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:: ‘Agilson Muniz’

EDSON NEVES DE VOLTA

O segundo colocado nas eleições municipais de Ubatã, Edson Neves (DEM), retornará ao cargo ainda hoje ou no início da próxima semana, por determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O prefeito eleito, Agilson Muniz (PCdoB), havia sido cassado no ano passado. Neves assumiu o governo, mas Agilson conseguiu retornar há quatro meses, caindo novamente por decisão do TSE, em ação de abuso de poder econômico e compra de votos e 2008.

De acordo com o site Ubatã Notícias, a presidente da Câmara de Vereadores, Cássia Mascarenhas, recebeu ordem judicial para dar posse imediata a Neves. O segundo colocado esteve no poder por mais de um ano (entre 2010 e 2011).

UBATÃ: TSE NEGA LIMINAR A EDSON NEVES

TSE negou liminar ao "elétrico" Edson Neves (Foto Ubatã Notícias).

O ministro Ricardo Lewandowski, do Tribunal Superior de Justiça ( TSE), indeferiu ontem (21) o pedido de liminar impetrado pelo ex-prefeito Edson Neves, para retornar ao executivo municipal.

Lewandowski ressaltou que o indeferimento da liminar tem em mira resguardar a vontade popular sufragada nas urnas. Com a decisão do TSE, Agilson Muniz (PCdoB) permanece no cargo.

Neves foi o segundo colocado nas eleições de 2008 e assumiu a prefeitura em maio do ano passado, após o Tribunal Regional Eleitoral baiano cassar o mandato de Agilson, primeiro colocado no pleito e que reassumiu o governo na última quarta (20). Com informações do site Ubatã Notícias.

UBATÃ: PREFEITO ELEITO RETORNA AO CARGO

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) finalmente encerrou a votação que devolveu ao cargo o prefeito eleito de Ubatã, Agilson Muniz (PCdoB), após o voto do juiz Cássio Barbosa Miranda. O placar ficou 4 a 2 pelo retorno do comunista. Quem deixa o poder é o segundo colocado no pleito de 2008, Edson Neves (DEM).

Agilson deixou o cargo em maio do ano passado, cassado por suposto abuso de poder econômico e compra de votos na eleição. O prefeito retorna tendo um abacaxi nas mãos. Neves, perdulário, é acusado de cometer atos de improbidade administrativa e até mesmo a energia elétrica da sede da prefeitura, mercado municipal, estádio e do matadouro foi cortada.

Agilson disse ao PIMENTA que sabia as dificuldades que iria enfrentar no retorno e citou o calote na empresa de energia elétrica. Ele reassume a prefeitura logo após a publicação da decisão e informação ao fórum local.

LUZ DE VELAS

O prefeito afastado de Ubatã, Agilson Muniz, saiu da sessão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA), ao final desta tarde, direto para um supermercado com a missão de comprar uma carreta de vela de sete dias. Era uma estocada no prefeito de plantão, Edson Neves (DEM), que deu calote na Coelba. A empresa de energia elétrica não teve outra saída: cortou a luz do estádio, mercado municipal, sede da prefeitura e até do matadouro.

A propósito, apesar da votação estar 4 a 1 pelo retorno do prefeito eleito, o TRE decidirá apenas na próxima terça (19) se  Agilson volta ou Edson fica no cargo.

A votação foi retomada hoje com o voto do juiz Renato Reis, mas foi imediatamente suspensa porque Cássio Barbosa Miranda pediu vista, mas com a promessa de votar na terça que vem.

MAIS UM CAPÍTULO DA NOVELA ELEITORAL EM UBATÃ

Do A Região Online

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) pode encerrar nesta terça-feira (12) a novela sobre quem comandará a prefeitura de Ubatã até 31 de dezembro de 2012. Nos últimos meses, o município tem convivido com as constantes trocas de prefeito.

Em maio do ano passado a Justiça Eleitoral cassou o mandato do prefeito Agilson Muniz, do PC do B, acusado de abuso de poder econômico e compra de votos. A decisão judicial também atingiu o vice-prefeito, Expedito Rigaud, do PSB.

No mês passado a Câmara de Vereadores criou uma Comissão Especial de Inquérito e afastou o substituto de Agilson Muniz. Edson Neves, do DEM, e o vice-prefeito Roberto Pazzi ficaram afastados de seus cargos por menos de uma semana, quando Neves foi substituído pela presidente da Câmara, Cássia Mascarenhas.

EDSON NEVES RETORNA AO CARGO

Uma semana após ter sido afastado pela Câmara, o prefeito Edson Neves retorna ao cargo por força de decisão do juiz substituto de Ubatã, Antônio Carlos Maldonado Bertacco. A determinação judicial foi expedida há pouco. Neves foi afastado na última terça (21), por 6 votos a 0, para que a Câmara pudesse apurar diversas denúncias de improbidade administrativa, segundo o site Ubatã Notícias.

A prefeitura vinha sendo administrada pela presidente da Câmara de Ubatã, Cássia Mascarenhas, que agora retorna ao legislativo e promete recorrer contra a liminar que devolveu Edson Neves ao cargo.

Conforme informações obtidas pelo PIMENTA, os vereadores podem afastar o prefeito na sessão da próxima quinta (30), quando novas denúncias serão analisadas pela Casa. Em pouco menos de dois anos e meio, Ubatã já teve quatro prefeitos (Expedito Rigaud, Agilson Muniz, Edson Neves e Cássia Mascarenhas).

Rigaud é vice eleito na chapa de Agilson Muniz e substituiu o prefeito no período em que este ficou fora para tratamento médico. Os dois acabaram cassados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) em maio do ano passado, acusados de compra de votos e abuso de poder econômico na eleição de 2008.

NOVELA CONTINUA EM UBATÃ

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) retomou o julgamento do processo que pode devolver Agilson Muniz (PCdoB) ao cargo. Quando o placar estava 3 a 1 pelo retorno de Agilson, o juiz Renato Reis pediu vista. Como as sessões no TRE vão até o dia 28 de junho, é possível que a votação seja concluída até lá. Por enquanto, permanece no cargo o segundo colocado em 2008, Edson Neves (DEM).

MARDES PERDE NO TRE-BA; NITA LEVA 2 A 0

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) anulou a decisão que devolveu Mardes Monteiro (PT) ao cargo de prefeito de Buerarema, por 6 votos a 0. A sessão foi encerrada há pouco. O andamento do processo agora será mais célere. O juiz eleitoral local, Eros Cavalcanti, determinará o rito de substituição ou não do prefeito eleito. O presidente da Câmara, conhecido como Geraldão, deve assumir a prefeitura, já que a decisão do TRE cassa automaticamente o registro de Mardes.

Ainda nesta noite, o TRE iniciou julgamento de crime eleitoral em Madre de Deus. A prefeita Eranita Oliveira, Nita (PMDB), levou 2 a 0 e o julgamento foi suspenso após o pedido de vista do juiz Renato Reis. Ela responde por compra de votos e abuso de poder econômico. Já o caso envolvendo o prefeito eleito de Ubatã, Agilson Muniz (PCdoB), ficou para ser analisado na próxima sexta (17). Ele está fora do cargo desde o ano passado, substituído pelo segundo colocado, Edson Neves (DEM).

NOITE DE AFLIÇÃO NO TRE BAIANO

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) decide nesta noite os destinos dos municípios sulbaianos de Buerarema e Ubatã e de Madre de Deus, na Região Metropolitana.

Os processos eleitorais de Ubatã e Madre de Deus se referem a compra de votos e abuso de poder econômico. A prefeita de Madre de Deus, Eranita Oliveira, a Nita (PMDB), pode cair por suposto uso de dinheiro de organizações não-governamentais e de pessoas mortas na prestação de contas. O caso está sendo analisado neste momento pelo TRE.

Já no município de Ubatã, está sendo julgado o caso de compra de votos por parte do prefeito eleito Agilson Muniz (PCdoB). Ele encontra-se fora do cargo há mais de um ano, mas pode retornar hoje. Por enquanto, Edson Neves (DEM), segundo colocado, é quem dá as cartas na cidade.

O terceiro caso, de Buerarema, analisa decreto legislativo que julgou irregulares as contas do prefeito Mardes Monteiro (PT), quando o médico governou a cidade por seis meses, entre janeiro e junho de 2005. A defesa do petista sustenta que o decreto não existe. A ação deveria ser julgada antes do pleito de 2008, quando Mardes sagrou-se vencedor. O TRE dirá se o processo será novamente reaberto e se o decreto nos autos do processo é verdadeiro. Caso sim, Mardes pode ser destronado ainda hoje.

UBATÃ DE OLHO NO TRE

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) novamente analisará o processo que resultou no afastamento do prefeito eleito de Ubatã, Agilson Muniz (PCdoB), em sessão programada para esta segunda (28). Há um ano a cidade é administrada pelo segundo colocado no pleito de 2008, o ex-deputado Edson Neves (DEM).

Agilson foi afastado em 2010 sob a acusação de compra de votos e abuso de poder econômico. Na época, ele recorreu ao pleno do tribunal contra a decisão. Amanhã será o dia D: ou Agilson volta ou terá como última esperança uma reviravolta em Brasília, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

UBATÃ COM NOVO PREFEITO

O município de Ubatã, no sul da Bahia, tem novo prefeito após a justiça eleitoral cassar Agilson Muniz (PCdoB) e o seu vice, Expedito Rigaud (PSB). O democrata Edson Neves tomou posse nesta segunda-feira, 10. A solenidade na Câmara Municipal ocorreu às 14h.

A transmissão de cargo se deu às 16h30min. O prefeito cassado, Agilson Muniz, não compareceu. A transmissão foi feita pelo ex-secretário de Finanças, Lindoval Araújo. A posse de Neves foi prestigiada pelo deputado federal ACM Neto e o pré-candidato Bruno Reis.

Agilson Muniz foi cassado por suposto abuso de poder econômico e compras de votos. Conforme antecipou o Pimenta, na sexta (7) o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) havia negado ação cautelar impetrada pelo prefeito cassado.

TRE CONFIRMA CASSAÇÃO DO PREFEITO DE UBATÃ

Agilson: cassação confirmada pelo TRE.

Numa decisão monocrática, o desembargador Luiz Salomão Amaral Viana confirmou sentença de primeira instância que cassou o mandato eletivo do prefeito de Ubatã, Agilson Muniz (PCdoB), e do seu vice, Expedito Rigaud (PSB).

A decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) saiu no início desta noite e também garante a posse do segundo colocado nas eleições de 2008, Edson Neves (DEM), prevista para a segunda-feira, 10.

Agilson ‘caiu’ sob a acusação de compra de votos e abuso de poder econômico. Ele teria oferecido material de construção em troca de votos. A defesa do prefeito agora recorrerá ao pleno do TRE.

PREFEITO DE UBATÃ É CASSADO

A Justiça Eleitoral cassou o prefeito Agilson Muniz (PCdoB), de Ubatã, nesta quinta-feira, 6. Ele é acusado de abuso de poder econômico e compra de votos nas eleições. A decisão também atinge o vice-prefeito, o ex-árbitro Expedito Rigaud (PSB). A decisão foi tomada em primeira instância. Apesar disso, o juiz eleitoral determinou a posse do segundo colocado, Edson Neves (DEM). O ato está marcado para a próxima segunda-feira, 10.

alba



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