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16 de fevereiro de 2020 | 04:01 pm

ANVISA SUSPENDE VENDA E USO DE LOTES DE PARACETAMOL E AMOXICILINA

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Anvisa suspende lote de medicamentos

Anvisa suspende lote de medicamentos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a comercialização de um dos lotes de Paracetamol e do antibiótico Amoxil BD (amoxicilina tri-hidratada). Os medicamentos serão retirados do mercado.

A suspensão da distribuição, comercialização e uso será aplicada ao lote 0130/16 da versão genérica do Paracetamol solução oral 200mg/mL, válido até março de 2018, do laboratório Hipolabor Farmacêutica.

De acordo com a agência, o medicamento apresentou problemas em uma análise que foi realizada e teve “resultado insatisfatório no ensaio de análise de aspecto, por apresentar material sólido”.

Em nota, a farmacêutica informou que o lote já foi recolhido. “A empresa vai tomar as medidas necessárias para apurar se a alteração no aspectos do medicamento foi ocasionada por armazenamento em condições inadequadas.”

O medicamento Amoxil BD, nas apresentações 200 mg/5ml e 400mg/5ml, foi recolhido de forma voluntária pela empresa Glaxosmithkline Brasil, que comunicou o procedimento à agência. A reportagem entrou em contato com a empresa, mas ela ainda não se manifestou.

ANVISA APROVA PRIMEIRO MEDICAMENTO À BASE DE MACONHA

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Remédio será produzido a base de maconha.

Remédio será produzido à base de maconha.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou pela primeira vez no Brasil o registro de um medicamento derivado da Cannabis sativa, a maconha. Com o nome comercial de Mevatyl, o remédio é destinado a tratar espasticidade — rigidez excessiva dos músculos — em pacientes com esclerose múltipla.

O medicamento, que já foi aprovado em outros 28 países, incluindo Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Dinamarca, Suécia, Suíça e Israel, não é indicado para casos de epilepsia, pois sua formulação pode agravar crises. Também não é indicado para menores de 18 anos.

O remédio será vendido com tarja preta, sendo necessária a apresentação de receita para a compra. Com informações do Zero Hora.

ANVISA PROÍBE VENDA DE LOTE DE EXTRATO DE TOMATE DA HEINZ

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Lote de extrato possuía concentração de pelo de roedor acima do tolerado.

Lote de extrato possuía concentração de pelo de roedor acima do tolerado.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou resolução em que proíbe a distribuição e a comercialização de um lote de extrato de tomate da marca Heinz, fabricado pela Heinz Brasil S.A. O lote possuía pelo de roedor acima do tolerado pela legislação brasileira.

A resolução está publicada na edição de hoje (18) do Diário Oficial da União, . O lote afetado é o L06, com validade até 1º de abril de 2017. A Anvisa determinou que a empresa promova o recolhimento de todo o estoque existente no mercado relativo ao lote do produto. A resolução entra em vigor hoje.

Por meio de nota, a Heinz Brasil informou que o caso foi registrado em julho do ano passado pela Gerência Colegiada da Superintendência de Vigilância Sanitária de Minas Gerais e que o lote em questão já foi recolhido. “Na ocasião, a empresa recolheu as embalagens disponíveis no comércio, não havendo qualquer contraindicação ao consumo dos lotes presentes nos mercados hoje”.

Ainda de acordo com o fabricante, em junho deste ano, o processo foi dado como encerrado pela Anvisa. “A empresa esclarece que a acidez do produto (pH) alinhada às altas temperaturas controladas no processo produtivo eliminam qualquer risco ou prejuízo à saúde, ou seja, mesmo o referido lote, não apresentaria riscos à saúde”. Redação com informações da ABrasil.

STF PEDE EXPLICAÇÕES AO GOVERNO SOBRE LEI QUE AUTORIZA PÍLULA DO CÂNCER

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pilulacancerO Supremo Tribunal Federal (STF) pediu explicações à presidente Dilma Rousseff sobre a Lei 13.269, que aprova o uso da fosfoetanolamina no país. O uso da substância, conhecida como pílula do câncer, foi autorizado por lei sancionada há uma semana pela presidenta. Médicos e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) são contra o dispositivo legal.

A decisão, proferida pelo ministro Marco Aurélio Mello, do STF, foi uma resposta à Ação Direta de Inconstitucionalidade da Associação Médica Brasileira (AMB),  alegando que a lei libera o uso de uma substância que não passou pelos testes clínicos necessários para comprovar segurança e eficácia. O prazo para as explicações é de cinco dias, a partir da publicação da decisão, emitida na quarta-feira (20).

“A nossa preocupação é que essa lei, na maneira que está colocada, permite que uma substância que a gente não conhece de maneira técnica, embasada em testes de segurança e eficacia, seja liberada para os pacientes sem registro no Ministério da Saúde ou na Anvisa. É uma grande violação da legislação que hoje regula o uso de medicamentos”, detalhou o diretor da AMB, José Bonamigo. Da Agência Brasil

ANVISA SUSPENDE LOTE DE MEDICAMENTO PARA CÂNCER DE MAMA

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letrozolO medicamento Letrozol está com o lote 397733 suspenso em todo o país. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a distribuição, comercialização e o uso do produto desse lote.

A resolução foi publicada no Diário Oficial da União, depois de reclamações sobre falhas na selagem do alumínio do blíster (a cartela com os comprimidos) no lote, que tem prazo de validade até junho de 2017. A caixa contém 30 comprimidos de 2,5 miligramas.

O Letrozol é indicado para o tratamento de câncer de mama avançado em mulheres que já passaram pela menopausa, que já foram tratadas com medicamentos inibidores do hormônio estrogênio.

A Anvisa determinou que o laboratório fabricante do lote, o Eurofarma, recolha todo o estoque que está nas farmácias.

Em nota, o Eurofarma informou que recolheu todo o lote, de forma voluntária, antes mesmo da recomendação da Anvisa, e que todos os clientes foram informados sobre a suspensão. Segundo o laboratório, medidas para corrigir o problema foram tomadas e novos lotes já foram produzidos e distribuídos em setembro. Informações da Agência Brasil.

ANVISA SUSPENDE VENDA E USO DE COLÍRIO SEM REGISTRO

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Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada hoje (15) no Diário Oficial da União suspende a fabricação, distribuição, divulgação, comercialização e o uso do medicamento Lavolho colírio, fabricado pela empresa Laboratório Regius Ltda.

De acordo com o texto, foi comprovada a comercialização do produto sem registro na Anvisa. A agência determinou que o fabricante promova o recolhimento de todo o estoque existente no mercado.

O Laboratório Regius Ltda. informou que o Lavolho colírio não é comercializado desde 2010 e que já entrou em contato com o órgão de vigilância sanitária no Rio Grande do Sul para mais esclarecimentos.

ANVISA SUPENDE VENDA E USO DE LOTE DE ESTIMULANTE ARCALION

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Lote de medicamento foi suspenso pela Anvisa (Foto Reprodução).

Lote de medicamento foi suspenso pela Anvisa (Foto Reprodução).

Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada hoje (24) no Diário Oficial da União suspende a distribuição, a comercialização e o uso de todos os lotes fabricados no período de agosto a outubro de 2014 do produto Arcalion (sulbutiamina) 200 mg pela empresa Laboratórios Servier do Brasil Ltda.

De acordo com o texto, a própria empresa comunicou a Anvisa sobre resultados fora da especificação durante estudo de estabilidade acelerada (que avalia a estabilidade do medicamento em condições forçadas de armazenamento) envolvendo o produto.

Por meio de comunicado, a Laboratórios Servier do Brasil Ltda. informou que já suspendeu a fabricação do produto e que a decisão foi tomada para que a empresa possa melhor avaliar os resultados obtidos.

“Como parte do nosso compromisso com a classe médica e pacientes, a Laboratórios Servier do Brasil reforça que está adotando todas as medidas necessárias para que a fabricação e abastecimento de Arcalion [sulbutiamina] 200 mg seja normalizada o mais breve possível.”

Em caso de dúvidas ou para mais informações, os interessados devem entrar em contato com a empresa por meio do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC): 0800-7033431. Informações da Agência Brasil.

ANVISA SUSPENDE PUBLICIDADE DE 25 PRODUTOS ESTÉTICOS

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Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada hoje (27) no Diário Oficial da União suspende, em todo o território nacional, a divulgação e a comercialização de 25 produtos que apresentam alegação de efeitos terapêuticos, embelezamento ou correção estética, fabricados pela empresa Saúde em Equilíbrio Ltda.

De acordo com o texto, foi comprovada a divulgação e a comercialização dos produtos, que não têm cadastro na Anvisa, por meio do site www.colter.com.br. Ainda segundo a agência, o fabricante também não tem autorização de funcionamento.

A resolução entra em vigor hoje.

ANVISA SUSPENDE FABRICAÇÃO E USO DE BACTERICIDA DA EMS

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Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada hoje (4) no Diário Oficial da União suspendeu a fabricação e uso do bactericida Amoxicilina + Clavulanato de potássio 50mg/ml + 12,5mg/ml pó para suspensão oral, da empresa EMS S.A.

De acordo com o texto, uma inspeção sanitária na empresa entre 19 e 23 de janeiro deste ano comprovou que a fabricação do medicamento está em desacordo com seu registro na Anvisa.

A agência determinou ainda que a EMS promova o recolhimento do estoque existente em mercado. A resolução entra em vigor hoje.

Procurada pela Agência Brasil, a EMS informou que tomou conhecimento da publicação de recolhimento do medicamento Amoxicilina + Clavulanato de potássio 50 MG/ML + 12,5 MG/ML PO para suspensão oral e está tomando as providências necessárias.

ANVISA SUSPENDE VENDA DO GEL PREMISSE

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu hoje (15) a distribuição e comercialização em todo o território nacional do cosmético gel antisséptico Premisse, fabricado pela empresa Proline Indústria e Comércio Ltda. A restrição é para os lotes 000564, com validade até março de 2016, e 000585, válido até abril do ano que vem.

De acordo com a Anvisa, laudos de análise fiscal, emitidos pela Diretoria do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal, apresentaram resultados insatisfatórios nos ensaios de rotulagem primária e teor de álcool etílico do produto. A suspensão foi determinada porque a empresa responsável pelo cosmético não apresentou recurso solicitado na perícia de contraprova.

Em resolução publicada hoje (15) no Diário Oficial da União, a Anvisa determina ainda que a empresa recolha todo o estoque existente no mercado relativo aos lotes do produto descrito.

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