WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
festival chocolate






alba








junho 2019
D S T Q Q S S
« maio    
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
30  

editorias






:: ‘Azevedo’

ELES FUMARAM O CACHIMBO DA PAZ

Um fenômeno ocorreu nessa sexta-feira, em Itabuna. Não pode ser classificado como milagre, porque já estava no script e era algo que os dois não viam a hora de realizar, mas bem que poderia ser considerado um prodígio de políticos.

Depois de um retaliar o outro, o outro rebater o um, eis que Loiola e Azevedo voltaram às boas. E, para demonstrar ‘que não guarda mágoas’, Azevedo re-autorizou a obra da discórdia no bairro Santa Inês, aquela que havia sido pedida por Loiola e foi suspensa assim que a Câmara decidiu não votar a reforma tributária do município, no dia 23 de dezembro.

O povo será beneficiado com a atitude dos dois, não resta dúvidas. Mas, pensando bem, será que esse detalhe passou pela cabeça da dupla que comanda os principais poderes do município?

PRA DAR E VENDER

No apagar das luzes de 2009, o prefeito Capitão Azevedo (DEM) propôs votar, em regime de urgência, uma reforma do Código Tributário municipal. Um dos artigos jogava à estratosfera o ‘reajuste’ da Contribuição de Iluminação Pública (CIP), aquela taxinha que incide mensalmente sobre a conta de luz dos pobres mortais.

Um gozador de plantão disse que o aumento de 100% da CIP era para custear um projeto inovador de Azevedo, a “iluminação diurna”, como se vê na praça José Bastos, centro de Itabuna. Ô, zorra.

Sol a pino, céu azul e a "iluminação diurna" na praça José Bastos.

Sol a pino, céu azul e "iluminação diurna" na praça José Bastos.

“NÃO TENHO COMPROMISSO COM NENHUM CANDIDATO”

.

O vereador Raimundo Pólvora (PPS), um dos caçulas da Câmara, quem diria, já está mais do que articulado. Como quem não quer nada, já se garantiu como 1º secretário da mesa Diretora da Câmara a partir de 2011, deu um “rabo de arraia” na turma da prefeitura, na votação da reforma do Código Tributário, e peitou o prefeito quando foi ameaçado com a principal arma do Executivo para dobrar os vereadores: as indicações para cargos de confiança.

“Disse à secretária dele [Azevedo] que podia tirar os cargos, na hora que o prefeito quisesse”, orgulha-se. Nesse bate-papo com o Pimenta, Pólvora revela que não tem compromisso com nenhum candidato a deputado estadual – o que inclui, claro, seu correligionário e colega de vereança, Clóvis Loiola. “Não tenho compromisso com nenhum candidato. Estou esperando o partido me indicar um nome”. A seguir, a entrevista.

O senhor, assim como vários outros vereadores, foi assediado pelo Executivo para garantir a votação do projeto de reforma do Código Tributário do município, no final de dezembro. Como foram essas conversas?

O prefeito esteve em minha casa, me pedindo para votar no projeto de reforma tributária. Não garanti a ele que faria isso. Ele queria que eu assinasse um documento me comprometendo a votar a favor do projeto. Analisei aquilo achei melhor não assinar.

O senhor se negou a assinar, mas chegou a afirmar que não ia votar?

Primeiro me neguei a assinar. Depois pensei no que aquele voto poderia representar para mim, diante da sociedade. Sabia que ia ser polêmico, porque a gente não teve tempo de estudar o projeto, e o que eu soube é que poderia prejudicar a população. Decidi que não iria dar um presente daqueles a Itabuna e não fui lá, no dia da votação.

O que o senhor temia, em relação aos seus eleitores e à sociedade?

Ah, não queria ser chamado de traidor, como o presidente [Loiola] está sendo. E outra, a Câmara é para ser respeitada. A gente sabe que em todos os outros municípios que reformaram seus códigos tributários, os vereadores receberam os projetos ainda em junho. Tiveram tempo de estudar direitinho. A gente aqui recebeu quase em dezembro, ainda chegou a contratar técnicos pra nos ajudar, mas não dava para aprovar a toque de caixa.

“Decidi que não iria dar um presente daqueles a Itabuna”

_________________

O senhor disse que “a Câmara deve ser respeitada”. O presidente Loiola, na sua visão, tem condições de garantir esse respeito, essa independência do Executivo, ou é preciso que o grupo de oposição assegure isso?

Quem tem que garantir isso é o presidente. Ele foi eleito para isso. O grupo deve estar unido para dar algum suporte, ser uma voz de apoio às suas decisões nesse sentido. Mas é papel do presidente garantir que o Legislativo seja respeitado.

O senhor foi retaliado pelo governo, por não ter votado no projeto do Executivo?

Eu recebi, sim, uma ligação da secretária do prefeito, dizendo que meus cargos seriam desligados. Disse a ela: ‘faço questão que vocês demitam todos’. Não aceitei aquela ameaça. Depois recebi outra ligação dela, dizendo que não era bem assim que a coisa devia ser feita, essas coisas.

Quantos cargos o senhor indicou no município?

Tenho sete cargos, num valor de R$ 5.200 por mês. Se fossem demitidos, eu iria arcar com a minha responsabilidade. Fome eles não iriam passar.

É possível saber, hoje, quem é oposição e quem é situação na Câmara?

Aquele grupo dos sete andou tendo umas baixas, mas parece que está voltando. Se não sete, possivelmente seis. Mas, com certeza, mesmo, parece que só vamos  ter cinco. Porque com o presidente não dá pra contar. E você sabe que tem um dos que eram nossos que está todo dia no gabinete do prefeito… Esse já é dele [Azevedo]. Porque vereador em gabinete de prefeito quer cargo, e disso esse vereador gosta muito. Não existe conversa de prefeito com vereador, que não seja política, voto, compromisso.

“Vereador em gabinete de prefeito quer cargo”

________________

E quem é esse vereador?

Prefiro não dizer o nome.

Ok, vamos por outras vias: qual é o mapa da câmara hoje?

Temos eu, Roberto de Souza, Claudevane Leite, Wenceslau Júnior, Ricardo Bacelar. Soube que o Dr. Gérson está voltando ao grupo e tem Loiola, que a gente não pode confiar como sendo da oposição. Do outro lado tem Milton Gramacho, Milton Cerqueira, Ruy Machado, Didi do INSS, Rose Castro e Solon Pinheiro. [surpreso com seu ‘fora’]: Ah, meu Deus, já disse o nome do vereador. É Solon Pinheiro, você já sabia mesmo…

O que gosta de cargos e está todos os dias na sala do prefeito?

Sim.

Não se preocupe. A cidade já sabia. Uma pergunta simples: o senhor vota em Loiola para deputado, já que são os dois do mesmo partido?

Essa pergunta é muito complicada… muito complicada…

Vamos refazer: o senhor tem compromisso com algum candidato a deputado?

Não. Com nenhum. Disse ao meu partido, o PPS, que vou esperar eles me indicarem o candidato. O PPS é um partido muito sério, você sabe, e eles só vão permitir apoio a quem for da coligação. Mas eu fiz uma proposta ao partido: eles me indicam o nome, dou meu apoio para estadual, e eu escolho o meu federal. Estou aguardando uma resposta.

Pelo jeito, se o partido não disse quem é o estadual, nem eles estão com Loiola… Mas não vamos entrar nisso.

É, não vamos entrar. Mas fiz essa proposta, e estou aguardando.

Finalizando: o que aconteceu no dia da votação para criação da CEI da Saúde?

Quando eu estava no plenário, a matéria estava em discussão. Eu era favorável à criação. Recebi uma ligação de minha esposa e fui atender, achando que a discussão ainda ia demorar, que daria tempo eu voltar. Quando retornei já tinham votado. Mas faltou um voto também, que foi do Dr. Gérson. Agora temos que entrar no Ministério Público.

DE PAPEL PASSADO

Pólvora: Azevedo queria voto de papel passado

Pólvora: Azevedo queria voto de papel passado

Falando sobre o episódio da polêmica votação do projeto de reforma tributária de Itabuna, o vereador Raimundo Pólvora fez interessantes revelações ao Pimenta, em uma entrevista que será publicada ainda hoje.

Uma delas diz respeito à garantia que o prefeito Capitão Azevedo queria dele, de que compareceria à sessão e votaria no projeto do Executivo. Na falta de fios de bigode no rosto do parlamentar, o prefeito aceitou uma assinatura de documento, como garantia do compromisso.

“O prefeito veio à minha casa, pedindo que eu participasse da sessão e votasse pela aprovação do projeto. Queria que eu assinasse um documento, me comprometendo com a votação em seu projeto. Não aceitei, e fiz o certo”.

Outras dessa, ainda hoje, na entrevista com o vereador.

GERSON NASCIMENTO NA MIRA DE AZEVEDO

Gerson: na mira do Capitão Azevedo (Foto Duda Lessa).

Gerson: na mira do Capitão Azevedo (Foto Duda Lessa).

A vereadora Rose Castro (PR) conhece bem a “tesoura” do prefeito Capitão Azevedo (DEM). Ao votar contra o governo, em setembro passado, perdeu todos os cargos na administração. De repente, se viu obrigada a “pedir perdão” e reconciliar-se. E só assim todas as suas indicações voltaram a ocupar os cargos de confiança na gestão do democrata.

No final do ano passado, os vereadores Clóvis Loiola e Raimundo Pólvora, ambos do PPS, tiveram posição dúbia, na avaliação do governo, durante a refrega do projeto de Reforma Tributária. Resultado: todos os ocupantes de cargos comissionados indicados pela dupla não receberam salário de dezembro. Dentre as vítimas da retaliação de Azevedo, a esposa de Loiola, uma amiga íntima, o filho e o Pastor Sandro.

Eis que, na lista dos vereadores retaliados, também passou a figurar o vereador Gerson Nascimento, também presidente do PV itabunense. Suas indicações não deverão receber o salário de janeiro, segundo informam fontes do centro Administrativo Firmino Alves. Gerson faltou à sessão fatal que votaria o projeto de reforma tributária.

Todas as indicações do verde ocupam cargos na estrutura da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa), que, geralmente, paga os salários no dia 20 de cada mês. Como a reforma ficou para ser votada no dia 22 de dezembro, não houve tempo para a “tesoura” sobre os salários das indicações de Gerson. Mas 20 de janeiro está bem pertinho.

O prefeito espera que todos rezem na sua cartilha – e direitinho. Do contrário, adeus benesses.

CAI O HOMEM DA ARRECADAÇÃO EM ITABUNA

Otaviano Burgos.

Otaviano Burgos.

O prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo (DEM), não realizou a reforma administrativa prometida para dezembro passado, mas teve que exonerar Otaviano Burgos do cargo de diretor do Departamento de Tributos.

Nada a ver com uma decisão político-administrativa. O prefeito foi obrigado a acionar a caneta, por determinação do Ministério Público Estadual, que está jogando duro contra o nepotismo na gestão de Azevedo.

A exoneração foi assinada pelo chefe do Executivo ainda ontem à noite. Otaviano caiu porque responde diretamente ao secretário de Fazenda, Carlos Burgos. O sobrenome já indica parentesco, nepotismo. Trata-se do pai do exonerado.

Na prefeitura, ainda há a advogada Juliana Burgos, que comanda a Procuradoria-Geral do Município. Ela é filha do secretário e irmã de Otaviano. Mas Juliana, por decisão do Tribunal de Justiça da Bahia, fica. Pelo menos, até segunda ordem. Leia mais sobre a exoneração no blog Políticos do Sul da Bahia.

MENOS, ATHAYDE!

A prefeitura de Itabuna precisa dar um “freio” no chororô das perdas de receita. O secretário de Planejamento, Maurício Athayde, aqueeele árduo defensor da reforma tributária escorchante, afirmou que o município foi desfalcado pela crise econômica em R$ 61 milhões em 2009, no comparativo com 2008.

Mentira. Essa perda ficou em, no máximo, R$ 25 milhões. Eles incluem nesta conta os R$ 36 milhões pagos em 2009 pelos serviços de média e alta complexidade da saúde.

Da forma como o secretário quer fazer crer, parece que a prefeitura continua sendo a responsável por estes pagamentos. Outra mentira. Os recursos da média e alta complexidade continuam vindo (e, agora, sendo corretamente aplicados na saúde). Os R$ 36 milhões, hoje, são geridos pelo governo do estado, responsável pelo pagamento à rede conveniada.

A administração do prefeito Capitão Azevedo tem erros e acertos (e tem acertado acima do nível do seu antecessor!). Por isso, não precisa de malandragem contábil/orçamentária para justificar falhas, principalmente na saúde.

Transparência não é isso.

O PRANCHÃO DE AZEVEDO

Os gozadores de plantão já encontraram apelido refinadíssimo para o relógio do centenário de Tabocas City. É o “Pranchão de Azevedo”.

O apelido, claro, tem a ver com o formato do “technos” instalado na praça Adami, tal qual uma prancha de surf.

(E para combinar com tudo isso, aquela marquinha do centenário, que apresenta um sol de rachar e um azul piscina…).

Pronto!

Relógio ganhou apelido: "pranchão de Azevedo".

Relógio ganhou apelido: "Pranchão de Azevedo".

AZEVEDO RETIRA PROJETO DE REFORMA TRIBUTÁRIA

.

Depois de toda a polêmica e uma série de pre$$ões sobre vereadores da base aliada e da oposição (relembre aqui), o prefeito Capitão Azevedo (DEM) decidiu retirar o projeto de reforma do Código Tributário municipal. Um ofício comunicando da decisão será enviado à Câmara na manhã desta terça-feira, 29, segundo informações.

O prefeito reconhecerá que o anteprojeto enviado ao legislativo possui inúmeros equívocos e destaca, dentre eles, o que confere ao secretário da Fazenda, Carlos Burgos, o poder de conceder (ou não) perdão aos contribuintes em dívida com o município. Na prática, Burgos passaria a ter mais poderes que Azevedo.

Na semana passada, o prefeito fez visitas a vereadores para que o projeto fosse aprovado numa sessão da quarta, 23. A oposição foi para cima e o governo acabou derrotado. Dentre outras medidas, o projeto aumentava em 50% o valor do IPTU e a Contribuição de Iluminação Pública (CIP) teria aumento de 100%.

A derrota de Azevedo é atribuída à inabilidade da base governista na Câmara, Milton Gramacho à frente, e ao cerco da oposição, que contou com apoios de empresários e entidades como Associação Comercial de Itabuna (ACI) e Sindicato do Comércio (Sindicom).

DRAGON – IMPAGÁVEL!

.

www.dragonx.com.br

“QUEM CONVOCOU [A SESSÃO] FOI O PREFEITO”, DIZ LOIOLA

Pega fogo o gabinete do presidente da Câmara, Clóvis Loiola. O primeiro-secretário da Câmara, Roberto de Souza, ameaçou pedir a cassação do presidente se Loiola realizar a sessão para votar o projeto de reforma do Código Tributário.

Isso, porque o presidente, na frente dos vereadores e empresários itabunenses, disse não ter convocado a sessão. Roberto foi para cima do presidente, que “entregou” o jogo:

– Quem convocou [a sessão] foi o prefeito, Roberto -, respondeu Loiola.

O primeiro-secretário afirmou que entraria com pedido de cassação do presidente por aceitar a imposição do prefeito, numa clara ingerência do Executivo no Legislativo. O pedido teria, pelo menos, cinco assinaturas favoráveis.

PRESIDÊNCIA ADIA VOTAÇÃO DO CÓDIGO TRIBUTÁRIO

O presidente da Câmara, Clóvis Loiola, aceitou sugestão dos vereadores oposicionistas e adiou a sessão que votaria, nesta quarta-feira, 23, o polêmico projeto de reforma do Código Tributário. Uma audiência pública foi marcada para a próxima segunda-feira, 14h. O acordo teve a participação de lideranças do comércio.

A oposição, no entanto, ainda não arredou pé do plenário. Desconfia que o presidente vá dar um “zignal” e realizar sessão apenas com os vereadores da base governista. O projeto precisa de apenas sete votos para ser aprovado.

Mais informações em instantes.

GOVERNISTAS NÃO DESISTIRAM DE VOTAR REFORMA

A bancada governista, com o apoio do presidente da Câmara de Vereadores, Clóvis Loiola (PPS), não desistiu de votar o projeto de reforma tributária ainda nesta quarta, 23.

O próprio presidente é quem abrirá as portas da Casa para que o projeto – que aumenta o IPTU em 50% e a Contribuição de Iluminação Pública (CIP) em 100%, seja votado às 14h.

O clima promete esquentar.

LIGAÇÃO EXPLOSIVA

O ouvido do prefeito Capitão Azevedo (DEM) doeu ontem. Ao visitar o vereador Raimundo Pólvora (PPS) para sugerir assinatura no que seria uma “ata de sessão” ocorrida, o prefeito recebeu um não e acabou por falar com o primeiro-secretário da Câmara, Roberto de Souza (PR), por telefone.

Roberto ligava para o colega a fim de tratar de assunto explosivo às vésperas do Natal, o projeto de reforma do Código Tributário Municipal. Pólvora, então, passou o telefone para Azevedo.

O edil “calibrou” nos tímpanos do prefeito:

– O senhor foi eleito para prefeito ou vereador? Respeite a Câmara.

Do outro lado, Azevedo, meio tonto, disse ao primeiro-secretário que preferia falar com ele em outro momento, pois Roberto estava “nervoso”.

Antes que encerrasse a ligação, o prefeito ainda ouviu um alerta: se acontecer, de fato, a sessão programada para as 11h de hoje, é melhor se preparar.

Nem mesmo a bancada governista entende porque a sanha de Azevedo em ver aprovado o projeto de reforma tributária cheio de distorções e que, avalia, lesa o contribuinte.

WAGNER PRESENTEIA, E AZEVEDO ARROCHA EM PLENO NATAL

.

Luís Sena

Enquanto o governador Jaques Wagner anuncia presentes estratégicos para nossa cidade, o prefeito José Nilton Azevedo envia para a Câmara uma atualização no Código Tributário, arrochando os munícipes com aumento super-significativo no IPTU, Contribuição de Iluminação Pública (CIP), a antiga Taxa de Iluminação, e outros.

Que o municipio necessita de uma revisão no Código Tributário, isso todos nós reconhecemos, mas a proposta elaborada eleva e, com certeza, achaca o cidadão, principalmente os contribuintes do IPTU e da taxa de iluminação, justamente a grande parcela da sociedade que clama por beneficamentos nas suas ruas e bairros e convive com a falta do serviço de iluminação pública eficiente.

O município necessita adotar uma política de aumento de arrecadação baseados em alguns princípios e a realidade do perfil da massa de seus contribuintes. Assim, deve buscar formas atualizadas de novas contribuições, aumentando sua receita própria, sem com isso afugentar empreendendores éticos e compromissados com o objetivo social e taxando exemplarmente o especulador.

O envio da proposta em questão, no final dos trabalhos legislativo,no pleno clima natalino, escamoteia e dificulta a participação da sociedade no debate e aprimoração de uma proposta ideal. Os vereadores estão com uma bomba no colo e a responsabilidade de ainda este ano aprovar tais medidas para que elas possam ser colocadas em prática em 2010.

Minha intenção neste artigo é conclamar maior participação da comunidade no sentido de conhecer o que está sendo proposto pelo gestor e que, com certeza, irá influenciar no bolso de cada itabunense em 2010, justamente no centenário de nossa cidade.

Luís Sena é professor, bancário e ex-vereador de Itabuna

BARRAGEM QUE RENDE

Ontem, o prefeito Capitão Azevedo (DEM) e o secretário estadual de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Afonso Florence, tiveram audiência para discutir detalhes técnicos da construção da barragem no rio Colônia, em Itapé.

A audiência ocorreu na Sedur. Azevedo, a todo instante, revelava a sua preocupação com os fazendeiros e, obviamente, a indenização sobre as áreas que serão inundadas com a construção da barragem.

Com ar quase impaciente, Afonso olhou para Azevedo e para o deputado estadual Luiz Argôlo (PP) e tratou de dar o “remédio” para a aflição do prefeito. Disse a Azevedo que não se preocupasse com os fazendeiros, mas com a lei. E reforçou: a lei – pelo menos nesse caso – está a favor da grande maioria (mais de duzentas mil pessoas, bem entendido!).

A partir daí, o papo fluiu melhor.

ALARME

Uma pesquisa contratada por um grupo de oposição constatou o que se sente na rua: após um período de tempestades, o prefeito Capitão Azevedo (DEM) voltou a recuperar a popularidade.

Lembra daquela patrulha mecânica que espalha cascalho na periferia e alegra aquela parte da população desprovida de “carinho” do poder público? É justamente ela quem mais reforça esse ganho do capitão.

Não é à toa que políticos de diversos campos estão brigando pelo apoio do homem pula-pula da Estrela.

ARGÔLO ATIRA NO CARLISMO E DEFENDE APOIO DE AZEVEDO A WAGNER

Argôlo critica carlismo e defende Azevedo com Wagner em 2010 (Foto A Região).

Argôlo critica carlismo e defende Azevedo com Wagner em 2010 (Foto A Região).

De origem carlista e seguidor do ex-governador Paulo Souto, o deputado estadual Luiz Argôlo (PP) concedeu entrevista ao jornal A Região e deu estilingadas em seu antigo grupo político e defendeu que o prefeito Capitão Azevedo, do DEM, marche junto com o governador Jaques Wagner (PT) em 2010.

Eleito em 2002 o deputado mais jovem da história da Bahia, com 21 anos, Argôlo cita a sua própria história para condenar os carlistas, espécie quase em extinção. Segundo ele, o PP possuía uma boa bancada de deputados federais e estaduais, mas foi “podado” pelo grupo do ex-senador ACM. Nem mesmo uma só secretaria o partido comandava.

Argôlo lembra dos novos tempos da política baiana, de decisões e poder compartilhados. E reforça que a tendência natural de Azevedo, prefeito de Itabuna, é apoiar a reeleição de Wagner, pelas ações implementadas por parte do estado no município sul-baiano.

Quem também compartilha da ideia de apoio do democrata ao petista em 2010 é o secretário de Administração, Gilson Nascimento. Homem forte do governo de Azevedo, Gilson afirmava na solenidade de quarta-feira, 16, que as obras anunciadas por Wagner facilitavam o apoio do prefeito ao governador. “Agora fica mais fácil”, dizia o secretário, ouvido atentamente – e de perto – pelo Pimenta.

Leia a íntegra da entrevista n´A Região.

O “PISCINÃO” DE AZEVEDO

piscinãodeazevedo








WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia