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DENGUE: EPIDEMIA É REALIDADE

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Sandovaldo revela que agentes do falso registro têm apadrinhamento político

E não é só pelo alto índice de infestação do mosquito Aedes Aegypti. Na verdade, não foram nada animadores os prognósticos apresentados na reunião do Conselho Municipal de Saúde na noite de hoje.

A reunião que acabou agora há pouco deixou claro que a epidemia de dengue está à porta, o município não cumpre seu papel e o que se pode fazer, ainda, é tentar amenizar a intensidade do flagelo.

Foram feitas denúncias graves, contundentes, e o coordenador da divisão de combate a endemias, Sandovaldo Manezes, admitiu que o problema é de competência política. “Agentes que estão fazendo falso registro têm proteção política”, revelou. Ou seja, são imexíveis.

Mais: o município deixou de aplicar 40 toneladas de larvicida para o combate ao mosquito Aedes Aegypti. Para piorar, esses 40 mil quilos estão desaparecidos. “A questão aqui não é mais de se discutir plano ‘A’ ou plano ‘B’. O que o coordenador e seus colaboradores devem fazer é ter a hombridade de pedir demissão do cargo”, sentenciou o conselheiro Edson Gomes, o Pule.

O conselheiro Jaime Nascimento também foi enfático: “Vimos essa semana o prefeito decretar estado de emergência. Mas temos que ter ações. Como fica a questão da assistência ao paciente? Cadê as unidades de referência? Só o decreto não resolve”.

FALSO REGISTRO, APADRINHAMENTO E DESABAFO

Sobre as denúncias de falso registro (agente informa que visitou domicílio mas não pisa o pé no local, e o dá como isento do mosquito), o coordenador Sandovaldo Menezes se limitou a admitir a realidade da prática, mas minimizou a ação criminosa, dizendo que “todos são suscetíveis ao erro”. Uma ‘revelação’: os criminosos não são demitidos porque há apadrinhamento político.

Mas Sandovaldo não ficou só na defesa. Foi ao ataque – contra o governo. “Tenho consciência de que estou fazendo o meu trabalho. Tenho ofícios de todos os encaminhamentos. Por exemplo: agentes de endemias não podem capinar terrenos baldios. Outros setores da prefeitura têm que atuar, ajudar. Cadê a intersetorialidade, que foi discutida e aprovada em reuniões passadas?

NINGUÉM PRESTA CONTA

A conselheira Marise Mesquita, representante da 7ª Dires, admite a possibilidade de uma epidemia ainda pior do que a do verão passado. “Não está sendo feito o isolamento viral. Não se sabe, por exemplo, se o vírus sofreu nova mutação, se vamos enfrentar o mesmo sorotipo do ano passado”.

Mais: ninguém presta conta de nada, denuncia. “Não se tem um plano de combate à dengue, sequer um plano para a saúde do município. Os recursos chegam, as ações são discutidas, nada é feito e ninguém presta conta do dinheiro”.

Marise defende que a população seja alertada, com responsabilidade, sobre a nova epidemia de dengue que se aproxima. “Tem que ser alertada para cobrar ação da autoridade. O município deve ir à imprensa e revelar a gravidade da situação. A população não pode ficar inocente, nem apenas sendo taxada de culpada. Mas, sabendo a realidade, tem que fazer sua parte e cobrar da autoridade”.

ITABUNA ESTREIA FORA DE CASA NO BAIANÃO

A Federação Baiana de Futebol (FBF) divulgou nesta quarta, 18, a tabela do Campeonato Baiano 2010. E o Itabuna abre a competição jogando fora de casa, contra o Atlético de Alagoinhas, no dia 17 de janeiro. O primeiro jogo no estádio Luiz Viana Filho (Itabunão) será contra o Vitória, no dia 20.

O outro time sul-baiano no Estadual 2009 jogará em casa. O Colo Colo enfrentará o Bahia, possivelmente no estádio Mário Pessoa, também no dia 17. A confirmação dos locais de jogos depende de vistoria dos estádios – que, salvo raras exceções, mais parecem espeluncas.

O confronto entre os dois times sul-baianos está previsto para a terceira rodada do Baianão, no dia 24 de janeiro, quando o Tigre Ilheense recebe o Itabuna.

Confira a tabela completa clicando aqui

CARTOLA DO BAHIA PROCESSA JORNALISTA

Bastou um artigo de João Carlos Teixeira Gomes cobrar mais transparência da diretoria do Bahia para que o presidente do clube, Marcelo Guimarães Filho, entrasse com um processo contra o jornalista, cujo pai foi o primeiro goleiro do tricolor-de-aço. O artigo foi publicado no jornal A Tarde, no dia 17 de outubro. Logo em seguida, o cartola ingressou com a ação.

Um trecho do artigo:

Lançaram o Bahia em todas as divisões inferiores, não conseguem ganhar nem o campeonato baiano, fazem contratações desastrosas (como a de Paulo Carneiro, confissão de falência de comando), jamais conseguiram armar um time digno, estão alienando todo o patrimônio sem construir coisa alguma, as rendas dos jogos somem pelo ralo (ou pelos bolsos), as contas (irregulares) vivem sob suspeita, como o provou A TARDE em recente reportagem.

Leia mais desta confusão no Terra Magazine, em matéria assinada pelo bom baiano Cláudio Leal.

JESSIER QUIRINO E O MATUTO NO CINEMA

O vídeo é antigo, mas vale a pena ver de novo!

A GLOBO E SEU TOC

(OU A REMASTERIZAÇÃO OBSESSIVA DAS REPRESENTAÇÕES DESQUALIFICANTES)

Daniela Galdino

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Em A negação do Brasil (documentário datado de 2000), Joel Zito de Araújo enfatiza, de maneira contundente, o espaço conferido ao negro pela televisão brasileira, ou seja, o lugar da inferioridade. Seja por meio das telenovelas ou minisséries, o que se vê ao longo do período que engloba a década de 60 até 90 é exatamente a “remasterização” das principais imagens difundidas ao longo de séculos pelo discurso colonial e seus principais tentáculos – religião, ciência, política.

Seja pelo signo da inferiorização moral e intelectual, passando pela retomada da violência simbólica e física que marcou o tratamento do corpo negro no contexto colonial, a denúncia fundamental do referido documentário reside no seguinte: o discurso da teledramaturgia pouco contribui para desvelar o racismo que marca as tensas relações sociais no Brasil.

Ao contrário: a TV, por meio da articulação de especialistas da violência simbólica, retoma esquemas que remetem às estratégias de desqualificação do negro na sociedade brasileira (para ficarmos somente na estrutura dessa nossa sociedade que se pensa democrática).

Quando a questão racial, no contexto televisivo, se cruza com a de gênero, as representações desqualificantes se acentuam, afinal, argumenta-se que a mídia dialoga com o imaginário brasileiro. À mulher negra, no mais das vezes, é associado um sistema de estereotipias, sendo duas as principais imagens: a empregada doméstica submissa ou alcotiveira; a criatura excessivamente sexualizada, que não consegue ultrapassar a condição imposta pelo domínio exclusivo dos instintos. Em ambos os casos, o pêndulo televisivo oscila sob o peso do racismo, pois em nada se afasta da formação discursiva colonial.

Em tempos de ações afirmativas no Brasil, localizados num século ainda “cheirando a leite”, presenciamos mais uma investida num formato de telenovela que vem se consolidando no famigerado horário nobre. Ou seja, novamente a Rede Globo concede ao escritor Manoel Carlos um espaço de destaque em sua programação. Nesse sentido, elementos como a bossa nova, a paisagem carioca da zona sul ou do balneário de Búzios, o cotidiano da classe média (média alta) e, claro, a retomada do ícone da personagem “Helena” são fundamentais para a difusão de uma trama que, se acredita, “dialoga de maneira eficiente com a audiência”.

Cena em que Tereza dá tapa em Helena.

Cena de "Viver a Vida"

A novidade, na atual telenovela “Viver a vida”, é o protagonismo negro associado à figura da Helena. Tem-se, então, a atriz Thais Araújo interpretando uma mulher que ocupa espaços elitizados, seja pela atividade profissional exercida (modelo internacional), seja pelo padrão de consumo que a sua condição proporciona e, como não poderia deixar de ser, o trânsito desenvolto que faz o Rio de Janeiro (da zona sul) aproximar-se de Paris (numa rapidez e simplicidade, como não poderia deixar de ser).

Associando-se a telenovela “Viver a Vida” ao conjunto de produções analisado por Joel Zito de Araújo, pode-se pensar que há um significativo avanço na forma de inserção do negro na TV. No entanto, violência subsumida no capítulo exibido hoje [ontem, dia 17] restaura a polêmica.

A essa altura da trama, a Helena já está em sua “temporada no inferno”: sofre o drama psicológico da culpa associada ao trágico destino da sua colega de passarela (a personagem Luciana, representada por Alinne Moraes). Para representar esse sentimento, obviamente a produção investiu numa caracterização degradante da personagem, muito distante do glamour que marcou a sua aparição até então.

No entanto, o que chama a atenção é justamente a cena em que a personagem Helena, de joelhos diante de Tereza (Lília Cabral), assume toda a responsabilidade pela desgraça familiar. A cena permite uma retomada da estrutura muito comum às ditas “novelas de época” que retratam a subserviência negra diretamente associada à autoridade de um mandatário que não poupa esforços para ratificar a segregação, o distanciamento, a assimetria das relações raciais.

Desprovida de graça, e o pior, mergulhada num típico figurino da slave colection, Helena irmana-se com a legião de mucamas e afins que sofrem o peso da sujeição. Aqui inauguro ironicamente o termo slave colection para apontar uma forma previsível de caracterizar a presença negra na televisão, ou seja, representações que remetem à condição escrava (única possibilidade de se pensar essa presença negra).

O ápice da cena é o golpe (tapa) desferido no rosto da Helena. Golpe que não pode ser dissociado da frase que o acompanha: “isso é só o começo”. Não se deve esquecer que como mais uma personagem branqueada – distante da historicidade familiar e isolada do convívio com outros/as negros/as – Helena experimenta a assimilação cultural. No entanto, as próprias contribuições das Ciências Sociais apontam que essa assimilação na verdade é uma armadilha, pois não garante a devida valorização e a ocupação de espaços. Enquanto uma falácia competente, a assimilação cultural gera o efeito da falsa inclusão, mas a mesma sociedade que a estimula lança mão de mecanismos que reafirmam a exclusão.

Por fim, o simbolismo dessa cena televisiva (ironicamente exibida na “semana da consciência negra”) comprova o caráter pontual da abordagem da questão negra. E também como ainda se está distante de uma abordagem processual e séria da questão (sobretudo por parte da mídia), o que certamente indicaria um avanço. Isso tudo comprova: a racialização ainda é um componente fundamental para se entender como se dão as relações sociais no Brasil (mesmo que enquanto conceito biológico raça – e suas diferenciações – signifique algo superado).

Daniela Galdino é professora da rede estadual de ensino, professora visitante da UNEB e mestre em Literatura e Diversidade Cultural.

TROCA DE COMANDO NA EMBASA

Lavigne assume a Embasa em Ilhéus.

A empresa trata a situação como uma mudança de rotina. Quem quiser que acredite. O economista Paulo Henrique Costa Oliveira foi substituído e passou a gerência do escritório da Embasa em Ilhéus para o engenheiro José Corrêa Lavigne.

Lavigne já comandou o escritório local por 19 anos, de 1987 a 2006. A direção da empresa descarta qualquer intervenção política na nomeação de Lavigne.

Pelo sim, pelo não, informamos que o engenheiro é muito ligado ao grupo do ex-prefeito Jabes Ribeiro…

ARMADILHAS

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Como se não bastasse a buraqueira da rua Rio de contas...

Motorista que consegue sair da rua Rio de Contas, no Góes Calmon, e pega a esquerda, na avenida Félix Mendonça, tem a nítida impressão de que saiu de um pesadelo e descobriu que não estava dormindo. Quando se livra dos buracos da primeira (foto acima) vai parar na cratera da segunda (foto abaixo).

O super buraco da Félix Mendonça foi aberto pela prefeitura há cerca de um mês. Os da Rio de Contas foram surgindo pela simples falta de manutenção – um mal que atinge boa parte da cidade. O problema é que nem todas as vias castigadas pela buraqueira recebem tráfego tão intenso quanto a Félix Mendonça.

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... o motorista ainda tem que enfrentar a cratera da Félix Mendonça até chegar ao asfalto

CMS SABATINA COORDENADOR DO COMBATE À DENGUE

A reunião do Conselho Municipal de Saúde daqui a pouco vai opor o coordenador da divisão de combate à dengue, Sandovaldo Menezes, aos números reais da infestação do mosquito Aeds Aegypti em Itabuna.

A equipe comandada por Sandovaldo é acusada de negligenciar as visitas domiciliares e comprometer o trabalho de combate ao mosquito no município. O resultado desse desleixo é uma infestação preocupante, de 10,9% dos domicílios, segundo o último levantamento rápido. É bom o dirigente treinar muito bem o discurso.

Os números e as denúncias que chegam ao CMS deixam Sandovaldo na berlinda. “O que queremos é que a população não seja prejudicada. Esperamos que o município consiga fazer bem o seu trabalho, mas não vamos nos omitir”, afirma a presidente do Conselho Municipal de Saúde, Graça Souza.

BOQUINHA

O advogado e ex-vereador de Ilhéus, Antônio Bezerra, é a mais nova aquisição do governo Newton Lima. Atualmente na suplência de vereador, ele assumirá a diretoria de Transportes, da Secretaria de Transporte e Trânsito. Será a segunda figura da Pasta comandada pelo xerifão Carlos Freitas.

Nos bastidores da política de Ilhéus, comenta-se sobre a cada vez mais forte ascensão dos “jabistas” na gestão de Newton Lima. Bezerra integrava o time do ex-prefeito Jabes Ribeiro. Daí, a ligação.

QUEM TOPA O DEBATE?

A campanha à presidência da OAB-Itabuna tem três candidatos na disputa, mas as discussões se limitam a “monólogos”. Os candidatos dão entrevistas, fazem o corpo-a-corpo na tentativa de ampliar os votos…

Há quem considere que ainda exista tempo suficiente para um debate entre José Lessa, Andirlei Nascimento e Rafle Salume, afinal, a eleição somente ocorrerá no dia 25.

Resta saber o que acham os três candidatos.

Em tempo: um dos postulantes à subseção itabunense da entidade, Rafle Salume, concede entrevista ao programa Frankvaldo Lima, na rádio Jornal, nesta quinta, às 12h30min.

OS ARAPONGAS DE AZEVEDO

A prefeitura de Itabuna deu uma mexida na seu SNI, como vem sendo chamada a Comissão Especial de Auditoria. Segundo o presidente do SNI do Capitão Azevedo, Ivan Krebs, as “ações da auditoria são sigilosas”.

O serviço secreto de Azevedo levou três meses para concluir um relatório sobre o roubo de cloro na Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa), ocorrido em agosto (relembre clicando aqui).

Ou Azevedo agia logo, ou… poderia cair com os lentos arapongas.

FUNDEF: BAHIA COBRA À UNIÃO R$ 8 BILHÕES

O governo do Estado e cerca de 58% dos municípios baianos, incluindo Salvador, cobram na Justiça as diferenças nos repasses feitos a menor do antigo Fundo de Desenvolvimento da Educação Fundamental (Fundef) pela União para o Nordeste brasileiro.

Para a região, o volume retido pela União é de R$ 40 bilhões, segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Na Bahia, segundo a CNM, R$ 2 bilhões deveriam ter chegado aos cofres estaduais, além de R$ 6 bilhões para os 417 municípios.

Com a maioria dos processos parados na Justiça, o assunto voltou à tona quando se descobriu o envolvimento do empresário William Marques num esquema de doação ilegal de recursos para a campanha da prefeita de Candeias, Maria Maia (PMDB). Informações do jornal A Tarde.

GREVE NO TRE

Os serventuários da Justiça Eleitoral decidiram entrar em greve por tempo indeterminado na Bahia. Em Itabuna, quem procurou o TRE, na praça Olinto Leone, encontrou portas fechadas e o aviso da paralisação.

Os serventuários terão assembleia na próxima segunda, 23, para decidir sobre os rumos da greve. A greve também atinge os serviços do Tribunal Regional do Trabalho.

VERGONHA NA CÂMARA DE ILHÉUS

Começou a temporada de licenciamentos consecutivos de vereadores da coligação que elegeu Aldemir Almeida e companhia.

Os quatro edis, e sempre no intervalo de um mês, irão licenciar-se do cargo para abrir espaço à suplente Maria de Lourdes.

Ontem, Aldemir pediu licença e, claro, a suplente assumiu. A licença de Aldemir é remunerada, e integral.

MOTORISTA DA CAÇAMBA DÁ SUA VERSÃO PARA ACIDENTE

PELA VERSÃO, MOTO ESTARIA EM ‘PONTO CEGO’

AGRAVANTE FOI TER FUGIDO DO LOCAL, DIZ DELEGADA

Em entrevista ao repórter Oziel Aragão, da Rádio Difusora, também publicada no blog Xilindró Web, o motorista da caçamba que matou a jovem Letícia Brandão, Edson Barreto, de 53 anos, afirma que não viu nenhum veículo à sua direita quando ia fazer a curva.

Ele afirma que olhou pelo retrovisor antes de fazer a curva para entrar na travessa Juracy Magalhães (conhecida também como travessa da Soluz), mas não viu nenhum veículo à sua direita. “Estava tudo livre”.

Essa versão corrobora com as informações de testemunhas presenciaram o acidente e foram ouvidos pelo Pimenta (leia aqui). Quem também aventou a possibilidade do ponto cego como causador do sinistro foi um dos agentes de trânsito que investigavam o acidente na manhã de ontem.

Ouça o áudio.

DESRESPEITO AO SUL DA BAHIA!!!

Newton, impaciente, ouve o brigadeiro Godinho (Foto Maurício Maron).

Newton, impaciente, ouve o brigadeiro Godinho, que adota um "enrolation" (Foto Maurício Maron).

É de se lamentar a postura de órgãos governamentais com o sul da Bahia no que se refere ao aeroporto Jorge Amado. Como bem anota o respeitado Jornal Bahia Online, o funcionamento ou não do aeroporto de Ilhéus virou um joguete político. A vinda do brigadeiro Godinho e do presidente da Infraero ao sul da Bahia, nesta quarta (18), somente confirmou essa impressão.

À informação de queda de restrições ao aeroporto a partir de 17 de dezembro, Godinho disse que “o laboratório ainda não descobriu o remédio para a dor de cabeça” que aflige o aeroporto ilheense. Dezembro é o prazo para que empresas aéreas respondam se aceitam ou não pousar e decolar sem a ajuda de instrumentos à noite.

O brigadeiro e o presidente da Infraero, Murilo Menezes Barboza, estiveram hoje em Ilhéus, onde participaram de audiência com o prefeito Newton Lima, no salão nobre do Palácio Paranaguá.

Leia tudo no Jornal Bahia Online.

MILHARES SE DESPEDEM DE LETÍCIA

Uma multidão acompanhou o sepultamento de Letícia Brandão

Uma multidão acompanhou o sepultamento de Letícia Brandão

Nesse momento muitas pessoas ainda permanecem no Cemitério Campo Santo, onde foi sepultado, agora há pouco, o corpo da jovem Letícia Brandão. O acompanhamento do cortejo pelo centro da cidade e do funeral da estudante impressionou pela quantidade e pela comoção que despertou nas pessoas.

Muita gente que não pôde ir ao sepultamento parou suas atividades para ver o cortejo passar. Seguramente mais de 5 mil pessoas deram o último adeus a Letícia no Cemitério Campo Santo, que abriu três acessos para facilitar a locomoção das pessoas. O sepultamento foi marcado pela emoção de familiares e amigos.

Letícia foi vítima de um atropelamento na manhã de ontem, quando ia para a escola com seu pai, o professor e ex-vereador Júnior Brandão. Os dois estavam de moto (acompanhe a cobertura).

MATERNIDADE VIROU “DOENÇA”

Situação sui generis a vivida por uma jovem que teve um filho no Hospital Manoel Novaes, em Itabuna.

O médico emitiu atestado apontando que ela deveria afastar-se do trabalho por quatro meses porque estava… doente.

Não se sabe desde quando licença-maternidade virou doença, mas o médico que cometeu a barbárie chama-se Giovane Almeida.

É o estresse, doutor?

TEMPORADA DE CEIs EM BUERAREMA

José Eduardo: CEIs contra prefeito Eudes Bonfim.

José Eduardo: CEIs contra prefeito Eudes Bonfim.

Encontra-se sob fogo cruzado o prefeito-interino Eudes Bonfim (PR), de Buerarema. Ontem à noite, a Câmara de Vereadores decidiu pela instalação de duas comissões especiais de Inquérito (CEI).

Uma das comissões visa verificar o destino do dinheiro da saúde. Os servidores alegam que não recebem salário, apesar da prefeitura ter uma receita mensal de R$ 1,5 milhão.

A segunda CEI promete incendiar o município. Autor dos dois pedidos, o vereador José Eduardo Correira, que é do mesmo partido de Eudes, sustenta que foram encontrados 44 nomes de ex-ocupantes de cargos comissionados exonerados pelo próprio prefeito.

A prática persistiu por dois meses. Na folha de agosto, foram R$ 74 mil de prejuízo ao município. Na segunda, em setembro, R$ 37 mil. A gestão municipal alegou erro de procedimento, mas os valores não teriam sido pagos. Os vereadores questionam o argumento usado pelo prefeito.

Eudes Bonfim assumiu a prefeitura de Buerarema em 30 de julho, após o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) cassar o registro de candidatura do eleito, Mardes Monteiro (PT), que constavam na lista dos ‘fichas-sujas’ e não deveria concorrer à prefeitura.

AZEVEDOU?

Azevedo, ao centro, e Bacelar: "nosso vereador".

Azevedo, ao centro, e Bacelar: "nosso vereador".

O prefeito Capitão Azevedo (DEM) tirou parte do dia, ontem, para, digamos, sensibilizar o vereador oposicionista Ricardo Bacelar (PSB). Colocou o edil no carro oficial e rodou a cidade mostrando obras que o governo federal e o município estão executando.

No Maria Pinheiro, a dupla visitou casas em construção nas ruas Central e Santa Catarina.

Em cada uma delas, Azevedo fazia questão de apresentar o seu convidado aos beneficiários:

– Você não conhece, não? Esse aqui é o nosso vereador Ricardo Bacelar…

O chamego foi tão grande que, na Câmara, Bacelar teria sido chamado de “o novo líder do governo”.

Através de sua assessoria, o vereador tratou de afirmar que apenas cumpria o seu papel, fiscalizando as obras e atos do governo. “Esse é o resultado de um esforço dos governos Lula e Wagner e do próprio município, que tem como prioridade os bairros abandonados”.

Quando tudo parecia um “não” para Azevedo, o cenário ‘desanuviou’:

– Enquanto muitas prefeituras estão paradas, a de Itabuna está a pleno vapor com essas obras – resumiu o vereador do PSB.






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