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:: ‘ANTT’

ROTA ASSUME LINHAS INTERESTADUAIS APÓS ACORDO COM A BONFIM

Com sede em Itabuna, empresa vai operar linhas interestaduais.

Com sede em Itabuna, empresa vai operar linhas interestaduais.

Um acordo com a Bonfim levou a Rota Transportes a atuar em linhas interestaduais. A operação foi autorizada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A resolução autorizativa da agência está publicada no Diário Oficial da União do final de semana.

A Rota passará a operar em linhas para os estados de Sergipe, Alagoas e Paraíba, dentre elas a que liga Itabuna a Aracaju (SE). A maioria das linhas parte de Salvador para municípios dos outros três estados nordestinos.

OS CARLISTAS DE WAGNER

cesareotto

Coluna Tempo Presente (A Tarde)

A dura reação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) ao fato de ser chamada de omissa pelo vice-governador, Otto Alencar, no caso da ViaBahia, acendeu uma velha briga entre dois ex-carlistas top hoje aninhados ao lado de Jaques Wagner.

Otto atribui a ‘agressividade’ ao ministro César Borges (a ANTT é ligada ao Ministério dos Transportes), de quem ele foi vice-governador entre 1998 e 2002.

César nega. Pede que Otto não o envolva, mas o histórico dos dois é conturbado.

Em 2010, Otto largou o TCM, onde era conselheiro, e filiou-se ao PP, por imposição de Jaques Wagner, que o queria como vice.

Antes de entrar para o TCM, era filiado ao PL, que fundiu com o Prona e virou PR.

Por conta disso, foi acusado de ter dupla filiação partidária e atribuiu a César Borges, então senador, candidato à reeleição na chapa de Geddel, candidato do PMDB.

Otto bateu pesado. Disse que César estava ‘mais subserviente e amestrado por Geddel do que na época de ACM’.

Quando César foi indicado para o Ministério dos Transportes, Otto contemporizou. Disse que César era um ‘bom baiano’.

Seja lá o que tenha havido agora, um fato é incontestável: a cratera que  a ViaBahia não tapou engoliu o armistício e criou mais um problema para Jaques Wagner.

GOVERNO ADIANTA PROCESSO DE CONCESSÃO DA BR 101 NA BAHIA

O trecho da BR 101 na Bahia integra a Fase 3 da 3ª Etapa do Programa de Concessão de Rodovias Federais, que prevê a transferência de estradas para a gestão privada. Até o final deste mês, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) colhe contribuições para elaborar os estudos de viabilidade técnica e econômica dos projetos.

Os subsídios coletados nesta etapa servirão para a identificação de pontos críticos e construção de propostas de melhoria para as estradas. Essas informações podem ser encaminhadas a partir de um formulário disponível no site da ANTT.

A Fase 3 do Programa de Concessão inclui ainda a BR 262, entre Minas Gerais e Espírito Santo; BR 153, entre Tocantins e Goiás; BR-050, entre Goiás e Minas Gerais; BR 163, em Mato Grosso; BR 163/262/267, em Mato Grosso do Sul; e BR 060/153/262, que passa pelo Distrito Federal, Goiás e Minas.

TARIFAS DE ÔNIBUS INTERESTADUAL REAJUSTADAS EM 2,85%

Os serviços de transporte rodoviário semiurbano interestadual e internacional de passageiros tiveram as tarifas reajustadas em 2,874%. De acordo com a resolução da Diretoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o reajuste passa a vigorar a partir de domingo, 29.

A justificativa é a necessidade de manter o equilíbrio econômico-financeiro das empresas que exploram o serviço. O reajuste foi fixado em R$ 0,070246 por passageiro x km – Tipo Único. A resolução publicada no Diário Oficial da União, hoje, é assinada pelo diretor geral em exercício da ANTT, Ivo Borges de Lima.

ANTT AUTORIZA REAJUSTE DE TARIFA DE ÔNIBUS INTERESTADUAIS

O diretor- geral em exercício da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Ivo Borges de Lima, autorizou reajuste de 2,77% das passagens de ônibus do transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros em percursos superiores a 75 quilômetros. O aumento entrega em vigor neste domingo, 1º de julho.

O reajuste não se aplica ao transporte rodoviário interestadual e internacional semiurbano de passageiros, que será determinado em ato específico. Os coeficientes tarifários máximos a serem aplicados aos diferentes serviços estão relacionados aqui.

CONCESSÃO DA BR-101 ENTRE BA E RJ AMEAÇADA

Quando tudo parecia caminhar para um desfecho positivo aos investimentos privados com o leilão do trecho da rodovia federal BR-101, entre a Ponte do Rio Mucuri, no Sul da Bahia, e o Estado do Rio de Janeiro, duas situações deram um freio:

– A primeira, uma determinação do Tribunal de Contas da União (TCU) para que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) não homologue o resultado do leilão.

– A segunda, o pedido feito pelo diretor-geral em exercício ANTT, Ivo Borges, que decidiu pedir vista do processo administrativo que questiona a qualificação do consórcio Rodovia da Vitória, vencedor do leilão de 18 de janeiro. O processo foi apresentado pelo segundo colocado, o consórcio Rodovia Capixaba.

A decisão do TCU foi tomada a partir de um despacho do ministro José Múcio Monteiro, que foi aprovado pelos demais integrantes do tribunal, colocando em xeque a primeira licitação de rodovia realizada pelo governo Dilma Rousseff. O TCU deu prazo de até cinco dias para que a ANTT se manifeste sobre os indícios de irregularidades apresentados pelos técnicos.

Foi no trecho de pouco mais de três quilômetros, entre a divisão da Bahia e o Espírito Santo, que aconteceu há uma semana a morte dos cinco estudantes universitários capixabas que tinham saído de Colatina e São Mateus (ES) para Prado (BA). O carro em que viajavam a mais de 120 km/h, de acordo a Polícia, mergulhou no Rio Mucuri matando quatro ocupantes por afogamento e a outra vítima no choque.

OS DESAFIOS DO GOVERNO DILMA

Davidson Magalhães 

A relação entre o hegemonismo petista e a frente política gera tensão permanente em torno da máquina administrativa, cujo desaguadouro quase sempre é o Congresso Nacional.

O primeiro ano do governo Dilma ficou marcado pela afirmação da presidenta. Vencendo as desconfianças de alguns setores e contrariando a expectativa da oposição, em 2011 o governo encerrou, com a ampla aprovação da opinião pública, conseguindo inclusive superar os melhores índices alcançados pelo presidente Lula.

No campo político, a oposição desnorteada viu surgir o PSD, do prefeito Kassab, que estendeu à adesão de líderes antes abrigados nas siglas oposicionistas, ao governo no âmbito federal e nos estados. Abriu-se, inclusive, uma perspectiva de isolamento dos tucanos em São Paulo.

O crescimento econômico mesmo baixo contrastava com uma Europa em crise, EUA em marcha lenta e um Japão estagnado. Ultrapassamos o PIB da economia do Reino Unido, passando a ser a 6ª economia do planeta. Estávamos nadando de braçada. O mundo em crise e nós em um céu de brigadeiro.

Mal começou o ano de 2012 e a outra face da realidade bateu a nossa porta. O IBGE divulgou o resultado do PIB de 2011, crescimento de 2,7%, mostrando forte desaceleração em relação ao crescimento de 7,5% registrado em 2010. A participação do setor industrial no PIB recuou para 14,6% ante 16,2% em 2010.

Apesar da diversificação do nosso parque industrial, o peso relativo da indústria no PIB recuou aos níveis de 1956. Diferentemente da China, onde a indústria representa 43,1% do PIB, da Coréia com 30,4% e de 20,8% da Alemanha. No momento atual, um em quatro produtos industrializados consumidos no Brasil é importado, segundo a Fiesp. Em 2003 essa relação era de um para dez. Esses dados revelam um movimento de desindustrialização.

O desequilíbrio comercial somado à valorização cambial, com o real na posição de uma das moedas que mais se valorizaram no mundo, – só nos dois primeiros meses deste ano o real teve a valorização de 11% a maior entre todas as demais – além da adoção das maiores taxas de juros da economia global e a redução dos preços de commodities em 12,7%, ao longo dos últimos 12 meses, compõe um quadro de relevantes restrições à economia nacional.

No campo político, o inicio de 2012 trouxe novos episódios de antigos problemas. Na Câmara Federal, 53 dos 76 deputados do PMDB divulgaram manifesto de insatisfação com o atual governo. A presidenta Dilma sofreu a primeira derrota no Congresso, o senado rejeitou por 36 votos contra 31 a recondução de Bernardo Figueiredo, pessoa muito ligada à presidenta, ao cargo de diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres. Estes acontecimentos, demonstram o descontentamento e instabilidade da base governista, que pode colocar em risco a votação de importantes projetos e leis, a exemplo do novo Código Florestal.

Aos problemas no Congresso Nacional se somaram o lançamento da candidatura de José Serra à prefeitura de São Paulo, com um significativo potencial de reaglutinação dos setores conservadores tendo como expoente na sua articulação o “errático” Kassab, e a intensificação dos atritos e conflitos na base de sustentação do governo face às disputas locais, principalmente nos grandes municípios.

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CONCESSÃO DA BR-101 PODE ATRASAR

A concessão da BR-101 será por 25 anos.

Poderá sofrer atrasos a assinatura da concessão à iniciativa privada do trecho de 475,9 quilômetros da BR-101, entre o acesso ao município de Mucuri, no Extremo-Sul baiano, e a divisa entre o Espírito Santo e o Rio de Janeiro, cujo leilão aconteceu em 18 de janeiro. O motivo é a demora da indicação do número mínimo de diretores da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) necessário à homologação do procedimento licitatório.

A turbulência política entre partidos da base aliada e o governo fez com que há pouco mais de uma semana o plenário do Senado Federal rejeitasse a recondução de Bernardo Figueiredo ao cargo de diretor-geral da agência, após ser indicado pela presidente Dilma Rousseff para um período de mais quatro anos. Foram 36 votos contrários à recondução, 31 a favor e uma abstenção.

Com a saída de Figueiredo, a ANTT ficou com apenas dois diretores. São necessários três  para que a agência tome decisões como a homologação da concessão da BR-101.

O leilão de concessão da rodovia teve como vencedor o consórcio liderado pela EcoRodovias. Em teleconferência com analistas na manhã desta sexta-feira, 16, o presidente do grupo, Marcelino Rafart de Seras, confirmou que o processo licitatório deve sofrer atrasos. “Enquanto o Senado Federal não aprove mais um nome, esse processo pode atrasar 10 dias, 15 dias, 30 dias”, afirmou.






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