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:: ‘Ari Rodrigues’

TEATRO DE ITABUNA SERÁ INAUGURADO HOJE COM IVETE E ORQUESTRA SINFÔNICA DA BAHIA

Teatro Candinha Doria será inaugurado nesta sexta-feira

O Teatro Candinha Doria, em Itabuna, será inaugurado nesta sexta-feira (26) com apresentações de Ivete Sangalo e músicos e a Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba), a partir das 19h30min. A inauguração será restrita a quase 600 convidados, que é a capacidade máxima do teatro. O equipamento cultural será inaugurado pelo governador Rui Costa e o prefeito de Itabuna, Fernando Gomes. Horas antes, às 12h30min, Rui e Fernando concedem entrevista e fazem visita guiada para a imprensa.

A obra ficou paralisada por 12 anos e foi retomada em 2018, após o Governo do Estado e a Prefeitura firmarem convênio para a conclusão. Além de cerca de R$ 10 milhões já empregados na fase estrutural, o Estado repassou mais de R$ 20 milhões, desde 2018 e a conclusão neste ano. Até o próximo domingo, shows de Simone e Simaria, Luiz Caldas e Chiclete com Banana e apresentações do Ballet do Teatro Castro Alves.

A inauguração do novo teatro marca os 109 anos de emancipação de Itabuna, comemorado em 28 de julho. Apto a receber espetáculos nacionais e internacionais, o teatro, em sua estrutura física, atende a todas as normas ambientais, de segurança e de acessibilidade, além de possuir uma moderna estrutura de iluminação, sonorização, mecânica, cênica e acústica, além de um amplo foyer, camarim, sanitários, salas de apoio e administração, segundo o governo baiano.

ATRAÇÕES DIAS 27 E 28

A programação promovida pela Governo do Estado terá neste sábado (27), a partir das 19h30min, a Osba, o Ballet do Teatro Castro Alves (BTCA) e o espetáculo A História do Soldado. No dia 28, data do aniversário da cidade, a área externa do teatro vai receber os shows de Luiz Caldas e da banda Chiclete com Banana.

PARALISAÇÃO, POLÊMICA E REDE GLOBO

Projeto ficou paralisado por mais de 10 anos

Após mais de dez anos de paralisações e polêmica, a obra é entregue. No período em que ficou paralisada, a obra ganhou destaque como um dos exemplos nacionais de desperdício de dinheiro público ao aparecer em matéria do Fantástico, da Rede Globo (relembre aqui).

Artistas e entidades se mobilizaram para a sua conclusão em um dos movimentos liderados pelos produtores culturais Ari Rodrigues e Eva Lima, da Associação Cultural Amigos do Teatro (Acate).

Ari, da Acate, em entrevista para a Globo

O clamor pela conclusão também levou o Ministério Público Estadual (MP-BA) a investigar o quanto já havia sido gasto até aquele momento. Apontou cerca de R$ 17 milhões, com base em documentos. A obra estava orçada em R$ 12,9 milhões. Será concluída por cerca de R$ 24 milhões. O Estado não informou, com precisão, o valor repassado desde 2018 até a conclusão do projeto.

O valor gasto divulgado pela promotoria em 2013 foi contestado pelo prefeito Fernando Gomes (reveja). Numa reunião com representantes da OAB e da Acate, o então ex-prefeito disse terem sido gastos R$ 3,7 milhões. “O dinheiro gasto foram R$ 800 mil da prefeitura e R$ 2 milhões e 900 mil do Estado. Digo isso por que a obra toda foi orçada, na época, em R$12 milhões e 900 mil. Se já gastaram R$ 17 milhões e não concluíram, então alguém pegou esse dinheiro”, afirmou Fernando em 2013.

O ELEFANTE TEM JEITO?

Obras do centro de convenções estão paralisadas desde 2006  (Foto Pimenta).

Obras do centro de convenções estão paralisadas desde 2006 (Foto Pimenta).

A OAB de Itabuna e a Associação Cultural Amigos do Teatro (Acate) promoveram, ontem (14), uma nova audiência para discutir a conclusão das obras do Centro de Convenções e do Teatro de Itabuna, no Loteamento Nossa Senhora das Graças. A obra está paralisada desde 2006, quando o então governador Paulo Souto suspendeu o envio de recursos.

Até agora, foram gastos, aproximadamente, R$ 17 milhões no centro e no teatro. Tornou-se um elefante branco, uma vergonha. Para concluí-lo, a estimativa é de que seriam necessários em torno de R$ 27 milhões a R$ 30 milhões. O presidente da OAB itabunense, Andirlei Nascimento, e o diretor da Acate, Ari Rodrigues, lideram as ações para que o centro de convenções e o teatro deixem de ser promessa.

O governo estadual vem alegando que a obra tem problemas estruturais, mas não fala em correção. Artistas e movimentos culturais terão que apelar a todos os santos…

AMIGOS E CLIENTES LOTAM BECO DO FUXICO NOS 83 ANOS DE CABOCLO ALENCAR

Sábado (1º) centenas de amigos e clientes se juntaram no Beco do Fuxico, centro de Itabuna, para comemorar os 83 anos de Caboclo Alencar. E, puxados pela Charanga Elétrica, entoaram os parabéns para o homem do ABC da Noite. Confira vídeo feito por Ari Rodrigues, um dos organizadores da festança.

CENTRO DE CONVENÇÕES ENTRE OS ELEFANTES BRANCOS

Ari Rodrigues denuncia a "politicalha" itabunense (Reprodução Fantástico/Pimenta).

O Fantástico, da Rede Globo, exibiu reportagem, há pouco, sobre os verdadeiros elefantes brancos espalhados por todo o país. Na lista, apareceu pelo menos uma obra na Bahia que sugou recursos públicos e não saiu do papel. A obra é exatamente a construção do minicentro de convenções e teatro de Itabuna.

Avaliado em mais de R$ 20 milhões, o minicentro já consumiu R$ 3,5 milhões. A obra está parada há mais de quatro anos. A interrupção ocorreu no início do segundo semestre de 2006, quando o então governador Paulo Souto brigou com o prefeito Fernando Gomes e suspendeu outros R$ 3 milhões previstos no orçamento para terminar a parte de edificação do espaço cultural e de eventos.

O produtor cultural Ari Rodrigues, de Itabuna, explicou a “política da coisa” à produção do Fantástico:

– Tem uma briga política de dois grupos. Quando um ganha, não faz porque foi o outro que começou a fazer, e assim por diante. O povo é que fica a ver navios.

O produtor se refere aos grupos dos ex-prefeitos Fernando Gomes (PMDB) e Geraldo Simões (PT). Quando Jaques Wagner assumiu o governo baiano, em 2007, disse que uma auditoria encontrou irregularidades nos gastos e na obra.

O ex-prefeito Fernando Gomes explicou em entrevista ao Diário Bahia que a paralisação das obras do minicentro de convenções e teatro foi um dos motivos que o levaram a romper politicamente com o ex-governador Paulo Souto (DEM).

Segundo Fernando, Souto dispunha de R$ 85 milhões em caixa e poderia concluir a obra (relembre aqui). Já no campo oposto, a alegação é de que a obra foi construída numa área inadequada e com a finalidade de valorizar as terras do ex-prefeito Fernando Gomes.

Quase cinco anos depois, o elefante branco construído nas terras do ex-prefeito continua sem uso. Usado, mesmo, só o eleitor.

Obra em Itabuna está abandonada há quase cinco anos (Foto Pimenta).






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