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:: ‘alimentação’

PIZZA HUT PLANEJA ABRIR MAIS 500 LOJAS

Pizza Hut planeja abrir mais de 500 novas unidades || Foto Pimenta/Arquivo

A Pizza Hut planeja abrir 700 lojas até o final de 2023, de acordo com a Mult-QSR, que administra a marca no Brasil. O plano é abrir novas lojas com promoções para atrair clientes das classes C e D, conforme revelado pelo Valor Econômico. Para fisgar estes clientes das classes C e D, a rede lançou promoções com pizzas grandes a preços reduzidos de R$ 39,90 para R$ 29,90.

Em Itabuna, descompasso. A Pizza Hut possuía duas lojas até o mês passado, quando o franqueado local decidiu manter apenas a loja da rotatória do São Caetano. A marca chegou ao município em 2016, quando abriu unidades no Shopping Jequitibá e na Avenida Princesa Isabel.

CORPO, O QUE QUERES DE MIM?

Bárbara Andrade | [email protected]

Os transtornos alimentares não são meramente desvios de conduta alimentar. Eles mostram o quanto comer e ser são inseparáveis. A recusa da relação com o alimento e via de consequência com o vínculo afetivo com o outro (anorexia nervosa), a relação ambivalente com o alimento e com afeto (bulimia nervosa), são todas modalidades de existir.

Antes de iniciar meu texto, gostaria de pontuar que o conceito de corpo aqui explanado vai além do conceito de corpo físico. Ele se conjuntura no conceito dado pela psicanálise – como sendo corpo psíquico que faz linguagem, de identificação, identidade, comunica-se e estabelece enlace com o social. Na origem do psiquismo encontra-se o corpo, como afirmou Freud em 1923. Desse conceito, veio o meu título a que a pergunta não se faz ao corpo físico, mas ao corpo psíquico, esse corpo do inconsciente em que o sujeito transforma suas angústias sufocadas no corpo psíquico em ‘forma de falar’ para corpo físico.

O corpo carrega em sua apresentação a marca de uma época, de uma cultura, de um social. Nos dias atuais, o corpo reduz o valor do Eu à pura aparência, em que o “prazer” é instantâneo, descartável e efêmero. A mídia, por exemplo, exibe exaustivamente o padrão atual de beleza, de corpo perfeito. Esta busca seria um dos pontos que podem vir a gerar consequências sérias e contribuir para o desenvolvimento de transtornos alimentares.

Um dos pontos característicos dos processos de subjetivação atuais é a sua consequência em termos de corporificação do mal-estar psíquico. Esses ‘novos sintomas’ (aqui me deterei apenas em pacientes com transtornos alimentares), emergem como patologias do ato. Para estes pacientes, o corpo funciona como uma forma de simbolização, de poder falar de suas angústias.

Os sintomas corporais falam pelo sujeito, espelhando sua necessidade, por vezes, de se utilizar dos desconfortos corporais para se sentir vivo, seja por viés da fome (anoréxica) ou pela vontade de comer e logo vomitar (bulimia). As pessoas com estes transtornos só conseguem contar a própria história e atravessar os conflitos sob a forma de marcas no corpo.

A anorexia é caracterizada por uma perda intensa de peso decorrente de uma dieta alimentar rígida, proporcionando um corpo sempre extremamente magro. As pessoas que possuem esse transtorno chegam a ficar muito abaixo do peso. Porém, diante do espelho se veem de forma dismórfica. Ou seja, acima do peso. O corpo anoréxico é marcado por um emagrecimento infinito, sem limites. Essas pessoas se alternam entre jejuar e comer compulsivamente, provocando vômitos logo em seguida.

É interessante notar que as crises bulímicas ocorrem nas caladas da noite, quando ninguém as (os) olha. O controle da fome e da forma é o recurso encontrado na anorexia para fazer barreira a um excesso do outro. Estes pacientes se alienam de seu próprio corpo e o admira silenciando seus desejos – de sede, de fome, de cuidados, de sexo, de amor, além de não enxergar o transtorno como um problema e, sim, como uma solução, o que torna difícil a adesão dessas pessoas às terapias psicológicas e psiquiátricas.

Na bulimia, a pessoa transita no universo da vergonha, também recebe sua marca de excesso, uma vez que os métodos compensatórios são marcadores desse descontrole, de um corpo onde o sujeito não se sente com seu corpo. O excesso, marca da compulsão, é o retrato dos limites vacilantes do corpo na bulimia. O vai e vem do engorda e emagrece desse transtorno mostra o aprisionamento do corpo bulímico num ritmo de alternância que marca, por meio do corpo, o que o corpo psíquico não deu conta de inscrever, de elaborar. Assim, o corpo se enche tentando preencher uma falta e depois se esvazia numa mostra física da busca pelo limite corporal.

Cada um desses transtornos apresenta particularidades inerentes à maneira como esses indivíduos foram constituídos. Há que se olhar para a história de cada um – e para os respectivos processos de subjetivação. Em comum a todos, a compulsão, a dificuldade com os limites e a marca do excesso.

Os transtornos alimentares não são meramente desvios de conduta alimentar. Eles mostram o quanto comer e ser são inseparáveis. A recusa da relação com o alimento e via de consequência com o vínculo afetivo com o outro (anorexia nervosa), a relação ambivalente com o alimento e com afeto (bulimia nervosa), são todas modalidades de existir. O funcionamento imediatista de satisfação e de tamponamento de uma realidade que causa desconforto faz da comida, ou da falta dela, um alívio, de um prazer, de uma fuga.

No tratamento psicanalítico, a atualização dos processos primários exalta o lugar da oralidade alimentar e da imagem. É a constituição de um espaço interior que, finalmente, vem assegurar as condições de uma nova imagem narcísica. É pelo viés terapêutico psicológico que o sujeito com transtornos alimentares pode se deleitar em suas angústias e sofrimentos, assim os elaborando e ressignificando.

Bárbara Andrade é psicóloga e atua nas áreas social, clínica e de saúde, e edita o Descortine-se.

FEIJÃO DEIXA CESTA BÁSICA MAIS CARA NA REGIÃO

Feijão pesou no custo da cesta em junho.

Feijão pesou no custo da cesta em junho.

Do A Região Online

A disparada do preço do feijão ajudou no aumento da cesta básica nos municípios do sul da Bahia em relação a maio. Em Ilhéus, a cesta passou de R$ 339,00 para R$ 355,00 no mês passado.

Além de aumento de 66% no preço do feijão, o levantamento mensal do Departamento de Economia da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) apontou reajuste de 11,93% no valor da farinha de mandioca.

Já o tomate foi o produto que apresentou a maior redução de preço em junho em relação ao maio, com queda de 14%. O levantamento indica ainda que no primeiro semestre a cesta básica em Ilhéus registrou alta de 15%.

Em Itabuna, a cesta básica passou de R$ 323,00 em maio para R$ 329,00 em junho. Em apenas 30 dias, o quilo de feijão carioca aumentou 46,65%. O preço do produto está variando entre R$ 10 e R$ 14, a depender da marca e do estabelecimento.

MUITO AÇÚCAR, POUCA MEMÓRIA

Da Agência Lusa

As pessoas com níveis elevados e permanentes de açúcar no sangue têm mais problemas de memória do que os que registam menores taxas, conclui um estudo do Hospital Universitário de Berlim, na Alemanha.

Para chegar a essa conclusão, uma equipe de médicos, liderados por Agnes Flöel, chefe do Serviço de Neurologia Cognitiva do Centro de Investigação Clínica Neurocure, examinou a capacidade de memorização de 141 doentes com idade média de 63 anos.

Durante o estudo, foram feitos diferentes testes de memória, que consistiam, por exemplo, em recordar durante meia hora uma lista de quinze palavras, e incluiam análises dos níveis de açúcar e ressonâncias magnéticas ao hipocampo, uma das zonas do cérebro mais importantes para a memória.

Os resultados mostraram que os pacientes que apresentam nível menor de açúcar no sangue obtiveram melhores pontuações nas provas de memória. Aqueles com maiores níveis de açúcar conseguiram recordar em média duas palavras menos que os seus companheiros com menor quantidade de açúcar. A análise das ressonâncias mostrou que o hipocampo naqueles pacientes tinha menor dimensão e apresentava “pior estrutura”.

Para a doutora Flöel, os pacientes poderiam “conservar a capacidade de memória em idade avançada por meio de uma redução do nível de açúcar”. Flöel insistiu, por outro lado, na importância de uma dieta rica em verduras, frutas, cereais integrais e peixe, bem como de “uma atividade física regular que influencie positivamente o nível de açúcar no sangue”.

NO MCDONALD’S, REFRIGERANTE COM BARATA

Restos de barata encontrados na bebida servida pelo McDonald´s.

Restos de barata encontrados na bebida servida pelo McDonald´s.

Lanche indigesto teve a administradora de empresas Lorena Marques. Ontem à noite, ela pediu hambúrguer e refrigerante no McDonald’s, no Shopping Jequitibá, em Itabuna. Comeu, bebeu… E a surpresa veio ao final, segundo conta.

– Ao terminar o lanche, fui abrir o copo para pegar pedras de gelo. Encontrei uma barata esmagada.

Se o inseto causou nojo, o atendimento do gerente da lanchonete provocou indignação. Segundo Lorena, o gerente apenas perguntou se ela queria outra bebida. Não houve nem pedido de desculpas. Lorena promete recorrer à justiça e à Vigilância Sanitária.

O PIMENTA tentou contato com a rede de lanchonetes em Itabuna, mas ninguém atendeu à ligação.

GIRAFFAS ABRE VAGAS EM ITABUNA E SALVADOR

A rede de fast food Giraffas abrirá 510 vagas em todo o país e parte delas será nas novas unidades de Salvador e Itabuna, na Bahia. A unidade de Itabuna funcionará na praça de alimentação do shopping center da cidade. As vagas são para atendente, encarregado e gerente. Os currículos para as lojas baianas deverão ser enviados para o email [email protected].

A rede exige para as vagas de gerência que os candidatos tenham, no mínimo, ensino médio completo. A preferência é por profissionais que tenham experiência em fast food, entretenimento ou refeições coletivas ou varejo. São exigidos conhecimento de informática e possuir dinamismo, organização e experiência com gerenciamento de equipes e estoques. Informações do Sport News.

UESC TESTA BEBIDA FEITA COM LACTOBACILOS DO CACAU

Pesquisadores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) elaboram uma bebida semelhante ao iogurte, que é feita com leite de soja e utiliza lactobacilos obtidos no processo de fermentação do cacau. Os lactobacilos são uma espécie de bactéria cuja ingestão traz benefícios à saúde, principalmente à flora intestinal.

A criação dessa bebida é fruto de um projeto de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Biologia e Biotecnologia de Microorganismos, da nutricionistaVerônica Saito, sob orientação das professoras Ana Paula  Trovatti Uetanabaro e Carla Romano, da Uesc, em colaboração com o professor Gabriel Vinderola, do Instituto de Lactologia Industrial da Argentina.

O “iogurte” com lactobacilos do cacau teve a adição do sabor de frutas vermelhas e foi degustado por 90 voluntários, nos dias 18 de janeiro e 9 de fevereiro. O produto da Uesc mereceu notas superiores às de iogurtes já comercializados, o que provou sua viabilidade para o mercado.

PALESTRA

O grupo Se Toque, que oferece apoio a pessoas com câncer, realizará palestra no próximo sábado, dia 4, a partir das 9 horas, no auditório do Hospital Calixto Midlej Filho. O tema será “Reeducação alimentar para uma melhor qualidade de vida”, com exposição a cargo da nutricionista Ana Júlia Mafuz.

As pessoas interessadas em assistir devem levar um quilo de alimento.

CUSTO DA CESTA BÁSICA AUMENTA EM ILHÉUS E CAI EM ITABUNA

O feijão e a manteiga puxaram o custo da cesta básica para cima no mês de maio em Ilhéus, constata pesquisa mensal de preços do curso de Economia da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc).

A cesta básica teve elevação de 0,54% puxada pelo aumento em 16,17% da manteiga e 13,49% do feijão nosso de cada dia, além da carne (5,65% mais cara), pão (3,37%), banana (1,89%), farinha (1,06%), arroz (0,57%) e café (0,38%).

Em Itabuna, a cesta básica ficou 0,49% mais barata. “Culpa” do tomate, que teve redução de preço de 18,45%, segundo a pesquisa. A redução não foi maior pois o feijão (ai, nosso bolso!) ficou 14,89% mais caro. Passou de R$ 2,82 para R$ 3,24, na média.

Conforme a pesquisa mensal, feita em nove estabelecimentos de Itabuna, a cesta passou de R$ 185,17, em abril, para R$ 184,27 em maio. O ilheense não teve igual sorte. Lá, a cesta pulou de R$ 192,67 para R$ 193,71. Por lá, a cesta tem aumentado sucessivamente. Nos últimos 12 meses, ficou 21,52% mais pesada no bolso do ilheense, ante 14,35% em Itabuna em igual período.






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