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:: ‘ACM Neto’

A UNE, O PT E ACM NETO

Marco Wense

 

Neto, presidente nacional do Partido do Democratas (DEM), sabe que o fortalecimento da sua pré-candidatura ao Palácio de Ondina depende do bom desempenho da legenda em Salvador e no interior.

 

Só faltou o presidente Jair Messias Bolsonaro na disputa do “quem dá mais”, enfrentando o governador Rui Costa (PT) e o prefeito ACM Neto (DEM).

O assunto diz respeito a realização da décima primeira Bienal de Arte e Cultura da União Nacional dos Estudantes (UNE), que acontece na capital baiana.

Antes que os maldosos e as fofoqueiras de plantão abram a boca, digo que o evento da UNE é muito importante. Vai oxigenar a entidade, que se encontra parada, amorfa, quase que inexistente.

Mas não posso é deixar de comentar essa “briguinha” entre o governo do Estado e a prefeitura de Salvador, que terminou com a “vitória” do chefe do Executivo municipal.

O alcaide soteropolitano, através da secretaria de Cultura e Turismo, deu R$ 100 mil a mais do que o governo da Bahia. Ou seja, R$ 1 milhão versus R$ 900 mil.

Muitos netistas, principalmente os que ainda sentem saudades de ACM, que não dava sossego para os adversários políticos, considerados como inimigos, ficaram atônitos, estarrecidos e assombrados com o gesto do prefeito.

“Que diabos ACM Neto quer em um evento cujos protagonistas são políticos de esquerda? ”, diziam os chateados, surpresos e desapontados democratas, se referindo a Alice Portugal e Manuela D’Ávila, do PCdoB, Guilherme Boulos, doPSOL, e José Gabrielli do PT.

Outros netistas, no entanto, os mais pragmáticos, são da opinião de que a UNE não é mais petista como em priscas eras, que ACM Neto, de olho nas eleições de 2020 e 2022, tem que se aproximar da UNE.

Neto, presidente nacional do Partido do Democratas (DEM), sabe que o fortalecimento da sua pré-candidatura ao Palácio de Ondina depende do bom desempenho da legenda em Salvador e no interior.

Aqui em Itabuna, por exemplo, o gestor do Thomé de Souza vai apoiar o prefeiturável com mais chance de derrotar o candidato do PT, que caminha para ser o mesmo do prefeito Fernando Gomes.

Se a eleição fosse hoje, o médico Antônio Mangabeira, do PDT, teria o apoio de Neto e das agremiações partidárias que gravitam em torno da sua liderança.

Mangabeira, na frente das pesquisas de intenções de voto, mantendo uma boa distância do segundo colocado, vai conversar com todas as forças políticas que querem a derrota do fernandismo, hoje aliado ao PT.

Voltando a UNE, parece que a entidade estudantil deixou a intransigência de lado e soterrou o radicalismo. A prova inconteste da mudança é a homenagem que fará ao ex-senador Antônio Carlos Magalhães, morto em 2007.

Não sei se o tapete para os homenageados ou para quem vai representá-los será vermelho. Se vão estendê-lo a ACM Neto, que receberá a honraria ao saudoso vovô.

Marco Wense é articulista político e colunista do Diário Bahia.

A FORÇA DE ACM NETO; E A REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Marco Wense

 

Em relação ao gestor de Salvador, é evidente que presidir nacionalmente uma legenda (DEM), que tem três ministros e os presidentes das duas Casas Legislativas, a Câmara dos Deputados e o Senado da República, respectivamente com Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, é uma invejável prerrogativa.

 

Dois assuntos hoje no editorial: a “fraternidade” da Reforma Previdenciária e a “força” do prefeito ACM Neto.

O atento e perspicaz leitor, percebe logo que tem duas palavras aspeadas. Não estão na própria acepção, no sentido verdadeiro, sem causar dúvidas e variadas interpretações.

Ora, ora, como falar de reforma fraternal, como diz o governo Bolsonaro, se querem desatrelar o Benefício da Prestação Continuada (BPC), concedido aos idosos e pessoas de baixa renda, em condição de miserabilidade, do salário mínimo?

Salta aos olhos, e não precisam que sejam do mesmo tamanho dos da coruja, que a reforma da Previdência é imprescindível, sem a qual o país se enterra sob 17 palmos de terra.

Mas tenha santa paciência! Que coisa hein! Que irmandade é essa que empurra os miseráveis para a beira da cova, sem dó e piedade?

Portanto, em vez de ficar prejudicando os “descamisados”, que se corte os vergonhosos privilégios de determinados segmentos da sociedade. Só assim teremos uma reforma previdenciária justa e fraterna.

Em relação ao gestor de Salvador, é evidente que presidir nacionalmente uma legenda (DEM), que tem três ministros e os presidentes das duas Casas Legislativas, a Câmara dos Deputados e o Senado da República, respectivamente com Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, é uma invejável prerrogativa.

O problema é que ACM Neto não teve a força de indicar ninguém do seu staff político para o primeiro escalão do governo bolsonariano. Os três ministros democratas foram considerados da cota pessoal do presidente Jair Messias Bolsonaro.

Quanto a Maia e a Alcolumbre, o alcaide soteropolitano não influenciou em nada a eleição de ambos. E mais: alguns partidos de esquerda tiveram um papel mais importante que ACM Neto, agora animadíssimo com sua pré-candidatura ao Palácio de Ondina na sucessão de 2022.

O adversário mais provável do democrata é o senador Otto Alencar, o comandante estadual do PSD. Não acredito em uma traição do PT, lançando candidatura própria.

Marco Wense é articulista político e colunista do Diário Bahia.

FERNANDO, MANGABEIRA, JOSIAS E A DISPUTA DE 2020

Marco Wense

 

É bom lembrar que na última vez que falou sobre a sucessão de 2020, no programa de Roberto de Souza, Rádio Nacional, Josias não descartou a possibilidade de sair candidato a prefeito de Itabuna. Transferiria seu domicílio eleitoral de Ilhéus para a irmã e vizinha cidade.

 

Um, dois, três… De quinze pré-candidatos, somente cinco ou seis vão até o fim disputando a sucessão de Fernando Gomes, prefeito de Itabuna por cinco vezes.

Dificilmente teremos outro político para superar essa marca de ter governado Itabuna em cinco oportunidades, sendo sempre derrotado quando tentava o segundo mandato consecutivo.

Com efeito, nenhum alcaide conseguiu quebrar o tabu de permanecer no cargo pelo instituto da reeleição. O eleitorado itabunense não gosta de reeleger o chefe do Executivo.

O substituto de Fernando, que será conhecido em outubro de 2020, vai sair do grupo do governador Rui Costa ou de Mangabeira, sem dúvida o nome da oposição com mais chances de derrotar o candidato do governismo, seja municipal ou estadual.

O candidato do governador será também o de Fernando Gomes e vice-versa. Não teremos dois postulantes ao Centro Administrativo Firmino Alves dessa aliança. A tendência é pela escolha de um petista.

Nos bastidores, principalmente do Palácio de Ondina, o que se comenta é que Josias Gomes, ex-secretário de Relações Institucionais, seria o nome indicado pela cúpula do PT com o aval de Rui Costa e o ok de Fernando Gomes.

É bom lembrar que na última vez que falou sobre a sucessão de 2020, no programa de Roberto de Souza, Rádio Nacional, Josias não descartou a possibilidade de sair candidato a prefeito de Itabuna. Transferiria seu domicílio eleitoral de Ilhéus para a irmã e vizinha cidade.

Do outro lado, o grupo de Mangabeira com Augusto Castro e todos que querem uma mudança na política de Itabuna, um ponto final no fernandismo, que não pode ser subestimado, continua enraizado e respirando sem ajuda de aparelhos.

Se a eleição fosse hoje, o prefeito de Itabuna seria o médico Antônio Mangabeira, do Partido Democrático Trabalhista (PDT).

O que chama atenção na sucessão de 2020, é a pretensão de se candidatar dos ex-prefeitos Geraldo Simões, Claudevane Leite e Capitão Azevedo. Os dois primeiros ligados ao PT. O militar a ACM Neto, gestor soteropolitano, presidente nacional do DEM e candidatíssimo ao governo da Bahia no pleito de 2022.

No mais, esperar o desenrolar dos acontecimentos para um comentário mais firme, consistente e com pouca especulação.

Vale ressaltar que especular, dentro de uma certa lógica e racionalidade, é inerente ao jornalismo político. Do contrário, a análise ficaria condicionada ao surgimento do fato, que poderia acontecer até mesmo na véspera do dia da eleição. Portanto, a projeção do que pode vim pela frente é perfeitamente aceitável.

Lá na frente teremos o fernandismo e o petismo de mãos dadas para fazer o sucessor de Fernando Gomes, ilustre integrante do Movimento dos Sem Partido, o MSP.

Marco Wense é articulista e colunista do Diário Bahia.

DEM CRESCE NO CENÁRIO NACIONAL, MAS FUGIU DA RAIA NA DISPUTA BAIANA

Neto, ao centro, foi eleito presidente do DEM no primeiro semestre || Foto Divulgação

As eleições de 2018 trazem bons ventos a um dos principais partidos do “Centrão”, o DEM do prefeito de Salvador, ACM Neto. A legenda poderá assumir o comando dos governos estaduais de Goiás, com Ronaldo Caiado, Mato Grosso, com Mauro Mendes, e Rio de Janeiro, com o ex-emedebista Eduardo Paes, governando população de 26,8 milhões de habitantes.

– O DEM ganhou muito no governo Temer, atuando em ministérios, no Congresso. Se fortaleceu depois de um tempo atuando de forma inexpressiva – diz a cientista política Vera Chaia, da PUC-SP, ao Estadão.

Além da expectativa de vencer o pleito em três estados, o DEM espera eleger 40 deputados em 2018 ante os 22 em 2014, um dos períodos mais difíceis do partido que foi rebatizado após ser conhecido como PFL e ter nome envolvido em grandes escândalos nacionais com figuras como o ex-senador de Goiás Demóstenes Torres e o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda.

O partido cresce com o prefeito de Salvador no comando, mas ACM Neto, na Bahia, foi bastante criticado por aliados por ter “amarelado” no início de abril deste ano, quando decidiu não concorrer ao governo do Estado. Fez as contas e preferiu não enfrentar o petista Rui Costa. Hoje, pesquisas Ibope e Big Data revelam Rui na faixa dos 60% das intenções de voto. Neto preferiu continuar à frente da prefeitura. Corre, ainda, o risco de ver a bancada de oposição diminuir no Estado tanto nos planos estadual como federal.

DAVIDSON QUESTIONA RUI COSTA E FALA EM “IRRITAÇÃO” DO PCdoB COM O GOVERNADOR

Davidson questiona método de Rui || Foto Pimenta

O PCdoB decidiu falar grosso. Davidson Magalhães, presidente estadual da legenda, questionou a forma como o governador Rui Costa está montando a chapa majoritária. O nome de Davidson foi ventilado para a primeira suplência do virtual candidato a senador na chapa governista, porém sem consulta prévia ao PCdoB.

– Não temos nada contra a suplência de Angelo Coronel e do PSD. O problema é uma questão de método, de forma como se discute e pactua politicamente as coisas. A nossa irritação foi exatamente nesse sentido – disse o dirigente comunista numa entrevista ao site Bahia Notícias, de Salvador, reclamando que do muito que soube da montagem da chapa foi pela imprensa.

O dirigente estadual também cobrou fatura. “Na crise somos partido de primeira, mas no momento de definição nós também temos que ser um partido de primeira. Estar de lado na discussão nos incomodou bastante”, revelou.

O PCdoB não é o único a externar insatisfação com o fato de ir para a suplência de uma das vagas ao Senado Federal na chapa governista. Presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira avisou que a exclusão da senadora Lídice da Mata da chapa terá consequências. O partido trata a reeleição de Lídice como prioridade. Falta combinar com Rui…

O GRITO DE LÍDICE E O “NÃO” DE ACM NETO

A própria Lídice gritou. E com legitimidade. Classificou como absurda a hipótese – cada vez mais real – de ficar fora da disputa à reeleição, dando ao PSB a suplência de Jaques Wagner, pré-candidato ao Senado. “Querem tirar a única mulher da chapa majoritária do governador”.

Explorando a crise na base governista, a oposição chegou até a cogitar a hipótese de apoiar Lídice como candidata ao Senado. A bola foi levantada pelo deputado federal Jutahy Jr. (PSDB), mas o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), jogou água no chopp do tucano. Praticamente, fechou a porta para essa possibilidade. Hoje, os opositores têm como candidato a governador o ex-prefeito de Feira de Santana José Ronaldo, além de Jutahy e Irmão Lázaro no páreo para disputar vagas ao Senado.

MORRE AVÓ DO PREFEITO ACM NETO

Neto perdeu avó materna

O prefeito de Salvador, ACM Neto, perdeu, hoje (15), a avó materna, Maria Emília Viana. Ela faleceu na madrugada desta terça, porém a causa da morte ainda não foi informada pela família.

O sepultamento está marcado para as 15h, no Cemitério Jardim da Saudade, na capital baiana.

De acordo com a assessoria do prefeito, os compromissos oficiais externos de ACM Neto foram adiados por causa do falecimento da avó dele. A agenda previa assinatura de convênio de energia solar no Subúrbio Ferroviário.

ÁLVARO DIAS FICARIA COM ACM NETO NA BAHIA

Álvaro Dias durante entrevista a Roberto de Souza, na Rádio Nacional

O senador Álvaro Dias disse em entrevista ao radialista Roberto de Souza, do Resenha da Cidade, que, por ele, o Podemos apoiaria ACM Neto na corrida ao Palácio de Ondina em vez de Rui Costa (PT).

– Tem que respeitar decisão local. Mas, se optasse, seria pelo Neto na Bahia. Sabemos separar as coisas – disse ele, fazendo a ressalva de entender a decisão tomada pelo diretório baiano e do deputado federal Bacelar.

O Podemos integra a base do governador Rui Costa e apoia a reeleição do petista. Álvaro Dias é, no Senado, dos adversários mais ferrenhos do PT.

RUI COSTA E O RISCO DO “JÁ GANHOU”

Rui ficou em situação favorável com a desistência de Neto, mas os riscos…

Da Coluna Satélite, Correio24h

Líderes políticos e parlamentares aliados ao governador Rui Costa (PT) alertaram articuladores do Palácio de Ondina sobre os riscos do que classificam como “clima de vitória consumada” na base petista antes da campanha eleitoral. Em conversas reservadas, afirmaram à Satélite que, após a recusa do prefeito ACM Neto (DEM) em concorrer na sucessão estadual, uma onda de “já ganhou” foi formada a partir dos altos escalões do governo, relegando precipitadamente três variáves capazes de levar perigo a Rui: a alta rejeição do PT, o efeito da batalha presidencial na Bahia e o potencial de crescimento do ex-prefeito de Feira José Ronaldo (DEM).

MESMO FIGURINO

Aos interlocutores do governador, caciques da base do PT lembraram que Zé Ronaldo entra no jogo sem obrigação de ganhar, é hábil na costura política e tem apoio de um forte puxador de votos – ACM Neto. “Qualquer semelhança com o ex-governador Jaques Wagner quando ele venceu em 2006 não é mera coincidência”, resume um deputado governista.

PARA ACM NETO, CRÍTICAS POR DESISTÊNCIA CHEGARAM AO “LIMITE DO TOLERÁVEL”

Prefeito se irrita com críticas por ter desistido da disputa estadual || Foto Divulgação

Passadas quase três semanas do anúncio de que não vai disputar o governo do Estado, o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), já deixou claro ao seu grupo político que é hora de “virar a página” e que não vai mais aceitar calado críticas vindas de aliados.

Nos primeiros dias após informar sua decisão, o prefeito evitou entrar em atrito com integrantes da base e não reagiu a declarações públicas de aliados que se disseram “decepcionados” com ele, como os deputados federais Elmar Nascimento (DEM) e Jutahy Jr (PSDB).

Agora, no entanto, o democrata considera que o momento das lamentações já passou. E embora não tenha direcionado o recado a ninguém, Neto já fez chegar aos ouvidos dos críticos que as queixas chegaram ao limite do “tolerável”. Informações do Bahia.ba.

COM DESISTÊNCIA DE NETO, PREFEITOS DE OPOSIÇÃO “SEGUEM O FLUXO” E ADEREM A RUI COSTA

ACM Neto desiste e prefeitos turbinam candidatura de Rui

Durante a durante assinatura de ordem de serviço para contenção de encostas no Alto do Peru, em Salvador, o governador Rui Costa (PT) disse já contar com o apoio de 90 dos 120 prefeitos da oposição em sua pré-candidatura à reeleição.

O número é quase o dobro do que o petista tinha de apoiadores entre os prefeitos eleitos entre os partidos ligados a ACM Neto. Eram 50. Agora são 90, nas contas de Rui. O fluxo de adesões aumentou depois de Neto desistir de disputar o governo estadual.

– Já tinha um fluxo antes mesmo do anúncio, eu diria, se fosse chutar um número aqui, a oposição tinha uns 120 prefeitos ligados à oposição, desde a eleição de 2016, passando pela eleição da UPB – disse em entrevista ao Bahia.ba.

DESISTÊNCIA DE ACM NETO PODE SIGNIFICAR FIM DO CARLISMO, AFIRMA DAVIDSON

Davidson diz que desistência de Neto deixa eleição de Rui mais fácil

O deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB) considera que a desistência do prefeito ACM Neto em concorrer ao governo estadual contra o governador Rui Costa (PT) significa “o fim do carlismo”. O termo é utilizado para designar o grupo formado em torno de ACM. “Essa abdicação [do cargo de] liderança da oposição por parte dele pode significar o fim do carlismo na Bahia. O carlismo sempre mostrou uma determinação no enfrentamento e essa fraqueza que Neto apresentou pode demonstrar o fim dessa linhagem de disputa aguerrida que o grupo fazia na Bahia”, argumentou.

De acordo com o deputado, a desistência de Neto fortalece o grupo de Rui Costa. “Essa desistência é resultado do êxito administrativo de Rui Costa e da força que o grupo tem”, opinou. Por acreditar que a eleição ficou “mais fácil”, o PCdoB irá pleitear uma vaga ao Senado Federal na chapa majoritária. “Nós estamos disputando vaga, vamos continuar com esse pleito., mas sempre condicionado à manutenção da unidade. Vamos consolidar uma chapa de deputados estaduais extremamente competitiva e com a desistência de Neto, queremos uma vaga para o Senado”, afirmou.

De acordo com o comunista, os nomes que concorrem internamente no partido para a vaga são Alice Portugal, Daniel Almeida e o ex-prefeito de Juazeiro, Isaac Carvalho. Sobre a desistência de Neto, Davidson Magalhães ainda criticou o prefeito, afirmando que a opção de não ir às urnas “significa que ele é uma liderança que não é capaz de se sacrificar pelo grupo. As vezes a eleição pode estar perdida, mas ele precisa aglutinar o grupo. Com a decisão, várias forças já estão em processo de dispersão”, disse. Do Bahia Notícias.

COM DESISTÊNCIA DE ACM NETO, ZÉ RONALDO É COGITADO PARA DISPUTAR GOVERNO

ACM Neto desiste de concorrer ao governo baiano e defende Zé Ronaldo || Foto Max Haack

O prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, poderá ser o candidato a governador da Bahia pelo DEM, após a desistência de ACM Neto em deixar a Prefeitura de Salvador para disputar a sucessão estadual. Por volta do meio-dia desta sexta (6), Neto confirmou a desistência. “Meu coração me impede de deixar a prefeitura neste momento”, disse ele durante entrega de obras na capital baiana.

– Depois de ouvir muita gente na política, ouvir meus amigos e minha família, por último eu deixei meu coração falar. Meu coração me impede nesse momento de deixar a prefeitura. Nós temos um grupo político extremamente forte que terá um candidato a governador para construir uma vitória no dia 7 de outubro – disse ele.

Já num encontro com vereadores há cerca de 30 dias, ACM Neto sinalizava que não iria disputar o governo. Temia largar uma gestão bem avaliada para uma disputa na qual não era favorito. Enfrentaria, na disputa, o governador e candidato à reeleição, Rui Costa (PT). Pesquisas e dificuldades para fechar alianças com partidos como PR e PP também foram ingredientes para Neto não entrar na disputa.

José Ronaldo será o candidato do DEM, caso se desincompatibilize do cargo de prefeito de Feira de Santana até este sábado (7). Ainda hoje, Neto defendeu que as oposições tenham, pelo menos, dois nomes na disputa ao Governo da Bahia. Seria uma forma de centrar metralhadora no governo de Rui Costa e ganhar mais tempo no horário eleitoral para o campo adversário ao do gestor estadual.

O BODE EXPIATÓRIO DE ACM NETO

Ladeado por Lúcio e Geddel, ACM Neto pode não disputar governo em 2018

Pelo que deixa escapar à mídia, o prefeito ACM Neto (DEM) encontrou um bode expiatório para continuar no comando da quarta mais populosa capital brasileira e não disputar a eleição a governador da Bahia.

Neto deverá jogar na conta dos irmãos Vieira Lima a culpa por não disputar o pleito estadual em 2018. Reuniu-se com o deputado federal Lúcio Vieira Lima para que o parlamentar deixasse o MDB, migrando para um partido nanico.

Lúcio estaria resistindo à ideia.

Neto quer o tempo de televisão do partido do aliado, mas não quer Lúcio no palanque. Quer evitar o desgaste de ser associado aos homens dos R$ 51 milhões apreendidos pela Polícia Federa.

Há quem imagine que, para não perder ainda mais espaço político, Neto vá disputar o Senado Federal, deixando a vaga de governador para o prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, também do DEM.

ACM NETO E SEUS DILEMAS

Marco Wense

 

 

Portanto, todo cuidado é pouco com o deputado Lúcio, que já avisou que vai permanecer no MDB e que os incomodados procurem outra legenda.  

Como não bastasse a indecisão de ser ou não candidato ao governo da Bahia, o prefeito ACM Neto tem pela frente o presidente Temer e o deputado Lúcio Vieira, ambos do MDB.  

A autoridade máxima do Poder Executivo, que chegou ao cargo com o impeachment de Dilma Rousseff, tem um alto índice de rejeição, beirando aos 90%.  

O parlamentar baiano, depois do “bunker” de R$ 51 milhões, vive pelos cantos, até históricos correligionários se afastam do ex-chefe.  

O problema é que o alcaide soteropolitano não pode prescindir do bom tempo do MDB no horário eleitoral, sem falar que qualquer atitude de menosprezo a Lúcio pode provocar a ira do irmão Geddel.  

O ex-ministro não vai aceitar que Lúcio seja jogado na sarjeta. O que se comenta, nos bastidores de Brasília, é que Geddel pode insinuar uma delação se a perseguição política contra o mano se tornar um fato.  

Portanto, todo cuidado é pouco com o deputado Lúcio, que já avisou que vai permanecer no MDB e que os incomodados procurem outra legenda.  

ACM Neto vai ter que suportar essas duas “malas”. Como presidente nacional do DEM, partido que integra a base aliada do Palácio do Planalto, terá até que carregá-las.  

Saindo candidato na disputa com o governador Rui Costa (PT-reeleição), Neto tem que rezar muito para que impopularidade de Temer e Lúcio não contamine sua campanha.  

Marco Wense é editor d´O Busílis e da Coluna Wense, no Diário Bahia.

ACM NETO É ELEITO PRESIDENTE NACIONAL DO DEM

ACM Neto é eleito presidente do DEM|| Foto Divulgação

O prefeito de Salvador, ACM Neto, foi eleito presidente nacional do DEM, em convenção realizada em Brasília, nesta quinta-feira (9). Ele substituirá o senador José Agripino Maia (RN), que em dezembro do ano passou se tornou réu no Supremo Tribunal Federal (STF) em um processo sobre corrupção e lavagem de dinheiro.

Durante o seu discurso, ACM Neto defendeu que é necessário um pacto com o Brasil em defesa do país, baseado em empreendedorismo, livre iniciativa e  “homens e mulheres donos dos próprios destinos, que não admitem mais tutores ou salvadores da pátria”. Ele disse ainda “que transformar o país exigirá coragem”.

Além de escolher Neto como presidente nacional, o DEM lançou o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (RJ), como pré-candidato a presidência da República.  O DEM é um dos principais aliados do presidente Michel Temer. Representantes de partidos como PP, PR, PSDB, MDB, PRB e Solidariedade participaram do evento.

AGRIPINO

De acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), Agripino Maia recebeu mais de R$ 654 mil em sua conta pessoal, entre 2012 e 2014, da construtora OAS.  Ainda, segundo os procuradores, a empreiteira também teria doado R$ 250 mil ao DEM em troca de favores de Agripino.  O senador teria recebido a propina para ajudar na liberação de recursos do BNDES para a construção da arena das Dunas em Natal, no Rio Grande do Norte.

RUI DEFENDE WAGNER E DIZ QUE OPERAÇÃO FOI CASADA COM A TV DA FAMÍLIA DE ACM NETO

Rui aponta privilégio da PF à TV da família de ACM Neto || Foto Carol Garcia/GovBA

Afirmando que o custo da Arena Fonte Nova por metro quadrado e assento foi o mais barato do país dentre as arenas da Copa de 2014, o governador Rui Costa disse que a Operação Cartão Vermelho, da Polícia Federal, “foi casada com uma visão midiática da propaganda negativa em ano eleitoral”.

O governador apontou suposto vazamento proposital da operação ao afirmar que a TV Bahia, pertencente à família do prefeito ACM Neto (DEM), foi privilegiada pela PF ao chegar ao apartamento de Jaques Wagner uma hora antes dos agentes da operação. Também disse que a emissora teve a informação dias antes.

– Estranho uma das tevês ter tido acesso privilegiado a um dos locais que se chegou para executar a operação. Nitidamente, a TV tinha essa informação não sei quantos dias antes – afirmou em coletiva ao final da manhã desta segunda-feira, queixando-se de parcialidade da Polícia Federal.

CONFIANÇA EM WAGNER

Rui Costa afirmou ter “absoluta confiança na lisura de tudo o que foi feito [pelo governo na Arena Fonte Nova]. “Conheço [Jaques Wagner] há 35 anos, conheço a sua lisura”, reforçou.

O governador baiano disse que “ninguém está acima da lei e todos os brasileiros merecem ser tratados dentro da lei”. E tratou a operação de hoje como “medida de exceção, midiática”. “Precisam ter um limite [dado] pela própria Justiça. Se o material precisa ser colhido, não precisa ser feito de forma midiática. Por que a TV precisa chegar uma hora antes de quem vai fazer a execução? Que a gente corrija as ações policiais para que elas não sirvam a espetáculo midiático”, completou.

A coletiva de Rui foi concedida ao final da apresentação do plano estadual para a agricultura familiar. “O trabalho não para. Vamos continuar trabalhando com muita serenidade e convicção. Sendo um dos dois estados que mais investem, que mais trabalham. Sendo o que mais investe em agricultura familiar, em mobilidade urbana e em saúde”.

Em vídeo, Rui defende Wagner e fala de operação

DESISTÊNCIA DE CANDIDATURA É “ESPECULAÇÃO ABSURDA”, AFIRMA ACM NETO

ACM Neto durante desfile do Alavontê, hoje à tarde || Foto Max Haack/Agência Haack

O prefeito de Salvador, ACM Neto, disse neste domingo (11) que não vai “deixar para a última hora” para decidir sobre a candidatura a governador da Bahia. Durante coletiva hoje à tarde, o prefeito classificou como “especulação absurda” informação publicada pelo Estadão sobre suposta desistência da disputa pelo Palácio de Ondina.

– Não conversei com o Estado de São Paulo. Algumas notas que são publicadas… Existe uma torcida para que eu não seja [candidato]. Com todo respeito ao trabalho da imprensa, o que está na cabeça do povo é outra coisa. O povo não está pensando em eleição [agora].

O prefeito foi procurado pelo jornal antes da publicação da nota ontem (10), mas informou que não comentaria o assunto.

IRRITAÇÃO

Ainda durante a entrevista hoje à tarde, o prefeito de Salvador jogou para março a decisão se será ou não candidato a prefeito. Ao ser questionado por um repórter sobre as negociações com o PP e o diálogo dos progressistas com o governador Rui Costa, ACM Neto demonstrou irritação: – Eu não sou comentarista de decisão ou acerto do governador.

BOLSONARO NÃO É EXEMPLO DE POLÍTICO PARA O BRASIL, AFIRMA RUI COSTA

Rui diz que Bolsonaro não é exemplo de político para o país

O governador Rui Costa avaliou o cenário eleitoral nacional em 2018 e disse acreditar que o pré-candidato Jair Bolsonaro não passe dos 15%, 16% dos votos. “Não é exemplo de político para o Brasil. Acho  que o teto [de voto] dele é esse, 15%, 16%”, afirmou o governador durante entrevista à Rádio Metrópole FM, há pouco.

Para o gestor baiano, Bolsonaro é dos candidatos que pregam ódio, raiva e acham que “a solução pro Brasil é na arma”. Na avaliação de Rui, o país precisa de presidente que saiba discutir sobre temas como saúde, finanças, política econômica e investimentos em infraestrutura no pais e passe confiança aos investidores. “Não é com retórica, bravata que a gente vai conseguir”, completou. O novo presidente, afirma, deverá ser quem tem capacidade de unir e liderar o país.

O governador fez críticas à condenação de Lula (“sem provas”) e disse que os aliados do presidente Michel Temer terão dificuldades nas eleições deste ano. Ele ainda abordou a disputa estadual e, usando a linguagem do futebol, afirmou que seu time tem bons jogadores. “Eu tenho craques para colocar em campo. Tem treinador que falta jogador”, disse, alfinetando o pré-candidato do DEM ao governo do estado, ACM Neto, que tenta fisgar nomes da base aliada adversária.

“BANDIDO SAI DANDO ADEUSINHO”

Ainda durante a entrevista, Rui defendeu mudança na Lei de Execução Penal. “Sou defensor de mudar a lei de execução penal. Sou contra alguém que tira a vida de outra pessoa ter regressão de pena. Mata o pai, a mãe e com 3 anos está em liberdade provisória. Prende e solta. Não é possível. O criminoso que foi pego com arma, assaltando, ele sai antes da delegacia que o policial. Sai dando ‘adeusinho’ e o policial fica preenchendo requerimento e o cara sai antes. Isso desestimula a ação policial”, disse.

LEÃO DESCARTA ASSUMIR MINISTÉRIO DA SAÚDE; ROBERTO MUNIZ É O INDICADO DO PP

João Leão diz que não tem interesse de deixar a chapa de Rui || Foto Pimenta

O vice-governador João Leão descartou que vá assumir o Ministério da Saúde em abril, quando o titular, Ricardo Barros, deixara o cargo para disputar reeleição a deputado federal. Segundo Leão, o posto deverá ser ocupado pelo senador baiano Roberto Muniz, conforme indicação dos deputados do partido.

Ainda em entrevista ao PIMENTA, o vice-governador João Leão classificou como “fofoca” os rumores de que o PP poderá apoiar a candidatura de ACM Neto a governador da Bahia, isso como parte do acordo para assumir o Ministério da Saúde.

“Não existe isso. O que existe é fofoca”, disse, nesta sexta (19), durante visita às obras de construção da ponte que ligará o centro à zona sul de Ilhéus. Leão estava ao lado do governador Rui Costa. “Não tenho interesse nenhum em sair da [vaga de] vice”.

PIMENTA – O PP continuará com Rui?

JOÃO LEÃO – (Risos) Eu estou fazendo o que aqui? Você quer prova mais concreta. Eu ao lado do governador, tirando uma foto. Não tenho interesse nenhum em sair da vice…

E na família?

Não tem nada.

Mas o que se diz é que Cacá, seu filho, está mais para fechar com ACM Neto…

Não existe isso. O que existe é fofoca. Cacá Leão não está hoje aqui porque está representando o partido em uma convenção no Piauí. Foi representando a Bahia.

O senhor chegou a receber convite para assumir o Ministério da Saúde?

Companheiros do partido me perguntaram se eu gostaria de ir. Eu disse que não. O partido agora está incentivando Roberto Muniz a ir. Eu sou, graças a Deus, o vice-governador que tem um filho senador e um filho deputado federal. Então, está razoável, não está?

GEDDEL E LÚCIO PODEM TIRAR ACM NETO DA DISPUTA AO GOVERNO DA BAHIA, DIZ JORNAL

Ladeado por Lúcio e Geddel, ACM Neto pode não disputar governo, segundo jornal

Cardeais da base aliada ao DEM veem no PMDB da Bahia o grande entrave para a candidatura do prefeito ACM Neto ao governo. Caso o diretório do partido no estado continue sob controle dos irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima, avaliam, será difícil convencer Neto a entrar no páreo. Da Coluna Satélite, do Correio24h

A nota acima foi publicada no Correio, publicação que pertence à família do prefeito de Salvador, ACM Neto. Há mais de dez dias, este blog publicou nota com avaliação de democratas. Para eles, Neto só entra na disputa em caso de Lula ser condenado e ter reduzidas chances de disputar a presidência da República. Aliado a isso, os irmãos Vieira Lima teriam que sumir do cenário. Outro desgaste para Neto é o apoio ao Governo Temer. E Lula na disputa tornaria a candidatura de Rui Costa quase imbatível (reveja).






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