depois e prosseguiu cantando esse tema, quase obrigatório nos seus shows. No Maracanã, cantou My way para o maior público de sua carreira, 175 mil pessoas (o show entrou para o Guiness).

ALGUÉM JÁ OUVIU COMME D´HABITUDE?

O modelo “canção-francesa-que-vira-americana” já foi referido  aqui, com Les feulles mortes, mas não é a mesma coisa. Todo mundo conhece Les feuilles (ou Autunm leaves). Mas você já ouviu Comme d´habitude? Eu também não. A propósito, quem tiver essa música reclame na redação do Pimenta o prêmio a que faz jus (a coletânea O melhor do arrocha, com a faixa bônus “Rebolation”, na voz do Mano Cae). O mais interessante é que Frank Sinatra, após anos e anos cantando My way, revelou que não gostava dessa letra. Disse que quando a cantava se sentia “um gabola” diante da platéia, coisa que detestava.
</span><strong><span style=”color: #ffffff;”> </span></strong></div> <h3 style=”padding: 6px; background-color: #0099ff;”><span style=”color: #ffffff;”>E FRED JORGE CRIOU CELLY CAMPELLO!</span></h3> <div style=”padding: 6px; background-color: #0099ff;”><span style=”color: #ffffff;”>No auge do sucesso, em 1965, a música teve uma versão no Brasil, gravada por Agnaldo Timóteo. Como costuma ocorrer com as

UMA ENORME CARGA DE GABOLICE

De outra vez, acentuou, sobre o assunto: “Eu odeio falta de modéstia, e é assim que eu me sinto com esta música”. A letra não é grande coisa: os americanos são bons melodistas, mas, para nossa sorte, Vinícius (foto), Chico Buarque, Caetano, Paulo César Pinheiro, Humberto Teixeira, Gilberto Gil, Noel Rosa e outros grandes letristas nasceram no Brasil. Mas bem olhada, My way revela enorme carga de arrogância, mostrando o cantor como todo-poderoso, acima dos mortais, dando a Sinatra razão para se sentir incomodado. É um hino ao cabotinismo, com som de caixa registradora: inesgotável fonte de renda para ele e, mais ainda, para Paul Anka.

“MAIOR CANTOR POPULAR DO MUNDO”

No vídeo será possível conferir essa opinião sobre o pedantismo da letra de My Way e identificar muita gente famosa, incluindo Dean Martin e Sammy Davis Jr. (na foto, nesta ordem, com Sinatra), amigos inseparáveis do artista. E também será fácil saber por que uma legião de críticos e fãs apontava Francis Albert Sinatra como o maior cantor popular do mundo.
Dê uma conferida.
(O.C.)

O RUBRO-NEGRO PAROU

O Vitória não conseguiu passar pelo Avaí (SC). Nem fazer gols. Pelo menos, não perdeu. Pela quinta rodada da Série A do Brasileiro, o rubro-negro baiano ficou no 0x0 contra o time catarinense. O jogo foi disputado na Ressacada.

Com o resultado “oxo”, o Vitória se manteve na 14ª colocação, beirando a zona de rebaixamento. A equipe soma cinco pontos. O Avaí tem oito e está na vice-liderança do Brasileirão, provisoriamente. O Vitória volta a jogar, na quarta, contra o Fluminense (RJ), novamente fora de casa.

TRICOLOR BATE O SPORT E LIDERA SÉRIE B

Dono da melhor campanha da Série B ao final da quinta rodada, o Bahia venceu o Sport por 2×0, há pouco. O jogo foi disputado no estádio de Pituaçu, em Salvador. O time baiano acumula 13 pontos e lidera, de forma isolada, a competição. O segundo colocado é o Paraná, com 12 pontos.

Os jogadores Rogerinho e Ávine marcaram os gols que garantiram a liderança do tricolor-de-aço na competição. Os quatro primeiros colocados da Série B sobem para a elite do futebol nacional.

A PREFERÊNCIA DE WAGNER

A depender do jogo que você vai jogar, você precisa mais de um atacante ou de um jogador de defesa. Acho que os dois são bons candidatos. Mas para o jogo que a gente vai jogar no Senado, a partir de 2011, na minha opinião, Walter Pinheiro joga melhor.

Jaques Wagner, o “técnico”, em visita a Ilhéus, dizendo porque prefere Waldir Pires na ‘reserva’ da disputa ao Senado Federal. Nos bastidores, o governador baiano conta com a sua reeleição e prepararia Walter Pinheiro para ser o seu sucessor na “Copa Eleitoral de 2014”. Logo após a coletiva, o Pimenta o perguntou se a preferência por Walter Pinheiro e a insistência de Waldir em permanecer na disputa não causará fraturas no PT. Ele respondeu, secamente: “Não”. A foto é de José Nazal.

RODOVIÁRIOS VÃO PARAR 100% NA SEGUNDA-FEIRA

Após uma “trégua” com as empresas, o Sindicato dos Rodoviários (Sindirod) ameaça paralisar o transporte coletivo em Itabuna por tempo indeterminado, a partir desta segunda-feira, 31. A categoria reivindica 30% de reposição salarial, ticket-alimentação de R$ 300,00, redução da jornada e o fim do chamado “motocobra”, entre outros itens. Por enquanto, as empresas aceitam conceder apenas 5% de reajuste, o que é considerado irrisório pelo presidente do Sindirod, Joselito Paulo, o Pé de Rato.

O sindicalista afirma que a greve será radical e, segundo ele, “nenhum ônibus” sairá da garagem nesta segunda-feira. Na última paralisação, que durou oito dias, a justiça determinou que 30% da frota circulasse.

WAGNER ESTÁ “FORMANDO OPINIÃO” SOBRE ÂNGELA

Questionado pelo blogueiro Emílio Gusmão sobre a estratégia (de sobrevivência) política da deputada estadual Ângela Sousa, cujo partido – o PSC – está no bloco que apoia o peemedebista Geddel Vieira Lima, e o filho – o vice-prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre (PSDB) – fecha com Paulo Souto, o governador Jaques Wagner deu uma resposta que deve ter deixado a parlamentar ilheense deveras preocupada.

Segundo Wagner, alguns dos seus colaboradores mais próximos já teriam opinião formada sobre o assunto, enquanto ele estaria “formando opinião”. Todos os presentes à coletiva entenderam o que o governador quis dizer: o que ele avalia é se deve passar a tratar a deputada como opositora, pedindo – gentilmente e de forma “republicana”  – que ela entregue os cargos que ocupa na administração estadual.

Wagner disse que a deputada falhou com o governo quando ausentou-se de uma votação importante na Assembleia Legislativa, quando apreciado projeto sobre a contratação de um crédito superior a R$ 560 milhões pelo Estado.

GOVERNADOR PREVÊ A VITÓRIA DE PINHEIRO

Acontece neste momento no Hospital Geral Luiz Viana Filho, em Ilhéus, uma entrevista coletiva do governador Jaques Wagner, que inaugura as novas instalações do Pronto-Socorro e entrega novos equipamentos do Centro de Diagnóstico por Imagem da instituição.

Inevitavelmente, a política domina a conversa entre Wagner e os jornalistas. Ao falar sobre o processo de escolha do candidato a senador pelo PT, o governador afirmou que “todos os prognósticos indicam que o escolhido será Pinheiro”.

Wagner complementou, declarando que é o PT e não ele quem bate o martelo. “A previsão que faço é com base nas manifestações de prefeitos, deputados federais e estaduais do partido”, disse. O governador demonstrou explicitamente sua preferência por Walter Pinheiro e informou que já transmitiu isso em uma “conversa muito franca” com Waldir Pires. Segundo Wagner, o ex-governador é uma “referência em democracia”.

WALDIR IRÁ PARA O BATE-CHAPA

O ex-governador Waldir Pires reuniu-se por mais de uma hora com o governador Jaques Wagner, nesta sexta-feira, 28, e não aceitou o apelo para desistir do bate-chapa com Walter Pinheiro pela indicação para candidato ao Senado. A escolha será feita neste domingo, 30, pelos delegados do Partido dos Trabalhadores (PT). A expectativa é de que Waldir seja derrotado na disputa.

O ex-governador deu a entender que está magoado com petistas que inicialmente eram favoráveis à indicação dele e depois mudaram de posição, apoiando Pinheiro.

(Com informações do Política Livre)

JOSIAS DEFENDE ELEVAÇÃO DO NÍVEL DO DEBATE

Em contato com o Pimenta, o ex-presidente do diretório estadual do PT, Josias Gomes, rebateu as críticas feitas pelo correligionário Rosemberg Pinto (confira) e disse que a questão de ser ou não o maior articulador da indicação de Pinheiro ao Senado é fato de menor importância. “Isso não eleva o nível do debate, o momento exige dos dirigentes e lideranças do partido uma visão superior”, afirma.

Gomes declara que não reivindica para si o papel de articulador, mas diz estar entre os que trabalham pela indicação de Pinheiro. “Eu o apoio, assim como 56 prefeitos, dez deputados estaduais e cinco federais do partido”, enumera, acrescentando que “entre os 370 delegados do PT, sou um dos que votarão em Pinheiro”.

O ex-presidente do diretório, que é pré-candidato a deputado federal, lembra que no PT as disputas são naturais. Ele menciona as prévias entre Lula e Suplicy em 2002 e entre Patrus Ananias e Fernando Pimentel (em Belo Horizonte), no ano de 2008. “Rosemberg precisa aprender um pouco de política e entender que o voto dele e o meu têm o mesmo valor”, cutuca.

Gomes finalizou enigmático e citando Churchill (Winston Churchill, primeiro-ministro do Reino Unido durante a Segunda Guerra): “em política, tudo o que está além do óbvio é bobagem”.






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