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:: ‘Banco Central do Brasil’

REUNIÃO DO COPOM DEFINIRÁ TAXA BÁSICA DE JUROS

Sede do Banco Central

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) inicia amanhã (19) a segunda reunião de 2019 para definir a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano. Na quarta-feira (20), após a segunda parte da reunião, será anunciada a taxa.

Instituições financeiras preveem que a Selic deve permanecer este ano no atual patamar. Para 2020, a expectativa é de aumento da taxa, encerrando o período em 8% ao ano.

O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia da reunião, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

O Banco Central atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.

A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada em negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic). :: LEIA MAIS »

CAIXA E BRADESCO LIDERAM RANKING DE RECLAMAÇÕES NO BC

A Caixa Econômica Federal liderou o ranking de reclamações de clientes contra instituições financeiras em julho, de acordo com dados divulgados hoje (17) pelo Banco Central (BC). No total, foram 983 reclamações consideradas procedentes, ou seja o BC verificou indício de descumprimento de lei ou regulamentação.

Para elaborar o ranking, as reclamações são divididas pelo número de clientes da instituição financeira que originou a demanda e multiplicadas por 1 milhão. Assim, é gerado o índice, que representa o número de reclamações de cada instituição financeira para cada grupo de 1 milhão de clientes.

No caso da Caixa, o índice ficou em 12,85. Na sequência, o Bradesco, com índice de 12,80. Em terceiro lugar, ficou o HSBC, com 7,56. Nesse ranking estão as instituições financeiras com mais de 2 milhões de clientes.

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AUTORIZAÇÃO DO BC

Coluna Tempo Presente (Levi Vasconcelos), A Tarde

Judélio Carmo, jornalista, bon vivant, prefeito de Alagoinhas duas vezes, na primeira gestão sofreu tanta conturbação que dizia: ‘Minha grande obra foi sair de lá vivo’. Na segunda, se não foi essas coisas administrativamente, pelo menos entrou e saiu sem susto.

Lá ia ele um dia pela BR-324, velocidade plena, uma viatura da PRF viu, ligou para a que estava mais adiante, foi parado,

— Documentos.

— Estão aqui, tudo em dia. Sou o prefeito de Alagoinhas.

— Mas o senhor poderia dizer por que tanta pressa, prefeito?

— Porque tenho autorização.

— Autorização de quem?

— Do Banco Central.

— Deixe eu ver aí.

Abriu uma mala cheia de notas de R$ 100, começou a entregar ao guarda:

— Aqui está uma autorização, outra autorização, outra autorização…

Largou umas dez autorizações e seguiu com a recomendação de ir mais devagar.

TAXA SELIC CAI A 9,75%

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central fez nesta quarta-feira mais um corte na taxa Selic, dessa vez de 0,75 ponto percentual, intensificando a estratégia, iniciada em agosto de 2011, de corte nos juros básicos da economia para estimular o crescimento e tentar diminuir as pressões sobre o mercado de câmbio que têm contribuído com a valorização do real frente ao dólar.

Com essa decisão, a taxa Selic cai de 10,5% ao ano para 9,75% ao ano retornando a casa de um dígito. Essa é a menor taxa em quase dois anos. Em abril de 2010, a taxa Selic estava em 9,50% permanecendo neste mesmo patamar até o início de junho daquele ano. Desde então, o BC iniciou um processo de elevação dos juros que culminou com a taxa de 12,5% ao ano, em julho de 2011, informa o portal IG.

CARTÃO DE CRÉDITO TEM NOVAS REGRAS EM JULHO

O Banco Central publica nesta terça-feira uma cartilha sobre o uso do cartão de crédito, para evitar o endividamento excessivo das famílias. A explicação acompanha a chegada das novas regras para cartões, definidas no início deste ano, e que entram em vigor no dia 1º de junho.

Entre as principais mudanças, está a redução do número de tarifas cobradas – de até 80 atualmente para, no máximo, cinco – e o estabelecimento de um percentual mínimo de pagamento mensal definido por norma.

Atualmente, os bancos exigem cerca de 10% de pagamento mínimo na fatura mensal, segundo a conveniência de cada instituição. A partir de junho, esse mínimo será de 15% e, em dezembro, esse piso sobe a 20%.

“As novas regras incentivarão o uso racional do cartão, evitando que as famílias se endividem em excesso”, diz o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.

Ele destacou que, nos últimos anos, o número de cartões emitidos e o volume de recursos gastos por esse meio de pagamento cresceram bastante, evidenciando que mais pessoas estão usando-o. “Cartões já são usados no dia-a-dia de famílias que compõem a base da pirâmide social”. Informações do IG.










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