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:: ‘bahia’

O INDICADO DO PDT PARA A SECTI

O PDT vai indicar o professor Eduardo Ramos, da Faculdade de Agronomia da Ufba, para o cargo de secretário de Ciência e Tecnologia do Estado. A informação foi divulgada na edição de hoje do jornal A Tarde, que a recebeu de fonte com trânsito no governo.

O governador Jaques Wagner teria tratado do assunto ontem, em conversa com o ministro do Trabalho, Carlos Luppi.

BAHIA, DE JAEL, VENCE A TERCEIRA SEGUIDA

O tricolor-de-aço engrenou? Se é para valer, ninguém sabe, mas o Bahia venceu a terceira partida seguida. O time bateu o São Caetano, por 3×1, no estádio Pituaçu, em Salvador. A torcida lotou o estádio e empurrou o tricolor. A equipe está agora em nono lugar, com 30 pontos.

O primeiro gol foi marcado por Jael, aos 18 minutos do primeiro tempo. O segundo e o terceiro foram marcados pelo atacante Nadson, ex-Vitória. O atacante ampliou para o Bahia aos 25 minutos do primeiro tempo. Aos 17 minutos da segunda etapa, Nadson marcou o terceiro.

O São Caetano teve uma forcinha do Bahia para fazer o de ‘honra’. Wendel, atacante do time azulão, chutou e a bola deu uma resvalada em Bebeto. Gol. O próximo jogo do Bahia será contra o Ceará, no sábado, às 16h10min (estádio Castelão). O São Caetano enfrentará o Vila Nova (GO), no Anacleto Campanela.

Abaixo, os gols da vitória do tricolor, embalado por 31 mil torcedores.

BOMBOU NO YOUTUBE

PROFESSORA BAIANA DEMITIDA POR DANÇAR ‘TODO ENFIADO’

A dança da professora custou seu emprego e o sossego

A dança da professora custou seu emprego e o sossego

Uma dança ‘sensual’, numa pagodeira de Salvador. Até aí, nada demais. Mas a dança em questão foi sensual ao extremo e, pior, foi parar no site youtube.com. Foi o que bastou para uma professora do ensino fundamental, de 28 anos, ser demitida do trabalho em uma escola particular da capital e sua vida “virar um inferno”, segundo conta seu advogado.

No clipe, a fessora competia com outras duas dançarinas durante uma apresentação do grupo de pagode O Troco. A banda tem como característica convidar mulheres da platéia para dançar no palco. Não seria nada demais, não fosse a profundidade da coisa.

A música que levou O Troco ao estrelato por lá tem o sugestivo nome de “Todo enfiado”. O vídeo já teve mais de 100 mil acessos. Se quiser ser mais um nessa multidão, clique aqui. Mas, saiba que a coreografia faz jus – completamente – ao título, e pode ser necessário tirar os menores da frente do computador.

INAUGURAÇÃO DA SALA DO ADVOGADO NO FÓRUM DE ILHÉUS

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O presidente da OAB / Bahia, Saul Quadros, estará em Ilhéus hoje (28) para a inauguração da Sala do Advogado, no Fórum Epaminondas Berbert de Castro. A solenidade está programada para as 16 horas e contará com a participação do presidente da OAB em Ilhéus, Deusdete Machado de Sena Filho, do conselheiro Nei Viana e do secretário-geral da Seccional, Antônio Menezes.

Às 19 horas, na sede ilheense da OAB, haverá a outorga do diploma de honra ao mérito Ernesto de Sá para ex-presidentes da Subseção.

VELOSO DIZ QUE MANTERÁ CARGOS

O deputado federal peemedebista Ramundo Veloso está certo de que manterá seus indicados para cargos estaduais, sem ser afetado pelas consequências do rompimento entre PT e PMDB na Bahia.

Veloso argumenta que, apesar da dissolução da aliança estadual, seu mandato continua apoiando o PT em Brasília. Portanto, entende o parlamentar, suas indicações estão a salvo de qualquer represália.

O problema é que alguns afirmam que a contrapartida para o apoio do PMDB a Lula seria a ocupação de cargos federais e, portanto, Wagner não poderia pagar a fatura de Brasília.

E aí?

BAHIA PERDE 40% DOS RECURSOS FEDERAIS

Apesar do aceno do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, as emendas da bancada baiana ao orçamento da União sofreram corte de R$ 184,5 milhões do bolo de R$ 444,3 milhões anunciados para o estado. De acordo com levantamento do jornal A Tarde, a Bahia ficará com apenas R$ 259,7 milhões, corte de 41,5%.

O corte médio para outros estados foi de 45%. A medida tem impacto negativo, principalmente, sobre as áreas de infraestrutura urbana e educação superior. Mesmo com os cortes, o governo federal havia segurado a liberação de recursos para as emendas. Deputados travaram a pauta da Câmara. Acuado, o governo sinalizou com R$ 1 bilhão a serem ‘destravados’ para atender os parlamentares em suas bases.

PASSADO, PRESENTE… FUTURO?

Daniel Thame | danielthame@gmail.com

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Num momento em que, por conta da disputa eleitoral de 2010, se tenta difundir a ideia de que o governo atual é um equívoco e que é preciso recolocar a Bahia nos trilhos do progresso e do bem-estar social, numa espécie de retomada do paraíso perdido, é de bom alvitre analisar os resultados do estudo anual sobre desenvolvimento dos municípios brasileiros.

O documento, elaborado pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) é relativo aos anos de 2005 e 2006, não por acaso os dois últimos anos do sistema que controlou a Bahia com mão de ferro por mais de duas décadas e traz números reveladores.

Como uma espécie de corolário das desigualdades sociais, neste período a Bahia apresentou o pior desempenho no comparativo de 2005 e 2006 quando o assunto é desenvolvimento.

Os dados da Firjan, que levam em conta as áreas de Emprego/Renda, Educação e Saúde, demonstram que a Bahia caiu do 18º. para o 22º. lugar em desenvolvimento. Como se fosse possível (e foi) conseguiu-se piorar o que já era ruim.

Revelam mais: dos 500 municípios brasileiros com os menores percentuais de desenvolvimento, 188 são baianos. E mais ainda: quando se consideram os 100 piores, a Bahia ampliou de 27 para 34 o número de municípios (34% deles), em comparação com a avaliação anterior.

Se faltava uma espécie de título inglório para simbolizar esse quadro vergonhoso, não falta mais: Santa Luzia, cidadezinha encravada na Região Cacaueira da Bahia, apresenta o pior índice de desenvolvimento do país, superando localidades de estados que se julgava inferiores à Bahia como Piauí, Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará.

Santa Luzia, com seus índices africanos de desenvolvimento, faz contraponto com a campeã São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, como índices dignos dos mais ricos países europeus.

Ilhéus e Itabuna também refletem a realidade baiana. Em Itabuna, houve um recuo de 1,5% (sinal de estagnação, o que não é bom). Em Ilhéus, a queda foi de 10%, o que é péssimo.
Um estado cujos indicadores de emprego/renda, saúde e educação (sentidos no dia a dia pelos baianos e apenas confirmado pelos números) o colocam na rabeira do desenvolvimento brasileiro, não se conserta da noite para o dia ou num passe de mágica.

Os avanços, e eles existem, às vezes demoram para aparecer., dada a situação de extrema desigualdade, ainda mais quando se abre mão de obras faraônicas, de grande apelo propagandístico, e se investe em projetos que melhoram a qualidade de vida dos baianos.

Saúde e Educação, além da geração de emprego e renda, devem estar entre as prioridades de qualquer governo que se proponha a reduzir o imenso fosso que separa os poucos muito ricos dos muitos muito pobres.

Que esses dados sirvam de alerta para evitar que o mantra muito bem engendrado e repetido à exaustão, ofereça um futuro que na verdade é a volta ao passado.

Um passado em que o que era cantado em prosa e verso como a terra da felicidade era o reino da desigualdade.

O rei se foi, mas os súditos e candidatos a sucessor estão aí, verdadeiros mercadores de ilusões, vendendo o que nunca entregaram e certamente nunca irão entregar.

Daniel Thame é jornalista

www.danielthame.blogspot.com

“A INFORMAÇÃO É UM DIREITO DA SOCIEDADE”

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Robinson Almeida é engenheiro eletricista, mas dedica sua energia a pensar a política de comunicação do governo Jaques Wagner. Na terça-feira (25), ele esteve em Itabuna para um bate-papo com jornalistas, radialistas, blogueiros e empresários de comunicação. Falou sobre mudanças implementadas pelo PT na Bahia e de uma transição que se opera também no que se refere ao relacionamento com a mídia.

O governo, segundo Almeida, adota critérios técnicos para desenvolver sua política de comunicação, eliminando uma prática antiga na Bahia, que era a de usar os recursos públicos para aquinhoar veículos de comunicação dos mais chegados.

O assessor geral de Comunicação Social do governo Wagner falou sobre a interiorização da mídia e trouxe números interessantes sobre a relação entre os baianos e os meios de comunicação. Segundo ele, a internet já é a terceira fonte preferencial de informação na Bahia, ficando atrás apenas da TV e do rádio. Abaixo, os principais trechos da conversa que o Pimenta teve com o secretário durante o encontro:

Pimenta na Muqueca – O governo age de forma silenciosa do ponto de vista do marketing em ações importantes na área social. Essa é uma opção?

Robinson Almeida – Nós, agora, vamos fazer uma exposição muito grande dessas ações sociais do governo. O saneamento, por exemplo, tem ações em todo o estado com abastecimento de água, cisternas numa região, poços artesianos em outra e sistemas simplificados e construção de redes de esgoto. Você tem saneamento, abastecimento de água, saúde, educação e habitação que atendem, fundamentalmente, os que mais precisam.

A opção de tolerar a posição do PMDB até o último instante atrapalhou a política de comunicação do governo?

A gente sabe da paciência e humildade [do governador]. Acho que o resultado ficou muito pedagógico, apesar de ser lento e doloroso para alguns. Todos que acompanharam esse processo viram a decisão do governador em preservar a aliança de 2006, em preservar o projeto estadual e nacional, em atender a determinação do presidente Lula [pela manutenção da aliança], mas vendo a corda [do lado do PMDB] sendo esticada, esticada…

Até que arrebentou.

No momento em que a corda rompeu, rompeu por uma decisão dos que saíram [o PMDB] e não por uma decisão do governador. Apesar de ser um processo demorado e levar a quase todos uma certa impaciência, do ponto de vista da comunicação o governador teve a virtude de ser muito didático, pedagógico.

A gente vive uma realidade diferente do discurso de vocês sobre a valorização e “interiorização” da mídia. Ocorre muitas vezes, sobretudo no interior, que o critério de mídia não é a audiência, mas a subserviência. Gostaria que você fizesse uma análise a respeito disso.

Eu acho que a gente está passando por uma transição em todos os segmentos na Bahia. A mudança de poder em 2006 instaurou uma nova forma na atividade política e na econômica. Então, a gente vive uma grande transição de um sistema patrimonialista em que as fronteiras do público e do privado não estavam bem separadas para um sistema democrático e profissionalizado.

E esta transição ocorre também entre governos e a mídia?

Acho que todos os veículos e segmentos empresariais vivem essa transição. Quanto mais profissionalismo, quanto mais critérios técnicos estiverem envolvidos nas decisões dos anunciantes e do governo, melhor para a população. A relação custo-benefício, no caso do investimento público, tem que ser preservada. A informação é um direito da sociedade e os veículos de comunicação fazem a ponte entre ela e o governo. Essa relação tem que ser pautada pelo profissionalismo e por critérios técnicos, também.

Tivemos mudança de secretário na educação. A troca de comando ficará restrita ao gabinete ou afetará também as diretorias regionais de educação?

Há uma outra situação posterior à mudança na educação, que foi a saída do PMDB. Certamente, o PMDB desocupará espaços que ocupava na estrutura do governo e, dentre estes espaços, estão as Direcs, as coordenações…

Quais são as ferramentas que o governo utiliza para definir onde anuncia?

Nós combinamos duas variáveis. A primeira, institucional, é a idéia de que o governo, enquanto promotor de políticas públicas e incentivador do mercado de comunicação, deve universalizar e chegar a todos os veículos. Porque, se eles existem é porque têm audiência. O segundo critério é o técnico, que dá a dimensão, a grandiosidade do número de pessoas que consomem aquela informação dos veículos. Então, combinamos o institucional e o técnico para atender ao mercado e cumprir o requisito técnico do melhor investimento, da melhor relação custo-benefício.

O que dizem as pesquisas do governo quanto à audiência dos meios de comunicação?

Primeiro, diz que televisão e rádio continuam tendo um peso muito grande como meio para a pessoa se informar. A televisão lidera com cerca de 60%, 65%, depois vem o rádio com 30%. A grande novidade é o surgimento da internet como terceiro meio para as pessoas se informarem, com 10,5%. Os jornais impressos ficam em quarto. Essas pesquisas nos orientam para que a informação chegue às pessoas.

Qual a participação dos jornais impressos?

É de 5%, mas os jornais impressos têm uma dimensão qualitativa. Eles organizam as pautas de outros meios. Muitas vezes a informação do rádio é proveniente da cobertura dos jornais. Eles têm um valor quantitativo de 5%, mas o seu valor qualitativo é muito superior.

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“Há um diálogo aberto com todos os setores da sociedade civil, a exemplo do segmento empresarial, que não precisa ter uma ‘parada obrigatória’ antes de desenvolver suas atividades aqui no nosso Estado”.

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Como a comunicação do governo tem usado a internet e novas plataformas de comunicação, existem projetos para a área?

Nós estamos modernizando o nosso site e a proposta estará concluída entre o final deste mês e o início de setembro. Nós entendemos que o uso da internet é muito importante para democratizar a informação porque transforma cada um de nós não apenas em consumidor, mas em produtor da informação. Com um celular, posso ter televisão, rádio, máquina fotográfica e ali ter multimídias para produzir conteúdo e, com a internet, distribuir conteúdo. Estamos desenvolvendo mecanismos de comunicação para o site, para que lá se encontre tudo que uma plataforma digital pode oferecer. A nossa estrutura da Agecom é voltada para a população em geral, mas ela tem como foco os veículos de comunicação. No site, os veículos encontram as informações oficiais de uma forma fácil e com a tecnologia mais adequada possível (vídeo, áudio, imagem, textos).

Existe interesse de popularizar o site, atrair a população em geral?

Nós temos uma média de cinco mil, seis mil acessos diários ao site. Cremos que a maioria dos acessos vem de internautas, outra parte é de profissionais de comunicação que vão divulgar ou produzir matérias a partir do conteúdo disponibilizado pelo governo. Então, nós combinamos essas duas dimensões, mas não podemos perder o foco de que a informação oficial é postada naquele meio e esta é a forma mais rápida e eficiente de distribuí-la, porque os profissionais vão beber daquela fonte, buscar a informação com segurança, credibilidade para reproduzi-la.

Como você vê a disputa política dentro da internet. Você acha que ela será cada vez mais caótica ou está dentro de limites?

Depois da eleição de Obama nos Estados Unidos, houve um despertar do mundo político para essa ferramenta e ela passou a ser indispensável nas ações, não só da atividade política, mas da atividade de governo. As novas gerações estão sendo formadas, utilizando essa ferramenta. Minha filha tem 11 anos e não lê os jornais impressos, mas ela acessa a internet e vê os conteúdos. As novas gerações estão desenvolvendo os seus hábitos de leitura e consumo de informação diretamente do computador e da internet. Então, essa é uma dimensão inexorável na vida moderna e, como toda atividade que está em desenvolvimento, ela convive com a situação de liberdade para evoluir e necessidade de parâmetros para organizar. Então é essa dualidade que nós vamos viver no próximo período, às vezes tendo necessidade de uma organização melhor, disciplinando o seu funcionamento, e às vezes uma liberdade maior para evoluir e alimentar sua potencialidade.

Jaques Wagner foi eleito como uma promessa de mudança. Qual a avaliação que pode ser feita entre a promessa e a realidade?

O governador foi eleito em cima de um anseio da população por mudanças. Havia um cansaço em relação ao sistema político anterior e uma vontade se oxigenar a vida política da Bahia, melhorar as condições e a qualidade de vida do nosso povo. Eu acho que nesses dois anos e meio a nossa caminhada tem sido muito positiva nesse sentido. A Bahia hoje respira um novo ambiente democrático e de relação entre as estruturas do poder. Executivo, Judiciário e Legislativo funcionam como instituições autônomas e independentes. Você tem uma relação do governo com a sociedade civil em outros parâmetros, com as conferências setoriais, o plano plurianual participativo, com um diálogo aberto com todos os setores da sociedade civil, a exemplo do segmento empresarial, que não precisa ter uma “parada obrigatória” antes de desenvolver suas atividades aqui no nosso Estado. Então, há uma mudança grande de valores, que significa a transformação de uma cultura enraizada de um longo período.

Como o governo está enfrentando o enorme passivo na área social?

Houve uma mudança significativa de prioridades. A Bahia é a 6ª economia, a 26ª pior educação, 22ª pior saúde, os piores indicadores sociais, temos 188 municípios entre os 500 mais pobres do Brasil. Essa Bahia está sendo trabalhada para o mais pobre. O governo tem em curso a maior política social da história do nosso Estado. No programa de habitação, de 50 mil unidades , 15 mil já foram entregues; no programa de saneamento básico, temos R$ 1,5 bi em investimentos em abastecimento de água, que vão elevar a cobertura na zona rural de 30 para 50 por cento, que é o programa Água para Todos, o maior do Brasil quando você junta água e saneamento. Reestruturamos a saúde, interiorizando, levando para mais perto das pessoas. Ontem (anteontem), eu encontrei com o secretário da Saúde, Jorge Solla, que estava indo para Ilhéus entregar equipamentos aos agentes comunitários de saúde, e vinha de Jequié, onde foi proferida a aula magna pelo governador, dando início ao curso de Medicina da Uesb. Temos 14 hospitais sendo reformados e reequipados e cinco hospitais novos, 400 postos de saúde. Na área de educação, temos o maior programa de alfabetização do Brasil, que é o Topa, que busca reduzir essa vergonha baiana que é ter 2,2 milhões de analfabetos na faixa etária acima de 15 anos. É o maior programa do Brasil, reconhecido pelo MEC e pela Presidência da República. Temos um programa de educação profissional, que elevou de 4 mil vagas em janeiro de 2007 para 25 mil vagas agora e chegando a 42 mil em 2010. De modo que há um conjunto de políticas sociais, mudando a vida de quem mais precisa.

A população tem percebido essa mudança? Porque a última pesquisa Vox Populi mostra um empate na visão entre o governo atual e o passado…

Pesquisas são a fotografia do momento e nós temos várias outras pesquisas internas que dão um retrato diferente daquele. O primeiro semestre foi marcado por grandes dificuldades, na área de arrecadação, com uma perda de R$ 600 milhões; dificuldades também na área de segurança pública… Ou seja, um conjunto de situações que a fotografia daquele momento pode registrar. Mas eu tenho absoluta convicção de que aquele que recebe uma casa, aquele que tem uma cisterna instalada na sua propriedade, aquele que toma um banho pela primeira vez na vida com água de qualidade, aquele que tem o esgoto tirado da porta de sua casa e seu filho não contrai mais doenças, aquele que se alfabetizou depois de 30, 40 anos de vida, aquele que tem a saúde mais próxima… Certamente, eles todos estão sentindo na pele os resultados dessa política social e quando acontecer o debate de avaliação desse governo, que é na eleição de 2010, esse reconhecimento vai permitir uma visibilidade maior na sociedade.

No entrevero recente entre o secretário de Indústria, Comércio e Mineração, James Correia, e o de Meio Ambiente, Juliano Mattos, que é do PV, já não é possível vislumbrar uma inclinação verde para desembarcar do governo Wagner?

Creio que não. A questão ambiental é sempre polêmica, porque de um lado existe a ideia de desenvolvimento e investimentos, e não há nenhuma intervenção de impacto zero no meio ambiente. Por outro lado, existe uma demanda de todos nós por um projeto de sustentabilidade para a nossa e as futuras gerações. É necessário buscar o equilíbrio, onde a atividade produtiva pode ser instalada e, ao mesmo tempo, que isso gere passivos ambientais, recuperação de áreas degradadas e um plano que possa reduzir bastante os impactos dos novos empreendimentos.

Supondo que Wagner seja candidato a presidente, o PT na Bahia iria com Pinheiro?

Essa hipótese não existe, pois o governador é candidato à reeleição.

BAHIA E VITÓRIA (OLHA SÓ!) VENCERAM

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As duas maiores torcidas baianas estão em festa. O Vitória avançou à próxima fase da Copa Sul-Americana ao bater o Coritiba em disputa de pênaltis. O rubro-negro venceu a primeira partida, na semana passada, por 2×0 e perdeu o jogo de hoje pelo mesmo placar. Nos pênaltis, 5×3 para o time baiano, que agora enfrentará o River Plate ou o Blooming.

O Bahia também ‘se armou’ em cima de um time paranaense. O tricolor-de-aço meteu dois gols no Paraná e subiu para a 11ª colocação na Série B do Campeonato Brasileiro. Esta é a segunda vitória consecutiva do time. Jael, do Bahia, foi o nome do jogo. Ele fez os dois gols do time baiano. João Paulo descontou. A próxima partida do Bahia será contra o São Caetano, no estádio de Pituaçu, sábado, às 16h10min.

CINCO PREFEITOS EM ENCONTRO DO PMDB

Depois de alguns adiamentos, o encontro regional do PMDB será realizado em Itabuna neste domingo (30), na quadra do Colégio Sistema, na rua Juca Leão. É esperada a participação de militantes de 27 municípios sul-baianos, além de quatro prefeitos regionais – Raimundo Laudano (Almadina), Adriano Clementino (Barro Preto), Domingos Marques (Aurelino Leal) e Alexandre Almeida (Ubaitaba).

Também devem participar do evento o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, e o prefeito de Salvador, João Henrique Carneiro, além do presidente estadual do partido, Lúcio Vieira Lima. Lideranças regionais, como o ex-prefeito de Canavieiras, Almir Melo, e o ex-deputado estadual, Renato Costa, também estarão presentes.

Se levado em conta o tom do comunicado à imprensa, em Itabuna não deve ocorrer a já famosa aclamação de Geddel como candidato ao governo da Bahia em 2010. As comedidas declarações do coordenador do evento, o professor Domingos Santana, reforçam a suspeita: “o encontro servirá para definirmos os rumos do partido, com vistas às eleições do próximo ano, após ouvir o pensamento das bases, em nível estadual”.

Só para contextualizar: o presidente Lula declarou ontem que seu candidato ao governo da Bahia é Jaques Wagner (leia aqui). É aguardar para ver a quantas vai andar o humor dos encontristas, especialmente o de Geddel.

GOVERNO NÃO VAI IMPOR JOGOS NA FONTE NOVA

O chefe de gabinete do governador Jaques Wagner, Fernando Schmidt, afirma que o Estado não vai impor que Bahia e Vitória realizem seus jogos na nova Fonte Nova.

Segundo Schmidt, o consórcio que reconstruir o estádio, e que deverá administrá-lo conforme as regras das Parcerias Público-Privadas, terá que firmar entendimentos com os clubes, a fim de que haja vantagens para todas as partes.

O secretário de Esportes da Bahia, Nilton Vasconcelos, acrescenta que a realização dos jogos na Fonte Nova será fundamental para a viabilidade econômica do projeto. Diz, no entanto, que deverão ser observados os interesses dos times, como bilheteria e publicidade de campo.

DILMA SE ENROSCA NO BIGODÃO; WAGNER É SONDADO

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A ministra Dilma Rousseff pode não se sair muito bem das brigas em que se meteu recentemente e da associação política ao presidente do Senado, José Sarney. Motivos mais que sufucientes para acender a luz amarela no Planalto.

Alternativas ao nome da super-ministra à sucessão do presidente Lula começam a serem estudadas, e o governador da Bahia, Jaques Wagner, surge novamente como opção.

Wagner até hoje é reverenciado pela atuação como o ministro das Relações Institucionais – articulação política – durante o pior período vivido pelo governo Lula, no episódio do mensalão. O “ministro do Bolsa Família” – Desenvolvimento Social -, Patrus Ananias, também é sondado.

A decisão de Lula, que cuida pessoalmente dessas questões de sucessão, passa pela avaliação dos números nos próximos meses, levando-se em conta, ainda, o fator Marina Silva. As informções são do colunista Eumano Silva, do site Congresso em Foco.

SOBREVIVENTES DE NAUFRÁGIO APARECEM EM MUCURI

Dez pescadores chegaram hoje num bote salvavidas à orla de Mucuri, no extremo-sul baiano. Eles passaram 30 horas no mar, desde a última sexta-feira (21), quando o barco que ocupavam naufragou, entre a costa da Bahia e a do Espírito Santo.

No barco, havia outros sete ocupantes, que estão desaparecidos. A Capitania dos Portos de Vitória (ES) realiza buscas, com três helicópteros e uma fragata. Os sobreviventes do naufrágio, todos do Espírito Santo, registraram a ocorrência na delegacia de Mucuri e já foram levados para seu estado de origem.

Com informações do site Sul Bahia News

DESIGUALDADE AUMENTOU NA BA, DIZ ESTUDO

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A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) acaba de publicar um estudo anual sobre o desenvolvimento dos municípios brasileiros. O Pimenta analisou os números. Eis a conclusão: nada de notícia boa para a Bahia. O estado apresentou o pior desempenho no comparativo de 2005 e 2006 quando o assunto é desenvolvimento.

A Bahia obteve 0,6183 pontos em 2005 e, um ano depois, caiu para 0,5925 – queda de 4,2%. A avaliação leva em conta dados apurados de três áreas (Emprego&Renda, Educação e Saúde). O estado caiu de 18º para 22º em desenvolvimento, segundo o Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal, o IFDM.

Dos 500 municípios com os menores percentuais de desenvolvimento, 188 são da Bahia. E quando considerados os 100 piores, a Bahia aumentou de 27 para 34 o número de municípios (34% deles).

O trabalho vai alimentar discussões em período de pré-campanha eleitoral. 2005 e 2006 foram, justamente, os dois últimos anos do segundo mandato de governador baiano do democrata Paulo Souto. Neste período, aumentaram as desigualdades no quarto maior estado brasileiro.

Para completar, o estudo apresenta Santa Luzia com IFDM 0,2928, numa escola de 0 a 1. Quem apresenta o melhor índice de desenvolvimento é São Caetano (SP), com 0,9524 pontos. O estudo completo pode ser acessado na página da Firjan (www.firjan.org.br).

ILHÉUS E ITABUNA

Quando o assunto é desenvolvimento, Itabuna praticamente patinou no comparativo de 2005 e 2006, quando saiu de 0,6216 para 0,6122. Por aqui, a desigualdade aumento 1,5%. Nada que se compare à situação de Ilhéus, que apresentou queda de 10%. O município mais populoso do sul da Bahia obteve 0,6832 pontos em 2005 e 0,6151 no ano posterior.

DESTAQUES POSITIVOS

Na região sul da Bahia, os destaques em melhora foram Barra do Rocha – que saiu de 0,3450 para 0,4359 pontos ( salto de 26,3%), e Itapebi, salto de 0,4090 para 0,5118 pontos no Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal. Itapebi apresentou evolução de 25,2%.

PMDB REALIZA ENCONTRO EM STO. ANTÔNIO

O PMDB realiza hoje, em Santo Antônio de Jesus, o seu 11º encontro regional. No evento, estarão presentes o ministro Geddel Vieira Lima, o presidente do partido na Bahia, Lúcio Vieira Lima, e o prefeito de Salvador, João Henrique Carneiro.

Encontros desse tipo vêm sendo realizados pelo PMDB desde maio e, segundo suas lideranças, o objetivo é reafirmar a candidatura de Geddel ao governo baiano, além de discutir outros temas relacionados à estratégia do partido para 2010.

O evento deste domingo será realizado das 8h às 14h, no Clube dos 1000, na rodovia que liga Santo Antônio a Nazaré das Farinhas.

MAIS UMA VERSÃO DA NOVELA BAIANA

ÂNGELA DEFENDE PRODUTORES

Ângela apoia manutenção dos produtores em suas terras

Ângela apoia manutenção dos produtores em suas terras

De um tom mais conciliador, a deputada estadual Ângela Sousa (PSC) partiu para um discurso mais direto e favorável aos pequenos produtores ameaçados de perder propriedades na zona rural de Ilhéus, Una, Buerarema e São José da Vitória.

Segundo a deputada, é preciso garantir os direitos dos pequenos agricultores, “que fugiram da monocultura do cacau para plantar e colher outros produtos”.

Ângela provocou a sessão que discutiu o tema na última quinta-feira (20), na Assembleia Legislativa da Bahia, e ouviu do secretário de Justiça e Direitos Humanos do Estado, Nelson Pellegrino, uma manifestação favorável à rediscussão do relatório da Funai.

O PT E SEUS CONFLITOS

As pendengas com os aliados não representam a única preocupação do governador Jaques Wagner. Na própria “cozinha” do PT – como de costume – os ilustres confrades não param de mexer seu caldeirão de diferenças e conflitos.

Com a proximidade do Processo de Eleição Direta, Wagner já se preocupa com a temperatura que as divergências podem atingir. E incentiva o PT baiano a marchar unido no PED, apoiando a reeleição de Jonas Paulo, da corrente Construindo um Novo Brasil.

Ocorre que outras tendências, como a Articulação de Esquerda (Walmir Assunção) e ADS (Walter Pinheiro) querem lançar candidatos à presidência do diretório estadual. A ADS, inclusive, se reúne neste fim de semana em Salvador para definir um candidato.

“ATIROU NO QUE VIU E ACERTOU NO QUE NÃO VIU”

Geddel: dificuldades na Bahia e em Brasília

Geddel: dificuldades na Bahia e em Brasília

“Eu nunca vi um negócio que começou errado acabar dando tão certo”. É assim que um importante petista baiano define o rompimento entre PT e PMDB no estado.

Na análise desta fonte vermelha, o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, terá sérias dificuldades em sua tentativa de conquistar o governo baiano. E não só porque Jaques Wagner atraiu praticamente todos os partidos que o PMDB poderia ter como aliados…

Outro problema, ainda segundo a mesma fonte, é que a cúpula do PMDB nacional reprova as movimentações de Geddel na Bahia. E o ministro, que já não é visto com simpatia pela dupla José Sarney-Michel Temer, passou a ter dificuldades também no relacionamento com outros integrantes do seu partido em Brasília.

É aquela história: a rapadura é doce, mas não é mole…

PRESTÍGIO

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Fortes prestigia posse do secretário João Leão, também filiado ao PP.

Que a escolha do deputado federal João Leão para a Secretaria de Infraestrutura baiana foi muito criticada, disso não há dúvida. Talvez por isso, o deputado tenha procurado mostrar força ao contar com o ministro das Cidades, Márcio Fortes, entre as autoridades presentes à sua posse.

Agora, mãos à obra…

NOVOS SECRETÁRIOS TOMAM POSSE ÀS 15H

Os secretários estaduais James Correia (indústria, comércio e mineração) e João Leão (infraestrutura) tomam posse em solenidade prevista para as 15h, no salão Oxalá do Centro de Convenções da Bahia, em Salvador. O governador Jaques Wagner ainda não definiu qual será o nome que ocupará a pasta da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti).

Wagner ainda negocia com o PDT o nome para o cargo. O partido já definiu que vai participar do governo, mas as disputas internas impediram que este nome fosse definido até ontem e a posse ocorresse também nesta quarta, junto com os secretários Correia e Leão.

Os cargos ficaram vagos após a decisão do PMDB de romper politicamente com o governador Jaques Wagner. Ildes Ferreira (Secti), Batista Neves (Infraestrutura) e Rafael Amoedo (Indústria, Comércio e Mineração) eram da cota peemedebista e acabaram por entregar os cargos, seguindo orientação do partido.

UNIVERSIDADES ESTADUAIS TERÃO CONCURSO PARA PROFESSOR

Ontem as universidades estaduais fizeram uma paralisação de 24 horas para alertar o governo sobre os desvios de rumo no setor. No mesmo dia, foi autorizada a realização de um concurso público, visando o preenchimento de vagas remanescentes para o cargo de professores efetivos para as estaduais.

De acordo com a SEC, também já está em curso um estudo visando a ampliação do quadro docente. Em 2006, o quadro de pessoal das universidades estaduais era composto por 5.411 servidores entre técnicos e professores universitários. Com as contratações realizadas desde 2007, esse número saltou, em 2009, para 6.368. Deste total, 4.336 são professores.

A paralisação dos funcionários e professores questionou dois decretos, assinados em 1997, pelo então governador Paulo Souto. Estes decretos comprometeriam a autonomia econômica e financeira das instituições superiores de ensino do estado.

A SEC informou que houve um crescimento da dotação orçamentária para as universidades de 49%, passando de R$ 386,8 milhões, em 2006, para R$ 578,4 milhões este ano. Para o ano de 2010, o incremento será de 11% no orçamento, o que representa um volume total de R$ 642,330 milhões. “Essa é uma clara demonstração de compromisso do governo com a Educação Superior da Bahia”, garante o secretário da Educação, Osvaldo Barreto.








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