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editorias






:: ‘Barbosa Filho’

PUBLICITÁRIO ACIONA GERALDO E JUÇARA NA JUSTIÇA PARA RECEBER DÍVIDA DE CAMPANHA

Juçara e Geraldo.

Juçara e Geraldo.

O jornalista e publicitário Barbosa Filho (Barbosinha), da Ação Propaganda, recorreu à Justiça para tentar receber dívida de R$ 230 mil da ex-candidata a prefeita de Itabuna Juçara Feitosa (PT).

No ano passado, Barbosinha alugou estúdio de sua emissora a cabo e contratou profissionais para a campanha de Juçara, que disputou a prefeitura de Itabuna pela segunda vez.

Barbosinha contou ao PIMENTA que acionou a ex-candidata e o esposo dela, o deputado federal Geraldo Simões. O publicitário recebeu cheques como garantia de pagamento das dívidas de campanha. Bateram fofo.

Ao recorrer à Justiça, duas surpresas. Numa, o juiz não aceitou que a ação corresse com as custas processuais sendo pagas ao final. “O pedido se justificava pelo valor da ação”, disse Barbosinha. Além da dívida acumulada, o publicitário terá de pagar as custas para dar sequência ao processo.

A outra surpresa foi quando da decisão judicial de penhora dos bens da ex-candidata. À ordem dada pelo juiz, a resposta da oficial: não havia bem algum a ser penhorado. Barbosinha comentou da dívida pela primeira vez ao tentar recebê-la do casal e não conseguir e não obter sucesso pela via judicial.

NO AR, A TV CABRÁLIA

daniel_thameDaniel Thame | [email protected]

É possível dizer que mudou sem mudar, porque ao longo deste um quarto de século, continua sendo o que sempre se propôs a ser: uma televisão com a cara e as cores do Sul da Bahia, com uma profunda identidade regional.

O mês era dezembro e o ano era 1987.

Em Itabuna, todas as cores no ar anunciavam a chegada de uma nova estação. Não era o verão.

Quem chegava -e lá se vão 25 anos- era a TV Cabrália, primeira emissora de televisão do interior do Norte/Nordeste, não apenas uma repetidora da programação da Rede Manchete, a quem era afiliada.

Mas uma emissora com programação própria, vida própria e, principalmente, com a alma do Sul da Bahia.

A chegada de TV Cabrália, como era de se esperar, gerou expectativa e euforia, numa civilização orgulhosa de seu fruto de ouro e de ter forjado o próprio desenvolvimento.

O fruto de ouro, dois anos depois, perderia seu brilho, esplendor e pujança por conta de uma doença com poderes de bruxa malvada.

A TV Cabrália, símbolo daquele tempo, atravessou sobressaltos, mas resistiu ao apocalipse econômico e social  que as bruxarias provocaram, fez história. E que história.

Começou como afiliada da Rede Manchete, depois SBT e, adquirida pela Igreja Universal do Reino de Deus, passou pela Rede Record, teve uma incipiente fase na Rede Mulher e hoje integra a Record News.

É possível dizer que mudou sem mudar, porque ao longo deste um quarto de século, continua sendo o que sempre se propôs a ser: uma televisão com a cara e as cores do Sul da Bahia, com uma profunda identidade regional.

Gestada pelo espírito empreendedor do Dr. Luiz Viana Filho e que ganhou forma nas mãos do visionário Nestor Amazonas, a TV Cabrália, além de acompanhar os principais acontecimentos e se envolver nas grandes causas sulbaianas nestes 25 anos, foi uma espécie de escola de profissionais de televisão, profissão até então inexistente por essas plagas amadianas e/ou pragas vassorianas, com o perdão do trocadilho irresistível. :: LEIA MAIS »

BACELAR SAI DA DIFUSORA POR CRITICAR WAGNER

O vereador e apresentador Ricardo Bacelar (PSC) teve de deixar a rádio Difusora de Itabuna AM após fazer críticas ao governador Jaques Wagner e citar a manifestação dos policiais militares na praça Adami, centro de Itabuna. Bacelar ocupava o horário das 10h às 11h há quase dois anos.

A decisão foi comunicada ao vereador e apresentador pela diretora da rádio, Joelma Teles. A emissora foi adquirida em janeiro pelo empresário João Lourenço Botti, numa negociação que envolveu o deputado federal Geraldo Simões (PT).

O PIMENTA conversou com Ricardo Bacelar. Ele confirmou ter feito críticas ao movimento grevista e ao governador – conclamando a “acabar com essa guerra” – e encerrou o programa citando a manifestação na praça Adami.

Ele afirma que não houve uma comunicação oficial da emissora, mas verbal. “Ele [Barbosa] não veio falar comigo. Veio Joelma. A comunicação foi só verbal”.

“DECISÃO PESSOAL, ISOLADA DE BARBOSINHA”

Ricardo Bacelar disse que interpretou a decisão como “isolada, pessoal” do consultor Barbosa Filho, com quem possui divergências desde o período em que esteve para ser apresentador de um programa na TVI, canal a cabo dirigido pelo consultor.

Bacelar não descarta um retorno à emissora, caso a direção geral assim decida. “Mas, da minha parte, não vou procurar ninguém. Estou concentrado na minha defesa judicial [do Loiolagate]”.

Bacelar está afastado da Câmara por decisão judicial (relembre aqui) ao ser apontado como envolvido no desvio de verbas da Câmara. Com relação ao afastamento, ele diz acreditar numa “confusão do judiciário ao apontar Antônio José Pinto Muniz” como seu assessor. “Meu foco agora é a defesa. É mais importante do que qualquer coisa”.

A direção da Rádio Difusora ainda não se pronunciou em relação ao caso. A emissora passa por um período de transição administrativa. A diretora Joelma Teles deverá ser substituída.

O novo dono do empreendimento, João Botti, decide até a próxima terça (14) quem assumirá a direção geral, além dos diretores das áreas comercial e de jornalismo. Nos bastidores, há um clima de insatisfação pela escolha do consultor.

RADIALISTA É BARRADO NO PRÓPRIO PROGRAMA

O radialista Frankvaldo Lima foi impedido, na manhã desta terça-feira, 31, de apresentar o programa Show de Notícias, que comanda há dois anos na rádio Nacional de Itabuna. Segundo o profissional, que é presidente do Sindicato dos Profissionais de Rádio e TV de Itabuna, os seguranças da emissora receberam ordem para barrá-lo.

Mesmo assim, Frankvaldo conseguiu entrar na rádio e ocupou o estúdio, afirmando que somente sairia às 9 horas, quando – em condições normais – se encerraria o seu programa. Enquanto isso, a rádio ficou fora do ar, provavelmente até a chegada do radialista Cacá Ferreira, dono do próximo horário.

Frankvaldo afirma não ter recebido nenhum comunicado oficial de demissão, mas explica que a ordem para que não o deixassem entrar na Nacional partiu do diretor Barbosa Filho. Sem entrar em detalhes, o radialista diz que a ação de Barbosa tem “razões políticas”.

Além de Frankvaldo, a ordem do diretor também incluiu a comunicadora Kelly Dourado, esposa do primeiro e que atuava como apresentadora e operadora de áudio na Nacional.






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