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:: ‘arte’

CHEF MARCIANO SARAIVA CONFIRMADO NO FESTIVAL DE ARTE E GASTRONOMIA DE SERRA GRANDE

Marciano Saraiva confirma participação no Festival de Arte e Gastronomia de Serra Grande

O chef Marciano Ferreira Saraiva confirmou participação na cozinha-show do Festival de Arte e Gastronomia Serra Grande. O evento começa no próximo dia 10 de outubro, no balneário de Uruçuca cortado pela BA-001 e dono de paisagens paradisíacas.

O festival gastronômico e de arte, segundo a organização, busca potencializar o turismo sustentável, a conservação ambiental, fortalecer a identidade regional e economia local fomentando também novas oportunidades de negócios em períodos sazonais.

Festival alia arte e gastronomia às belas paisagens de Serra Grande

Marciano é uma das principais atrações da programação do festival. “Sou um cozinheiro apaixonado pelo que faço e amo a gastronomia afetiva de Minas Gerais”, destaca Saraiva. O chef é proprietário do Siriema, um restaurante de mesa compartilhada e que conta com uma linha própria de produtos artesanais.

O Festival de Arte e Gastronomia será realizado em Serra Grande de 10 a 13 de outubro. O evento é realizado pela Construção Coletiva Serra Grande Sustentável, Associação Cultural APA Itacaré Serra Grande e pela Prefeitura de Uruçuca. A Tabôa – Fortalecimento Comunitário e o Sebrae são patrocinadores do festival.

ESCRITORAS PROVOCAM MERCADO EDITORIAL COM “MULHERES EM PROFUNDANÇAS”

profundanças

Escritoras e fotógrafas nordestinas provocam o mercado editorial com rodas de conversa “Mulheres em Profundanças”, projeto que já circulou pelas pernambucanas Garanhuns e Recife e, agora, chega a Ilhéus. As autoras do livro Profundanças2: antologia literária e fotográfica fomentam debates sobre a invisibilidade de mulheres no mercado editorial brasileiro, processos criativos e formas de resistência. A roda de conversa em Ilhéus será na sede da Academia de Letras de Ilhéus (ALI), na próxima quinta (28), às 19h, com entrada franca.

Ilhéus será a primeira cidade baiana a participar do circuito de debates do projeto Profundanças. A roda terá recital, leitura pública de fragmentos literários com as escritoras Lorenza Mucida, Haísa Lima, Laiz Carvalho, Daniela Galdino; um bate-papo com a fotógrafa Catarina Barbosa, seguido de um debate com o público.

Na Bahia, também receberão o Profundanças Itabuna, Cachoeira, Brumado e Salvador. A intenção, afirmam as idealizadoras, é mobilizar um vasto público interessado em literatura e ampliar o grupo de leitoras/es da antologia. Para a realização dessas rodas de conversa, a equipe tem firmado parcerias com instituições e coletivos culturais ligados à difusão literária.

Galdino é uma das idealizadoras do projeto || Foto Ana Lee

Autora de Inúmera, Galdino é uma das idealizadoras do projeto || Foto Ana Lee

OBRAS LANÇADAS

Criado há pouco mais de dois anos pela poeta/performer itabunense Daniela Galdino, o projeto ‘Profundanças’ conta com a parceria da Voo Audiovisual e já resultou na publicação de duas antologias literárias e fotográficas, sendo a primeira lançada em 2014.

Este ano, em pleno aniversário da pintora mexicana Frida Kahlo (6 de julho), foi lançado o Profundanças 2, resultado de uma ação colaborativa, sem fins lucrativos e independente, que reúne poemas, contos e crônicas de autoria de 16 mulheres.

A obra também apresenta ensaios fotográficos que retratam o cotidiano dessas escritoras realizados por 19 ‘fotógrafes’, somando talentos da Bahia, Pernambuco, São Paulo e Rio Grande do Norte. Para fazer o download gratuito do livro, basta acessar http://vooaudiovisual.com.br/projects/profundancas2/

MULHERES INSURGENTES

Nesta segunda edição, a pluralidade de experiências e a dissidência de vozes encontram um ponto em comum, que é a palavra escrita de artistas negras, não negras e transnão-binárias, que são: Aidil Araújo Lima (BA), Ana Mendes (RN), Andréa Mascarenhas (BA), Daniela Galdino (BA), Dayane Rocha (PE), Débora Ramos (PE), Erika Cotrim (BA), Haisa Lima (BA), JeisiEkê de Lundu (BA), Laiz Carvalho (BA), Larissa Pereira (BA), Lílian Almeida (BA), Mel Andrade (BA/SE), Miriam Alves (SP), Rita Santana (BA), Thalita Peixe de Medeiros (PE).

Já os ensaios fotográficos são assinados por Adrian Greyce, Ana Lee, Andrezza Tavares, Brenda Matos, Camila Camila, Catarina Barbosa, Cláudio Gomes, Haísa Lima, Henrique Valença, Inajara Diz, João Caique, João Santana, Josi Oliveira, LanmiTripoli, Leticia Ribeiro, Mariana Lisboa, Shai Andrade, Rodrigo Iris e Ytallo Barreto.

Roda de conversa “Mulheres em Profundanças”
Quando: 28.set, às 19h
Onde: Academia de Letras de Ilhéus (R. Antônio Lavigne Lemos, 39, Centro, Ilhéus)

PROGRAMAÇÃO:
19h– Abertura
19h15min – Roda de Conversa “Mulheres em Profundanças” + Recital + Leitura pública de fragmentos literários
Escritoras: Lorenza Mucida, Haísa Lima, Laiz Carvalho, Daniela Galdino. Fotógrafa: Catarina Barbosa
20h15min – Debate com o público

EM VÍDEO, JOSÉ DELMO LEMBRA OS 105 ANOS DE JORGE AMADO

Dos principais nomes da arte grapiúna, José Delmo recitou, em vídeo, poema para lembrar os 105 anos de nascimento do maior escritor baiano de todos os tempos, o também grapiúna Jorge Amado, que veio ao mundo em 10 de agosto de 1912, na Vila de Ferradas, em Itabuna. Pausa (e palmas!!!) para Zé, homenagem para Jorge!

Salve Zé! Salve Jorge! Eternamente amados!

O vídeo foi enviado ao PIMENTA pelo inquieto Gerson Marques.

ZÉ DELMO CONTA CAUSOS E COISAS DE ILHÉUS NO TEATRO MUNICIPAL

Zé Delmo conta causos e coisas da história de Ilhéus.

Zé Delmo conta causos e coisas da história de Ilhéus.

O ator grapiúna José Delmo apresenta, de segunda a sexta-feira, todas as manhãs e tardes, o espetáculo “Aqui e agora, contação de histórias sobre causos e coisas de Ilhéus”, no palco do Teatro Municipal. Um dos objetivos deste novo projeto idealizado pela prefeitura é tornar o espaço do Municipal mais intimista e próximo dos visitantes, além de valorizar o artista e tudo que ele representa para a cultura de Ilhéus e do sul da Bahia.

Para o gestor de Cultura Pawlo Cidade, Zé Delmo é uma lenda viva da arte cênica da região, considerado um decano do teatro. “Suas histórias irão alegrar e satisfazer os turistas que visitam um dos mais conceituados teatros do interior da Bahia, o de Ilhéus”. Pawlo Cidade destacou ainda que a secretaria municipal de Cultura abriu espaço do teatro para ele falar sobre coisas e causos relacionados aos coronéis do cacau.

SOBRE JOSÉ DELMO

Natural de Buerarema, mas nascido no município de Belmonte, José Delmo tem na ponta da língua boa parte da sua obra. Além de poeta, ator e artista plástico, ainda é licenciado em desenho e artes plásticas pela Universidade Federal da Bahia (Ufba). Enquanto estudava em Salvador buscou também trilhar os caminhos do teatro. Estreou como ator profissional em 1977, na peça “A função do casamento”, escrita por Haydil Linhares, no Teatro do Pelourinho (Sesc). José Delmo fez parte de movimentos culturais no sul da Bahia. Fundou ao lado de outros artistas grapiúnas, a exemplo de Ramon Vane, José Araripe, Gal Macuco, José Henrique e Marcelo Ganem, o Grupo de Arte Macuco e as Feiras de Arte de Buerarema.

FICC ABRE INSCRIÇÕES PARA OFICINAS DE ARTE E DANÇA

Denise Tavares: 23 modalidades de cursos.

Denise Tavares: 23 modalidades de cursos.

As matrículas para as oficinas do Programa de Arte e Cultura em Áreas de Interesse Social (Pacais) da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) já estão abertas. Os cursos oferecidos são os de violão, teatro, desenho e pintura, futebol, percussão, zumba, yoga, ballet, bateria, dança de rua, dança afro, muay thai E contação de histórias.

As inscrições deverão ser feitas nas Unidades das Casas das Artes, das 8hs às 12hs e das 14hs às 16hs. No ato da inscrição o aluno deverá comparecer com a carteira de identidade e comprovante de residência. Menor de idade deve ir acompanhado dos pais ou responsáveis.

Segundo a coordenadora pedagógica do Pacais, Denise Tavares, são 23 modalidades de cursos distribuídos em 39 oficinas. O projeto contempla crianças, jovens e adultos de vários bairros de Itabuna. Mais informações através do telefone (73) 3613-4915.

FICC OFERECE 60 VAGAS E ATÉ R$ 2 MIL DE SALÁRIO EM SELEÇÃO PÚBLICA

Sede da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc).

Sede da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc).

As inscrições para o Programa de Arte e Cultura em Áreas de Interesse Social (Pacais) ficam abertas até a próxima segunda (3). São oferecidas 42 vagas para oficineiros de Arte e 18 para assistentes artísticos, de acordo com edital da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc). O programa tem por objetivo difundir a cultura através de oficinas de iniciação artística. Salário varia de R$ 1 mil a R$ 2 mil.

CONFIRA EDITAL

Do total de vagas ofertadas para os cargos descritos no Edital, duas serão reservadas a pessoas com deficiência, desde que haja compatibilidade com as atividades do cargo pretendido. Segundo a coordenadora pedagógica do programa, Denise Tavares, ao longo da sua execução o Pacais já contemplou mais de 5 mil pessoas no município.

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GRAFITE DO ILHEENSE RILDO FOGE É DESTAQUE NO CARNAVAL DE SALVADOR

Arte de Rildo Foge é destaque no Carnaval de Salvador (Foto Anabel Mascarenhas).

Arte de Rildo Foge é destaque no Carnaval de Salvador (Foto Anabel Mascarenhas).

O grafiteiro ilheense Rildo Foge assina decoração do trio de Julio Caldas que desfila, neste domingo (19), com um repertório de rock e blues, no Furdunço. A festa, que é uma prévia do Carnaval de Salvador, vem sendo realizada desde 2015 no circuito Ondina-Barra e atrai grande público que busca reviver a folia momesca sem cordas.

A proposta, segundo Julio Caldas, é trazer para o Carnaval de Salvador o debate sobre a valorização da arte de rua e sua capacidade de sensibilização e transformação do ambiente urbano. “Inicialmente, pensei no grafite como uma alternativa para decorar o trio. Quando, em São Paulo, começaram a apagar indiscriminadamente grafites incríveis, tive a certeza de que precisava valorizar ainda mais essa arte aqui na Bahia e, também, divulgar o trabalho de Rildo, que já sofreu esse tipo de perseguição”, explica.

Rildo Moreira de Oliveira, mais conhecido como Rildo Foge, sempre gostou de desenhar. Aos 17 anos, já realizava alguns trabalhos nas ruas, mas foi após uma temporada em São Paulo que começou a desenvolver melhor a sua técnica. “Fiquei um tempo em São Paulo e foi a partir daí que comecei a viajar nesse cenário urbano das artes. Fui caminhando, indo em bancas de revista e me aprofundando”, revela o artista que tem obras grafitadas em Salvador, Eunápolis, Recife, Juazeiro, Juazeiro do Norte, Canavieiras, São Paulo e Ilhéus, sua terra natal.

FESTIVAL REÚNE CULTURA POPULAR EM ILHÉUS; CONFIRA PROGRAMAÇÃO

Sodré é atração de festival que começa na quinta, em Ilhéus.

Sodré é atração de festival que começa na quinta, em Ilhéus.

Começa na próxima quinta (26) a primeira edição do Festival de Cultura Popular de Ilhéus, com programação no Teatro Municipal, na Praça do Teatro, na Academia de Letras e no Ponto de Cultura Literatura de Cordel Para Todos (Casar), no Pontal. Até o dia 28, serão promovidas oficinas e feiras de literatura de cordel, de xilogravura – com Luiz Natividade -, estandartes, além de apresentações de samba de roda, maculelê, bumba meu boi, terno de reis, danças indígenas, circo, feira de artesanato e seminário.

O público vai, ainda, se emocionar com os shows de grandes artistas nordestinos, como Carlos Silva, Geruza Guedes, Teo Guedes e Domingos Santeiro. O encerramento ficará por conta do santamarense Raimundo Sodré, que soltará a voz e a viola no palco do Municipal de Ilhéus.

– O Festival foi pensado para fortalecer as culturas populares existentes no município de Ilhéus e região, além de divulgar essas manifestações. O evento vai, também, estimular a criação de políticas públicas para este setor, chamando atenção para a valorização da tradição e da história da nossa cidade – explica a presidente do Casar, Mestra Janete Lainha.

Durante os três dias, a programação será aberta ao público. Já para assistir ao show Girassóis de Van Gogh, de Raimundo Sodré e convidados, no dia 28, às 20h, no Teatro Municipal de Ilhéus, os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente no Ponto de Cultura CASAR, no Teatro Municipal de Ilhéus e no Stand do Karioka, a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).

Sodré levará ao palco seu vasto repertório de chulas, sambas, baiões, aboios e outros ritmos que marcaram sua carreira, sem deixar de emocionar o público com o sucesso A Massa, lançado no início dos anos 1980. Clique no “leia mais” e confira programação completa: :: LEIA MAIS »

CIRCO NEGRO EMPOLGA PLATEIA EM ILHÉUS

Encenação de "Circo Negro" no palco da Tenda do TPI, em Ilhéus (Foto Clóvis Lunardi).

Encenação de “Circo Negro” no palco da Tenda do TPI, em Ilhéus (Foto Clóvis Lunardi).

Foi debaixo de uma lona circense que a CiaSenhas de Teatro abriu, ontem (8), a temporada de espetáculos e oficinas pelo Nordeste brasileiro, com o espetáculo Circo Negro. As apresentações gratuitas seguem até o sábado (11), sempre às 20h, na Tenda do Teatro Popular de Ilhéus, na Avenida Soares Lopes.  A montagem, cuja classificação indicativa é 18 anos, disponibiliza de duas intérpretes de Libras e roteiro em Braile.

O espetáculo Circo Negro tem texto do argentino Daniel Veronese, traduzido por André Carreira e dirigido por Sueli Araújo. A referência ao circo está presente em todos os elementos visuais e sonoros, que criam uma paisagem de um tempo-espaço entre as imagens do circo mítico em contraste com o teatro. A realização de números circenses serve como metáfora do jogo de relações de poder e competitividade, misturando realidade e ficção num jogo permanente com o público.

“COM-VIVÊNCIA”

Como parte do projeto Circo Negro em Circulação Nordeste, a CiaSenhas de Teatro convidou membros da classe artística ilheense para o encontro Ação de Com-Vivência. A atividade será realizada neste sábado (11) a partir das 15 horas, também na Tenda Teatro Popular de Ilhéus. O objetivo é construir um espaço de diálogo e troca de experiências entre os artistas sul-baianos e os do coletivo paranaense.

O projeto Circo Negro em Circulação Nordeste é patrocinado pelo Ministério da Cultura e pela Petrobras Distribuidora. A ação executada pela CiaSenhas de Teatro foi selecionada pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016. Após a temporada em Ilhéus, os artistas de Curitiba seguem para Juazeiro do Norte, no Ceará.

EVENTO DISCUTE PROJETOS DE ARTE, CULTURA E CHOCOLATE

chocolateRenata Smith | Agência Sebrae

“Deguste!… Arte, Cultura e Chocolate”. Com este tema, o convite para mais uma ação do projeto de Economia Criativa e Chocolate do Sebrae, reuniu empresários e visitantes para um momento de lazer, troca de experiências e oportunidade de bons negócios. O evento foi realizado nesta segunda-feira, 16, das 16h às 19h, no Hotel Jardim Atlântico, no litoral sul de Ilhéus.

Empresários com experiências vitoriosas, nos segmentos de artesanato, chocolates finos e derivados de cacau, montaram estandes e expuseram seus produtos. “Queremos apresentar um ao outro, integrá-los, criar uma rede de negócios que permita o fortalecimento das ideias individuais, mas em um universo coletivo”, explicou a gestora do projeto do Sebrae Economia Criativa e Chocolates, Fabíola Paes Leme.

Entre os participantes estava o produtor de cacau, Lucas Kruschewsky, que pretende colocar definitivamente a localidade de Rio do Braço no calendário junino da região. O São João, previsto para a segunda semana de junho, resgata um dos cenários históricos mais importantes da cidade. Em seu apogeu foi construída a primeira estação ferroviária do sul da Bahia, em 1911, época de produtivas fazendas, antes das sucessivas crises do cacau.

“Quando cheguei e vi destruído aquele cenário próspero da minha infância, entrei na velha estação e prometi que não desistiria do lugar”, revelou Kruschewsky. Ele passou a morar na localidade, recuperou a estação férrea e transformou o espaço em um restaurante de comidas típicas. Na fazenda Estrela da Manhã, oferece passeios, banho de rio e pesca do Tucunaré. “Estamos renascendo e cheios de ideias”, completou o empresário.

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ARTE E POLÍTICA EM TRANSE

Felipe-de-PaulaFelipe de Paula | [email protected]

 

Uma obra pensada para criticar uma realidade passada segue aberta. Sigamos em busca de conhecer cada vez mais de nossa história através daquilo que também nos constitui fundamentalmente enquanto nação: nossa arte.

 

 

O jogo político se desenha com dois rumos possíveis. Um, de vertente política mais conservadora, liberal, defendendo a necessidade do desenvolvimento da nação. Outro, de caráter mais populista, próximo da massa, com políticas sociais.

O jogo midiático exerce forte papel nos rumos da política e o financiamento empresarial surge como elemento fundamental. Campanha presidencial – ou qualquer outra – brasileira de 2014? Não. Disputa pelo poder em Eldorado, país latino fictício criado por Glauber Rocha para o filme Terra em Transe.

Narrado pela visão de Paulo Martins (Jardel Filho), jornalista e poeta, que, desiludido com as posturas do senador, migrou entre a assessoria do conservador Porfírio Diaz (Paulo Autran) para o populista Felipe Vieira (José Lewgoy), por acreditar que o novo líder que emergia poderia ser o responsável por tirar o país da miséria. Este, assim que eleito, foi motivo da dúvida de Paulo: “Será que o governador dará conta de executar as promessas do candidato?”. Como se os dois fossem pessoas diferentes.

Terra em Transe pode ser lido como uma profunda crítica aos acontecimentos políticos do Brasil dos anos 60, contudo, ao exibi-lo aos estudantes do Bacharelado Interdisciplinar em Artes da UFSB na última semana, percebemos o quanto a obra de Glauber continua atual, 48 anos depois de seu lançamento.

Antes da sessão, fizemos um produtivo debate sobre análise fílmica. Destacamos a necessidade de entender o cinema não como um retrato fiel da realidade, mas uma leitura de alguns aspectos dessa. O olhar do diretor. Olhar que aparece descrito pelas palavras do roteiro, dos figurinos, dos movimentos de câmera, pelas luzes utilizadas, pelas subjetividades. Além disso, destacamos também a obra filme enquanto peça historiográfica. Aberta, porém conectada a uma realidade específica, a um tempo específico. E tais critérios devem ser levados em conta na sua leitura.

Contudo, no processo de análise fílmica, o que surge como elemento fortemente significante, é a capacidade que um filme tem de circular entre aspectos objetivos e subjetivos. Como técnica fotográfica, tem a capacidade de trazer quase que uma fiel representação da realidade. Contudo, como obra artística, tem suas narrativas repletas de subjetividades – na produção e nas “leituras” possíveis a serem feitas após sua finalização.

Terminada a exibição, durante o componente curricular Cinema e Alteridade nas Américas, questionei a turma: E então? O que acharam? Foi então que uma estudante, que migrou para o Bacharelado de Artes após um ano de curso na Área Básica de Ingresso no Colégio Universitário de Ibicaraí destacou suas impressões: “Professor, na política, independente do lado político que se adota, parece não ter lugar para idealismo. No final das contas, parece que nenhum lado vale nada”.

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LUGAR DE ARTE

Felipe de PaulaFelipe de Paula | [email protected]

 

Uma Universidade de fato apropriada pelo povo pode promover revoluções inimagináveis. Tudo isso, por ser o que ela deve ser sempre: um Lugar de Arte.

 

Se questionado fosse a respeito de qual lugar a universidade deve ocupar, me atreveria a assinalar: um lugar de e da arte. Universidade, para muito além de distribuir diplomas e oferecer capacitação técnica, deve ser um espaço de capacitação humana. Independente da área de formação escolhida pelo estudante, o exercício e a fruição da arte se configuram como ações essenciais para o indivíduo contemporâneo.

Em tempos de uma vida cada vez mais acelerada, de mais atribuições e menos tempo disponível, não despendemos mais tempo para a contemplação. O ensinar e o aprender, outrora praticados com preciosismo, convertem-se em mera troca comercial a ser realizada com rapidez a fim de aumentar os ganhos. Trabalhemos por uma universidade onde se capacite um bom profissional, mas se transmitam também o respeito, o cuidado com o outro, a sensibilidade na formação. Tais atributos devem estar presentes em um bom médico, um bom advogado, um bom filósofo, um bom engenheiro, em qualquer profissional, em qualquer pessoa.

A universidade é lugar de produzir arte e de fruirmos arte. Na UFSB, temos logo no primeiro período letivo, como componente obrigatório para todas as áreas o Experiências do Sensível. A partir de um tema norteador, os estudantes são convidados a repensar e observar seu cotidiano sob uma perspectiva sensível, ligada à terra, à água, aos sons e aos saberes que formam seu território.

Exercícios expressivos, sob perspectiva artística, estimulam futuros engenheiros, médicos, professores, agrônomos e outros sujeitos em formação, a praticarem a contemplação produtiva em suas vidas. Como resultado, esperamos profissionais mais comprometidos, com uma perspectiva mais humanista e maior percepção de coletivo. Enquanto planejávamos o componente curricular, imaginávamos encontrar resistências entre os discentes. Encontramos, em sua absoluta maioria, emoções e depoimentos impressionados belo bem que tal prática oferece.

Universidade também é lugar de produção artística. De jovens (ou não) estudantes, ocuparem o campus com suas mais variadas formas de intervenção. Artes visuais, poesia, exposições fotográficas, teatro, música. Os estudantes do Bacharelado Interdisciplinar em Artes do Campus Jorge Amado (arte até no nome), turma noturna 2015.2, criaram e executam sob minha orientação o projeto Universarte.

Semanalmente o campus é tomado por apresentações nos intervalos das aulas. Bandas musicais, cantores solo e exposições fotográficas já tomaram o espaço universitário. Poesia, teatro e mais música ainda virão pela frente. Talentos diversos que fazem um papel fundamental para o sucesso de uma universidade: a comunidade acadêmica (ou não, afinal têm surgido visitantes externos para as apresentações) entender aquele espaço como dela. E uma Universidade de fato apropriada pelo povo pode promover revoluções inimagináveis. Tudo isso, por ser o que ela deve ser sempre: um Lugar de Arte.

Felipe de Paula é professor do Bacharelado Interdisciplinar em Artes da UFSB.

PROJETO DA UFSB VALORIZA ARTE REGIONAL

Artistas e alunos interagem no campus Jorge Amado, em Itabuna (Foto Felipe de Paula).

Artistas e alunos interagem no campus Jorge Amado, em Itabuna (Foto Felipe de Paula).

As artes geram conhecimento ou lazer? Os estudantes do Bacharelado Interdisciplinar (BI) em Artes da Universidade Federal do Sul da Bahia estão aprendendo qual é a resposta: os dois. O cotidiano do Campus Jorge Amado vem sendo tomado pelas artes. Na próxima terça à noite (4), Rans Spectro, vocalista da Banda OQuadro, estará presente no campus para um papo sobre Hip-hop: arte, território e identidade.

O Universarte surgiu como uma proposta dos estudantes para criar um espaço das artes dentro do campus. Os talentos da comunidade acadêmica se juntam a convidados para que, por meio da música, da poesia, do desenho, da interpretação, todos possam apreciar a arte feita no sul da Bahia, valorizá-la e desenvolvê-la.

Rans Spectro, d´OQuadro, bate papo na UFSB na terça (Foto Divulgação).

Rans Spectro, d´OQuadro, bate papo na UFSB na terça (Foto Divulgação).

A professora Cynthia Santos Barra, coordenadora do BI em Artes no Campus Jorge Amado, acredita que esta iniciativa traz um imenso ganho, “tanto para o curso, que ganha um espaço de reafirmação de sua capacidade produtiva, criativa, quanto para a região, que vê sua arte sendo vivenciada, a princípio, no espaço acadêmico e, em seguida, nas ruas, praças e escolas das nossas cidades”.

Aqueles que desejarem conhecer mais do projeto e acompanharem sua programação, podem seguir a página do Universarte: https://www.facebook.com/universarteufsb

A visita de Rans Spectro, da Banda OQuadro, faz parte de uma iniciativa do professor Felipe de Paula, como parte das atividades do componente Campo das Artes: saberes e práticas. “Como esse componente se destina a ser o primeiro contato dos graduandos em Artes com sua área de formação, pensei: por qual motivo não deveríamos debater alguns conteúdos do curso com artistas da região? Nessa lógica, já recebemos a poeta Daniela Galdino, os atores Ely Izidro e Márcia Mascarenhas e, agora, é a vez de Rans Spectro”, afirma o professor.

Com o tema Hip-hop: arte, território e identidade, Rans estará presente na turma de Campo das Artes falando sobre os modos que a arte do hip-hop dialoga com a identidade de um território, de suas vivências com OQuadro na relação com a constituição de uma arte universal que também não deixa de ser sul baiana.

O papo acontece na noite de terça, a partir das 19 horas. “Embora seja uma ação direcionada aos estudantes de artes, todos serão bem vindos para integrar forças na construção do conhecimento. A universidade, suas ações e saberes, são públicos”, afirma Felipe de Paula.

“TEODORICO MAJESTADE” EM ILHÉUS E ITABUNA

Teodorico Majestade nos palcos de Ilhéus e Itabuna (Foto Karoline Vital).

Teodorico Majestade nos palcos de Ilhéus e Itabuna (Foto Karoline Vital).

Um dos grandes sucessos do Teatro Popular de Ilhéus está de volta. A peça teatral Teodorico Majestade – As últimas horas de um prefeito será apresentada na próxima sexta-feira (17), às 20h, na Tenda Teatro Popular de Ilhéus, localizada na Avenida Soares Lopes.

Já no sábado (18) e domingo (19), no mesmo horário, é a vez do itabunense assistir à peça, no Teatro Zélia Lessa, ao lado da Escola Profissionalizante Zélia Lessa, no centro da cidade.

Em Teodorico Majestade, uma sátira política em cordel, o público pode conferir o drama do prefeito da fictícia cidade de Ilha Bela, acuado em seu gabinete, cercado pela população revoltada com suas trapaças.

Boca-suja e beberrão, o alcaide se vê abandonado pelos seus comparsas e, em um ato de desespero para se manter no poder, tenta negociar com o povo.

Com dramaturgia e direção de Romualdo Lisboa, Teodorico Majestade tem classificação indicativa de 14 anos. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria da Tenda (R$ 20,00 e R$ 10,00) e do Teatro Zélia Lessa (R$ 14,00 e R$ 7,00).

O Teatro Popular de Ilhéus é uma das 15 instituições apoiadas pelo programa Ações Continuadas a Instituições Culturais, iniciativa da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult-BA), por meio do Fundo de Cultura da Bahia (FCBA).

TPI RECEBE TEMPORADA DO “VERÃO CÊNICO”

Espetáculo "Nas alturas" é atração do Verão Cênico em Ilhéus.

Espetáculo “Nas alturas” é atração do Verão Cênico em Ilhéus.

A Tenda Teatro Popular de Ilhéus (TPI) foi um dos espaços escolhidos para sediar parte da programação da terceira edição da Temporada Verão Cênico. Na próxima quarta-feira (26), estreia A conferência, do Oco Teatro Laboratório, de Salvador.

Nos dias 27 e 29, antes de A conferência, o público poderá assistir ao número circense Nas alturas, do Circo Redondo e Daniela Frantz, de Ibicoara. No dia 2 de dezembro, A Outra Companhia de Teatro, de Salvador, apresenta O que de você ficou em mim. Os ingressos custam R$ 10 e R$ 5 e as apresentações começam às 19 horas.

A Conferência discute relações sociais, incluindo relações de poder, migração e política, com uma pitada de bom humor. Em cena, o caos urbano, o bombardeio de informações, a poluição visual e sonora, o consumo exacerbado e a perda de valores. O espetáculo exprime o conceito e a estética da obra “As Cidades Invisíveis”, do escritor italiano Italo Calvino. A montagem é dirigida por Luis Alonso, que também assina a dramaturgia com Paulo Atto. A classificação indicativa é 16 anos.

Integrando a categoria “Mostra Cenas Curtas” da Temporada Verão Cênico, Nas Alturas mescla técnicas de dança contemporânea e de acrobacia aérea em tecido. Através de movimentos ritmados no solo e no ar, a performance foge dos padrões clássicos do circo, reinventando o uso do tecido de forma fluida. A criação e performance é de Daniela Franz.

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ITABUNENSES SÃO APROVADOS NO BOLSHOI

Alunos aprovados na seletiva do Bolshoi com Vane e dirigentes da Marimbeta e Ficc.

Alunos aprovados na seletiva do Bolshoi com Vane e dirigentes da Marimbeta e Ficc.

Seis bailarinos itabunenses foram aprovados em seletiva do Teatro Bolshoi no Brasil. A seletiva foi realizada no último final de semana (17, 18 e 19), em Joinville (SC), confirmando os nomes de Giovana Assis Genovez, Jadson Santos, Lauanny Santos Batista, Pedro Guilherme Medina Silva, Sthefany Aragão Souza e Watson Conrado, além da itajuipense Gleyce Kelly.

Confira a lista completa

Os alunos foram aprovados em audição final realizada em Santa Catarina. Antes, foram selecionados há um mês em Itabuna. De acordo com a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, os alunos serão matriculados em novembro para as aulas em 2015.

Três dos aprovados no Bolshoi são alunos da Fundação Marimbeta, em Itabuna. São eles Jadson Santos, Lauanny Santos e Watson Conrado. Os alunos viajaram a Santa Catarina com custos cobertos pela Prefeitura de Itabuna.

FESTIVAL INTERNACIONAL DE CAPOEIRAGEM

capoeiragemSerá realizado no Forte da Capoeira-Santo Antônio, em Salvador, desta quarta-feira (15) até sábado (18), o IV Festival Internacional de Capoeiragem. O evento reúne a elite mundial da capoeira e conta com a presença de mestres, contramestres, educadores, estudantes, praticantes e convidados de todos os continentes.

O festival, que tem a empresa Cidadelle como patrocinadora, é considerado um dos maiores eventos internacionais da capoeira. É uma promoção do Grupo CTE Capoeiragem, dirigido pelo Mestre Balão, e tem como objetivo a vivência e o intercâmbio entre vários países. Na programação, haverá palestras, cursos, turismo e oficinas de movimentos, percussão, música, ritmo e apresentações de vídeos que abordam a cultura, a arte e a história da capoeira no Brasil e no mundo.

O encontro terá tendas com artesanato e comidas típicas, além do Espaço Criança. Na abertura, serão homenageadas duas grandes personalidades: o historiador Fred Abreu (in memoriam) e Mestre Gigante, o mais antigo do mundo. As inscrições serão realizadas no local até 30 minutos antes de iniciarem as atividades do dia. As oficinas do Espaço Criança serão gratuitas.

A diretora de Marketing da Cidadelle, Martina Teixeira, afirma que o patrocínio ao evento tem a ver com a proposta da empresa de “participar do fortalecimento da cultura e do turismo baianos, além de integrar pessoas de várias procedências quanto ao papel histórico de Salvador como centro das culturas e artes afrobrasileiras”. No sul da Bahia, a Cidadelle tem apoiado eventos culturais de música e teatro.

INSCRIÇÕES PARA CURSOS E OFICINAS ARTÍSTICAS

O Teatro Popular de Ilhéus encerra no dia 28 as inscrições para seus cursos e oficinas artísticas, visando à formação de turmas que começam a ter aulas em março. Ha vagas para os cursos de bateria e percussão, dança criativa para crianças e jovens, canto popular, violão e guitarra, instrumentos de sopro e dança afro.

As inscrições podem ser feitas na Casa dos Artistas, de segunda a sexta, das 14 às 18 horas. É possível ainda obter informações pelo telefone 73.4102-0580.

TITÃS JUNTOS PARA COMEMORAR 30 ANOS DE BANDA

A formação original do Titãs, há 30 anos (Foto Arquivo Estadão).

A presidente Dilma Rousseff não deve ir ao próximo show dos Titãs, nem aparenta ser uma fã de carteirinha da banda, mas sua retórica não dispensou “a comida, diversão e arte” ao entregar o Ministério da Cultura à Marta Suplicy. O “efeito titânico”, que já foi mais retumbante, ainda sobrevive no senso comum, nas ondas do rádio, no coração de muitos fãs e até nos discursos oficiais.

Daqui a uma semana, em 6 de outubro, ele estará mais vivo do que nunca. Subirão ao palco do Espaço das Américas, em SP, todos os integrantes do grupo que ajudou a moldar a cena pop/rock brasileira – ainda há ingressos para apresentação. Desde o Acústico MTV, em 1997, eles não dividiam o mesmo holofote. O motivo para a reunião é de festa: os Titãs completam 30 anos de existência.

“A gente nunca cogitou terminar”, diz o guitarrista Tony Bellotto, mesmo com as baixas sofridas ao longo destas três décadas. Além da morte de Marcelo Fromer, em 2001, Arnaldo Antunes, Nando Reis e Charles Gavin deixaram a formação, que estreou em 1982 com nove pessoas. Ciro Pessoa e André Jung fizeram parte do primeiro time, mas logo saíram. Gavin entrou em 1984 e é o mais recente a “jogar a toalha”, em 2010. Segundo ele, estava ficando impossível conciliar a exigente agenda de shows e o tempo com suas duas filhas.

Confira a íntegra no Estadão (clique aqui).

O FIM DA TURNÊ DE “TEODORICO” EM ASSENTAMENTOS

Teodorico Majestade encenada no Assentamento Dom Hélder (Foto Karoline Vital).

A turnê de Teodorico Majestade, as últimas horas de um prefeito será encerrada no assentamento rural Bom Gosto, em Ilhéus, na tarde deste domingo, 5. O encerramento ocorre, justamente, por onde tudo começou, como explica o diretor do Teatro Popular de Ilhéus (TPI), Romualdo Lisboa. “Vimos [no Bom Gosto] que seria possível a circulação por assentamentos”, informou o diretor Romualdo Lisboa.

A turnê passou por 22 assentamentos de Ilhéus, Una, Canavieiras, Santa Luzia e Itacaré, financiado pela Funarte. A proposta da peça é falar sobre corrupção e consciência política, quando a peça mostra a força do povo para cobrar dos políticos eleitos. A experiência de levar a peça aos assentamentos tem sido experiência das mais ricas para o TPI, segundo Lisboa:

– É uma troca de experiências e impressões. Contamos nossa história e também ouvimos os assentados, que muito batalharam para conseguir suas terras e ainda lutam por melhorias diárias.

ITABUNA: PAINÉIS RELIGIOSOS CORREM RISCO

A edição dominical de A Tarde traz a denúncia de que nove painéis sacros e uma escultura estão em completo abandono na Igreja de Santa Maria Goretti, no bairro da Mangabinha, em Itabuna. Pintados há 46 anos pelo padre passionista italiano Tito Amodei, os painéis que servem de decoração no interior do templo católico, retratam a vida da santa católica e mártir italiana e a Via Sacra.

Na matéria, a jornalista Ana Cristina Oliveira informa que para o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac), a Prefeitura e a Câmara de Vereadores têm obrigação de zelar pelo patrimônio, artistico, histórico e cultural da cidade, o que incluiria as referidas obras. Mas, a julgar pelas declarações do secretário municipal de Governo, Carlos Burgos, publicadas no jornal da capital, por nenhuma providência deve se esperar.

O secretário dá de ombros para uma lei municipal que determina a manutenção das obras  e não demonstra se importar com os potenciais riscos de perda do patrimônio artístico-religioso.






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