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quinta da alegria


WAGNER DIZ QUE ALIANÇA COM PR JÁ ESTÁ DECIDIDA

Apesar das conversas do senador César Borges (PR) com o deputado federal Geddel Vieira Lima (PMDB), o governador baiano Jaques Wagner não considera a hipótese de que o primeiro deixe de fazer parte de sua chapa majoritária.

Durante um encontro da Juventude Progessista, o governador elogiou “velhos e novos aliados”, mencionando o PP, que o teria apoiado no momento em que o PMDB abandonou o barco governista.

Com relação a César Borges, Wagner afirmou que há muita especulação, mas que a aliança com o PR está firmada. Falta apenas definir a formação das coligações proporcionais, sendo que o “chapão” está descartado.

DEPUTADO DENUNCIA COELBA À ANEEL

O serviço ruim da Coelba levou o deputado Colbert Martins (PMDB) a pedir providências à Agência Nacional de Energia Elétrica. Colbert justificou a queixa citando especificamente o caso de Salvador, já que alguns bairros da capital chegaram a enfrentar esta semana mais de 48 horas de sucessivas quedas de energia.

Além da deficiência no serviço que lhe é próprio, a concessionária também falha na satisfação aos clientes. O atendimento telefônico gratuito é um verdadeiro suplício, exigindo paciência de Jó de quem se arrisca a fazer alguma reclamação.

Só faltou o deputado acrescentar que o problema não se restringe a Salvador. Ocorre em toda a Bahia.

UNIVERSO PARALELO

  

MÁQUINA DE FAZER DOIDOS 

Ousarme Citoaian
A televisão já foi chamada de máquina de fazer doidos. Em outra época, psicólogos previram que ela criaria uma geração de oligofrênicos – tipos que se dedicariam a comer pipocas diante da telinha, praticamente renunciando à análise e à crítica. Não seria difícil encontrar, ainda hoje, quem se disponha a, se não prová-la, ao menos argumentar em favor dessa tese: a tevê, se não robotizou o público e estimulou o retardamento mental, muito contribuiu para a redução do pensamento crítico. O seu imenso poder de convencimento, montado sobre uma programação socialmente descompromissada (em que abunda a dramaturgia de baixa extração), implanta hábitos nem sempre saudáveis. A linguagem é uma dessas contribuições deletérias.  

FUTEBOL QUE FERE OS OUVIDOS

Não falemos do insistente récorde, que virou moda. Mas é notável a forma como a principal rede de tevê do País “recria”, nas chamadas de esporte, a palavra futebol: o locutor pronuncia futé-ból (é impossível reproduzi-lo à perfeição), numa fórmula absolutamente estranha à nossa fala – salvo o regionalismo paulista. Qualquer brasileiro normal diz futibol, pois, segundo os foneticistas, esse “e” é uma vogal reduzida (tanto quanto o segundo “a” de cara ou o “o” de pato. Todos sabem que a expressão vem de football, sendo curioso que a pronúncia, se seguisse o original (como a Globo faz com record), ficaria mais próxima da nossa prosódia. Também é curioso que na tevê não se diga, como seria coerente, futêssál nem futêvôlei. Então, por que esse alienígena futé-ból, tão estranho aos nossos ouvidos?

A FEIJOADA NÃO NASCEU NA BAHIA

O Aleijadinho é um personagem de ficção (pelo menos como o conhecemos, com seu perfil inspirado em Quasímodo, de Victor Hugo), Zumbi tinha escravos, a feijoada não foi criada na Bahia, mas na França, e Santos Dumont não inventou o avião. Essas, dentre outras, são revelações do livro Guia politicamente incorreto da História do Brasil (Editora Leya), do jornalista Leandro Marlock (ex-Veja e Superinteressante). O autor pesquisou temas “sedimentados” pela historiografia oficial, concluindo que as coisas nem sempre são como nos ensinaram na escola. Chamou-me a atenção a forma como, na crônica Traços a esmo, Graciliano Ramos (1892-1953) afirma que o futebol, imaginem, não daria certo no Brasil..  

FUTEBOL: UM “COSTUME INTRUSO” 

Lima Barreto (1881-1922), acrescento, também era ferrenho opositor do futebol, que acusava de ser “simples importação artificial e elitista”. O velho Graça (foto) achava que esse esporte era um “costume intruso”, querendo tomar o lugar de um (estranho) jogo então existente. Segundo o autor de Vidas secas, para que um costume se estabeleça “é preciso não só que se harmonize com a índole do povo que o vai receber, mas que o lugar a ocupar não esteja tomado por outro mais antigo, de cunho indígena”. E conclui: “O [costume] do futebol não preenche coisa nenhuma, pois já temos a muito conhecida bola de palha de milho, que nossos amadores mambembes jogam com uma perícia que deixaria o mais experimentado sportman britânico de queixo caído”.

POR UM PUNHADO DE DÓLARES

É curioso que João Saldanha, mais de meio século depois, afirmou que o profissionalismo representava o fim do futebol brasileiro, devido à perda de vínculo do jogador com o clube. O grande João errou no atacado, mas acertou no varejo: o esporte se fortaleceu como negócio, mas o vínculo se perdeu, irremediavelmente: hoje, um jogador beija o escudo do time que o paga e na semana seguinte, por uns dólares a mais, vai beijar o escudo do adversário. Mas quem de nós nunca fez uma previsão desastrada? No começo dos anos 60, vaticinei que Roberto Carlos, com aquele romantismo piegas exarado nas tardes da tevê paulista, não duraria 15 dias. Errei, confesso.  

INCULTA, BELA E NOBRE

No bar de Eduardo, aqui no Beco, a placa, escrita no estilo jogo de palavras de Gilberto Gil (sem jamais cair na grosseria), anuncia, com um bem posto trocadilho, tratar-se de uma casa de Artigos para beber; no Café Pomar, avenida do Cinquentenário (onde mato minha sede e o vício do cafezinho), os clientes são recebidos com um aviso de notória sabedoria gramatical, antigo, dos tempos de seu Mariano, que inaugurou a casa: Atendimento com fichas. Compre-as no caixa. Dois belos exemplos, um moderno outro clássico, do bom manejo da língua portuguesa, que, em assim sendo tratada, se mostra bela e nobre, sem esnobismos.

LINGUISTA DE MAU HUMOR 

Há quem defenda uma espécie de fiscalização da linguagem, para os anúncios afixados na via pública. Parece-me que Fortaleza/CE possui um programa municipal nesse sentido: se alguém, no seu comunicado, agride a já maltratada língua portuguesa, o fiscal vai lá e fornece a orientação necessária. A ideia é defensável, embora possa haver algum linguista de mau humor a apoiar a tese de que “se as pessoas entenderem a mensagem, está bom” – e então, porque “a língua é viva”, que se deixe cada um meter os pés pelas mãos. Embora não houvesse, até agora, pensado no assunto, eu tendo pela fiscalização. Seria uma espécie de escola peripatética.

DA ARTE DE ESCREVER BEM

Recentemente, num comentário, tangenciamos aqui a questão do hino La marseillaise, referência que nos despertou para um conto engraçadíssimo de João Ubaldo Ribeiro, Alandelão de la patrie, em torno do mesmo tema. No estilo picaresco em que é mestre o autor de Viva o povo brasileiro, não lembro de nada melhor do que essa short story que Cyro de Mattos (foto) selecionou para a antologia O conto em vinte e cinco baianos, publicada pela Editus/Uesc. Alandelão de la patrie é um touro francês, usado como reprodutor na fazenda, mas que só trabalha “indiretamente”, por inseminação artificial. Essa crueldade desperta a compaixão do narrador.

ALANDELÃO E A VACA FLOR DE MEL 

João Ubaldo (foto): “Foi assim que tivemos o plano de fazer um benefício a Alandelão, benefício este com a vaca Flor de Mel, pé-duro porém forte de ancas, boa envergadura e vaca já com muita experiência de vida, inclusive havendo sido, segundo muitos, amante de Nonô de Bombaim, e diz o povo que os dois comiam uns pezinhos de liamba, conhecida por outros como fumo-de-angola, aliás maconha – o que é que estamos escondendo – que aqui nasce feito mato e não deixa de haver quem faça um fumeirozinho. Enfim, diz o povo que os dois comiam uns pezinhos e ficavam na maior safadagem, isto antes de Nonô ter pegado aftosa numa farra e ter morrido velho e aftoso e desestimado por todos em geral”.

PROSA E POESIA ENCADEADAS 

Cyro de Mattos, organizador de O conto em vinte e cinco baianos, é um itabunense que honra sua terra. Jornalista e escritor, tanto navega no conto/novela, quando nada de braçada na poesia e na crônica, além de investidas de muito êxito na literatura infantil. Dono de grande fortuna crítica, ouviu de Eduardo Portela (foto), ex-ministro da Educação, este juízo: “Em Cyro de Mattos o poema e a narrativa se entrelaçam engenhosamente. Quando escreve o poema, narra; quando narra, jamais se afasta do sopro vital da poesia”. Cyro tem vários prêmios literários, além de textos publicados em outros países. Atualmente, mesmo com danos à sua atividade intelectual, dirige a Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania.

JAZZ, DROGAS, TRISTEZA E POESIA

Tangenciei, há dias, Bird (1988), o filme de Clint Eastwood sobre o saxofonista Charlie Parker (1920-1955). O filme, por ser fiel à vida real do astro, é um tanto sombrio. Mas é bem feito, premiado e aplaudido por um público específico, os amantes do jazz. E é também (o que se convencionou chamar de “trabalho autoral”) a cara de Eastwood, um apaixonado pela grande música negra e fascinado por Parker. O tema de fundo, já falamos, é a droga, que caiu no jazz como uma doença contagiosa, destruindo muitas estrelas. O que emerge da tela é um duplo Parker – tão altamente construtivo com o seu instrumento (o sax tenor) quanto autodestrutivo, devido ao intenso uso de drogas, a partir do álcool.

O SAX QUE GANHOU O OSCAR

Eastwood (foto) traça o retrato quase sem retoques de um artista brilhante e frágil, que vai buscar nas drogas a solução de problemas pessoais. O diretor levantou a discografia do seu ídolo e produziu uma ótima trilha sonora, partindo de discos originais de Parker. E tudo valeu a pena: Forest Withaker (Charlie Parker) ficou com o prêmio de melhor ator em Cannes; Diane Verona (Chan Parker, mulher do músico) foi a melhor atriz coadjuvante, segundo o New York Film Critics; a trilha sonora ganhou o Oscar de melhor som e Clint Eastwood ficou com o Globo de Ouro de melhor diretor. Logo, homenageado e homenageante se deram muito bem.

POESIA PARA ATENUAR A TRISTEZA 

O estrago que as drogas fizeram em Charlie “Bird” Parker (foto) não foram pequenos: contratos rompidos, a beira da sarjeta, o envelhecimento precoce. Ao morrer de infarto na casa de uma “protetora”, o músico foi descrito pelo médico, preliminarmente, como “Charlie Christopher Parker Junior, negro, forte, cerca de 65 anos”. Ele ainda não tinha 35. Ao menos na aparência, as drogas lhe tiraram quase metade da vida, antecipando-lhe o fim. Aliás, a cena de sua morte, quando o diretor e jazzófilo Clint Eastwood consegue atenuar com poesia a nossa tristeza, é um extraordinário momento do filme. Se quiser, veja/ouça Lover man, um clássico que, em Bird, mostra o tenorista Charlie Parker no último degrau.
 
(O.C.)
 
</span><strong><span style=”color: #ffffff;”> </span></strong></div> <h3 style=”padding: 6px; background-color: #0099ff;”><span style=”color: #ffffff;”>E FRED JORGE CRIOU CELLY CAMPELLO!</span></h3> <div style=”padding: 6px; background-color: #0099ff;”><span style=”color: #ffffff;”>No auge do sucesso, em 1965, a música teve uma versão no Brasil, gravada por Agnaldo Timóteo. Como costuma ocorrer com as

CONCURSO PÚBLICO DO INCRA OFERECE 550 VAGAS

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) publicou edital de concurso público com 550 vagas e remuneração de R$ 2.254,64 para cargos de nível médio e R$ 3.713,74 para nível superior. De acordo com o edital, foram reservadas 14 vagas de nível superior para a Bahia.

As inscrições ao concurso têm início no próximo dia 16 e serão encerradas em seis de maio. A taxa varia de R$ 30,00 (nível médio) a R$ 60,00 e R$ 50,00  (superior). Candidatos comprovadamente de baixa renda podem solicitar inscrição gratuita.

Para a Bahia, o Incra destinou 14 vagas, sendo 2 para contabilidade, 4 para a área de antropologia, 4 para engenharia civil e 4 para enganharia de agrimensura ou cartográfica. As inscrições serão feitas só pela internet, no site www.institutocetro.org.br.

“CHEGA DESSA SEQUÊNCIA DOS XAVIER NO ITABUNA”, DIZ EX-TREINADOR

Beto Oliveira talvez seja dos nomes mais injustiçados na história do Itabuna Esporte Clube. Foi ele quem comandou a equipe em 2002, na campanha vitoriosa no Acesso, e que levou o time à semifinal do Baianão em 2003. Ele diz que a família Xavier contribuiu muito para o clube, mas está na hora de renovação.

Ainda lembra que seu nome circulou entre os cogitados para treinar a equipe em 2010. Houve veto de dois dirigentes do clube. Beto acredita que há perseguição contra a sua família. Mas nada o deixa mais triste por esses dias do que a notícia do rebaixamento do clube.

Ao final da tarde de ontem, o Pimenta conversou com Beto Oliveira, por telefone. Direto de Porto Seguro, ele falou o que anda fazendo na Terra do Descobrimento e relembrou a sua história como técnico de futebol, carreira recente que tem na galeria títulos de campeão do Intermunicipal em 2001 e 2004 e as boas campanhas no Itabuna.

Como está o planejamento de Porto para o Intermunicipal?

A seleção está quase toda montada. Estamos agora fazendo uma triagem de jogadores abaixo de 23 anos. Nosso planejamento é para sermos campeões. Em 2009, ficamos em terceiro lugar e por pouco não disputamos o título. Nesse ano, iríamos disputar o Acesso, mas os custos para uma nova equipe no profissional ficariam em 200 mil reais só para registrar na FBF (Federação Baiana de Futebol) e na Confederação Brasileira de Futebol.

Só para registrar?

Fizemos os cálculos e daria mais ou menos isso, excluindo os gastos mensais. Tem outras taxas que não me lembro aqui agora. Hoje, é mais viável comprar um time e disputar a Segundona. Mas Porto se prepara para jogar o Acesso no ano que vem.

Pequenos e médios municípios investem cada vez mais para disputar o Intermunicipal.

Em Porto Seguro, por exemplo, o investimento é de cerca de 30 mil reais, por mês. O time está quase formado, tem comissão técnica. A estrutura é de time profissional. A gente so não arrecada. Três jogadores saíram daqui pra jogar na Seleção de São Francisco do Conde, recebendo salário de 2 mi reais. Poucos times profissionais têm condições de pagar isso. Muitos jogadores estão desistindo do profissional para disputar o amador por conta de condições melhores.

Você foi o treinador que trouxe o Itabuna para a 1ª Divisão em 2002. Como viu o rebaixamento da equipe agora em 2010?

Com muita tristeza. Antes de subir em 2002, a equipe passou dez anos fora das competições. Estava na segunda divisão. Além de ser profissional, somos torcedores do Itabuna. Infelizmente, o time caiu. Agora é começar novo trabalho para que possa subir novamente, seja com essa ou com outra diretoria.

Qual a sua relação com os atuais dirigentes do Azulino?

Olha, é normal. Tem diretor que faz campanha negativa contra mim. Um, dois diretores acham que tem que se trazer técnico de fora. Quando disputamos a 1ª Divisão em 2003, o clube chegou à semifinal. Fomos eliminados pelo Vitória.

E o árbitro, no primeiro jogo, ainda deixou de dar um pênalti claríssimo para o Itabuna…

Exatamente isso. E o Vitória, ali, ganhou por 1×0, no Itabunão. Chegamos à semifinal e tivemos o direito a disputar a Série C do Brasileiro. Sabe, até hoje não entendo porque o time cedeu a sua vaga no Brasileiro à Catuense. É uma coisa que ninguém entende. Ricardo Xavier cedeu a vaga e não quis disputar a Série C.

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“Sinceramente, não entendemos. Na fase de classificação, o time só conseguiu duas vitórias e um empate.”

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Voltando a 2010, o que você acredita que tenha contribuído para a “degola”?

Sinceramente, não entendemos. Na fase de classificação, o time só conseguiu duas vitórias e um empate. O técnico Ferreira assumiu a equipe faltando três rodadas para o fim da fase classificatória. A equipe se classificaria com 13 pontos, mas perdeu todos os três jogos. No Torneio da Morte, jogou seis partidas e só venceu duas, dentro de casa. Antes, o Itabuna era a quarta, terceira força no Estado, só perdendo para Bahia e Vitória. O Itabuna é um time que toda região acompanha.

A campanha foi risível.

Mais que isso. Na primeira fase, a equipe obteve só sete dos 36 pontos disputados. No quadrangular do rebaixamento, só seis pontos de 18. É muito pouco para uma equipe da tradição do Itabuna.

Dos males, o menor: a equipe júnior, treinada pelo seu irmão Danielzinho está dando show de bola no Campeonato. É a prata da casa fazendo milagre?

Daniel foi treinador do júnior do Itabuna em 2003 e 2004 e fez das melhores campanhas dentre os times baianos. Em 2005, já não era mais treinador, ficou afastado do time júnior por três anos. Agora, está novamente no comando e tem chance de disputar o título. É prata da casa e tem conhecimento muito grande. A equipe atual possui três jogadores no profissional e mais três ou quatro podem subir de categoria pelas suas qualidades.

A história da sua família é ligada ao Itabuna. Você, Danielzinho e o seu pai, Danielzão. Você e a sua família se consideram perseguidos?

A gente acha que tem perseguição. Esse ano, novamente me contactaram e pediram uma proposta. Fiz e colocaram em votação. Foram dois votos a favor e dois contra, o pai do presidente [João Xavier] e o Luís Santana. Essa perseguição vem há muito tempo. Encaramos isso com muita naturalidade, mas ficamos chateados porque temos competência para trabalhar.

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Acho que seria bom e viável um novo nome para mexer com o clube, mexer com o torcedor do Itabuna, que ama futebol

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Você acredita que a família Xavier deixa o comando do clube, perde a hegemonia?

A família Xavier contribuiu muito. Ricardo deu sua contribuição. Acho que seria bom e viável um novo nome para mexer com o clube, mexer com o torcedor do Itabuna, que ama futebol, ama o IEC e o amador. Está na hora de mudar um pouco. Chega dessa sequência dos Xavier.

Como analisa a pré-candidatura de José Inácio Damasceno à presidência do Itabuna?

Atuamos com Zé no Grapiúna, que foi vice-campeão da Segundona em 2001, e não conseguiu subir. Temos muitos nomes, pessoas boas e de competência. A gente vê aí também o Álvaro Castro, que vem tentando ser presidente.

O sucesso da equipe Júnior, que está na semifinal do Baiano, também é atribuído a um toque de Beto Oliveira. Quais foram as suas contribuições para a equipe?

Demos sugestões, como Duílio, o atacante Wagner, que jogou na equipe profissional contra o Colo Colo e fez dois gols e fez também contra o Ipitanga, no Torneio da Morte. Tive o prazer de ver o Itabuna júnior aplicar 3×0 no Bahia, que é um time que investe muito na sua base. O Itabuna tem vários jogadores em condições de atuar no profissional. É uma safra nova e muito boa. Há muito tempo isso não acontecia. Infelizmente, o time profissional está indo para a 2ª Divisão, mas é um trabalho que se pode dar continuidade.

ESQUENTOU A ORELHA

Da coluna Raio Laser (Tribuna da Bahia):

O vazamento de informação sobre uma suposta decisão do senador César Borges (PR) no sentido de apoiar a candidatura de Geddel Vieira Lima (PMDB) ao governo fez ontem apoiadores do governador Jaques Wagner (PT) trabalharem mais que de costume. Um deles disparou, pela manhã, mais de 40 telefonemas.

DIA MEDONHO NA RUA SANTA MARIA

O dia de ontem começou com sobressalto na Rua Santa Maria, bairro Califórnia. Em um ponto da rua que chamam de “Buraco da Gia”, foi encontrado o corpo de Dalmácio Gusmão Bitencourt Filho, o Dalmacinho, de 21 anos. Ele foi alvejado por vários tiros, conforme noticiado aqui no Pimenta.

Horas depois, já na parte da tarde, os moradores ainda comentavam a morte do jovem quando começou outro corre-corre. Após um forte barulho, descobriu-se que um homem havia caído do telhado de uma das casas. Era o pedreiro Gildevan Pereira Meneses, de 34 anos.

Segundo informações, Gildevan realizava um conserto e acidentalmente encostou uma calha de zinco em cabos de alta tensão. Com o choque, seu corpo foi arremessado contra o telhado, que se quebrou, fazendo com que a vítima caísse dentro da casa.

Socorristas do Samu tentaram salvar a vida do pedreiro, mas ele não resistiu.

PÂNICO EM BRASÍLIA

Wenceslau Júnior (PCdoB) livrou a pré-candidata a presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, de um mico: dançar o “Rebolation” para as câmeras do programa Pânico, da Rede TV.

Sabrina Sato perguntou ao vereador itabunense se a ex-ministra deveria fazer aquela coreografia esquisita para as lentes da emissora. “Só se ela ganhar as eleições”, socorreu o comuna.

Logo após o socorro à petista, o vereador derreteu-se em elogios à oriental e ex-BBB e até perguntou se não havia espaço para um Panicat. Sato disse que há espaço, sim, mas para Panipanther. Diretamente de Iaçu. A tietagem não foi bem recebida lá pelas bandas da Vila Zara.

Sabrina convida Wenceslau para ser o "Panipanther".

TROVADOR DIZ QUE “PERDEU A PACIÊNCIA“

Depois que um vereador confundiu quorum com cloro e sua colega misturou mérito com  inquérito (reveja), o trovador do Pimenta perdeu a paciência com a Câmara de Itabuna. “Todo mundo tem direito de falar besteira, mas nossos representantes já estão abusando desse direito”, protestou Agulhão F., antes de entrar de sola no que ele chama de… Edilidade:

O contínuo frenesi
de falar besteiras tantas
transforma a Câmara daqui
no grande Parque das Antas!…

IGREJA APURA SUPOSTO ASSÉDIO

A notícia de que o padre José Luís Santos Damasceno cometeu assédio a um homem no Jequitibá Plaza Shopping, em circunstâncias absolutamente inusitadas, causou consternação à Diocese de Itabuna, à qual pertence a paróquia de Santa Luzia.

Em nota enviada à imprensa, o Conselho Presbiterial da Diocese afirma estar apurando o episódio. Também lamenta “a forma sensacionalista com que a reportagem foi apresentada”.

O caso que envolveu o padre José Luís foi divulgado por praticamente todos os blogs e rádios de Itabuna, além de ter sido objeto de matéria na TV Cabrália.

Leia abaixo a nota da Diocese:

Nota de Esclarecimento


A Diocese de Itabuna, consternada com os recentes acontecimentos e notícias, veiculados pela mídia, envolvendo um dos nossos Padres, vem por meio desta nota esclarecer que:

Estamos atentos ao fato acontecido.

Estamos apurando o fato a fim de melhor esclarecer à comunidade, a quem devemos nosso respeito e gratidão.

Lamentamos a forma sensacionalista com que a reportagem foi apresentada.

Nós, o Conselho Presbiteral da Diocese, procuramos, com caridade e justiça, analisar e apurar a verdade, para que se cumpra o desejo de Cristo que disse: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo. 14,6)

Conselho Presbiteral da Diocese de Itabuna

TRAVESTIS PODERÃO EXIGIR TRATAMENTO PELO NOME DE GUERRA

Em Salvador, os travestis estão prestas a conquistar o direito de receber tratamento pelo nome de guerra em repartições públicas municipais. Projeto nesse sentido, de autoria da vereadora Marta Rodrigues (PT), foi aprovado esta semana pela Câmara. Falta apenas a sanção do prefeito João Henrique.

Na verdade, o primeiro travesti a ter oficialmente o direito de ser tratado pela alcunha foi Alecsandro de Souza, que todos conhecem como Leo Kret, dançarino de pagode que hoje cumpre mandato no legislativo soteropolitano pelo PR.

Desde março de 2008, tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que permite a alteração do nome na documentação de travestis e transexuais.

Leo Kret - no diploma, Alecsandro de Souza

ITABUNA ENFRENTA FALTA D’ÁGUA

Moradores de diversos bairros de Itabuna estão sem água nas torneiras. De acordo com a Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa), o problema se deve à paralisação do bombeamento na última quarta-feira (07), que por sua vez foi provocado pela pane no fornecimento de energia elétrica durante o temporal que atingiu a região.

O presidente da Emasa, Alfredo Melo, disse que as bombas já voltaram a funcionar, mas o atraso no abastecimento foi inevitável. Em alguns casos, a empresa está fornecendo carros-pipa, com prioridade para hospitais, abrigos e escolas.

FILHO DE POLICIAL É EXECUTADO

Um corpo foi encontrado na localidade conhecida como Buraco da Gia, uma espécie de prolongamento da complicada rua Santa Maria, no Califórnia, em Itabuna. Trata-se de Dalmacio Gusmão Bitencourt Filho, “Dalmacinho”, 21 anos. A vítima levou vários tiros.

Segundo moradores do lugar, ontem à noite foram ouvidos alguns disparos, mas ninguém saiu à porta para ver o que acontecia – nem chamou a polícia.A autoria do crime ainda é ignorada, já que por lá impera a lei do silêncio.

O jovem morto era filho de um subtenente da Polícia Militar, lotado em Itabuna. Familiares e muitos amigos foram ao local do crime, e houve muita comoção.

Leia mais no Trombone

CAMELÔS FICAM NO CENTRO

Os vendedores ambulantes que ocupam as calçadas da avenida do Cinquentenário não serão mais removidos para o Centro Comercial. Essa foi a primeira decisão tomada durante encontro entre os representantes dos camelôs e o secretário de Indústria e Comércio, Carlos Leahy, nesta manhã.

Eles serão removidos da Cinquentenário para a rua Nilo Santana, que liga a praça Manuel Leal à Cinquentenário, ou para o estacionamento da praça Camacan. As duas propostas serão votadas em reunião marcada para a próxima segunda-feira, 12, às 18h30min, no auditório do Sindicato dos Comerciários de Itabuna.

O presidente da Associação dos Camelôs da Cinquentenário, Márcio Higino da Silva, diz que 68 ambulantes cadastrados atuam na avenida. Eles pressionaram o governo ao saber que seriam transferidos para longe. “O centro comercial seria inviável (economicamente) para nós”, observa Márcio.

DEPUTADO COBRA APROVAÇÃO URGENTE DA PEC 300

Piso é sonho dos policiais (Foto José Nazal).

Atribulado com questão trabalhista, Raymundo Veloso (PMDB) usou o seu tempo na tribuna da Câmara dos Deputados para cobrar agilidade na aprovação, em segundo turno, da PEC 300, que beneficia policiais militares e civis com a criação de um piso salarial nacional.

O parlamentar baiano mostrou-se contrário a mudanças na proposta de emenda constitucional, principalmente a que retira o piso de R$ 3,5 mil para soldados e R$ 7 mil para oficiais. Para Veloso, operar nesta linha seria mudar a essência da PEC 300.

A proposta foi aprovada em primeiro turno na Câmara dos Deputados há quase um mês (393 votos e duas abstenções), mas manobras retardam a segunda e última votação. “A enorme comemoração dos policiais está ameaçada pela votação de quatro dstaques apresentados à PEC”, assinala o parlamentar.

Explica o parlamentar que os destaques, se incluídos, terão de ser submetidos à apreciação para que haja a segunda discussão do projeto, que precisa de 308 votos favoráveis para ser aprovado. Daí, segue para o Senado Federal.

30 HORAS!

Não é título de filme de suspense nem tradicional liquidação de um shopping itabunense. 3o horas foi o tempo que a Coelba levou para restabelecer a energia elétrica no balneário de Olivença, em Ilhéus, que ficou sem energia das 17h da quarta-feira, 7, às 23h de ontem.

Uma das vítimas, Georgia Vello anota: “engraçado que depois das 21h de quarta parou de chover e não sei porque razão demoraram tanto para restabelecer a energia”. Ainda ontem à tarde, a Coelba enviou nota afirmando que a falta de energia em várias localidades do sul do estado tem um culpado: a chuva!








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