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:: ‘adolescência’

MEC QUER SABER QUANTAS ESTUDANTES ADOLESCENTES ENGRAVIDARAM EM 2018

MEC quer saber quantas estudantes adolescentes engravidaram em 2018

O Ministério da Educação (MEC) quer saber quantos casos de gravidez na adolescência ocorreram em 2018.Já está disponível para as escolas públicas e privadas o “Questionário sobre quantidade de casos de gravidez em adolescentes escolares”. O prazo para preencher os dados vai até 15 de abril.

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo questionário, as escolas devem considerar os casos de gravidez em adolescentes na faixa etária de 10 a 19 anos de idade identificados no ano passado. Não será necessário identificar a adolescente.

O questionário deverá ser preenchido por gestores escolares ou por pessoas designadas pelas escolas. O acesso é por meio de um link no Sistema Educacenso,exclusivamente para o perfil escola.

O trabalho faz parte do programa Saúde na Escola, desenvolvido pelo MEC e Ministério da Saúde. A intenção é fortalecer ações conjuntas para reduzir o número de casos de gravidez na adolescência, além de garantir o cuidado integral às adolescentes grávidas.

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ESTAMOS COM MEDO DE VIVER

Manu Berbert | manuelaberbert@yahoo.com.br

Vejo crianças estressadas, criadas entre paredes de concreto ou em brinquedotecas monitoradas por vídeos. Observo adolescentes fadados a diversões e relacionamentos virtuais.

Sou de uma geração que passeava por Itabuna. De uma geração que saía de casa a pé e visitava amigos. De uma geração que sentava na sorveteria Bobby’s aos domingos para bater papo e voltava andando, naquela ‘prosa’ toda de adolescentes.

Faço parte de uma geração que caminhava na Beira-Rio até o anoitecer, que fazia os trabalhos do colégio na casa dos colegas, de uma geração que participava de gincanas escolares de madrugada, que ‘fechava a rua’ e produzia um arraiá com o nome do bairro.

Hoje, encontro-me com amigos como Cristiano Anunciação, mestrando em jornalismo em Florianópolis, e digo: “Que sorte a nossa, hein?!”. É o que sinto diante do caos que a minha cidade se tornou. É o que sinto quando fico insegura na porta da minha própria casa. É o que sinto quando observo os adolescentes de hoje, trancafiados dentro de apartamentos, dentro de carros, dentro de academias climatizadas, dentro de amizades cultivadas nas telas dos computadores.

Estamos cada vez mais amedrontados dentro de nossas próprias residências, condenados à solidão. Vejo crianças estressadas, criadas entre paredes de concreto ou em brinquedotecas monitoradas por vídeos. Observo adolescentes fadados a diversões e relacionamentos virtuais. Todos com medo de viver. Essa é a verdade!

Além disso, estamos nos acostumando com a violência, com o descaso, com o medo. Estamos nos adequando a uma vida limitada, sem a liberdade que merecemos. Estamos até agradecendo a Deus quando somos assaltados e ‘nada de pior’ nos acontece. Ou achando um absurdo alguém reagir a um assalto, tomado pela emoção. “Fulano reagiu, por isso aconteceu aquilo!”. Triste realidade.

Me dói na alma escrever isso aqui, mas estamos com medo de viver livremente. E viver, na minha humilde opinião, é o maior e mais belo direito que temos!

Manu Berbert é jornalista e colunista da Contudo.

JOVENS PARTICIPAM DE 22,8% DOS CRIMES EM ITABUNA

Kleiton de Jesus Santos, 16 anos, foi morto com seis tiros porque não pagou a traficantes pela droga consumida. O enterro dele, na última quinta-feira, mobilizou dezenas de jovens do bairro Maria Pinheiro, um dos três mais violentos de Itabuna (a 433 km da capital, região sul), onde ele morava. Segundo os pais, até os 10 anos Kleiton foi um menino ativo, alegre e frequentava a escola. Aos 12, envolveu-se com o tráfico, passou a roubar para sustentar o vício e comprar roupas de grife, até ser executado, próximo de casa.

A história dele, que se repete todo dia, pode atingir os mais de cinco mil adolescentes (número estimado pela Secretaria de Assistência Social) que vivem em situação de risco no município, sem o cuidado dos pais nem do poder público.

Na cidade do País onde os jovens de 12 a 21 anos estão mais vulneráveis à violência, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, do Ministério da Justiça, dados da Polícia Civil dão conta de que, dos 854 crimes registrados nas delegacias no ano passado, 159 envolviam adolescentes, o equivalente a 22,8% do total de ocorrências. A maioria motivada pelo tráfico de entorpecentes.

Clique aqui e leia a reportagem completa de Ana Cristina Oliveira/A Tarde.

TRISTE FIM

A Vara da Infância e Juventude de Itabuna realizou nesta sexta-feira, dia 06, um mutirão para acelerar o andamento de processos relativos a atos infracionais cometidos por menores. Somente pela manhã, ocorreram mais de 20 audiências.

O que mais chamou atenção foi a presença de quatro mães que não se faziam acompanhar pelos filhos réus. Semblante tristonho, elas levavam a certidão de óbito dos adolescentes, que apresentariam ao juiz Marcos Antônio Bandeira para que este determinasse a extinção dos processos.

Leia mais no www.politicaetc.com.br






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